sexta-feira, 14 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
FREIRAS KARATEKAS
OBS.: reparem que o vídeo está legendado em nosso bom e velho português.
domingo, 2 de outubro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
DEATH I AM - SUBATOMIC SHOWER
Alguns meses atrás esbarrei no disco Nebula, do Death I Am procurando pela BANDA Nebula.
Esqueça as caras e bocas do vocalista porpetinha e se ligue nos japas (sim, isso foi uma ordem):
domingo, 25 de setembro de 2011
HEADS UP AGAIN
“What does the future of mobile device designs look like?”
I think what the n9 shows is how natural we can make technology feel with this very direct swipe interaction. I think you’ll be seeing MORE of that. My goal and the goal of the design team is to design products that give people their head up again. What I mean by this is that most touch screens are immersive, they require you to look at them all the time with your head down and I think we can design interfaces and products that can be easily used; you don’t have to pay full attention to them. So giving people their head up means giving more interaction off the glass as we’ve done with the speakers –you just touch something in the environment to make it work.
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Marko Ahtisaari, sobre o design do Nokia N9 e o futuro dos aparelhos touchscreen.
Roubei aqui.
sábado, 24 de setembro de 2011
K.I.S.S.
K.I.S.S. = Keep It Simple, Stupid!
Quem frequenta as minhas plagas (0_0) digitais (você não esperou eu molhar o bico...) já deve saber do meu fetiche por ferramentas para escrita, especialmente softwares.
Basta eu tomar conhecimento de alguma novidade para começar mais uma epopéia envolvendo instalações, conversões, testes e elucubrações que normalmente não dão em nada. Mas ok, tudo em nome da ciência.
Isso também costuma ter outro nome: procrastinação. Se eu usasse o tempo que gasto correndo atrás da ferramenta ideal para produzir algo, produzindo algo (os vícios de linguagem são por conta da casa), é possível que meu output fosse maior, e com a prática vem a perfeição, vocês sabem.
Recentemente, me (re)enamorei com o yWriter. Eu já tinha usado o software uns anos atrás, mas naquela época eu não havia grokkado qual era a dele. Quando voltei a burilar uma história que vai exigir uma certa organização, voltei a utilizar o software. O yWriter é cumpre o que promete, mas eu vinha enfrentando um problema: o sistema operacional que eu uso é o Ubuntu. Apesar do yWriter ter sido escrito em .NET e, portanto, com alguns tweaks, ser possível executá-lo no Linux (através do MONO), há um bug envolvendo caracteres acentuados que destrói qualquer coisa escrita em nossa língua materna. A saída era rodar o programa dentro de um Windows virtualizado. Mas, cara, o simples ato de iniciar uma máquina virtual para usar um software que deveria funcionar nativamente em meu sistema operacional já me deixa meio brocha.
Sou da opinião que o melhor software para escrita é aquele que te mantém escrevendo. Aquele que não fica no caminho. Aquele que não aparece. E o yWriter tava aparecendo muito.
Então exportei o projeto - nada muito consistente, por enquanto - para um arquivo .rtf, que depois converti em um arquivo .odt, e estou trabalhando à moda antiga, no LibreOffice Writer.
Os motivos de ter escolhido o LibO Writer são muitos: conheço bem o programa, ele é multiplataforma, posso instalar em quantos computadores eu quiser e, se for o caso, algumas de suas versões podem ser executadas a partir de um pendrive.
Também estou voltando às raízes no que diz respeito ao método. Agora há somente dois arquivos.
Um contém a história e as notas referentes ao texto, que são inseridas através do recurso Anotação. Quando o capítulo ou trecho não tem mais anotações, considero-o pronto e sigo em frente.
O outro tem as observações, perfis de personagens, descrições de objetos e todas as outras referências que vou utilizar (ou não) na história.
Normalmente prefiro trabalhar com arquivos .txt mas, nesse caso, o formato .odt tem alguns recursos que mais úteis, como as Anotações que mencionei aí em cima.
O Writer pode não ter todas as ferramentas de indexação e cruzamento de dados de um Scrivener ou de um yWriter, mas se pararmos para pensar que tanta gente já escreveu livros sem ao menos um Ctrl+F ou um Ctlr+Z, as facilidades de um processador de textos anabolizado são mais do que suficientes.
Agora só falta saber se vai dar certo.
domingo, 11 de setembro de 2011
SAMSUNG GALAXY NOTE
A indústria de dispositivos móveis está se especializando em criar cada vez mais necessidades - para vender soluções, evidentemente - e mesmo quem acompanha de perto o que acontece pode ficar perdido com tanta informação. A Samsung, por exemplo, dá a entender que pretende criar aparelhos em todos os tamanhos possíveis entre 3 e 10.1 polegadas.
Eu tenho um Galaxy Tab (o primeirão, de 7 polegadas). Comprei no início do ano e não me arrependo. Na época eu tinha uma boa idéia dos prós e contras do aparelho. E, por diversos motivos, me pareceu mais atraente do que um iPad. Ele cumpre muito bem o papel que imaginei para ele: ser um ereader anabolizado.
Ao longo desses meses, um efeito colateral interessante foi eu usar o dispositivo no trabalho. Minha profissão exige que eu passe boa parte do dia consultando manuais e documentos e, dentro de uma fábrica, é bem mais cômodo fazer isso em um tablet do que em um notebook (embora eu ainda não possa dispensar esse último).
Entretanto, por mais paradoxal que isso possa parecer, descobri uma coisa: tablets não são para mim.
Se eu fosse fazer essa compra hoje, seria mais provável que eu voltasse para casa com um desses smartphones anabolizados em vez do Galaxy Tab. O motivo? O tamanho. Por mais compacto que o GTab seja, ainda acho ele um pouco grande e bandeiroso, e sinto que um dispositivo com todos os seus features e uma tela um pouco menor talvez fosse mais adequado. Nem precisa ser um smartphone, na verdade. Ainda prefiro delegar a parte de telefonia a meu bom e velho E63, mas gostaria de um segundo dispositivo, compacto o suficiente para caber em um bolso normal, que pudesse fazer tudo o que o GTab faz, em especial acessar a internet e ser capaz de abrir documentos (em .pdf e nos formatos do - brrr - Office).
Já faz tempo que existem alguns gadgets dessa nova safra que se encaixam nesse perfil (o iPod Touch e alguns "Android players" que não deram a cara aqui no Brasil). Mas aí veio o Galaxy Note:
Sim, já existem dispositivos com esses recursos, mas não me lembro de um com todos esses recursos *juntos*. E eu gostei dessa mistura. Não pretendo me desfazer do GTab agora - sou do tipo que usa até acabar - mas acredito que seu sucessor, seja lá quando for o momento, será um pouco mais compacto.
P.S.:
Num ato de extremo desapego subconsciente nerdy, acabei esquecendo o GTab e o meu modem 3G em casa, e a conexão oferecida pelo hotel é, tipo assim, calamitosa. Mesmo assim, acabei esbarrando nesse post do San Picciarelli, onde ele expõe algumas idéias que compartilhamos, principalmente aquela de um futuro composto por computadores modularizados e "dockáveis".
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
O .TXT CONTINUA SENDO MEU PASTOR
Já há algum tempo, escrevo os rascunhos dos posts desse blog direto no editor do Blogger - que recentemente sofreu um revamp para ser baseado no editor do Google Docs - e até pouco tempo atrás não tinha me decepcionado.
Até pouco tempo atrás.
O fato é que perdi umas quinhentas palavras porque esse editor maldito me avisava que tinha salvado o texto. Aí precisei fechar o navegador e reabrí-lo novamente. E, meu texto não estava lá. Nada que fosse mudar nossas vidas. Nem sei se ia publicar. E verdade seja dita, estou usando o Draft Blogger (ou Blogger em rascunho, na tradução pitoresca do próprio Google), então a probabilidade disso acontecer era maior.
De qualquer maneira, fiquei chateado.
Isto posto, voltaremos à nossa programação normal: escrever os posts offline nos meus bons e velhos arquivos .txt.
Obrigado pela atenção.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
É INKSHOT, PORRA!
Se segura que vai rolar o link dropping:
Acabo de receber a notícia de que a INKSHOT, coletânea de hqs brasileiras organizada e editada pelo Hector, pelo Pablo, pelo Felipe e pelo George (os caras são brasileiros e não desistem nunca!), será lançada em Janeiro pela IDW Publishing e já está em pré-venda na Amazon!
Entre as hqs está A BREVE HISTÓRIA DE FARADAY SILVA, história de 5 páginas escrita por mim e desenhada pelo Caio Majado, sobre a qual já falei por aqui, em outros carnavais.
Mais detalhes no blog do Hector.
P.S.: deu até vontade de voltar a escrever roteiro de hq...
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
TERROR - YOU'RE CAUGHT
P.S.: parece que o embedded link aí em cima não quer funcionar. Então clica nessa aí de baixo:
http://youtu.be/_0KaZyIW7Dw
domingo, 4 de setembro de 2011
O ELO PERDIDO DA COMPUTAÇÃO PESSOAL
Já faz tempo que o termo "computação pessoal" está deixando de se aplicar apenas a desktops e notebooks para servir também a smartphones, tablets e a outros dispositivos pós-PC.
E há um detalhe que eu acho interessante nessa época de transição: a quantidade de pessoas que tem grande habilidade para operar seus gadgets, mas não os consideram computadores. Aliás, muitas dessas pessoas não têm a mesma desenvoltura quando o assunto é operar um PC "normal".
Fico curioso para saber qual será a percepção das pessoas em relação a isso daqui a alguns anos, e nas implicações dessa mudança (ou não) de paradigma {juro que tentei encontrar uma palavra melhor}.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
HOW HIGH?
"You have to think of these blokes [Aborígenes australianos, no caso] as like Babylonian or Chaldean magicians who've been cultivating their hocus-pocus for longer than all the Near Eastern civilisations put together. If one of 'em tells me to jump, I ask, 'How high?'"
O restante você pode ler aqui.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
THE SMURFS AND THE DEATH-RAY APOCALYPSE
Considering that the Manhattan Project rode on the computing power of six dudes with slide rules and blunt pencils, we figure these machines can either animate a bunch of small blue people that live in mushrooms, or they can plot the destruction of humankind.
Anybody else in the world would be using these computers to design nuclear weapons, stealth fighters, UAVs or Lara Croft-crocodile hybrids, but not us. America uses its supercomputers to render monomaniacal blue Belgian gnomes."
O texto (em inglês, se é que você ainda não percebeu), pode ser lido aqui. Achei engraçado.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
SHADOWRUN!
Fiquei estarrecido ao descobrir esse vídeo promocional feito pela FASA (editora do título, na época). De tão ruim, chega a ser hilário:
P.S.: Roubei isso num thread no fórum do Ellis (onde mais?). E esse foi apenas o *primeiro* post.
sábado, 23 de julho de 2011
KICK OUT BIEBER
E mesmo se ele, por um ocaso do destino, viesse a manifestar interesse na música do Bieber, eu não me meteria. Afinal de contas, quem sou eu para julgar ESSA GRANDECÍSSIMA MERDA QUE A INDÚSTRIA FONOGRÁFICA ESTADUNIDENSE, OS ILUMINATTI, OS GREY E A MÃO INVISÍVEL ENFIAM GOELA ABAIXO DOS NOSSOS JOVENS LATINO-AMERICANOS E SEM DINHEIRO NO BOLSO. FORRO DE PAPEL ALUMÍNIO NA CABEÇA, GENTE! ABAIXO O KKKAPITAL! CONTRA BURGUÊS, VOTE 616! VIVA CUTHULLU! VIVA SATAN GOSS! VIVA OS CAVALEIROS QUE DIZEM NI. VIVA TCHÊ! VIVA BÁ! VIVA TRI! VIVA...
[Onde estávamos mesmo? Ah, sim...]
Bom, o fato é que achei deveras engraçado quando ele, todo empolgadão, me chama para mostrar sua mais nova descoberta na vastidão flashica do PAPA JOGOS. Isso aqui:
http://www.papajogos.com.br/jogo/kick-out-bieber-manual.html
Agora é com vocês.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
NOKIA N9
Sem querer parecer “do contra”, mas o que me levou a achar o Nokia N9 *fantástico* foi justamente o que estão apontando como seu maior defeito: a pobreza de seu ecossistema.
Em tempos de App Store e Android Market, a (ainda conhecida como) OVI Store pode não chamar tanta atenção. Some a isso o fato do N9 vir rodando o Meego 1.2 (Harmattan) e pronto, já tem gente decretando sua morte prematura.
Sei que as possibilidades oferecidas por um ecossistema bem desenvolvido são tentadoras. Em contrapartida, dos zilhões de programas que você tem instalados em seu Android/iPhone/Blackberry/whatever, quantos são os que você realmente usa? Será que uns poucos aplicativos fazendo muito bem seu trabalho em um hardware foderoso não são melhores do que uma batelada de “apps”, onde a fartura, em vez de ajudar, acaba atrapalhando?
Os blogs especializados bateram muito na tecla de que o marketing da Nokia, pelo menos nos primeiros momentos, sequer citou o nome MeeGo.
Se isso, por um lado, é lamentável, por outro teve um efeito curioso, pelo menos para mim: o N9 dá a impressão de ser uma coisa só. Não enxergo a dissociação hardware/software. É meio que uma antítese dos dispositivos com Android, ou até mesmo do iPhone. Tudo bem que, para a maioria dos mortais, isso não faz mesmo diferença. Mas estou no grupo que costuma prestar atenção nesses detalhes.
A interface minimalista e baseada em poucos gestos (swipe) e telas - para que o telefone possa ser sempre operado com uma das mãos - também contribuiu para a minha boa impressão. E nem menciono a tela levemente convexa, pra dar uma força na hora de "swipar".
Como o aparelho ainda não foi lançado nem na Europa - fico no reino das conjecturas. Mesmo assim, gostei do que andei vendo internets afora. E mesmo que o produto tenha uma vida curta, o conceito vai ficar.
Infelizmente, tendo como base o N900 e o E7, podemos esperar esse bicho chegando no Brasil lá por 2025.
Fique aí com esse vídeo, no qual o telefone aparece pouco, mas que eu acho bacaninha:
segunda-feira, 4 de julho de 2011
VAGINA DENTATA
Se você chegou até aqui atrás de putaria, lamento lhe informar que está no lugar errado. Mas acho que o site das Brasileirinhas é logo ali na frente, virando à esquerda.
Tempos atrás, um link perdido em um twitt me levou a um artigo no COMICS ALLIANCE que versa sobre um assunto sempre me deixa feliz: lista de quadrinhos ruins. A parte sobre SUPERMAN - GROUNDED é especialmente divertida.
Entretanto, já no topo da primeira página, me deparo com a imagem a seguir:
Basicamente, é uma vilã que incinera um molestador de crianças com sua vagina.
Não ria.
Agora voltamos à Mandrágora, um dos vários "projetos" hibernantes da casa (como sou da área técnica, acho engraçado chamar de projetos coisas que não são calcadas em cálculos).
Uns anos atrás cheguei a escrever algumas páginas e, justamente na primeira história, Mandrágora, cujos poderes incluem a capacidade de moldar seu corpo dentro de determinados limites - está sendo estuprada.
Além de manter uma arma encostada na cabeça dela durante todo o tempo, o estuprador, ainda por cima filma tudo. Então há uma onomatopéia de algo sendo cortado, o estuprador começa a gritar e, sem mais violência gráfica, ficamos sabendo que ela transformou sua vagina em um instrumento cortante. Acho que você já deve ter entendido o que aconteceu com nosso "amigo". Embora o festival de grotesquices não pare por aí, vou poupá-los de mais detalhes.
Além das óbvias e ululantes conotações lextaliônicas, não saberia dizer qual foi exatamente minha intenção quando escrevi essa páginas., e vaginas dentatas não são exatamente uma novidade na ficção. Rubem Fonseca já mencionou o assunto em A GRANDE ARTE. Neal Stephenson, com certas liberdades, em NEVASCA. Até fizeram um filme sobre isso, uns anos atrás.
Enfim, estou contando tudo porque, ao mesmo tempo que fiquei com o bom e velho ranço de não ter levado a idéia adiante (sempre achei que essa cena teria seu impacto), de certa forma, achei engraçado ter levado mais uma rasteira da Noosfera.

