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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
ADSENSELESS
“Macanudo Geist vinha de uma tradicional linhagem de tecnófilos, - o bom-senso do escrivão foi a única coisa a impedir que seu nome do meio fosse Playstation 2 - e todos acharam perfeitamente natural sua decisão de se filiar ao programa de Marketing CorporAltivo da Googolplex”.
ADSENSELESS - Parte 1
Márcio Massula Jr.
Macanudo Geist vinha de uma tradicional linhagem de tecnófilos, - o bom-senso do escrivão foi a única coisa a impedir que seu nome do meio fosse Playstation 2 - e todos acharam perfeitamente natural sua decisão de se filiar ao programa de Marketing CorporAltivo da Googolplex.
Esse nome, aliás, um trocadilho pouco brilhante com palavras de ordem da empresa em questão, foi execrado num dos vários brainstormings feitos pelo filial regional, responsável pela criação e desenvolvimento do programa. Mas um executivo comentou com um subalterno, que comentou com outro, que enviou um email a uma publicação especializada em tecnologia, que lançou o termo no mercado antes mesmo que o serviço fosse anunciado oficialmente.
O funcionário que deu a idéia não recebeu os créditos, aliás.
O princípio era muito simples: a Googolplex colocaria anúncios nos corpos das pessoas, mediante um pagamento justo, evidentemente.
Merchandising em peças de vestuário era algo que vinha sendo feito desde o século passado, portanto essa opção foi a primeira a ser descartada. As primeiras tentativas foram com a utilização de tatuagens UV. O problema era que os anúncios estavam restritos a um nicho muito específico de clientes potenciais – os frequentadores de casas noturnas. Uma evolução foram os pigmentos fotorreativos, que eram ativados de acordo com espectros de luz ambiente pré-programados. Mas, novamente, houve o problema de penetração dos anúncios, uma vez que eles eram definidos de acordo com o perfil do Vetor (o termo que a empresa utilizava para se referir às pessoas que se dignavam a gravar os anúncios em suas peles), e mudanças repentinas de religião, estado civil ou político costumavam por tudo a perder. Havia ainda os Vetores arrependidos - que não eram poucos. Eles renderem muita dor de cabeça aos advogados da empresa, já calejados em enfrentar nos tribunais pessoas que queriam que as tatuagens fossem retiradas antes do término do contrato. Mesmo que houvesse uma cláusula bem definida a respeito da quebra de contrato por parte dos contratados, no caso, os Vetores. Os contratos, aliás, eram verdadeiros labirintos jurídicos, redigidos em estilo quase barroco, expandindo o jargão legal para limites que iam além das capacidades cognitivas de uma pessoa normal. Os candidatos simplesmente desistiam na terceira ou quarta página, pulavam para o final - onde estavam grafados os valores que receberiam - e assinavam. Afinal, qual o problema de se andar com um anúncio estampado em seu próprio corpo por um período determinado de tempo?
O próximo passo foi o que os técnicos da Googolplex chamaram de "Faixa de Anúncios", um dispositivo composto por uma tela de espessura microscópica, ligada a outros periféricos, que deveriam, por sua vez, ser implantados na caixa craniana dos Vetores. Essa mudança de processo acarretou, como era de se esperar, um aumento substancial nos pagamentos dos Vetores assim como no número de cláusulas e letras pequenas dos contratos de adesão.
O funcionamento da Faixa de Anúncios, é tecnicamente complexo, mas funcionalmente simples: o dispositivo consiste de uma tarja de papel eletrônico, ultrafina, implantada na testa do usuário. A tarja é alimentada por uma bateria recarregada por movimento pendular ou por luz ambiente. Ela também conta com uma antena que pode captar sinais em qualquer localidade onde haja uma conexão Wi-Max disponível, o que significa - com exceção de umas poucas dezenas de comunidades com restrições religiosas - no mundo inteiro. Há também uma micro-câmera, de definição muito pequena, mas suficiente para captar trejeitos e expressões corporais de qualquer pessoa que conversasse com um Vetor. Ela ainda conta com microfones que captam as palavras-chave trocadas numa conversa e contextualizam os anúncios de acordo com as mesmas. Há ainda a ferramenta de condução, que são dois micromotores nos quais, nas pontas dos eixos, eram soldados pesos excêntricos que, assim como em smartphones e joysticks, ao girarem, provocam vibrações pequenas mas incômodas nas têmporas do Vetor, onde são implantadas. E, por fim, há um complexo sistema de biometria que monitora o estado físico do usuário, e, por exemplo, desliga a tarja ou ainda deixa-a em modo stand-by caso o Vetor não esteja conversando com alguém.
Pelas cláusulas do contrato, os Vetores receberiam por produção. Isso significava que não era necessário cumprir horários ou metas, mas ficar em casa o dia inteiro não seria nada lucrativo. O contrato também não imputava qualquer tipo de restrição às ocupações pregressas dos Vetores, que poderiam continuar trabalhando e executando quaisquer outras atividades que lhe eram familiares. O sistema de crédito era um tanto obscuro, mas basicamente dependia do Vetor travar uma conversa que desse margem a todo tipo de assunto possível, que, por sua vez, daria margem a todo tipo de anúncio possível. O sistema da Faixa de Anúncios faria uma varredura no interlocutor do Vetor e mediria o interesse deste pelas mensagens e propagandas exibidas na tarja. Quanto maior o interesse, fosse demonstrado verbal ou gestualmente, maior o pagamento.
A grande questão era que um Vetor, além de ter que ser extremamente desinibido - afinal, andar com uma tela implantada na testa não era tarefa para os mais comedidos - tinha também que ter muita, mas muita lábia. Porque, se para a maioria das pessoas, a oportunidade de entabular conversa com um desconhecido no meio da rua já não gerava boas expectativas, o que dizer de um desconhecido cuja testa cintilava anúncios diferentes a cada segundo? O trabalho do Vetor era prender a atenção de uma pessoa o maior tempo possível, sem se tornar um estorvo. A conversa deveria variar, ir de um lado ao outro, sem que o interlocutor percebesse. Embora houvesse um intenso treinamento, as capacidades inatas dos candidatos contavam muito, e tipos acanhados já eram eliminados logo nos primeiros estágios do processo seletivo. O Vetor deveria ter a capacidade de mudar o tema da conversa sem que o cliente percebesse. Tinha que ser dialético, de um jeito hegeliano. Ou heinsenbergiano. Enfim, tinha que vender o peixe. E bem.
Ainda sob efeito de sedativos e analgésicos, ofuscado pela luz do sol e com a cabeça prestes a explodir de tanta dor, Macanudo passa pelas portas do centro médico da Googolplex.
Ele tem que chegar em casa. Mas antes, tem que falar com uma pessoa. Qualquer uma.
sábado, 2 de fevereiro de 2008
CONVERTENDO ARQUIVOS DO CELTX PARA .ODT
Um cara criou um programa para converter os arquivos .html do Celtx em arquivos .odt, utilizados pelo processador de textos Writer, do Br/OpenOffice.
O processo é meio trabalhoso - requerendo, inclusive, a instalação do Python - mas testei aqui e, com exceção da página-título, funcionou legal.
Mais detalhes no fórum.
O processo é meio trabalhoso - requerendo, inclusive, a instalação do Python - mas testei aqui e, com exceção da página-título, funcionou legal.
Mais detalhes no fórum.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
CLUBE DA MÚSICA
Clube da Luta, musical????
E eu só ouço falar disso agora?
(atentem para o vídeo ao final da reportagem...)
Eu *realmente* queria ver isso.
E eu só ouço falar disso agora?
(atentem para o vídeo ao final da reportagem...)
Eu *realmente* queria ver isso.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
THE DEVIL YOU KNOW - MIKE CAREY
Ainda falando em livros, não sabia que o Mike Carey tinha lançado um romance. Ou melhor, vários. Esse é primeiro de uma série, ao que parece. Sempre gostei do trabalho dele como roteirista. Será que segura as pontas sozinho?
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
LOTUS SYMPHONY
Instalei dia desses o Lotus Symphony, a suíte de escritório da IBM baseada no OpenOffice e já deu para ter as primeiras impressões a respeito do produto.
Nada mal. Para um Beta.
Esses comentários vão se basear quase que exclusivamente nas impressões que tive do Symphony Documents, o processador de textos da suíte. Este post, inclusive, foi escrito nele.
A suíte tem quase os mesmos recursos que o OpenOffice, entre eles a exportação para PDF e compatibilidade com os antigos formatos do Office.
[Nota: o nome OpenOffice me soa melhor - questão de costume, talvez - mas todos os links levam ao site do BrOffice, o braço brasileiro do projeto, que é a versão que uso, aliás ]
Entre as pequenas vantagens que vi em relação ao OpenOffice, estão:
BROWSER INTEGRADO
Além das três ferramentas principais (processador de textos, de planilhas e de apresentações) o Symphony conta com um browser integrado. Não é nenhum Firefox, mas pelo fato de também trabalhar dentro de uma aba no programa, pode ser uma mão na roda
INTERFACE MAIS BEM ACABADA
A interface do Symphony tem uma acabamento melhor e mais moderno que a do OpenOffice. Além disso ela é mais simples e intuitiva. Em relação a outros programas da mesma categoria, são poucos os botões e menus disponíveis.
BARRA DE FERRAMENTAS SENSÍVEL AO CONTEXTO
Como no Office 2007, o Symphony possui uma barra de ferramentas lateral que é sensível ao contexto, ou seja, quando selecionamos um texto, ele disponibiliza ferramentas específicas para a formatação de textos. Quando selecionamos uma figura, as ferramentas disponíveis passam a ser para edição de figuras, e assim por diante.
INTERFACE COM ABAS
Um recurso que faz falta no OpenOffice. E as abas podem conter documentos diferentes. É possível editar um documento de texto numa aba, uma planilha em outra e uma apresentação numa terceira, tudo na mesma instância do programa.
ESTÁ DISPONÍVEL EM PORTUGUÊS
O programa está disponível em português, inclusive com recursos - pobres, diga-se - de correção gramatical.
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Mas, até por ser um produto que está em fase Beta, ainda há algumas características que continuarão me mantendo com o OpenOffice.
ASSOCIA A TODA HORA OS ARQUIVOS ODF.
Ao se instalar o Symphony, ele automaticamente associa todos os subformatos derivados do ODF (.ODT, .ODS e .ODP) com os quais trabalha. Ok. Como minha suíte de escritório preferencial é o OpenOffice, reassociei os formatos manualmente. Mas cada vez que edito ou crio algo no Symphony, ele associa *de novo* todos esses formatos. Embora não seja o fim do mundo, isso pode ser um saco pra quem usa muito o OO, como eu. E cadê a liberdade de escolha, afinal?
TEM MENOS FERRAMENTAS – MAS É MAIS PESADO – DO QUE O OPENOFFICE.
Não sei se é por rodar tudo numa mesma instância, mas o Symphony, mesmo tendo praticamente a metade das ferramenas que as versões mais recentes do OpenOffice, ainda é bem mais pesado que seu irmão mais velho.
Como eu disse acima, o Symphony conta com um processador de textos, um de planilhas, um de apresentações e um browser, ou seja, quatro ferramentas.
O OpenOffice conta com um processador de textos, um de planilhas, um de apresentações, um editor de desenhos, um gerador de bancos de dados e um editor de equações.
A primeira pergunta que vem à mente é: se o Symphony é baseado no OpenOffice, porque ele tem menos recursos?
Lendo por aí descobri que ele foi construído em cima do OpenOffice 1.1.4, que ainda não contava com o Base, mas já dispunha do Draw e do Math. De qualquer maneira, o fato é que a maioria esmagadora dos usuários só vai utilizar mesmo os três aplicativos disponíveis no Symphony. Mas o OpenOffice continua sendo uma opção mais atrativa a quem deseja mais funcionalidades.
MENOS FORMATOS COMPATÍVEIS.
No comando “Salvar Como...” do OO Writer, contando com o formato nativo, existem vinte e uma opções de formatos para salvamento do arquivo. No Symphony existem oito. No Writer, é possível exportar o arquivo para quatro formatos diferentes, no Symphony, existe apenas uma opção de exportação.
NÃO É POSSÍVEL FAZER O “DOCK” DE ALGUMAS CAIXAS DE FERRAMENTAS.
Ao contrário do OpenOffice, não é possível "encaixar" algumas caixas de ferramentas na tela, como o Navegador e o Styler. Pra quem não sabe, o Navegador é uma ferramenta mapeia o documento e indica todos os elementos que foram inseridos, como tabelas, notas, gráficos, marcadores, títulos, etc. É extremamente útil em documentos extensos com alta carga de formatação. Principalmente se ficar *fora* da área do documento.
INTERFACE INTUITIVA E BEM SIMPLIFICADA.
Não, eu não estou ficando louco. Elogiei essa característica lá em cima e agora a listei como um defeito. Mas vamos às explicações.
O problema da interface intuitiva do Symphony é o mesmo do Office 2007. Li, em algum lugar, que a Microsoft resolveu alterar a interface do Office devido a uma pesquisa que afirmava que 95% dos usuários entrevistados *nunca* tinha alterado sua área de trabalho, fosse movendo botões, fosse criando barras de ferramentas novas.
Menus sensíveis ao contexto promovem um ganho de produtividade nas atividades mais comuns, mas podem ser um estorvo para usuários que necessitam customizar sua área de trabalho com ferramentas específicas. E eu me incluo nesse grupo.
CUSTOMIZAÇÃO
Ainda não fiz os devidos testes, e nem me dei ao trabalho de tentar descobrir que linguagem são escritas as macros do Symphony (alguma variante do Basic, certamente), mas presumo - e, notem, *presumo* - que o fato de não se poder customizar a interface seria um impedimento a determinados tipos de programação. Eu mesmo costumo aninhar em barras de ferramentas e menus as macros que crio em um documento. E no Symphony, como ficaria?
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FREEWARE, MAS NÃO OPEN SOURCE
Um observação importante: o Symphony é freeware, ou seja, pode ser usado e distribuído sem ônus algum, contudo, ao contrário do OpenOffice, não possui código aberto. Isso não é, evidentemente, nenhuma calamidade, uma vez que o Symphony é baseado no OO, que por sua vez é Open Source.
Enfim, vou continuar utilizando o OpenOffice, mas vale a pena ficar de olho no Symphony.
sábado, 5 de janeiro de 2008
O QUE É A BODEGA?

[o Meme da semana]
Leonardo Santana pediu para avisar:
A BODEGA é uma loja virtual de quadrinhos independentes. Nela, você vai poder encontrar diversos títulos de quadrinhos independentes brasileiros e vai poder colocar o seu título à venda, alcançando assim, um número maior de leitores.
Na BODEGA você vai poder encontrar títulos como: AVENIDA, BRADO RETUMBANTE, CRÂNIO, DEFENSORES DA PÁTRIA, ENCANTARIAS, GARAGEM HERMÉTICA, HERÓIS BRAZUCAS, HOMEM GRILO, LEÃO NEGRO, MÁSCARA NOTURNA, METEORO, O GAÚCHO, PRISMARTE, QUADRINHÓPOLE, RAIO NEGRO, TURMA DO XAXADO, VELTA e muitos outros.
São títulos nos mais variados temas como AVENTURA, CLÁSSICOS, FICÇÃO, FOLCLORE, HISTÓRICOS, INFANTIL, POLICIAL, SEXO, SUPER-HERÓIS, TERROR, WESTERN e outros.
Já são quase 100 títulos a sua disposição. E, toda semana, temos novidades.
O endereço da BODEGA é :
Caso queira saber como colocar o seu título em nossa loja, mande um e-mail para:
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
PLOTBOT
Outro formatador para roteiros online (não requer nenhum tipo de instalação), com o Scriptbuddy.
A interface é melhorzinha, os recursos também, e no Plotbot você não precisa adquirir uma conta Pro como a do Scriptbuddy - 45US$ por uma assinatura de um ano - para exportar seus roteiros. O Plotbot exporta para .rtf e para .xml. Fiz um pequeno teste e a acentuação veio toda avacalhada. Além disso, o sistema de escrita, baseado em caixas de diálogos ao invés da tradicional combinação TAB + ENTER + BACKSPACE é, como dizem os americanos, a pain in the ass.
De qualquer maneira, vale a pena ficar de olho nesse tipo de ferramenta.
A interface é melhorzinha, os recursos também, e no Plotbot você não precisa adquirir uma conta Pro como a do Scriptbuddy - 45US$ por uma assinatura de um ano - para exportar seus roteiros. O Plotbot exporta para .rtf e para .xml. Fiz um pequeno teste e a acentuação veio toda avacalhada. Além disso, o sistema de escrita, baseado em caixas de diálogos ao invés da tradicional combinação TAB + ENTER + BACKSPACE é, como dizem os americanos, a pain in the ass.
De qualquer maneira, vale a pena ficar de olho nesse tipo de ferramenta.
terça-feira, 18 de setembro de 2007
AINDA ORANGOTANGOS

(clique no orangotango terrorista)
Mais um da série "por essa eu não esperava": recebo hoje um email de divulgação do filme AINDA ORANGOTANGOS, baseado no livro homônimo, de Paulo Scott. Dele tenho o Voláteis (que ainda não li, confesso, mas que já furou a fila na pilha de leitura. Podem me chamar de frívolo).
O que me chamou a atenção, além do fato de ser um filme baseado num autor, hmmmm..., fresco (pega mal falar assim?), algo que - graças a Fotamecus - está se tornando frequente, é que o filme é o, de acordo com o site, primeiro longa feito em plano-sequência no Brasil. Pra quem não sabe, planos-sequência são cenas sem corte, cuja feitura é, no mínimo, espinhosa. Fiquei curioso e já adicionei à lista dos filmes que quero ver antes da próxima encarnação.
O que me chamou a atenção, além do fato de ser um filme baseado num autor, hmmmm..., fresco (pega mal falar assim?), algo que - graças a Fotamecus - está se tornando frequente, é que o filme é o, de acordo com o site, primeiro longa feito em plano-sequência no Brasil. Pra quem não sabe, planos-sequência são cenas sem corte, cuja feitura é, no mínimo, espinhosa. Fiquei curioso e já adicionei à lista dos filmes que quero ver antes da próxima encarnação.
domingo, 16 de setembro de 2007
QUADRINHOS ONLINE, ADSENSE E COMICPRESS
Post interessante do Cadu Simões, pai do Homem-Grilo.
(que me lembra que eu já deveria ter postado aqui, há muito tempo, a outra parte das minhas considerações sobre o assunto).
Ainda falando em quadrinhos, Leonardo Santana também revela o processo de tentar publicar sua hq, F.D.P. (sim, significa isso mesmo que você está pensando) pelas editoras tradicionais.
(que me lembra que eu já deveria ter postado aqui, há muito tempo, a outra parte das minhas considerações sobre o assunto).
Ainda falando em quadrinhos, Leonardo Santana também revela o processo de tentar publicar sua hq, F.D.P. (sim, significa isso mesmo que você está pensando) pelas editoras tradicionais.
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Celtx 0.9.9.5
Versão nova do Celtx disponível para download.
Por enquanto, só em inglês:
http://www.celtx.com/download.html
As mudanças:
http://www.celtx.com/releaseDetails.htm l
Aparentemente, bastante coisa nova. Vou instalar por aqui e depois comento.
http://www.celtx.com/download.html
As mudanças:
http://www.celtx.com/releaseDetails.htm
Aparentemente, bastante coisa nova. Vou instalar por aqui e depois comento.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
TAKASHI MIKE + QUENTIN TARANTINO + WESTERN SPAGHETTI = SUKIYAKI WESTERN DJANGO!
FANTÁSTICO!
Por essa eu não esperava! É isso mesmo, macacada. Um dos faroestes italianos mais cabulosos que já passou pelas telas de cinema ganhou um remake japonês.
E se você tem mais de trinta, é bem provável que saiba o que tinha dentro daquele caixão.
(isso tudo me lembra que tenho que rever meu DVD de DJANGO VEM PARA MATAR, uma das 300 de Esparta "continuações" não-oficiais)
(granjeado en Blogacine, ¿donde más?)
domingo, 9 de setembro de 2007
O DOBRO DE CINCO - DA MOVIE & DANIEL PELLIZZARI NO AMORES EXPRESSOS
Bem, como eu vi a notícia em vários lugares ao longo da semana, vou citar a fonte original, que é o Rafael Grampá.
A primeira vista eu não tinha botado muita fé, mas após ver a foto do ator Cacá Carvalho maquiado como Diomedes e saber que o filme vai ter os cenários feitos em CG, acho que vai sair coisa interessante daí. No aguardo e ansioso.
E por falar em Mutarelli, ele anda postando em seu novo blog, que faz parte do polêmico Amores Expressos.
Confesso que, por certo tempo, cheguei a pensar que ele, o meu preferido neste grupo, tivesse desistido, já que não havia nem uma notinha a respeito do mesmo na antiga versão do site do Amores.
Mas, peralá! Eu disse meu preferido?
Ledo engano, caro leitor! Agora que Daniel Pellizzari está na parada, a supremacia do Mutarelli corre sério risco (embora ele ainda ganhe por um esquilo novaiorquino de distância).
Na dúvida, comprarei os dois, assim que saírem.
sábado, 8 de setembro de 2007
THEY CALL HIM MR. PITCH
Artigo interessante para ilustrar a diferença abissal entre a indústria do cinema dos EUA e a nossa(foi piada, gente!).
Basicamente, é sobre um cara que vive de vender idéias aos estúdios. Não roteiros, mas apenas idéias. Como disse um dos entrevistados para a matéria: ''If you buy a script, even if it needs work, you at least have 120 pages you can fix or add dialogue or jokes to. But if you buy a pitch, you have no real blueprint. You're sort of buying air.''
O cara, um tal Bob Kosberg, ainda tem um site onde recolhe e ajuda a vender idéias de terceiros. Mas, como era de se esperar, para que se possa submeter idéias ao Mr. Pitch é necessário adquirir um CD-ROM que custa 20 doletas. Uma pechincha pra quem pode ganhar 50,000 verdinhas por algumas linhas.
Basicamente, é sobre um cara que vive de vender idéias aos estúdios. Não roteiros, mas apenas idéias. Como disse um dos entrevistados para a matéria: ''If you buy a script, even if it needs work, you at least have 120 pages you can fix or add dialogue or jokes to. But if you buy a pitch, you have no real blueprint. You're sort of buying air.''
O cara, um tal Bob Kosberg, ainda tem um site onde recolhe e ajuda a vender idéias de terceiros. Mas, como era de se esperar, para que se possa submeter idéias ao Mr. Pitch é necessário adquirir um CD-ROM que custa 20 doletas. Uma pechincha pra quem pode ganhar 50,000 verdinhas por algumas linhas.
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
CREATESPACE.COM
Uma fábrica de produtos culturais sob demanda. A diferença de outras que tem por aí é que esta é uma empresa da Amazon, ou seja, conta com toda a estrutura de distribuição deles.
Algo para dar uma olhada mais cuidadosa qualquer hora dessas.
Surrupiado do Vovô Ellis, as always.
Algo para dar uma olhada mais cuidadosa qualquer hora dessas.
Surrupiado do Vovô Ellis, as always.
SMOKING BUDDHA
Não faço a mínima idéia do que trata o roteiro, mas só o título e a ilustração(!) já valem a leitura.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
MOVIE MAGIC SCREENWRITER 6
Nunca fui muito com a cara do Movie Magic, mas esta nova versão está pelo menos mais simpática, além de contar com um recurso que acho muito útil, que é esse "navegador" que fica ao lado esquerdo da página, semelhante ao do Sophocles (meu software pago preferido).
De qualquer maneira, a menos que você seja um profissa e ganhe a vida com isso, aconselho o Celtx (que também pode ser usado sem problemas por profissas, note).
ATUALIZANDO: tinha me esquecido. O Demo ainda não está disponível.
domingo, 2 de setembro de 2007
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