De onde mais poderia ser?
domingo, 26 de janeiro de 2020
iPod Librarian
"Did you know Karl Lagerfeld had something like three hundred iPod Nanos at one point? He seems to have actually employed an iPod Librarian to manage the fleet and ensure new music was being loaded into the things on a daily basis. Here I am, like a peasant, hand-picking the music on my XD to be loaded into a single iPhone, pressing the button myself like the livestock did in the olden days."
sábado, 25 de janeiro de 2020
Linkaiada
Quando voltei a usar o Telegram, há alguns meses, resolvi criar um canal público, para colecionar as bizarrices que eu encontro no próprio Telegram, e internet afora.
Caso te interesse, o link pro Linkaiada (hihihi) é esse:
segunda-feira, 13 de janeiro de 2020
Borges e as newsletters eternas
Interessante.
Hoje li dois artigos falando de assinatura de newsletters, e citando Borges.
Esse, no Projeto Draft
Que aliás, tem esse trecho que achei bem interessante:
In The Book of Sand, Borges wrote of an infinite book: "It was then that the stranger told me: 'Study the page well. You will never see it again.'" Describing in many ways what it feels like to browse the internet or peek at Twitter.
domingo, 22 de dezembro de 2019
quarta-feira, 11 de dezembro de 2019
domingo, 8 de dezembro de 2019
Holland Herald
Não faço a mínima ideia do que tem dentro da revista, mas achei essa capa sensacional.
quarta-feira, 4 de setembro de 2019
TEKSTO
Agora há pouco, me lembrei do Story Touch e resolvi ver a quantas anda o projeto.
Aparentemente, acabou.
Mas a boa notícia é que a mesma equipe está desenvolvendo um sucessor online e mais sofisticado, chamado TEKSTO.
Já existe um canal com alguns vídeos no Youtube.
Embora eu não me veja usando um software/serviço desses num futuro próximo, fiquei curioso e me inscrevi para ser beta tester.
Aparentemente, acabou.
Mas a boa notícia é que a mesma equipe está desenvolvendo um sucessor online e mais sofisticado, chamado TEKSTO.
Já existe um canal com alguns vídeos no Youtube.
Embora eu não me veja usando um software/serviço desses num futuro próximo, fiquei curioso e me inscrevi para ser beta tester.
terça-feira, 25 de junho de 2019
sábado, 20 de abril de 2019
Fake News, ou ainda: distribuindo quadrinhos pelo WhatsApp
Eu não gosto do WhatsApp. Nunca gostei.
Mas uso. E uso bastante. Assim como boa parte da população brasileira.
E dia desses, pensando sobre uma das coisas que mais gosto (histórias em quadrinhos), me ocorreu a possibilidade de serializar quadrinhos no WhatsApp.
Como?
Não sei. Mas tenho algumas ideias.
A principal inspiração? Os memes.
Cada "página" seria basicamente, uma imagem vertical, com uma ou duas caixas de texto.
Tipo isso
(que não é bem vertical, mas acho que você entendeu)
Ou isso
Poderiam ser até usados balões de fala*.
A ideia é que não fosse necessário que o leitor desse zoom nem precisasse virar a tela do celular**.
Além da ilustração e do texto, cada painel traria outras informações relevantes.
No topo do painel, uma faixa com o título da hq. Na parte inferior, outra faixa contendo os nomes (ou sobrenomes) dos autores, e algum tipo de indicação sequencial, como 1 de 60, por exemplo. Afinal essas hqs seriam divididas somente em painéis, não em páginas.
O canal de distribuição oficial provavelmente seria um grupo no WhatsApp. Mas como os grupos de WhatsApp tem uma limitação de permitir no máximo 256 membros, o sucesso (ou não) dessas hqs se daria basicamente através dos compartilhamentos que as pessoas fossem fazendo.
Ainda dentro da plataforma WhatsApp, existem outras maneiras de se distribuir essas hqs, seja através de listas de transmissão, seja através dos status (aliás, hqs efêmeras distribuídas via status do WhatsApp. Hmmm...).
Mas, de novo, esses outros meios também tem limitações, então, mais uma vez, a história teria que de, alguma maneira, viralizar.
Imagino ainda as páginas vazando para outras redes/apps associados, como o Facebook (que, aliás, nos deu o Doutrinador), o Instagram ou mesmo o Telegram.
Quadrinhos distribuídos à conta-gotas não são exatamente novidades. Estão aí desde as tiras de jornal do início do século XX. Eu também poderia citar diversos exemplos disponíveis na internet.
Mas o ethos do WhatsApp (e de outros instant messengers) é diferente do ethos do Facebook, ou da internet, de modo geral, e acho que atomizar as histórias em quadrinhos e distribuí-las através desses canais poderia criar possibilidades interessantes.
No caso de hqs seriadas, por exemplo, boa parte do público provavelmente iria receber os painéis fora de ordem (alguém aí falou Pássaros Artificiais?). Ou nem receberia todos. Ou alguns autores sacanas poderiam simplesmente publicar fora de ordem. Pular números. Ou ignorar a numeração.
Enfim, possibilidades.
Comecei a escrever um pequeno roteiro, tendo isso em mente. Se chama Fake News (contexto, lembrem-se). É estranho escrever um roteiro sem considerar um dos pilares da estrutura das hqs, a página. Sei lá quando vai ficar pronto, e muito menos se conseguirei um herói/heroína para abraçar a causa e ilustrar a história. Mas é um passo de cada vez.
E, claro, gostaria de ver outras pessoas tentando experiências parecidas.
Quem sabe?
---
* Infelizmente não encontrei nenhuma imagem de um tubarão "pisando em uma peça de Lego", com balões de fala.
** Embora ache isso meio difícil, devido às variações dos tamanhos e das resoluções das telas dos dispositivos recentes.
Mas uso. E uso bastante. Assim como boa parte da população brasileira.
E dia desses, pensando sobre uma das coisas que mais gosto (histórias em quadrinhos), me ocorreu a possibilidade de serializar quadrinhos no WhatsApp.
Como?
Não sei. Mas tenho algumas ideias.
A principal inspiração? Os memes.
Cada "página" seria basicamente, uma imagem vertical, com uma ou duas caixas de texto.
Tipo isso
(que não é bem vertical, mas acho que você entendeu)
Ou isso
Poderiam ser até usados balões de fala*.
A ideia é que não fosse necessário que o leitor desse zoom nem precisasse virar a tela do celular**.
Além da ilustração e do texto, cada painel traria outras informações relevantes.
No topo do painel, uma faixa com o título da hq. Na parte inferior, outra faixa contendo os nomes (ou sobrenomes) dos autores, e algum tipo de indicação sequencial, como 1 de 60, por exemplo. Afinal essas hqs seriam divididas somente em painéis, não em páginas.
O canal de distribuição oficial provavelmente seria um grupo no WhatsApp. Mas como os grupos de WhatsApp tem uma limitação de permitir no máximo 256 membros, o sucesso (ou não) dessas hqs se daria basicamente através dos compartilhamentos que as pessoas fossem fazendo.
Ainda dentro da plataforma WhatsApp, existem outras maneiras de se distribuir essas hqs, seja através de listas de transmissão, seja através dos status (aliás, hqs efêmeras distribuídas via status do WhatsApp. Hmmm...).
Mas, de novo, esses outros meios também tem limitações, então, mais uma vez, a história teria que de, alguma maneira, viralizar.
Imagino ainda as páginas vazando para outras redes/apps associados, como o Facebook (que, aliás, nos deu o Doutrinador), o Instagram ou mesmo o Telegram.
Quadrinhos distribuídos à conta-gotas não são exatamente novidades. Estão aí desde as tiras de jornal do início do século XX. Eu também poderia citar diversos exemplos disponíveis na internet.
Mas o ethos do WhatsApp (e de outros instant messengers) é diferente do ethos do Facebook, ou da internet, de modo geral, e acho que atomizar as histórias em quadrinhos e distribuí-las através desses canais poderia criar possibilidades interessantes.
No caso de hqs seriadas, por exemplo, boa parte do público provavelmente iria receber os painéis fora de ordem (alguém aí falou Pássaros Artificiais?). Ou nem receberia todos. Ou alguns autores sacanas poderiam simplesmente publicar fora de ordem. Pular números. Ou ignorar a numeração.
Enfim, possibilidades.
Comecei a escrever um pequeno roteiro, tendo isso em mente. Se chama Fake News (contexto, lembrem-se). É estranho escrever um roteiro sem considerar um dos pilares da estrutura das hqs, a página. Sei lá quando vai ficar pronto, e muito menos se conseguirei um herói/heroína para abraçar a causa e ilustrar a história. Mas é um passo de cada vez.
E, claro, gostaria de ver outras pessoas tentando experiências parecidas.
Quem sabe?
---
* Infelizmente não encontrei nenhuma imagem de um tubarão "pisando em uma peça de Lego", com balões de fala.
** Embora ache isso meio difícil, devido às variações dos tamanhos e das resoluções das telas dos dispositivos recentes.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
sábado, 13 de outubro de 2018
Bienal dos Quadrinhos de Curitiba - 2018
Motivos de força maior me impediram de participar da Bienal de Quadrinhos de Curitiba 2018, da maneira que eu gostaria.
Então
só pude aparecer lá no domingo, dia 09, por volta das 16:00h. Quase
no final do evento.
Não
falei com todo mundo que gostaria, mas tive oportunidade de
reencontrar o grande Antonio
Eder,
e trocar dois dedos de prosa com ele e com o Leonardo
Melo.
Mesmo
assim, essas poucas horas de Bienal me fizeram voltar pra casa com
algumas sacolas cheias. O que me acalenta a alma é que levei minha
esposa e meus filhos, então note que foram 5 pessoas escolhendo
quadrinhos.
Entre
mimos e compras (que me custaram quase um rim), o saldo foi:
O
Gralha: O herói, o pinhão, o louco e a morte
-
Vários artistas
Undeadman
Volume 1
-
Leonardo Melo e vários artistas
Cangaço
Overdrive
-
Zé Wellington e Walter Geovani
Se
meu cão falasse, tudo seria poesia
-
Antonio Eder, Carol Sakura e Walkir Fernandes
Hacking
Wave
-
Larissa Palmieri, Pedro Okuyama e Zaheer
Bichos
-
Daniel Esteves, Alex Rodrigues e Al Stefano
Zémurai
-
Ricardo Sousa e Bando
Thorvand
-
Maria Leal e Crisrobert Caires
Astronauta:
Magnetar
-
Danilo Beyruth
As
Flores Falam
-
Val Armanelli
Razão
vs Emoção
-
Guilherme Bandeira
Turma
da Mônica: Lições
-
Victor e Lu Caffagi
Gibi
Quântico 2
-
Vários
DestiNatioN
#1
-
Alessio Esteves e Lob Loss
O
Despertar de Cthulhu em quadrinhos
-
Vários
De
tudo isso aí em cima, por enquanto, li Bichos, Zémurai e Hacking
Wave (mais sobre essas hqs depois).
Mas
uma das melhores surpresas foi descobrir que Airton Marinho, meu
velho companheiro de Midraxe, está escrevendo e publicando hqs como
se não houvesse amanhã.
Aproveite e dê uma olhada no Tumblr dele.
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Priest - New Flesh
Ultimamente, meu método número um para descobrir músicas novas é ficar flanando no Youtube, na esperança de que o sistema de recomendação deles acerte e me mostre alguma coisa que vá cair no meu gosto.
Por enquanto, a proporção de vitórias é maior do que a de derrotas.
E foi por essa via que acabei esbarrando no som do Priest.
Apesar da indumentária, o som da banda é um synth-electro-sei-lá-o-quê maroto, que não dá pra deixar de comparar com um cruzamento entre o Depeche Mode e o Sisters of Mercy.
Depois de ter sido fisgado pelos ouvidos, li que alguns dos membros do Priest vieram do Ghost, e ficou clara a questão das roupas (mas eu ainda prefiro as do Gengivas Negras).
O mais engraçado dessa história toda é ler as resenhas ao disco nos sites de metal. Todo mundo falando bem da banda, mas sem exagerar, porque aqui é metal!!!\m/, féladaputa!
Sinceramente, acredito que gostar desse som tenha menos a ver com o aspecto lúgubre e mais com ter alguma memória afetiva pelos anos 80.
Enfim.
O álbum completo pode ser ouvido e comprado na página do Bandcamp.
P.S.: Como tenho que manter minha fama de metaleiro trevoso, não gostaria que você ficasse comentando isso por aí, ok?
Por enquanto, a proporção de vitórias é maior do que a de derrotas.
E foi por essa via que acabei esbarrando no som do Priest.
Apesar da indumentária, o som da banda é um synth-electro-sei-lá-o-quê maroto, que não dá pra deixar de comparar com um cruzamento entre o Depeche Mode e o Sisters of Mercy.
Depois de ter sido fisgado pelos ouvidos, li que alguns dos membros do Priest vieram do Ghost, e ficou clara a questão das roupas (mas eu ainda prefiro as do Gengivas Negras).
O mais engraçado dessa história toda é ler as resenhas ao disco nos sites de metal. Todo mundo falando bem da banda, mas sem exagerar, porque aqui é metal!!!\m/, féladaputa!
Sinceramente, acredito que gostar desse som tenha menos a ver com o aspecto lúgubre e mais com ter alguma memória afetiva pelos anos 80.
Enfim.
O álbum completo pode ser ouvido e comprado na página do Bandcamp.
P.S.: Como tenho que manter minha fama de metaleiro trevoso, não gostaria que você ficasse comentando isso por aí, ok?
Um emoji na minha URL
Estou eu surfando na rede mundial de computadores, quando me deparo com com o link para uma página com um título curioso, Why I Ripped The Same CD 300 Times.
Não sou audiófilo, mas me interesso por essas nerdices hardcore. Decidi ler o artigo, muito interessante, por sinal.
Mas havia algo na minha visão periférica, algo que estava me incomodando. Só lá pelas tantas, percebi o que era.
A URL.
Ou melhor, o EMOJI na URL.
Minha reação também foi essa: 🤔
Sinceramente, eu não deveria me impressionar com isso, visto que um emoji é uma sequência de caracteres normais, interpretada pelo software para ser exibido como uma carinha. É o bom e velho princípio do HTML e de todas as outras linguagens de marcação existentes por aí.
Mas eu não sabia que as barras de endereços dos browsers já estavam renderizando emojis também.
Acho que fiquei muito tempo longe da internet 😂😂
Não sou audiófilo, mas me interesso por essas nerdices hardcore. Decidi ler o artigo, muito interessante, por sinal.
Mas havia algo na minha visão periférica, algo que estava me incomodando. Só lá pelas tantas, percebi o que era.
A URL.
Ou melhor, o EMOJI na URL.
Minha reação também foi essa: 🤔
Sinceramente, eu não deveria me impressionar com isso, visto que um emoji é uma sequência de caracteres normais, interpretada pelo software para ser exibido como uma carinha. É o bom e velho princípio do HTML e de todas as outras linguagens de marcação existentes por aí.
Mas eu não sabia que as barras de endereços dos browsers já estavam renderizando emojis também.
Acho que fiquei muito tempo longe da internet 😂😂
terça-feira, 19 de dezembro de 2017
C:\>CHKDSK /F by MASTER BOOT RECORD
Como eu gosto de esbarrar nessas coisas...
Mais informações em
EnCt22c62d8d00a89d36908e9015ae37997d3c7ad246a2c62d8d00a89d36908e9015a1oP6qx4YRwLsBuHI41cIJP4+e/69xyBAGJIxfloS/Oq7/cpvKOb9PVojA0iOlrIyWcdBRSqAnVpV2EnF75tADlbmgkOkgkJHPOgxwMmSVmjwXqutPdIFF5DXcsB8X/URs0qgEuxgK3N5pUuJorJED/O4Yg1xz1E=IwEmS
Mais informações em
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quinta-feira, 24 de agosto de 2017
Kona Linux e a estranha natureza do Google Drive
Uma das coisas que acho interessantes no funcionamento do Google Drive é que um documento público criado por outro usuário e aberto por você fica "magnetizado" em seu Drive, à sua revelia.
Mesmo que você não o salve o arquivo, coloque estrelinha ou faça qualquer outro tipo de marcação, esse documento - e seu conteúdo - ficam indexados e disponíveis na ferramenta de pesquisa do Google Drive.
E foi assim que descobri, uns meses atrás, o Kona Linux.
Pesquisando um termo relacionado no meu Drive, encontrei uma pasta pública cheia de tralhas, e lá dentro havia uma outra pasta chamada "konalinux".
Nessa pasta, há vários arquivos, entre documentos, wallpapers, arquivos ISO e sei lá mais o quê.
Tudo em japonês - idioma que desconheço completamente.
Isso me deixou pra lá de intrigado.
Fui percurá, mas não encontrei menção ao Kona Linux na internet ocidental. Nem no Distrowatch!
(Por outro lado, há um game chamado Kona que também roda no Linux, o que "facilitou" bastante a pesquisa)
Cheguei a um artigo - aparentemente desatualizado - na Wikipedia japonesa, onde a pulga que já estava atrás da minha orelha resolveu fazer a combinação com o percevejo: o link do "site oficial" da distro aponta exatamente para aquela pasta do Drive que eu havia encontrado um pouco antes.
Então é isso. Com exceção das ISOs mais recentes, armazenadas em um outro site (básico até o osso), toda a informação oficial relativa ao Kona Linux está espalhada em GDocs escritos em japonês, que por sua vez, estão armazenados na tal pasta.
Mas, e a distro?
Nada de novo no front, mas achei bem simpática.
O Kona Linux é baseado no Debian, e sua interface padrão é o LXDE. Entretanto, há variantes com tudo quanto é desktop disponível na galáxia.
Há uma outra versão, o KUE (Kona Ubuntu Edition) que, como o nome já denuncia, e baseada no Ubuntu. Sabiamente, as versões do KUE são desenvolvidas em cima das versões LTS do Ubuntu. Então o KUE 1.0 equivale ao Ubuntu 14.04, o KUE 2.0 ao 16.04 e assim por diante.
Kona é o nome de um café havaiano (e também da ilha homônima), então o tema *café* permeia toda a interface do SO.
Por enquanto, testei as versões "standard" (4.0) e KUE (2.0).
Gostei do visual e da seleção de softwares.
Mas o que me atraiu mesmo foi o aspecto roots, quase mambembe, do Kona. Parece ser trabalho de poucas pessoas, se não for de uma só.
Me senti em 1997.
sábado, 27 de maio de 2017
If You Tolerate This Your Children Will Be Next
E hoje reencontro essa canção, da qual tinha me esquecido, mas que muitas memórias me trouxe.
E não dá pra falar de MSP sem tocar no estranho desaparecimento do guitarrista Richey Edwards.
(e algum desaparecimento é normal, por um acaso?)
Aliás, não sabia da história por trás da música. Nem desse poster sinistro.
Enfim, feelings.
E não dá pra falar de MSP sem tocar no estranho desaparecimento do guitarrista Richey Edwards.
(e algum desaparecimento é normal, por um acaso?)
Aliás, não sabia da história por trás da música. Nem desse poster sinistro.
Enfim, feelings.
quarta-feira, 26 de abril de 2017
Já é agora que devemos começar a correr para as montanhas?
An artificial womb successfully grew baby sheep — and humans could be next
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Até nunca mais, Privacidade. Foi bom enquanto durou.
Estamos quase em 2017 e não é segredo para mais ninguém que, pelos mais variados motivos, empresas e governos monitoram ostensivamente a população.
De qualquer maneira, não consigo deixar de me surpreender quando essa nova realidade bate na minha cara, tal qual um tijolo.
Costumo fazer minhas incursões pela internet utilizando vários combos de sistema operacional + browser, sendo que nos navegadores sempre tento, na medida do possível, usar ferramentas como o Ghostery ou o Privacy Badger.
Depois do computador novo, comecei a utilizar uma dobradinha que até pouco tempo me era desconhecida: Windows 10 + Edge.
Hoje, tava de bobeira na web, pesquisando sobre Chromebooks*.
Acabei esbarrando no site das Casas Bahia. Dei uma olhadinha rápida e fui fazer qualquer outra coisa.
Aí, poucos MINUTOS mais tarde, recebo o seguinte email...
Um representante das Casas Bahia me ofertando, entre outras coisas, um Chromebook.
Atentem para o fato de que apenas três modelos são oficialmente vendidos no Brasil, sendo que apenas um ainda é fabricado. Esse aí de cima, o Samsung Chromebook 3.
Se já é creep demais anúncios sobre temas pesquisados recentemente aparecendo dentro do Facebook (apesar de toda a plausibilidade técnica), levar uma propagandazona dessas no inbox me deixou cabreirão.
Porra, internet!
*: Que sob determinada ótica, podem ser considerados, uma afronta direta aos princípios mais básicos de privacidade. Mas eu tenho um Chromebook, curto muito para determinadas atividades, e acho o conceito de thin clients descartáveis acessando esse computadorzão de Deus chamado internet bem interessante.
O único problema é o Google. :P
De qualquer maneira, não consigo deixar de me surpreender quando essa nova realidade bate na minha cara, tal qual um tijolo.
Costumo fazer minhas incursões pela internet utilizando vários combos de sistema operacional + browser, sendo que nos navegadores sempre tento, na medida do possível, usar ferramentas como o Ghostery ou o Privacy Badger.
Depois do computador novo, comecei a utilizar uma dobradinha que até pouco tempo me era desconhecida: Windows 10 + Edge.
Hoje, tava de bobeira na web, pesquisando sobre Chromebooks*.
Acabei esbarrando no site das Casas Bahia. Dei uma olhadinha rápida e fui fazer qualquer outra coisa.
Aí, poucos MINUTOS mais tarde, recebo o seguinte email...
Um representante das Casas Bahia me ofertando, entre outras coisas, um Chromebook.
Atentem para o fato de que apenas três modelos são oficialmente vendidos no Brasil, sendo que apenas um ainda é fabricado. Esse aí de cima, o Samsung Chromebook 3.
Se já é creep demais anúncios sobre temas pesquisados recentemente aparecendo dentro do Facebook (apesar de toda a plausibilidade técnica), levar uma propagandazona dessas no inbox me deixou cabreirão.
Porra, internet!
*: Que sob determinada ótica, podem ser considerados, uma afronta direta aos princípios mais básicos de privacidade. Mas eu tenho um Chromebook, curto muito para determinadas atividades, e acho o conceito de thin clients descartáveis acessando esse computadorzão de Deus chamado internet bem interessante.
O único problema é o Google. :P
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