terça-feira, 14 de abril de 2020
Direito de reparo em aparelhos médicos
sábado, 11 de abril de 2020
The most important technology critic in the world was tired of knowledge based on clicks. So he built an antidote.
Como disse a pessoa que postou o link para essa reportagem em outra quebrada digital, Morozov mais parece um personagem com toques de Borges e Gibson do que uma pessoa real.
terça-feira, 7 de abril de 2020
segunda-feira, 6 de abril de 2020
Dramas verticais
Algum tempo atrás, eu li isso:
E hoje, tropeço nisso:
Agora, até o YouTube tem vídeos verticais. E algumas séries da Netflix tem episódios muito curtos de 15 minutos ou menos.
Vejo isso como um nicho / subgênero interessante. E, embora o Quibi suporte as duas orientações de tela, de um ponto de vista totalmente prático, é muito mais fácil segurar um telefone na orientação vertical, com apenas uma mão, do que na horizontal, com as duas.
Mas esse tipo de produção também pode se tornar muito "pirotécnico". Quem vai aguentar um plot twist a cada dez minutos?
A ver.
domingo, 29 de março de 2020
Grimoire Encyclopedia
This site is a collection of linked information about grimoires, focusing (with some distraction) on early modern Western European texts from the Christian tradition. The goal is to look at the connections and relationships within the metadata and subject matter of these grimoires, and attempt to collect factual information about their provenance and historical context.
sexta-feira, 27 de março de 2020
Drafts
No afã de revitalizar este muquifo virtual, fui dar uma olhada nos rascunhos que eu deixei salvos no próprio sistema do Blogger, e não acredito que dê pra salvar nenhum (observe as datas).
Mas caso a pessoa que nos lê agora esteja curiosa em saber mais sobre isso, seguem abaixo os títulos.
Mas caso a pessoa que nos lê agora esteja curiosa em saber mais sobre isso, seguem abaixo os títulos.
Blog
Estou, gradativamente, reduzindo a minha participação no que se convencionou chamar de "redes sociais".
Por outro lado, estou (re)testando maneiras de fazer postagens mais rápidas nesse blog, o que deve, consequentemente, aumentar o número de posts por aqui.
O que isso significa?
Posts sem tags, com formatação estranha, e por aí vai.
Mas e daí?
Daí nada, ué! Só tô falando.
P.S.: eu fico me perguntando o motivo do Google ainda manter o Blogger funcionando. Também fico me perguntando o que diabos é esse app do Blogger, benzadeus. É melhor e mais fácil postar via email.
Por outro lado, estou (re)testando maneiras de fazer postagens mais rápidas nesse blog, o que deve, consequentemente, aumentar o número de posts por aqui.
O que isso significa?
Posts sem tags, com formatação estranha, e por aí vai.
Mas e daí?
Daí nada, ué! Só tô falando.
P.S.: eu fico me perguntando o motivo do Google ainda manter o Blogger funcionando. Também fico me perguntando o que diabos é esse app do Blogger, benzadeus. É melhor e mais fácil postar via email.
quinta-feira, 26 de março de 2020
We Wish to Inform You That Your Death Is Highly Profitable
Douglas Rushkoff, kicking assets, como sempre.
This is a quasi-fascist worldview, where we stop forcing ourselves to make decisions on behalf of the losers, and start making them on behalf of the winners. Besides, as Ayn Rand taught us, the more we cater to the weak, the more we weaken ourselves as a society and gene pool. This is natural selection.
quarta-feira, 18 de março de 2020
The Disconnect
Tava revirando umas mensagens velhas, e acabei reencontrando isso aqui:
Basicamente, é uma revista online que você só pode ler se desligar a internet após acessar a capa das edições.
Ainda não li nenhum dos três números, mas fiz um teste e funciona em celulares também.
Projeto bem interessante.
domingo, 26 de janeiro de 2020
iPod Librarian
"Did you know Karl Lagerfeld had something like three hundred iPod Nanos at one point? He seems to have actually employed an iPod Librarian to manage the fleet and ensure new music was being loaded into the things on a daily basis. Here I am, like a peasant, hand-picking the music on my XD to be loaded into a single iPhone, pressing the button myself like the livestock did in the olden days."
De onde mais poderia ser?
sábado, 25 de janeiro de 2020
Linkaiada
Quando voltei a usar o Telegram, há alguns meses, resolvi criar um canal público, para colecionar as bizarrices que eu encontro no próprio Telegram, e internet afora.
Caso te interesse, o link pro Linkaiada (hihihi) é esse:
segunda-feira, 13 de janeiro de 2020
Borges e as newsletters eternas
Interessante.
Hoje li dois artigos falando de assinatura de newsletters, e citando Borges.
Esse, no Projeto Draft
Que aliás, tem esse trecho que achei bem interessante:
In The Book of Sand, Borges wrote of an infinite book: "It was then that the stranger told me: 'Study the page well. You will never see it again.'" Describing in many ways what it feels like to browse the internet or peek at Twitter.
domingo, 22 de dezembro de 2019
quarta-feira, 11 de dezembro de 2019
domingo, 8 de dezembro de 2019
Holland Herald
Não faço a mínima ideia do que tem dentro da revista, mas achei essa capa sensacional.
quarta-feira, 4 de setembro de 2019
TEKSTO
Agora há pouco, me lembrei do Story Touch e resolvi ver a quantas anda o projeto.
Aparentemente, acabou.
Mas a boa notícia é que a mesma equipe está desenvolvendo um sucessor online e mais sofisticado, chamado TEKSTO.
Já existe um canal com alguns vídeos no Youtube.
Embora eu não me veja usando um software/serviço desses num futuro próximo, fiquei curioso e me inscrevi para ser beta tester.
Aparentemente, acabou.
Mas a boa notícia é que a mesma equipe está desenvolvendo um sucessor online e mais sofisticado, chamado TEKSTO.
Já existe um canal com alguns vídeos no Youtube.
Embora eu não me veja usando um software/serviço desses num futuro próximo, fiquei curioso e me inscrevi para ser beta tester.
terça-feira, 25 de junho de 2019
sábado, 20 de abril de 2019
Fake News, ou ainda: distribuindo quadrinhos pelo WhatsApp
Eu não gosto do WhatsApp. Nunca gostei.
Mas uso. E uso bastante. Assim como boa parte da população brasileira.
E dia desses, pensando sobre uma das coisas que mais gosto (histórias em quadrinhos), me ocorreu a possibilidade de serializar quadrinhos no WhatsApp.
Como?
Não sei. Mas tenho algumas ideias.
A principal inspiração? Os memes.
Cada "página" seria basicamente, uma imagem vertical, com uma ou duas caixas de texto.
Tipo isso
(que não é bem vertical, mas acho que você entendeu)
Ou isso
Poderiam ser até usados balões de fala*.
A ideia é que não fosse necessário que o leitor desse zoom nem precisasse virar a tela do celular**.
Além da ilustração e do texto, cada painel traria outras informações relevantes.
No topo do painel, uma faixa com o título da hq. Na parte inferior, outra faixa contendo os nomes (ou sobrenomes) dos autores, e algum tipo de indicação sequencial, como 1 de 60, por exemplo. Afinal essas hqs seriam divididas somente em painéis, não em páginas.
O canal de distribuição oficial provavelmente seria um grupo no WhatsApp. Mas como os grupos de WhatsApp tem uma limitação de permitir no máximo 256 membros, o sucesso (ou não) dessas hqs se daria basicamente através dos compartilhamentos que as pessoas fossem fazendo.
Ainda dentro da plataforma WhatsApp, existem outras maneiras de se distribuir essas hqs, seja através de listas de transmissão, seja através dos status (aliás, hqs efêmeras distribuídas via status do WhatsApp. Hmmm...).
Mas, de novo, esses outros meios também tem limitações, então, mais uma vez, a história teria que de, alguma maneira, viralizar.
Imagino ainda as páginas vazando para outras redes/apps associados, como o Facebook (que, aliás, nos deu o Doutrinador), o Instagram ou mesmo o Telegram.
Quadrinhos distribuídos à conta-gotas não são exatamente novidades. Estão aí desde as tiras de jornal do início do século XX. Eu também poderia citar diversos exemplos disponíveis na internet.
Mas o ethos do WhatsApp (e de outros instant messengers) é diferente do ethos do Facebook, ou da internet, de modo geral, e acho que atomizar as histórias em quadrinhos e distribuí-las através desses canais poderia criar possibilidades interessantes.
No caso de hqs seriadas, por exemplo, boa parte do público provavelmente iria receber os painéis fora de ordem (alguém aí falou Pássaros Artificiais?). Ou nem receberia todos. Ou alguns autores sacanas poderiam simplesmente publicar fora de ordem. Pular números. Ou ignorar a numeração.
Enfim, possibilidades.
Comecei a escrever um pequeno roteiro, tendo isso em mente. Se chama Fake News (contexto, lembrem-se). É estranho escrever um roteiro sem considerar um dos pilares da estrutura das hqs, a página. Sei lá quando vai ficar pronto, e muito menos se conseguirei um herói/heroína para abraçar a causa e ilustrar a história. Mas é um passo de cada vez.
E, claro, gostaria de ver outras pessoas tentando experiências parecidas.
Quem sabe?
---
* Infelizmente não encontrei nenhuma imagem de um tubarão "pisando em uma peça de Lego", com balões de fala.
** Embora ache isso meio difícil, devido às variações dos tamanhos e das resoluções das telas dos dispositivos recentes.
Mas uso. E uso bastante. Assim como boa parte da população brasileira.
E dia desses, pensando sobre uma das coisas que mais gosto (histórias em quadrinhos), me ocorreu a possibilidade de serializar quadrinhos no WhatsApp.
Como?
Não sei. Mas tenho algumas ideias.
A principal inspiração? Os memes.
Cada "página" seria basicamente, uma imagem vertical, com uma ou duas caixas de texto.
Tipo isso
(que não é bem vertical, mas acho que você entendeu)
Ou isso
Poderiam ser até usados balões de fala*.
A ideia é que não fosse necessário que o leitor desse zoom nem precisasse virar a tela do celular**.
Além da ilustração e do texto, cada painel traria outras informações relevantes.
No topo do painel, uma faixa com o título da hq. Na parte inferior, outra faixa contendo os nomes (ou sobrenomes) dos autores, e algum tipo de indicação sequencial, como 1 de 60, por exemplo. Afinal essas hqs seriam divididas somente em painéis, não em páginas.
O canal de distribuição oficial provavelmente seria um grupo no WhatsApp. Mas como os grupos de WhatsApp tem uma limitação de permitir no máximo 256 membros, o sucesso (ou não) dessas hqs se daria basicamente através dos compartilhamentos que as pessoas fossem fazendo.
Ainda dentro da plataforma WhatsApp, existem outras maneiras de se distribuir essas hqs, seja através de listas de transmissão, seja através dos status (aliás, hqs efêmeras distribuídas via status do WhatsApp. Hmmm...).
Mas, de novo, esses outros meios também tem limitações, então, mais uma vez, a história teria que de, alguma maneira, viralizar.
Imagino ainda as páginas vazando para outras redes/apps associados, como o Facebook (que, aliás, nos deu o Doutrinador), o Instagram ou mesmo o Telegram.
Quadrinhos distribuídos à conta-gotas não são exatamente novidades. Estão aí desde as tiras de jornal do início do século XX. Eu também poderia citar diversos exemplos disponíveis na internet.
Mas o ethos do WhatsApp (e de outros instant messengers) é diferente do ethos do Facebook, ou da internet, de modo geral, e acho que atomizar as histórias em quadrinhos e distribuí-las através desses canais poderia criar possibilidades interessantes.
No caso de hqs seriadas, por exemplo, boa parte do público provavelmente iria receber os painéis fora de ordem (alguém aí falou Pássaros Artificiais?). Ou nem receberia todos. Ou alguns autores sacanas poderiam simplesmente publicar fora de ordem. Pular números. Ou ignorar a numeração.
Enfim, possibilidades.
Comecei a escrever um pequeno roteiro, tendo isso em mente. Se chama Fake News (contexto, lembrem-se). É estranho escrever um roteiro sem considerar um dos pilares da estrutura das hqs, a página. Sei lá quando vai ficar pronto, e muito menos se conseguirei um herói/heroína para abraçar a causa e ilustrar a história. Mas é um passo de cada vez.
E, claro, gostaria de ver outras pessoas tentando experiências parecidas.
Quem sabe?
---
* Infelizmente não encontrei nenhuma imagem de um tubarão "pisando em uma peça de Lego", com balões de fala.
** Embora ache isso meio difícil, devido às variações dos tamanhos e das resoluções das telas dos dispositivos recentes.
Assinar:
Postagens (Atom)



