domingo, 2 de agosto de 2009

UBUNTU SATANIC EDITION

No início dessa semana tomei conhecimento de um assunto através dos meus feeds. Como todo bom leitor de feeds, leio os assuntos em ordem cronologicamente inversa, ou seja, notícia nova antes, notícia velha depois.

Por isso fiquei sabendo antes da retratação do site Ubuntu Brasil e só depois descobri a causa dela, um post que já foi retirado do ar, aliás, mas que consegui ler justamente por estar estocado no meu leitor de feeds.

Não vou repostar o texto para respeitar a vontade do pessoal do Ubuntu Brasil, mas não consegui enxergar nenhum conteúdo ofensivo.

O Satanic Edition já não é bem novidade. Pelo que me lembro, está na ativa desde 2006. E pelos comentários que li na época, mais os que li recentemente, presumo que, como eu, a grande maioria dos usuários do Ubuntu veja isso como uma grande piada. De mau gosto, para alguns, mas ainda sim, uma piada.

Na verdade, o UES nem chega a ser uma distro "de verdade", visto que as únicas diferenças em relação ao Ubuntu original é a sua coleção de temas e algumas músicas licenciadas sob licenças Creative Commons.

Por questões de espaço, essas músicas tomaram o lugar de algumas aplicações como o F-Spot, o Tomboy [para a alegria do movimento anti-mono], o Evolution e o OpenOffice.org.

Além disso a versão atual, batizada de 666.4, Jesus Jugular (para manter a tradição de nomes aliterados), é baseada no Ubuntu 8.04, uma versão estável (e LTS) mas, de acordo com o ciclo vital das versões do Ubuntu, já antiga. Após o 8.04 já saíram as versões 8.10 e a mais atual, a 9.04.

Ou seja, pra quem quiser, é mais prático baixar os temas e instalá-los numa versão mais recente Ubuntu do que baixar o UES e instalar essas aplicações.

Por isso achei a reação do pessoal do Ubuntu Br meio exagerada.

Na página do USE existem links para o Sabily (antigo Ubuntu Muslim Edition), e um link desatualizado que deveria cair na página do UCE (Ubuntu Christian Edition).

Ao que parece, eles pelo menos sabem seu lugar na ordem das coisas.

P.S.: O que o pessoal parece ter esquecido, tanto os "satanistas" do UES quanto os que se sentiram ofendidos, é que, apesar de (quase) todo o software que compõe o sistema operacional ser livre/open-source, o Ubuntu é uma MARCA REGISTRADA da Canonical, a empresa que fundou o projeto Ubuntu e que hoje é sua principal patrocinadora.

E assim como aconteceu com o antigo Ubuntu Muslim Edition - hoje Sabily - presumo que, caso o assunto ganhe proporções incômodas (o que parece não ter acontecido até hoje) a Canonical vá tomar alguma providência para desvincular a sua marca da distro em questão.

P.P.S.: O engraçado é que o imbróglio com o atual Sabily nem foi por causa da palavra Ubuntu", mas sim da palavra "Edition".

sábado, 1 de agosto de 2009

CHOKER

O novo filhote (ainda em gestação) de Ben Templesmith tem nome: CHOKER.

Impossível não pensar em comparações com FELL, mas o próprio Mr. Templesmith deixa claro que isso, até certo ponto, é proposital. E uma das ilustrações promocionais não deixa dúvidas.

terça-feira, 21 de julho de 2009

O MACACO ROUBA O PÊSSEGO

Não me lembro onde encontrei isso. Provavelmente, foi no Tumblr.

As vezes fico com vontade de abrir uma conta lá, só pra ficar (re)postando esse tipo de imagem.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

TAGS

Caso não tenha percebido, ó distinto leitor, soltei a franga no que diz respeito às tags deste blog (e somente a elas, que fique bem claro).

Tentei, por muito tempo, manter a classificação de todos os assuntos que passaram por aqui circunscrita dentro de umas vinte tags. Mas só agora percebi que isso não faz o mínimo sentido, a não ser para mim, evidentemente. Portanto, tags, aqui vamos nós.

(mas não vou ficar re'tag'ueando post de seis anos atrás, nem fodendo)

UEx



A IDM Software quer dominar o mundo!

Primeiro, anunciam o UEX, uma versão *nix (Linux e Mac) do UltraEdit, o melhor editor de textos proprietário para Windows.

Depois, pegam o antigo UE3, uma outra versão desenvolvida para rodar na irritante plataforma U3 e transformam-na na UEm, adaptando-na para rodar também na plataforma PortableApps, que tem meu aval.

Usei o UltraEdit durante muito tempo, mas, por motivos técnicos e pessoais, acabei largando mão dele para tentar a sorte com outros editores de texto. Contudo, no meu ramo profissional, Windowscêntrico por natureza, o UltraEdit parece ser o ÚNICO editor de textos que a rapaziada conhece.

Então, na hora de trocar dicas, pequenos truques, syntax highlighters, macros ou qualquer outro suplemento útil, ninguém tá querendo saber de VIM, Emacs, Notepad++ ou PSPad. E, a César o que é de César: o programa é bom mesmo.

Fiquei SERIAMENTE tentado a comprar o UEX. Aguardarei o demo pra ver se ficou a contento. Mas acredito que ficará.

domingo, 19 de julho de 2009

FLUTTER



Se o Twitter é um microblog, o Flutter é um nanoblog!



(vi aqui, onde cheguei através de um twitt do Eduf, que por sua vez retwittou mais alguém)

PS.: atenção leitor incauto, que assistiu o vídeo e não percebeu: é tudo brincadeira, tá?

AMAZON EPIC FAIL!

E esse deslize da Amazon, hein?

Tomei conhecimento do assunto agora há pouco, graças a twittadas mil e um link vindo de outra direção.

Se não sabe do que eu estou falando, siga esta sequência de links.

Um leitor de ebooks decente tem despertado cada vez mais a minha cobiça, logo eu, um dos últimos românticos que ainda preferia ler na tela. He!

Resuminho: a Amazon, após perceber que tinha vendido algumas edições de livros do Orwell (Pois é, aquele do Big Brother...) que tinham restrições quanto a direitos autorais, DELETOU remotamente os arquivos de DENTRO dos Kindles dos usuários, conteúdo que, ALIÁS, foi PAGO. A Amazon estornou os noventa e nove centavos de dólar na conta das pessoas que tiveram seus exemplares de 1984 e/ou A REVOLUÇÃO DOS BICHOS deletados dos seus dispositivos. Mas isso não muda as coisas. Só pra você saber, em alguns países o copyright dos livros do Orwell já expirou, mas nos states eles continuam firmes e fortes até 2044.

O modelo de negócios do Kindle parecia promissor. Tinha umas vantagens legais, como a de poder fazer anotações ou ainda recuperar todos os livros que comprou caso perdesse o aparelho. Embora houvesse empecilhos técnicos que impossibilitassem ou pelos menos adiassem consideravelmente a vinda do Kindle pros lados de cá do Equador, o sistema, como um todo, soava interessante.

Não li todo o License Agreement do Kindle, mas, no que diz respeito à posse do conteúdo comprado através dos sistema, o parágrafo abaixo não deixa dúvidas:

Use of Digital Content. Upon your payment of the
applicable fees set by Amazon, Amazon grants you the non-exclusive
right to keep a permanent copy of the applicable Digital Content (grifo meu)
and to
view, use, and display such Digital Content an unlimited number of
times, solely on the Device or as authorized by Amazon as part of the
Service and solely for your personal, non-commercial use. Digital
Content will be deemed licensed to you by Amazon under this Agreement
unless otherwise expressly provided by Amazon.


Quando você compra um livro impresso, pode fazer o que quiser com ele: queimá-lo, fazer anotações nas páginas, emprestá-lo (para, talvez, não vê-lo nunca mais), dá-lo para outra pessoa, abandoná-lo num local público, vendê-lo, enfim.

Quando você compra um livro, mesmo num formato digital, como um pdf, você apesar de ter mais restrições, tanto físicas quanto legais, também pode copiá-lo para outro dispositivo, ler no computador, num smartphone ou num ereader dedicado, "emprestar" para alguém, ou mesmo arriscar seu traseiro gordo deixando ele num torrent da vida. Se você nunca comprou um pdf, eles costumam vir com "marcas d'água" digitais que contém informações sobre os compradores. Ok, há um pouco mais de controle e tal, mas as possibilidades ainda são muitas.

Quando você compra um livro para o Kindle, deveria, segundo os termos do License Agreement, ter o direito de manter uma cópia para seu uso pessoal. Mas ficou claro que a Amazon pode, sem seu consentimento e, pior, sem seu conhecimento, apagar qualquer coisa que você tenha colocado dentro do seu hardware.

No artigo do NY Times, citam o caso de um moleque que estava lendo o livro para fazer 1984 para fazer exames para a escola e, além do exemplar em si, perdeu todas as notas que tinha feito. Ou seja, a Amazon, por mais que estivesse calcada em imbróglios legais, lesou seus usuários, e isso vai pegar muito mal.

Por mais que eles prometam que isso não se repetirá novamente, ainda sim, fiquei com os dois pés atrás.

Estou cansado para ficar elucubrando sobre isso (são quase duas da matina, véi!), mas esse assunto ainda vai dar pano pra manga.

Por essas e por outras, tenho preferido aparelhos como o Cool-Er, que lê até aquele pdfão fuleiro com scans de fotocópias de manuais impressos em 1983.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

ZOMBIES OF MASS DESTRUCTION

Me esqueci de incluir esse trailer no post anterior. Ao que parece, o filme vai ser MAIS tosco que o gibi. Ótimo!

"CÉLEBROS!!!"

Acho que o mais próximo que cheguei de escrever uma história com zumbis foi BIZANGO.
Se você se deu ao trabalho de clicar no link e perder mais de cinco
segundos por lá, deve ter percebido que a história não terminou. E,
pelo menos por enquanto, não vai terminar mesmo.



BIZANGO nasceu de uma brincadeira numa (já finada, presumo) lista de
discussão da qual participei bastante tempo. Na lista, repleta de
escritores - de verdade ou apenas aspirantes, como esse que vos...
bem... - alguém sugeriu que se escrevesse uma história coletiva, tendo
como protagonistas vilões icônicos da ficção pop. Cada participante
podia escolher dois "tipos" de vilões. Eu acabei escolhendo
Inteligências Artificiais e Zumbis.



Foi criada uma outra lista (ou fórum, não me lembro) para discutirmos o assunto e darmos sequência na história. Como muitos empreendimentos coletivos próprios da internet, a concepção acabou sendo mais instigante do que a execução do projeto em si.

Na época, eu fiquei realmente empolgado, e acabei escrevendo algumas palavras, que acabaram ficando engavetadas, e, tempo e adaptações depois, publiquei no TXT.

De qualquer maneira, acabei perdendo o momento e BIZANGO deixou de ser uma das minhas prioridades.

Mas, o fato é que eu SEMPRE ADOREI histórias envolvendo zumbis mesmo que vez ou outra fugissem um pouco do cânone, como em EXTERMÍNIO ou BLACK GAS.

Tenho lido poucos quadrinhos recentemente, mas uma coisa que da qual gostei - mesmo com a arte tosquíssima e o roteiro às vezes capenga - foi ZMD - ZOMBIES OF MASS DESTRUCTION.



O mote é simples (e qual história de zumbis que não tem um mote simples?): as forças-armadas americanas se cansaram de perder soldados na guerra e desenvolveram um método para criarem zumbis que se dissolvem após um determinado período de tempo ou ao ter contato com a luz solar. Tipo um SOLDADO UNIVERSAL MAIS trash, saca?

Eles soltam os zumbis em cima das áreas a serem atacadas, esperam os zumbis detonarem tudo, se derreterem e vão lá só limpar a bagunça. Tudo muito bom, tudo muito bem, até que um zumbi levado da breca resolve NÃO se dissolver. Os milicos ficam com o c# na mão, chamam um ex-combatente fodão para capturá-lo e por aí vai. Ok. Agora há pouco descobri que vai virar filme. Assim como um livro do qual tomei conhecimento hoje mesmo, o WORLD WAR Z.






Certo, certo. Isso tudo é só para dizer que, hoje, sem querer, acabei cruzando dois links obtidos em fontes diferentes e que, a princípio, não tinham nada a ver. Os links viraram uma idéia. A idéia tá ribombando forte na cabeça. Zumbis, claro. HQ. Cinco a dez páginas. Veremos.

terça-feira, 7 de julho de 2009

INBOX 0 - (OU AINDA, MISSÃO CUMPRIDA)

Caveat, lector: talvez esse seja o primeiro de uma série de egotrips falando sobre como estou organizando o fluxo de informações que tento digerir.


É isso aí. Meses depois de anunciar meu plano para dar fim às mensagens não lidas em minha caixa de entrada na minha conta principal do Google, chego ao meu objetivo.

Mas não da maneira que eu imaginava.

Até comecei a desenterrar mensagens e discussões antigas mas logo me liguei no motivo - óbvio - que me fez esquecê-las por tanto tempo: elas não me interessavam mais.

Logo que surgiu o Gmail, eu deveria ter imaginado de que a combinação "viciado em informação (eu) + armazenamento [supostamente] infinito (Google)" não daria certo. E não deu mesmo.

Toda vez que eu abria minha caixa postal (meu uso para clientes de email é bem restrito) e via aqueles zilhões de mensagens não-lidas, me dava uma pontada de agonia. Pequena, é verdade, mas, mesmo assim, incômoda.

Como eu disse, se não li até hoje, é porque não me interessa. E as mensagens que me interessam por algum motivo são marcadas com estrelinhas. E o número dessas é beeemmmm menor.

Justamente porque, quando comecei a utilizar as estrelinhas, eu já tinha uma certa metodologia para processar as mensagens marcadas. Se tinha que responder, respondia. Se tinha que salvar seu conteúdo em outro lugar (links, anexos, o que for), eu fazia isso. E depois a tal mensagem perdia a estrelinha e saía fora do meu campo de atenção. E caso eu precisasse, por algum motivo, recuperar aquele conteúdo, dava um search no Gmail. Search esse que, ironicamente, não é dos melhores, mas dá pro gasto.

A iluminação veio na semana passada (ou seria retrasada?), quando, após sucessivos paus no Bloglines, resolvi migrar de vez todos meus meus feeds para o Google Reader.

No Bloglines havia uma quantidade considerável de feeds não lidos e na migração não havia maneira de manter os não lidos. Fiquei sentido. Mas a vontade de a) experimentar uma ferramenta nova e b) parar de receber feeds com mais de três anos de idade fez com que eu me desfizesse do material não lido. Fiquei sentido. Mas não morri por causa disso.

E daí houve o estalo: se não morri porque não li meus feeds, também sobreviveria se desse um "Select: All & More Actions & Mark as read" nos meus emails. E foi isso o que eu fiz.

Agora falta processar as que estão marcadas com as estrelinhas. Provavelmente, a maioria delas vai ter o mesmo tratamento das mensagens não lidas: o esquecimento.

sábado, 20 de junho de 2009

THE ULTIMATE BATHROOM UPGRADE

Se isso for MENTIRA, é muito engraçado.

Se for VERDADE, terei pesadelos pelo resto da semana.



E, como desgraça pouca é bobagem, no site do produto ainda há a pérola:

"Finding the right Valentine's Day gift may be difficult, so this year, why not surprise..."

E depois, falam dos japoneses e dos russos...

sábado, 6 de junho de 2009

ESPÍRITO LIVRE


Saiu essa semana a terceira edição da Revista Espírito Livre, que - caso você ainda não tenha se dado conta - fala sobre software livre, em suas diversas vertentes. E o bacana é que a revista não se prende a um software ou sistema operacional específico.

Como é característico ao mundo do Software Livre, vez ou outra tropeçamos em textos mais exaltados (me surpreendo de ainda não ter lido algo como "Ruindows" ou "Micro$oft"), mas isso faz parte do jogo e, afinal, o mote é justamente a Liberdade.

Um ponto alto, nas três edições, são as entrevistas. A da número 2, com Robert Shingledecker, pricipal mantenedor do Tiny Core, é especialmente interessante e foi a que mais me chamou a atenção, até agora. A da edição mais recente é com Jimmy Wales, fundador da Wikipedia. E eu nem sabia que a Wikia tinha um relação real com a Wikipedia!

Também destaco a diversidade e das colunas: há gente de peso como Cézar Taurion, e também há ilustres anônimos, mas todos com algo a dizer (mesmo que se exaltem, às vezes...).

Estou gostando bastante da série do Jomar Silva sobre padrões abertos e o ODF. Nessa última edição, também achei bacana o artigo "Quem tem medo do Google mau?" da Cindy Dalfovo, onde ela coloca alguns pingos nos "is" no que diz respeito à utilização de serviços baseados em cloud computing.

Enfim, a Espírito Livre é uma publicação que vale à pena acompanhar.

Nem preciso dizer que o download é gratuíto, né?

terça-feira, 26 de maio de 2009

BATMAN E ROBIN, POR RAFAEL GRAMPÁ

Uma imagem vale mais do que mil palavras. A melhor ilustração da dupla que vejo em muito tempo.



O blog do homem. E o Flickr de onde roubei a imagem.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

SUPERGOD



Acabei de ler isso no blog do Ellis e me lembrei de END TIMES, um roteiro antigo dele, pré-ano2000, onde - se não me falha a memória - tinha um personagem chamado Maitreya, que é um anjo baleado lá pela página 13. Há também um personagem chamado Mircea. Notem que não considero nenhum autor reciclar seus próprios conceitos.

Até onde sei, deveria ter sido uma mini, mas a história nunca foi desenhada.

Voltando a SUPERGOD, fiquei curioso pra ver onde vai dar.

domingo, 24 de maio de 2009

CELTX TO OPENDOCUMENT CONVERTER

Acabei de ver que já criaram outro conversor para arquivos ODF (OpenDocument Format), formato utilizado por diversos programas, como o OpenOffice.

Esse, feito em Java, é bem menos melindroso que o anterior e tem até uma interface gráfica. Uma das vantagens em relação ao outro que já existia é que ele cria um roteiro com a capa.

Mas nem tudo são flores: por enquanto, o programa converte apenas roteiros cinematográficos ou de quadrinhos. E se o projeto tem mais de um roteiro desses tipos, ele converte só o mais antigo. Não há maneira de selecionar qual roteiro vai ser convertido, sendo necessário criar outro projeto com apenas o documento que se quer transformar em ODF. E ele também "come" os CONTINUANDO/CONTINUE que ficam ao fim da página.

Outra coisa é a formatação, que não sai exatamente como deveria. Mas como o Writer é baseado em *estilos de parágrafo*, e o conversor cria um estilo para cada tipo de texto (diálogos, personagens, cabeçalhos, etc.), basta alguns ajustes para ter o documento com a devida forma.

O programa, que necessita da máquina virtual do Java, pode ser baixado em:

http://langintro.com/celtx/

sábado, 25 de abril de 2009

UM LEITOR IMPROVÁVEL E UMA TEORIA

Ontem me surpreendi com um cara, um leitor improvável, folheando uma edição surrada (e aparentemente pega numa biblioteca) de COMÉDIAS DA VIDA PRIVADA, do - se você ainda não sabe - Luis Fernando Verissimo.

Elegi o rapaz como "leitor improvável" baseado apenas nos meus próprios (pre)conceitos, que não vou ficar enumerando quais são. Não o conheço tão profundamente, mas, cá para nós, meu escrutínio e as teorias que brotam dele costumam ser preciso nesses casos.

O nosso leitor é um rapaz que acabou de passar dos vinte. Ele estava lendo no trabalho, em seu tempo ocioso.

O que me deixou intrigado foi o motivo dele ter escolhido justamente aquele livro. Nada contra o Verissimo, vejam. Se não sou fã, há pelo menos um de seus livros que gosto bastante. E fiquei curioso para ler um outro. [É, existe um padrão.]

De qualquer maneira, depois de matutar um pouco querendo saber porque catso o moleque foi escolher justo um dos livros do Verissimo, me ocorreu uma idéia: acho que ele deve ter sido atraído por um desses emails apócrifos, invariavelmente creditados ao Verrissimo, ao Jabor, e, vez ou outra, a Shakespeare.

Se for isso mesmo, é como dizem por aí: há males que vem para bem.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

UBUNTU 9.04

Só para você não esquecer:

THE COMIC BOOK SCRIPT ARCHIVE

Essa eu não podia deixar passar batido: um maluco criou um repositório de roteiros de hq. Como não poderia deixar de ser, todos de comics (e em inglês, obviamente).

Também não há muito material disponível por lá, ainda. Mas é bem legal saber que alguém teve a manha de se preocupar com essa tão malfadada arte.

(roubei de um twitt do Pablo)

terça-feira, 7 de abril de 2009

SUBLIMINAL COMIC



Essa já é velha, mas relembrar é preciso. E é com areia!

Nem preciso dizer de onde roubei, né?