quinta-feira, 29 de abril de 2010

PANEL ONE

A principal influência para isso aqui (se é que alguém ainda se lembra) foi o livro PANEL ONE: Comic Book Scripts by Top Writers.

Dia desses tava de bobeira em casa, reencontrei o bicho na estante e comecei a folheá-lo. De lá pra cá, acabei relendo quase tudo.

PANEL ONE é uma coletânea composta por nove roteiros, ora comentados pelos autores, ora pelo editor do livro, Nat Gertler (que, por sinal, também possui um roteiro lá).

Não é um livro que vá mudar sua vida. E os roteiros não incluem nenhum grande clássico, mas quando li da primeira vez, deu uns insights. E a releitura recente deixou tudo mais legal.

É um trabalho interessante porque evidencia as pequenas idiossincrasias que todo roteirista tem. Embora seja relativamente fácil encontrar roteiros de hq na internet, o fato do livro trazer vários deles juntos e contextualizados tem suas vantagens.

Apenas um dos autores - Gaiman - não é americano. Mesmo assim, fez sucesso escrevendo comics. Então, obviamente, há alguns pontos de tangência, e o livro pode não ser tão plural quanto alguns gostariam. De qualquer maneira, continua sendo uma leitura mais do que válida pra quem se interessa pelo assunto

Sem mais delongas, os roteiros:

Neil Gaiman - MIRACLEMAN 17

O roteiro é bem classicão, do tipo fullscript.

Naquela época, final da década de 1980, Gaiman era mais prolixo e, talvez indo um pouco no vácuo do escritor que o antecedeu - ninguém mais, ninguém menos do que o nosso bom e velho Maconheiro Mágicko de Northampton - se perdia em detalhes que, a julgar pela minha leitura de roteiros (nem tão) mais recentes, talvez ache irrelevantes hoje em dia.

O que me impressionou foi que ele tinha o PÉSSIMO HÁBITO DE ESCREVER AS DESCRIÇÕES DO PAINEL EM CAIXA ALTA, O QUE, CONSEQUENTEMENTE, DEIXA A MAIORIA DO ROTEIRO EM CAIXA ALTA, O QUE, POR SUA VEZ, TORNA A LEITURA INCÔMODA. Os diálogos e recordatórios foram poupados dessa barbaridade tipográfica, graças aos deuses.

Sempre achei isso meio esquisito, por que para mim tinha que ser justamente o contrário. Descrição de painel com maiúsculas E minúsculas, enquanto recordatórios e diálogos -  que vão ser copiados e colados na página desenhada - somente em MAIÚSCULAS. Isso, aliás, costuma ser o padrão de letreiramento.

Em alguma das encarnações anteriores do site do Warren Ellis, ele comenta algo sobre o fato de que escrever os diálogos e recordatórios em caixa alta ajudava a ter uma noção de como aquilo ia ficar na página finalizada.

De qualquer forma, na época em que esse roteiro foi entregue, provavelmente as hqs ainda eram letreiradas manualmente. Então pra que se preocupar em facilitar a vida do letrista com o Ctrl+C,Crtl+V?

Essa hq é bacana, e foi desenhada por Mark Buckingham.

Marv Wolfman - THE MAN CALLED A-X 5 (volume 2)

Confesso que antes de ter lido esse livro, nunca tinha ouvido falar nesse título.

Esse roteiro foi escrito por Wolfman no estilo que ele chama de Plot Style (comumente chamado de Marvel Way).

Não há divisões de painéis ou informações mais detalhadas. Ele apenas indica a página e, em um parágrafo, dá todas as coordenadas ao desenhista, salpicando alguns trechos de diálogos aqui e acolá.

Os roteiros no estilo Marvel Way que eu já tinha lido até hoje eram mais sintéticos, e esse do Wolfman me lembrou mais o que alguns roteiristas de cinema americanos chamam de scriptment, que é uma mistura de roteiro (script) com argumento (treatment), cuja "criação" foi imputada ao diretor James Cameron.

De qualquer forma, as exigências no que diz respeito a um roteiro de quadrinhos são bem menores do que as de um roteiro de cinema, então, se a mensagem é bem passada, tá valendo (quase) tudo.

Aliás, nessas andanças, acabei descobrindo que Wolfman comercializa versões impressas dos seus roteiros.

Dwayne McDuffie - DEATHLOK 5

Vou confessar que estava até surpreso lendo um roteiro do McDuffie que não tocava em determinados assuntos, quando lá pela página 17 ele diz explicitamente ao desenhista (Denys Cowan) que gostaria de fazer um paralelo entre alguns personagens da hq (a saber, ciborgues e mutantes) com outras minorias. Aí pensei: "tá tudo bem agora".

Anyway...

O roteiro é antigo e em seu foreword McDuffie afirma que atualmente (leia-se: 2002, época da publicação do livro) escreve melhor e que na verdade gostaria de incluir o roteiro de ICON 42, que, segundo o próprio, estava publicado na seção de roteiros em seu site. Da última vez que passei por lá (tipo, dois minutos atrás), não tava mais.

Mas, por razões contratuais, ele só pôde ceder este, o que nos trás de volta ao Deathlok. McDuffie ainda observa que esse roteiro é o quarto e último capítulo de um arco, e o leitor não teria a mesma vantagem de Cowan, que teve 66 páginas para se adaptar ao "McDuffiês" até chegar a essa altura do campeonato. Particularmente, não vi nada demais.

Além da obsessão de McDuffie por grifar palavras e trechos dos diálogos (para que sejam destacados pelos letristas), não há muita pirotecnia no texto, que segue uma formatação proto-hollywoodiana.

Fiquei curioso pra ler esse material, mas a história em si é bem paia.

Jeff Smith - ROSE 1

Até já ouvi falar de quadrinistas* que passam pelo processo de redigir um roteiro, no sentido clássico, antes de botar a mão no lápis.

Mas, no caso desses caras, parar para escrever um roteiro costuma ser perda de tempo. A história geralmente brota de um amontoado de notas e desenhos esparsos, que já vão tomando forma em páginas "rafeadas" com indicações de diálogos. O processo é mais orgânico, obviamente pelo fato das partes mais importantes do mesmo dependerem de apenas uma cabeça.

E, Jeff Smith, criador de Bone, não é exceção.

Sua contribuição para o livro são 30 páginas rafeadas (esboçadas para você, ó, herege) com indicações de diálogos e tudo mais.

Mas os rafes não eram para consumo próprio e sim para Charles Vess, figurinha tarimbada no mundo dos quadrinhos.

Não li ROSE, e me bateu uma curiosidade para saber como ficou o resultado final. Embora um esboço dê uma ideia legal de como vai ficar a página, os estilos dos dois são muitos diferentes.

*Profissional Completo: desenhistas que também escrevem, ou roteiristas que também desenham, você escolhe.

Trina Robbins - GOGIRL 3

Esse roteiro da Trina Robbins chama a atenção porque parece ter sido escrito no corpo da mensagem de um email. Inclusive, é reproduzido com os campos de Subjetc, Date, From e To, característicos das nossas boas e velhas mensagens de correio eletrônico.

Já ouvi falar disso. Gente que escrevia verdadeiras epopeias no Outlook (e agora no Gmail). Mas não fica claro se ela escreveu assim, ou se abriu o editor/processador de textos, copiou e colou tudo no email.

Trina também é detalhista e passa bastante tempo criando a ambientação da cena, mas seu texto não é enfadonho.

Mas isso não foi suficiente para despertar minha curiosidade pela GoGirl.

Kurt Busiek - ASTRO CITY 1/2

Uma das coisas que me chamou a atenção nesse segmento do livro foi a uma observação que Busiek faz em seu texto introdutório sobre algo que ainda não tinha me dado conta, pelo menos conscientemente.

Ele fala que, para escrever seus roteiros, tomou emprestada uma técnica utilizada por Frank Miller. Em vez de escrever uma descrição completa e linear do painel/página, ele descreve antes o que estará em primeiro plano, ou seja, o que será imediatamente visto pelo leitor. Depois dá os detalhes restantes. Embora isso polua o roteiro com "CLOSEs", "ONs", "WE SEEs" e outras indicações, fez sentido para mim.

Busiek faz algo que fiz durante muito tempo (e hoje não faço mais): coloca um pequeno glossário na primeira página do roteiro.

Baseado neste e num outro roteiro que já li, acho que ele exagera um pouco nas indicações ao letrista. ISSO PRA NÃO FALAR QUE TAMBÉM ESCREVE AS DESCRIÇÕES DE PAINEL EM MAIÚSCULAS! #porrabusiek!

Nunca fui muito fã de ASTRO CITY, mas já li essa hq e me lembro de ter gostado, porque  Busiek subverteu em um clichezão das histórias de super-heróis.

Greg Rucka - WHITEOUT:MELT 1

Caras que vieram da prosa para os quadrinhos - como é o caso de Rucka - costumam pesar a mão nos diálogos e descrições, demorando um pouco a sacar o ritmo da escrita de quadrinhos. Alguns nunca sacam, aliás.

Mas esse não é o caso dele. Se não estou enganado, WHITEOUT:MELT (continuação de WHITEOUT) foi um dos seus primeiros quadrinhos publicados, e aqui seu estilo já está bem telegráfico, seco mesmo.

Uma coisa que notei nesse roteiro é que Rucka *sempre* grafa os nomes dos personagens em maiúsculas, destacando-os do restante do texto. Gostei disso e talvez me apodere desse truque.

Ele utiliza algumas siglas estranhas (FG, BG, EBG e CU[hihihi...]), que, se presumi bem, devem significar Foreground, Background, E-?-background e Close-up.

Há também umas notas finais (endnotes). Assim como Gertler, acho que também nunca vi um roteiro com isso. E também não li WHITEOUT.

Nat Gertler - DEGENERATION (publicada em Fol 8)

Nat Gertler, editor do livro, deixou sua aparição para o final. Malandrão.

Nesse caso, também há a hq que se originou do roteiro, desenhada por Steve Lieber. E como pude ler e como pude ler um após o outro, na sequência, acho que vou dar meus 0,02R$ sobre a história.

DEGENERATION foi publicada na Fol, uma revista literária turca(!), dirigida a um público mais, hmmm..., sofisticado. Se entendi bem, sua confecção é semi-artesanal e o formato é pra lá de gigante.

Os autores fizeram a história, o editor da revista traduziu o texto para o turco e devolveu-o a Lieber, que fez o letreiramento em um idioma que desconhece totalmente. No início do roteiro Gertler já avisa que estava numa vibe meio "Alanmooreana", então solta o verbo pra cima do pobre Steve (e de nós, pobre leitores).

Gertler ficou preocupado demais com o público, bem... sofisticado da revista, então decidiu que seria melhor não distinguir os papéis dos dois artistas nos créditos da história, para não passar a impressão de produção mecanizada/industrial/artificial/yankee/colonizadora/grandesatanizadora.

Lieber segue as indicações à risca, Gertler tem algumas idéias interessantes em relação à concepção visual de duas páginas, o título é mais alusivo do que aparenta e os parafusos foram todos bem apertados, mas Degeneration não é uma história que vai ficar gravada na sua cabeça.

Quanto ao roteiro propriamente dito, Gertler usa uma formatação esquisita para seus recordatórios (essa hq não tem diálogos), com fontes diferentes do restante do texto, inclusive no tamanho. Isso me incomodou um pouco.

Kevin Smith - Jay and Silent Bob: Walt Flanagan's Dog  (publicada em Oni Double Feature 1)

É assim: dos filmes eu só assisti Jay and Silent Bob Strike Back. Dos quadrinhos, li alguma coisa de Clerks, o run com Quesada no título do Demolidor e algumas edições do Arqueiro Verde. Da fase do Demolidor eu até gostei, mas até hoje não entendi todo o hype em cima desse cara. Mas pode até ser que eu não tenha experimentado a parte boa da torta.

Esse foi o primeiro roteiro publicado por Smith, e seu texto já tem uma pegada cinematográfica. Smith é econômico (como Rucka), e os diálogos dos seus personagens costumam ocupar mais espaço do que as descrições dos painéis.

Além disso, suas raízes cinematográficas ficam claras quando ele coloca cabeçalhos de cena (INT. CASA DA MÃE JOANA - DIA) para estabelecer o cenário. Já fiz isso no passado e hoje não faço mais. Mas o recurso pode ajudar, dependendo do caso.

*****

Pra quem realmente se interessa pelo assunto o livro é um prato cheio, e serve para confirmar uma coisa: não há jeito certo ou errado de se escrever um roteiro para uma história em quadrinhos. Há sim o jeito claro e o confuso. E o último, acredite você, tem que ser evitado a todo custo.

Ah!, antes que eu me esqueça: se alguém lhe disser que os profissionais escrevem assim ou assado, pode rir na cara dele. E diga que fui eu quem mandou.

PANEL ONE tem uma continuação, PANEL TWO: More Comic Book Scripts by Top Writers. A única diferença digna de nota em relação a seu irmão mais velho é que, dessa vez, os desenhistas também tem a palavra. E há o argumento do Judd Winick. Mas isso é conversa pra outra ocasião.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

POR QUE NÃO TEMOS BONS ROTEIRISTAS DE QUADRINHOS NO BRASIL #12003945656

Essa discussão já é velha e costuma entrar em loop rapidamente.


Confesso que comecei a ler meio com má vontade, mas alguns argumentos do Forastieri fazem sentido.

domingo, 18 de abril de 2010

PIERCE WHITE-CARTER

Não há um dia sequer no qual você não ouça/veja/leia/receba pelo menos um relato de uma desgraça.

Algumas são tragédias de grandes proporções, outras não.

Contudo, a menos que estejamos ligados de alguma maneira com a desdita, mais cedo ou mais tarde acabamos nos esquecendo dela.

Só que uma conversa com minha esposa, na tarde da última sexta-feira, me deixou com um aperto no coração que não quer ir embora de jeito nenhum.

Ela me falou sobre Pierce White-Carter, um moleque inglês de 8 anos, portador de um câncer raro, incurável e já em fase terminal. A família decidiu parar com a quimioterapia, que não estava surtindo efeito, e segundo os médicos o menino não tem muito tempo de vida.

Pierce sabe de sua condição, e fez uma lista de desejos que gostaria de realizar antes de morrer.

Um deles é poder segurar no colo o irmãozinho ou irmãzinha que ainda está na barriga de sua mãe, que conseguiu na justiça o direito de antecipar o parto em 3 semanas.

Se fosse ficção, teria um final bem piegas, com direito a reviravolta milagrosa.

Mas é real. E é triste. Muito triste.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

PIXELS, DE PATRICK JEAN

Meu irmão me mandou isso hoje, e, sinceramente, não sei se já vi esse link dando bobeira por aí (Twitter?). De qualquer maneira, (re)vi.

Nostalgia.


PIXELS by PATRICK JEAN.
Enviado por onemoreprod. - Ver os videos os mais originais da rede

sexta-feira, 2 de abril de 2010

quinta-feira, 1 de abril de 2010

COBRA QUE COME COBRA...

Um amigo me enviou o link hoje, e, por motivos óbvios, compartilho-o por aqui.


É como diz a sabedoria popular: cobra que come cobra acaba comendo o próprio rabo.

sexta-feira, 26 de março de 2010

MURIEL

Conseguimos mais informações a respeito da segunda onda dos invasores do Planeta Barriga.

Na verdade, uma invasora.

Na verdade mesmo, uma invasorinha.

Clique para ampliar

É essa gatinha que você pode ver na foto acima.

Caso você ainda não tenha percebido, ela está batendo continência para a sonda ultrassônica, que teima em estabelecer contato, interrompendo sua série diária de piruetas amnióticas.

E o nome dela, segundo fontes fidedignas, será MURIEL.

Agora, um pouco de história familiar.

Quando a Patroa estava grávida de nosso primeiro filho, ela tinha certeza que seria uma menina, e me coagiu, digo, convenceu, a dar-lhe o nome de Muriel. Achei bonito (e já tinha visto o filme).

Mas aí veio o destino, esse fanfarrão, e colocou um pintinho, digo, pontinho a mais naquele emaranhado de manchas.

Tínhamos feito uma aposta, e quem acertasse o sexo da criança poderia escolher o nome. Como fui eu quem acertou, a honra caberia a mim.

Dei algumas sugestões, todas prontamente negadas, e a Patroa me aparece com uma listinha, contendo algumas opções.

- Mas eu não posso escolher o nome que quero?

E ela me respondeu, docinha que só:

- Pode, desde que seja um desses.

Ok. Deliberamos, digo, deliberei e escolhemos, digo, escolhi o nome. Assim veio ao mundo o Murilo, primeiro invasor do... cê já sabe, né?

Ano passado, chegou o Daniel, nosso segundo filho, que também veio de outra mundo, embora não seja nativo do Planeta Barriga que consta em nossos registros.

Aí, quando soubemos que o terceiro membro do nosso power trio mirim seria uma mocinha, a Patroa não teve dúvidas, digo, nós não tivemos dúvidas sobre qual seria o nome dela: Muriel.

O que acontece é que no Paraná, ou pelo menos em Curitiba, cidade onde moro, Muriel também é um nome masculino, e chega a ser engraçada a cara interrogação de algumas pessoas quando dizemos qual foi o nome que escolhemos para nossa filha.

Some isso ao fato de que só percebemos DEPOIS um acrônimo involuntário com os nomes dos meninos (MURIlo + daniEL), e a confusão está feita.

Pra complicar ainda mais a gênese "epítetonímica", o Murilo comprou a história do acrônimo como se fosse a verdadeira, e não pensa duas vezes em dividí-la com qualquer ser humano que lhe conceda meio dedo de prosa :))

Enfim, isso tudo foi só pra avisar que se eu ouvir você dizendo "Mas Muriel não é nome de homem?", ou ainda "Ahhhh, tá. Muriel de Murilo + Daniel, né?" colocarei, sem pestanejar, seu nome na boca do sapo!

quinta-feira, 25 de março de 2010

ZHURA UNE-SE AO SCRIPPED

Duas das mais utilizadas ferramentas online para formatação de roteiros se juntarão, e o filhote deles dará as caras no dia 31 de Março, mas a partir da próxima segunda, dia 29, todos os acessos ao Zhura (que desaparecerá) levarão ao site do Scripped.

Pelo que entendi dos comunicados enviados por ambos os sites (com poucos minutos de diferença), a marca será do Scripped, mas o "motor" será o do Zhura, que na minha opinião, é o melhor da "catiguria".

Segundo as duas empresas, os roteiros hospedados no Zhura permanecerão intactos, e o usuário poderá se logar com as credenciais do Zhura no site do Scripped.

Com exceção dos comunicados propriamente ditos, as únicas menções ao negócio estão na página do Scripped no Facebook e num post no Socaltech.

O primeiro tratamento de A BREVE HISTÓRIA DE FARADAY SILVA, minha história pro Inkshot, foi escrita no Zhura.

Aguardemos a segunda-feira.

IRON MAN EXTREMIS MOTION COMIC

Pra você que já passou dos trinta: lembra daqueles desenhos toscos dos personagens da Marvel que a gente adorava, onde eles só mexiam as bocas e, muito raramente, um braço ou perna?

Hoje em dia chamam isso de motion comic, mas na nossa época a gente costumava chamar de desenho desanimado.

E grandpa Ellis divulga que estão fazendo algo semelhante com a mini EXTREMIS, do bom e velho Homem de Ferro.

Clique no link e assista o vídeo no site da EW.

Mas como estamos no século 21, em vez da tv, agora o negócio vai ser distribuído nas lojas virtuais mais próximas da sua casa.

Acho que gostei do produto, mas não do conceito de distribuição. E, cá pra nós, em época de CG e animações em Flash, será que isso vai colar mesmo?

terça-feira, 23 de março de 2010

DREAM THEATER, CURITIBA, 18/03/10

Comecei a escrever esse post assim que cheguei do show, na madrugada de quinta para sexta da semana passada. Era pra ter ido ao ar na sequência, mas o cansaço me impediu de elucubrar muito, era minha semana e de folga, e esse texto acabou ficando perdido aqui no meu GDocs, até agora.

Entretanto, o impacto causado pela performance de uma das minhas bandas preferidas ainda ecoa na cabeça, então achei melhor tentar colocar para fora algumas das impressões que tive naquele dia.

Primeiro: quem gosta de Dream Theater (e de prog metal em geral), gosta de firula. Então não adianta vir me falar que as músicas são muito virtuosas ou demoradas, ou que isso e aquilo. Você estará perdendo seu tempo.

Há anos não vou a um show. Quer dizer, fui no U2, em 2006, mas o único objetivo foi proteger o patrimônio (leia-se: acompanhar a esposa). Teve o Franz Ferdinand (com a qual simpatizo mais), e tal, mas a verdade é que, nesses mega shows você tem que estar muito na vontade pra conseguir chegar perto do palco e ficar espremido no meio de um monte de gente suada. Se não for o seu caso, como não era o meu, lhe restará o telão e a aparelhagem de som.

Fora isso, o último evento roquenrou que teve a honra de contar com a minha presença foi em... deixa pra lá.

Não conhecia o Curitiba Master Hall. Além de um site que parece ter sido feito no Word 2000 (ok, tá em desenvolvimento), o local é do tamanho de um ovo. Primeira impressão ruim.

Ainda na fila para entrar no local, presenciei uma das cenas mais bizonhas em toda a minha carreira como notívago. Todo mundo que já foi num show sabe que costuma-se vender de tudo nas filas. Camisas, bebidas, cds, revistas, e até tatuagens.

Ok.

Mas arroz, feijão e farinha?!?! Foi a primeira vez, que vi isso. Sério. De qualquer maneira, tem explicação: é que a casa vende meia-entrada mesmo para quem não tem carteirinha de estudante (falsificada), desde que a pessoa leve um quilo de alimento não-perecível. Só que isso não era avisado em lugar nenhum! Nem no site acima. Eu mesmo só fiquei sabendo porque fui comprar o ingresso pessoalmente, e a moça da loja fez a gentileza de avisar. Muita gente que comprou online ou deixou pra ir lá no dia foi pega de surpresa. Já ouvi falar que isso é costume da casa, e achei a iniciativa legal. Mas, custava colocar em algum luga no site da Ticketmaster ou deles mesmo?

Saí de lá sem me lembrar exatamente da setlist do show, mas pra que serve a internet, afinal de contas?

Se você não clicou no último link, eles abriram com A NIGHTMARE TO REMEMBER, passaram pela dobradinha THE MIRROR/LIE, A RITE OF PASSAGE, SOLINHO DE TECLADO, SACRIFICED SONS, SOLITARY SHELL, IN THE NAME OF THE GOD, e fecharam com TAKE THE TIME. Depois, houve bis, com THE COUNT OF TUSCANY.

Não houve muita pirotecnia, além daquelas animações em CG que rolavam no telão, dignas da equipe que nos trouxe o Dollynho.

Mas aí é que tá: os caras não precisam disso. A música deles é tão meticulosa que você simplesmente não consegue desgrudar os olhos do palco. Às vezes, me sentia no Japão, onde, reza a lenda, o pessoal costuma ficar sentada em shows de metal. Fora um ou outro momento de empolgação - de minha parte, inclusive - não houve pula-pula, mosh, stage dive (ambos muito confundidos pela juventude transviada de hoje em dia) ou qualquer outra manifestação física por parte dos ouvintes. Todo mundo hipnotizado pelo que ocorria no palco, simples assim. Finquei os pés num canto da pista e só saí de lá quando o show terminou.

Registrei alguns vídeos na câmera de 2.000 kilopixels e zoom ótico de 0x do meu telefone esperto, mas o resultado não ficou muito legal. Talvez eu poste lá nos tubos, quando houver oportunidade.

Apesar de ser muito chegado numa tecladêra e do cara já estar há mais de 10 anos na banda, nunca tinha me dado conta do papel de Jordan Rudess. Até então, na minha cabeça, ele sempre tinha sido o "terceiro tecladista". Tecnicamente perfeiro, definitivamente integrado à banda, mas, ainda sim, o terceiro tecladista.

Mas vê-lo tocando ao vivo, duelando com seu próprio avatar, ou ainda fazendo música num Ipod Touch mudou meus conceitos. Já tinha ouvido falar de gente tocando em Ipods, Iphones e em outros dispositivos touchscreen, mas nunca tinha visto um músico de verdade fazendo aquilo.

Evidentemente, não dá pra esquecer dos outros. LaBrie, cuja voz, ao contrário de muitos outros vocalistas do gênero, funciona perfeita no palco. Portnoy, que às vezes se empolga e mói a batera de pé mesmo. Petrucci, cujas mãos são mais rápidas que os olhos. E Myung, que mesmo com o baixo, - dessa vez e com o perdão do trocadilho - baixo mesmo, funciona, em sua sisudez ninja, como contraponto à toda grandiosidade da banda.

E lembra que eu falei que o Curitiba Master Hall é um ovo. Pois é. Como tudo na vida, isso teve um lado bom. Mesmo lá atrás, dava pra ver o palco numa boa. Massa.

Valeu a pena, e se voltarem pra cá, vou de novo.

terça-feira, 9 de março de 2010

PALM FOLEO, RELOADED?

Alguém aí se lembra do Palm Foleo?

Era um dispositivo que se conectaria aos Treos (ou quaisquer outros smartphones da Palm), possibilitando que o usuário pudesse operar seu smartphone de maneira mais produtiva, visto que teria uma tela maior e um teclado de verdade.

Se o produto final não agradava, a IDÉIA era muito boa. Poucos meses antes, eu tinha adquirido um E62, e entendia na pele que, por melhor que fosse a interface de um smartphone, com ou sem touchscreen, um tecladão e um monitor ocasionais fariam milagres. E um post no blog do Charlie Stross só aguçou minha curiosidade.

Contudo, o mundo pareceu discordar de nós dois e dos poucos gatos pingados que resolveram dar algum crédito ao conceito. O Foleo era caro, a empresa foi duramente criticada e finalmente, quatro meses após seu anúncio, o produto foi cancelado, sem ao menos ter sido lançado oficialmente.

Poucos meses depois, vieram os netbooks. Sacaram?

Sim, mesmo o mais modesto netbook tinha especificações bem mais generosas que o Foleo, e além de tudo, eles funcionavam sozinhos. Já o Foleo precisava, necessariamente, de um Treo.

Contudo, a intenção era a mesma: reduzir o espectro de atuação de um computador ao básico, que é o que 90% dos usuários de computadores precisam.

Esse, (entre outros) erro(s) de timing da Palm lhe custou caro e a empresa, que dominou o mercado de dispositivos móveis durante muito tempo, ainda hoje tenta se recuperar do tombo.

Pois bem.

Dias atrás esbarrei nesse post, no blog do Eric S. Raymond. Resumindo a ópera, ele afirma que nunca acreditou muito que os notebooks iriam decretar o fim dos desktops. Por mais que goste do seu notebook, segundo o próprio, no dia-a-dia nada substitui o bom e velho desktop. Mas ele está "revendo seus conceitos" no que diz respeito aos smartphones. Não esses que temos hoje, mas seus descendentes.

Num exercício de especulação, ele imagina o que seria seu gadget ideal: um computador que fosse poderoso o bastante para lidar com todas as suas necessidades, mas que coubesse em seu bolso. Esse mesmo computador, quando necessário, poderia ser facilmente encaixado numa base/berço/dock/whatever que, por sua vez, estaria ligado a um conjunto de periféricos como - notem - tecladão, monitor, impressora e tal. Esse berço poderia ser tanto o da sua casa como o de uma lan house, de uma cafeteria, uma biblioteca ou qualquer outro local público.

As pessoas realmente levariam seus computadores consigo, mas de uma maneira muito mais orgânica. Hoje em dia já tem gente que consegue tirar tudo o que precisa de seus smartphones mas, para a grande maioria dos mortais, computação pessoal ainda é sinônimo de notebook. E, cá pra nós, já pode ter sido muito cool carregar nas costas um computador de dois quilos + uma mochila repleta de tralhas todo santo dia mas hoje é, no mínimo, contraproducente.

E hoje leio um artigo no Linux Journal que bate na mesma tecla que Raymond. Dando nome aos bois e me lembrando que um dia existiu o Foleo.

E aí vem o Google e diz que a computação em desktops, no sentido mais amplo da palavra, não importa mais (perdi o link).

Afirmar que "dispositivos móveis são o futuro" é chover no molhado, mas ainda quero ver o que vai sair da combinação entre Cloud Computing, netbooks/smartphones descartáveis e estações de trabalho públicas.

E agora, diretamente de 2007, deixo a palavra com Jeff Hawkins:

sábado, 6 de março de 2010

FREEKSCAPE

Bacaninha essa reportagem do UOL TV sobre a produção do game Freekscape: Escape from Hell (para PSP).



Embora eu não seja o melhor jogador de vídeo games do mundo, já manifestei aqui mesmo meu interesse por escrever para essa mídia.

sexta-feira, 5 de março de 2010

PARKOUR MOTION REEL & VIDEOGIOCO



Alguém se atreveria a me dizer o nome dessa técnica? Quem me mandar ao Google é mulher do padre.

Em tempo:

Um dos comentários na página do vídeo acima me levou a esse outro aqui, tão legal quanto

GRANDE SABEDORIA DO ORKUT

Sob os auspícios da interpretação desse sítio de internet que já acompanho há algum tempo, o Orkut voltou a ser um local assaz (pra não dizer Super) interessante.

Onde mais eu descobriria que não existem pessoas AC, que a picadura de um homem pode ter efeitos bem distantes daqueles que suas mentezinhas poluídas teimam em presumir, ou ainda que você NUNCA, MAS NUNCA MESMO!, deve duvidar que algum dia farão um parque temático do Harry Potter?

quarta-feira, 3 de março de 2010

E.Q.M.

Remexendo em coisas velhas, acabei encontrando essa proposta, que escrevi bem no comecinho de 2007,  tendo em mente um hipotético colaborador.

Naquela época eu ainda pensava grande e achava que conseguiria escrever & publicar uma mini-série de 24 edições, 20 páginas cada. Pois é.

O que você vai (espero) ler abaixo é o embrião da história. Só Dadá sabe porque, mas depois de um certo tempo deixei o computa de lado e comecei a tomar notas analogicamente, numa cadernetinha que ainda mantenho comigo, e não vou digitar isso agora, de jeito maneira.

Você vai perceber que há redundância, incongruências, idéias pela metade e coisas sem sentido. Normal, visto que até então esse - ahem! -  documento era para consumo próprio. Resolvi deixar do jeito que está.

UMA OBSERVAÇÃO:

Tempos depois, pesquisando internet afora, acabei esbarrando com outro E.Q.M., um romance do escritor Ibrahim Cesar

Na época, o livro estava disponível para download gratuíto no antigo site do autor (hoje em dia, pode ser encontrado no Overmundo), e também é(era?) possível encomendar uma cópia impressa com o próprio.

Fiz o download, mas ainda não o li, e, portanto, não sei até onde vão os pontos de tangência da idéia dele com a minha. E, sinceramente, isso não me importa. A Noosfera, não se esqueçam.

De qualquer maneira, o Ibrahim foi muito mais longe. Ele *escreveu* um romance, pô!

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E.Q.M.  (N.D.E.)

A PREMISSA

Num dia atípico, várias pessoas de todos os cantos do país passaram, praticamente ao mesmo tempo, por Experiências de Quase Morte.

Contudo, os relatos feitos por elas, mesmo sendo consistentes em sua convergência à mesma mensagem, diferem dos relatos clássicos, porque agora, ao invés de uma grande paz interior, essas pessoas sentiram medo, muito medo.

Alguma coisa de ruim aconteceria ao mundo. Em breve.

E nenhuma delas sabia o que.

ESTRUTURA

- A idéia é utilizar o formato que a Image Comics vem adotando em seus gibis da linha slimline (Fell e Casanova), ou seja, 16 páginas de hq, 4 de material extra mais as capas.

- Capítulos auto-contidos em 16 páginas (analisar a opção de fazer em 22).

- Os primeiros 8 capítulos formarão o primeiro arco (ou volume), que será a apresentação dos 8 personagens principais. Uma edição para cada um.

- No primeiro arco (VIDAS APÓS A MORTE), para dar uma identidade visual a cada personagem, cada edição será desenhada por um artista diferente.

- A partir do segundo arco, um artista fixo (de preferência, outra pessoa além dos oito iniciais) assume o título.

- No segundo arco (edições 9 a 16)

PERSONAGENS

Os números a seguir representam as edições nas quais os personagens vão aparecer.

1 - Ulisses: jovem/ex-traficante

2 - Felipe: nerd

3 - Magda: moça, que passa pela experiência grávida

4 - Damião: policial

 Sílvia: dona de casa/evangélica

6 - Fonseca: operário

7 - Camille: cocotinha budista

8 - Vander: lutador de vale-tudo

- Existirá um nono personagem, Genaro, que é obcecado por fenômenos inexplicáveis. Ele será o narrador onisciente e também o ponto de ligação entre os personagens.

- Há ainda um décimo, que também passou por uma E.Q.M., contudo acha que o que vai acontecer DEVE acontecer, e trabalha no desenvolvimento do que ele chama de O PORTAL, que é uma droga capaz de liberar o acesso consciente à noosfera.

O QUE ACONTECE, AFINAL.

No primeiro arco, VIDAS APÓS A MORTE, somos apresentados a oitos dos personagens que são as principais peças do quebra-cabeças que deverá ser montado até o final da história, sendo que toda a narração em off será feita por Genaro, personagem que só dará as caras na edição 9.

No segundo arco, CAPTANDO, que se inicia na edição 9, Genaro junta as pontas, reúne os personagens e tenta esclarecer com eles qual é o real propósito de terem visto o que viram do outro lado. Genaro também passou por uma E.Q.M., mas ele se lembra razoavelmente bem do que viu. Além disso, é um teórico da conspiração com carteirinha, e foi justamente este o motivo dele juntar os pontos.

APÓS A MORTE.

Em E.Q.M., quando uma pessoa morre, ela se torna uma IDÉIA. E como toda idéia, ou mais precisamente, lembrança, ela vai repousar na Noosfera.

Porém, o mundo está indo de vez para o buraco, e toda a violência e “maus-fluídos” pensados num planeta cada vez mais populoso começam a poluir a Noosfera, que está a ponto de se romper. Essas pessoas, que também quase se tornaram idéias, voltaram com a missão de impedir que isso aconteça. Só que não sabem como (nem eu, aliás).

LOGO

Pensei no acrônimo E.Q.M., numa fonte fanstamagórica. Logo abaixo, uma linha semelhante àquelas dos monitores de sinais vitais: ela vem, com as curvas características de uma pulsação, chega à letra "E.", então fica reta, sublinhando o acrônimo, dando a idéia de morte, para, logo após o "M.", voltar a pulsar. Sacou?

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Se você chegou até aqui, deve ter percebido que o terceiro volume não foi citado.  Não foi mesmo. O que existe sobre ele está naquela cadernetinha que mencionei lá em cima. 

Um dia, talvez.

segunda-feira, 1 de março de 2010

A MELHOR CENA DE AÇÃO DE TODOS OS TEMPOS

Quem sou eu pra discordar?





Meu estimado amigo Rabiscado me enviou essa pérola hoje. 


Dada a qualidade do material, presumo que já tenha sido meme nessa internetona de Deus, mas, até agora há pouco, essa maravilha me passou completamente despercebida.


Obviamente, houve maus-tratos à todos os eqüinos, e isso tudo me leva a concluir que, se na Índia as vacas são sagradas, os cavalos devem ser o Dalits do reino animal.

ME DÊ SUA SENHA

Anota aí: daqui a pouco, quando você for vítima de um sequestro relâmpago, não vão pedir as senhas do seu cartão de crédito. Vão querer as do Google, do Twitter, do Facebook, ou da empresa que estiver barbarizando a internet no momento.

Depois não diga que eu não avisei.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

SCRIPT MAGAZINE PARA LEITURA ONLINE E DONWLOAD

Já fui leitor e assinante da Script Magazine (Scr(i)pt, antes de ter sido comprada pela Final Draft, Inc.), e isso não deveria ser surpresa para ninguém, já que me amarro nesse tal de "how-to-write".

Contudo, se assinar revistas nacionais já nos rende boas dores de cabeça (exemplares que não chegam, ou, quando chegam, estão aos pedaços), imagina uma revista de outro país?

Não tenho do que reclamar do pessoal da Script. Toda vez que enviei email reclamando - o que ocorreu com bastante frequência, notem - eles me respondiam e repunham as revistas. Mas isso vai fazendo a gente meio que perder o tesão, e, cá pra nós, esse é um tipo de publicação que, depois de um tempo, fica meio entediante.

Então, não renovei minha assinatura.

Mas, qual não é minha surpresa ao receber a última newsletter deles e descobrir que (quase) todas as edições a partir Janeiro/Fevereiro de 2004 (a revista é bimestral) foram legalmente disponibilizadas para leitura online e/ou download?

A ferramenta de leitura é até legal, e como há uma opção share por lá, acho que não é crime divulgar isso.

Então, se você se interessa pelo assunto, run!

P.S.: Não me pergunte porque a edição de Janeiro/Fevereiro de 2010 não está lá. Eu não sei. E a edição de Setembro/Outubro de 2007 dá pau no player.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

GEDIT, DE NOVO

Falei, falei, mas me esqueci de uma outra característica que me fez rever minha simpatia pelo gedit:

Quando você abre um arquivo, ele se lembra de onde estava o cursor. Assaz útil.

Agora, uns screenshots.

Gedit, à paisana


Gedit, fullscreen