Vibease: The world's first wearable smart vibrator brings your fantasies to life.
Então tá, né?
P.S.: Não consigo parar de pensar em trocadalhos que envolvam termos sexuais e a palavra crowdfunding...
segunda-feira, 29 de julho de 2013
CHROMECAST
Quando o Chromecast foi anunciado na semana passada, não dei muita bola.
Em parte por imaginar que se tratasse apenas de uma antena modernosa, em parte por eu não ter uma tv com entrada HDMI e, em parte, pelos meus esforços recentes de desgadgetização.
Entretanto, hoje fiquei sabendo que o aparelhinho não é a tal antena que espelha o conteúdo de smartphones/tablets/PCs numa tela grande, mas se trata um computadorzinho com specs até razoáveis (guardadas as devidas proporções, evidentemente), que baixa o conteúdo indicado diretamente da internet.
A princípio, surgiram rumores que ele rodava uma versão modificada do Chrome OS, mas relatos recentes confirmam que ele é baseado em uma versão capada do Android (parecida com a do Google TV).
De qualquer maneira, isso o torna um produto com alto potencial de hackabilidade, que aliás já se confirmou mais cedo do que eu esperava: antes de terminar de escrever esse post, esbarrei nisso aqui.
Bonus: o bichinho, desmontado.
Em parte por imaginar que se tratasse apenas de uma antena modernosa, em parte por eu não ter uma tv com entrada HDMI e, em parte, pelos meus esforços recentes de desgadgetização.
Entretanto, hoje fiquei sabendo que o aparelhinho não é a tal antena que espelha o conteúdo de smartphones/tablets/PCs numa tela grande, mas se trata um computadorzinho com specs até razoáveis (guardadas as devidas proporções, evidentemente), que baixa o conteúdo indicado diretamente da internet.
A princípio, surgiram rumores que ele rodava uma versão modificada do Chrome OS, mas relatos recentes confirmam que ele é baseado em uma versão capada do Android (parecida com a do Google TV).
De qualquer maneira, isso o torna um produto com alto potencial de hackabilidade, que aliás já se confirmou mais cedo do que eu esperava: antes de terminar de escrever esse post, esbarrei nisso aqui.
Bonus: o bichinho, desmontado.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
NEW OLDBOY
Da última vez que ouvi falar de um remake americano do fodássimo Oldboy, havia os nomes de Steven Spielberg e Will Smith.
Nem sabia que o projeto tinha afundado, muito menos que tinha sido ressuscitado por SpikeJohnze Lee, com Josh Brolin e Samuel L. Jackson no elenco.
PARECE que vai ser legal. PARECE.
P.S.:
Na dúvida, remake por remake, ainda fico com esse aqui, ó:
http://www.imdb.com/title/tt0488906
Nem sabia que o projeto tinha afundado, muito menos que tinha sido ressuscitado por Spike
PARECE que vai ser legal. PARECE.
P.S.:
Na dúvida, remake por remake, ainda fico com esse aqui, ó:
http://www.imdb.com/title/tt0488906
quinta-feira, 27 de junho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
CHROMEBOOK: UM MÊS DEPOIS
Há pouco mais de um mês, botei minhas mãos num Chromebook. Como você já deve ter percebido, meu interesse por esses bichos e pelo Chrome OS não é recente.
Eu espero muito de um computador, principalmente dos meus. Faço uso ostensivo de máquinas virtuais e outras ferramentas que são notoriamente vorazes no que diz respeito a recursos computacionais. Sou freelancer, então o notebook com o qual trabalho também é aquele com o qual me divirto.
Como já disse por aqui antes, minha área profissional é Windowscêntrica por natureza. E as coisas estão num ponto em que considero cada vez mais abandonar a falcatrua que uso há anos (virtualizar o Windows dentro de uma distro Linux) e voltar pro dual-boot.
Isto posto, à primeira vista, um Chromebook não seria para mim, certo?
Mais ou menos.
Se minhas necessidades profissionais exigem muito, as minhas necessidades pessoais não exigem quase nada. Como a grande maioria dos mortais hoje em dia, se estou na frente de um computador, sem (e às vezes COM) obrigação, eu passo a maior parte do tempo dentro de um browser. E foi pensando nisso que eu decidi encomendar um Chromebook.
Esse modelo foi trazido por um amigo, que estava vindo dos EUA. Algum tempo antes eu já tinha tentado com outro camarada, que voltou da Alemanha justo na semana que os Chromebooks foram lançados por lá.
O modelo que eu tenho é o Samsung Series 03, mais conhecido apenas como Samsung Chromebook. É esse aqui, ó.
Comprado SEM custo Brasil, na cotação atual, esse modelo não é caro. O que não quer dizer que 500 mangos sejam dinheiro de pinga, pelo menos não para mim.
Sei que há toda uma questão envolvida no fato de se deixar dados pessoais em servidores alheios, fora do nosso controle. Contudo, o fato de saber que não há nada realmente importante armazenado localmente me traz uma certa tranquilidade, que eu não tenho quando estou manuseando meu outro notebook. Além disso, não existem partes móveis no computador. Não há HD para morrer repentinamente (já passei por isso e é muito triste, acreditem em mim). Ele é bem leve. Não há ventoinha. O bichinho é bem silencioso. Meus genitais não são carbonizados quando estou usando ele no colo. E, como o Google insiste em dizer, o bicho é rápido. Bem rápido.
Mouses Wireless funcionam. HUBs USB funcionam. O modo offline dá pra quebrar um galho.
Dadas as características desse modelo, acho que preciso de dois acessórios para completar minha experiência:
> Um adaptador Ethernet (RJ45) <> USB: eu viajo bastante. Além disso, não costumo trabalhar no mesmo local mais do que algumas semanas. E é muito comum eu ter que recorrer a conexões via cabinho azul (é, amigas e amigos, eles ainda existem). Além disso, isso faz parte do meu plano maléfico de TENTAR trabalhar só com esse bichinho.
> Um modem/roteador 3G, daqueles que cabem no bolso, tipo esses aqui: seria o reverso da moeda da situação aí de cima. Se em alguns lugares a internet é só na base do cabo, em outros ela simplesmente não existe. E aí tenho que apelar para a minha boa e velha conexão 0,003g. Mas não é possível (pelo menos com a versão atual do ChromeOS) utilizar um modem USB, o que exige que eu tenha que fazer tethering, que costuma resolver o problema por alguns minutos, mas não é das soluções mais eficientes se eu necessitar ficar conectado por mais de 30 minutos (telefone: EM CHAMAS!).
Em relação ao uso geral, ainda tenho mais algumas observações:
- Perfis de usuário: no Chrome para desktops existe a opção de se adicionar vários perfis, ou seja, é possível manipular várias contas diferentes, cada qual com seus devidos aplicativos, configurações e favoritos. No Chrome OS esse recurso é implementado de uma maneira um pouco diferente, visto que não existem perfis, mas sim usuários, e cada usuário tem que fazer logins separados. Enquanto é possível contornar isso utilizando o modo-pornô, digo, as janelas anônimas, ou então associando outras contas à conta principal, não funciona tão bem quanto na versão desktop, visto que os aplicativos, configurações e favoritos serão sempre os da conta principal.
Eu, por exemplo, tenho que gerenciar três contas de email que, de uma maneira ou de outra estão ligadas ao Google. No meu notebook "normal" isso fica relativamente fácil, pois posso ter três instâncias do Chrome rodando ao mesmo tempo, com três perfis diferentes. Já no Chromebook...
- Com apenas 1 conta configurada, o espaço disponível para armazenamento local é de 9,8 GB, ou seja, o sistema operacional toma em média 6 GB. A medida que mais usuários vão sendo adicionados, o espaço de armazenamento local vai diminuindo. Mas, nesse caso, armazenamento local é o que menos importa, né?
- Movido pelo ímpeto aventureiro, habilitei o dev channel. Só para passar raiva. Alguns serviços, como o Google Drive, simplesmente pararam de funcionar. Para voltar ao stable channel, só há duas opções: ou o usuário aguarda o stable alcançar o a versão atual do dev, ou o usuário terá que fazer um system recovery no dispositivo. Nas circunstâncias nas quais me encontrava, a primeira opção não era viável. Existe uma diferença de dois releases entre o stable e o dev, então eu teria que esperar no mínimo 3 meses até que isso ocorresse. O recovery foi fácil, mas tem alguns macetes. Primeiro, tentei fazer usando um microSD dentro de um adaptador SD. Não funcionou. Depois, usando esse mesmo microSD dentro de um adaptador USB, funcionou.
- Após o system recovery, os apps fixados no iniciador (a barra inferior) também são sincronizados, mas o papel de parede não é. Fiquei sem entender, visto que até o Android sincroniza o papel de parede (desde que a opção seja habilitada pelo usuário).
- Venho considerando cada vez mais meter um Ubuntinho dentro dele. Mas, até agora, a preguiça falou mais alto.
- Até agora, a coisa mais produtiva que fiz com ele foi escrever um roteiro de hq.
- Quando volto a usar meu note normal, sempre perco uns quinze minutos até meu cérebro de dar conta que os gestos que funcionam no trackpad do CB NÃO funcionam neste.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
FINGER FAMILY
Esse singelo vídeo preencheu, COM LOUVOR, todos os quesitos para ter as mais altas classificações no PMT (Padrão Massula de Tosquice).
Boa tarde.
Como desgraça pouca é bobagem, há um UPDATE.
P.S.: Como descobri isso? Minhas filhas ADORAM.
Boa tarde.
Como desgraça pouca é bobagem, há um UPDATE.
P.S.: Como descobri isso? Minhas filhas ADORAM.
THE ASSEMBLY 01
Esses quadrinhos indie comercializados no DriveThru COMICS costumam ser medonhos (no mau sentido), mas alguns tem premissas bem legais. Tipo essa:
THE ASSEMBLY 01
For years, anything that might potentially cause philosophical trouble or emotional unrest for the ordinary people of the world has been kept hidden from them. All manner of monster and malcontent are policed by The Assembly, a globe-spanning organization tasked with keeping the unreal at bay. Lately, they've been busy. With a growing number of incidents and a dwindling number of able bodies, their ranks need bolstering.
(grifo meu)
Menção honrosa pra esse SuperFrankensteinAlienigena aí de baixo:
DISCORD 01
THE ASSEMBLY 01
For years, anything that might potentially cause philosophical trouble or emotional unrest for the ordinary people of the world has been kept hidden from them. All manner of monster and malcontent are policed by The Assembly, a globe-spanning organization tasked with keeping the unreal at bay. Lately, they've been busy. With a growing number of incidents and a dwindling number of able bodies, their ranks need bolstering.
(grifo meu)
Menção honrosa pra esse SuperFrankensteinAlienigena aí de baixo:
DISCORD 01
quinta-feira, 13 de junho de 2013
O CASAMENTO VERMELHO
Mais uma prova de que a idade está me deixando meio bunda-mole (pra não dizer sensível, que isso é bunda-molice demais até pra mim!):
Embora ache o conceito interessante e tenha uma certa curiosidade, não assisto Game of Thrones.
Entretanto, depois tanto ler sobre o tal Casamento Vermelho, vou lá eu procurar na internet a TAL cena com a moça grávida. E eu achei. E me arrependi amargamente de ter visto aquilo. Srpski Film feelings.
Embora ache o conceito interessante e tenha uma certa curiosidade, não assisto Game of Thrones.
Entretanto, depois tanto ler sobre o tal Casamento Vermelho, vou lá eu procurar na internet a TAL cena com a moça grávida. E eu achei. E me arrependi amargamente de ter visto aquilo. Srpski Film feelings.
sábado, 8 de junho de 2013
OS ZUMBIS FILOSÓFICOS DA CIDADE SORRISO
Entreguei ontem um roteiro de hq.
O título é o mesmo do post. Não sei se posso falar mais disso agora (sim, existem NDAs no quadrinho independente brasileiro também, pô!).
Deixei passar várias coisinhas, que foram pegas por uns camaradas que leram e me deram uns toques. Já foram feitas correções. Provavelmente ainda restaram mais algumas arestas a serem aparadas. Ficarei mais esperto da próxima vez.
Fazia tempo que eu não escrevia um, do começo ao fim.
Enfim, foi legal. Não tenho mais aquela gana de escrever quadrinhos, mas quem sabe não sai mais coelho desse mato?
O título é o mesmo do post. Não sei se posso falar mais disso agora (sim, existem NDAs no quadrinho independente brasileiro também, pô!).
Deixei passar várias coisinhas, que foram pegas por uns camaradas que leram e me deram uns toques. Já foram feitas correções. Provavelmente ainda restaram mais algumas arestas a serem aparadas. Ficarei mais esperto da próxima vez.
Fazia tempo que eu não escrevia um, do começo ao fim.
Enfim, foi legal. Não tenho mais aquela gana de escrever quadrinhos, mas quem sabe não sai mais coelho desse mato?
sexta-feira, 7 de junho de 2013
ZEROPC
![]() |
| Inception 2 - um OS rodando um browser dentro de um browser que é um OS. |
Ainda acho meio esquisitos os tais hubs de serviços online que tentam emular um desktop, no sentido tradicional da coisa.
Esses agregadores já estão pipocando por aí há um certo tempo, mas o ZeroPC chamou a minha atenção por dois pequenos detalhes.
Esses agregadores já estão pipocando por aí há um certo tempo, mas o ZeroPC chamou a minha atenção por dois pequenos detalhes.
- O primeiro é a possibilidade de copiar/mover arquivos entre serviços diferentes, de maneira relativamente fácil.
- O segundo é essa dashboardzinha aí de baixo, onde é possível ver um resumo do espaço disponível em cada serviço associado ao ZeroPC.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
INTERNET ARCHIVE
O Internet Archive dispensa apresentações.
Esse documentário fala um pouco sobre o trabalho de preservação da informação, digital e analógica, que eles vem fazendo há anos.
Em inglês.
Internet Archive from Deepspeed media on Vimeo.
Esse documentário fala um pouco sobre o trabalho de preservação da informação, digital e analógica, que eles vem fazendo há anos.
Em inglês.
Internet Archive from Deepspeed media on Vimeo.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
HABEMUS CHROMEBOOK
O bichinho chegou hoje. Um amigo que voltou dos istazunís trouxe pra mim.
No caso, um Samsung Chromebook Series 03 (nome científico: XE303C12). É, aquele com processador ARM, for everyone. Se liga:
https://www.google.com/intl/en/chrome/devices/chromebooks.html#ss-cb
Ainda estou conhecendo a parada, então, por enquanto, não há muito a dizer. Abaixo, algumas observações esparsas:
- O bluetooth funcionou com um teclado Nokia SU-8W, mas se recusa a encontrar meu mouse.
- Nada de malandragem com o 3G. O meu é um modelo Wi-Fi, então, apesar de haver um slot para um cartão SIM, ele está selado com uma borracha que aparenta ter sido colada lá dentro. Também testei um modem 3G (um ZTE MF-100 da VIVO), e ele também não foi reconhecido pelo sistema. Pelo sim, pelo não, testei o comando modem_set_carrier através do crosh. Obviamente, não deu certo. Pesquisarei mais. Afinal, sou brasileiro e não desisto nunca!
- Aliás, falando em Brasil, é impressão minha ou, fora poucas resenhas sobre alguns Cr-48 emprestados pelo Google que pipocaram anos atrás, comentários/relatos em pt-BR sobre esses equipamentos são praticamente inexistentes? Entendo que Chromebooks não são oficialmente vendidos por aqui, mas esse tipo de coisa nunca foi impedimento na hora de trazer o último iPhone ou qualquer outra traquitana da vez. Acho que essa tecnologia não fez muito a cabeça do consumidor brasileiro. Daí a demora do Google em aparecer com esses aparelhos por aqui.
- Reconheceu diversos tipos de unidades de armazenamento USB, inclusive com adaptadores.
- Um aparelho que tem um comercial (antigo, eu sei) com Slayer na trilha sonora merece todo o meu respeito.
Por enquanto é só.
No caso, um Samsung Chromebook Series 03 (nome científico: XE303C12). É, aquele com processador ARM, for everyone. Se liga:
https://www.google.com/intl/en/chrome/devices/chromebooks.html#ss-cb
Ainda estou conhecendo a parada, então, por enquanto, não há muito a dizer. Abaixo, algumas observações esparsas:
- O bluetooth funcionou com um teclado Nokia SU-8W, mas se recusa a encontrar meu mouse.
- Nada de malandragem com o 3G. O meu é um modelo Wi-Fi, então, apesar de haver um slot para um cartão SIM, ele está selado com uma borracha que aparenta ter sido colada lá dentro. Também testei um modem 3G (um ZTE MF-100 da VIVO), e ele também não foi reconhecido pelo sistema. Pelo sim, pelo não, testei o comando modem_set_carrier através do crosh. Obviamente, não deu certo. Pesquisarei mais. Afinal, sou brasileiro e não desisto nunca!
- Aliás, falando em Brasil, é impressão minha ou, fora poucas resenhas sobre alguns Cr-48 emprestados pelo Google que pipocaram anos atrás, comentários/relatos em pt-BR sobre esses equipamentos são praticamente inexistentes? Entendo que Chromebooks não são oficialmente vendidos por aqui, mas esse tipo de coisa nunca foi impedimento na hora de trazer o último iPhone ou qualquer outra traquitana da vez. Acho que essa tecnologia não fez muito a cabeça do consumidor brasileiro. Daí a demora do Google em aparecer com esses aparelhos por aqui.
- Reconheceu diversos tipos de unidades de armazenamento USB, inclusive com adaptadores.
- Um aparelho que tem um comercial (antigo, eu sei) com Slayer na trilha sonora merece todo o meu respeito.
Por enquanto é só.
domingo, 12 de maio de 2013
ADEUS, GOOGLE READER. FOI BOM ENQUANTO DUROU...
Eu fui um dos que demorou um pouco a "acreditar" no Google Reader. Só deixei minha conta no Bloglines porque o serviço ficou muito bugado. Na época a interface do GR era terrível. Mas quando me acostumei, não larguei mais.
E por isso me considero uma das viúvas da "nuance social" do GR, que foi descontinuada em favor do Google+.
Não me lembro se compartilhei por aí esse post do Buzzfeed que tava perdido no meu Pocket* . Na época achei o texto conveniente.
Quando recebi a notícia de que o serviço seria totalmente descontinuado em Julho próximo, também senti uma pontadinha de tristeza. Mas eu meio que esperava.
Em relação a outros produtos do Google, o Reader estava cada vez mais segregado. Não recebia atualizações. Tempos atrás também notei que habilitaram uma opção "importar do Google Reader" (ou algo que o valha) o leitor de feeds que fica dentro da dashboard do Blogger (Lista de leitura).
Enfim, vai acabar, então vou ter que conseguir outra maneira de juntar as atualizações dos sites/blogs que gosto de ler.
Uma coisa que só notei depois da notícia foi que eu acessava o Reader cada vez mais pelo celular e cada vez menos pela interface Web. O Android app do Reader é extremamente leve e funcional.
Então, quando optei por um sucessor, um dos principais critérios foi que o app/serviço/programa/whatever tivesse uma versão mobile.
Por enquanto, estou dividindo meus esforços entre o Feedly e o Pulse. No primeiro, importei meus feeds do Reader como estão (depois de última limpa, 163 feeds). Está servindo como um backup.
No segundo, eu estou tentando fazer uma experiência. Como em quase todo leitor de feeds que se preze, no Pulse é possível dividir sua coleção de feeds em pastas/guias/grupos/whatever. Mas uma limitação faz com que seja possível aninhar no máximo 12 feeds em cada uma dessas divisões. A princípio, também importei meus feeds do GReader, mas fui, aos poucos, deletando quase tudo até que sobrassem apenas 12, ou seja, apenas uma guia.
Então, por enquanto, o Pulse é minha primeira parada (e, dependendo do meu humor no dia, a única ) quando estou à procura de coisas novas. Se eu não me sacio, vou pro Feedly.
Adeus, Google Reader. Foi bom enquanto durou.
P.S.: A próxima vítima? Em minha humilde opinião, Blogger.
*pun intended
E por isso me considero uma das viúvas da "nuance social" do GR, que foi descontinuada em favor do Google+.
Não me lembro se compartilhei por aí esse post do Buzzfeed que tava perdido no meu Pocket* . Na época achei o texto conveniente.
Quando recebi a notícia de que o serviço seria totalmente descontinuado em Julho próximo, também senti uma pontadinha de tristeza. Mas eu meio que esperava.
Em relação a outros produtos do Google, o Reader estava cada vez mais segregado. Não recebia atualizações. Tempos atrás também notei que habilitaram uma opção "importar do Google Reader" (ou algo que o valha) o leitor de feeds que fica dentro da dashboard do Blogger (Lista de leitura).
Enfim, vai acabar, então vou ter que conseguir outra maneira de juntar as atualizações dos sites/blogs que gosto de ler.
Uma coisa que só notei depois da notícia foi que eu acessava o Reader cada vez mais pelo celular e cada vez menos pela interface Web. O Android app do Reader é extremamente leve e funcional.
Então, quando optei por um sucessor, um dos principais critérios foi que o app/serviço/programa/whatever tivesse uma versão mobile.
Por enquanto, estou dividindo meus esforços entre o Feedly e o Pulse. No primeiro, importei meus feeds do Reader como estão (depois de última limpa, 163 feeds). Está servindo como um backup.
No segundo, eu estou tentando fazer uma experiência. Como em quase todo leitor de feeds que se preze, no Pulse é possível dividir sua coleção de feeds em pastas/guias/grupos/whatever. Mas uma limitação faz com que seja possível aninhar no máximo 12 feeds em cada uma dessas divisões. A princípio, também importei meus feeds do GReader, mas fui, aos poucos, deletando quase tudo até que sobrassem apenas 12, ou seja, apenas uma guia.
Então, por enquanto, o Pulse é minha primeira parada (e, dependendo do meu humor no dia, a única ) quando estou à procura de coisas novas. Se eu não me sacio, vou pro Feedly.
Adeus, Google Reader. Foi bom enquanto durou.
P.S.: A próxima vítima? Em minha humilde opinião, Blogger.
*pun intended
CARACTERÍSTICAS DO PSICOPATA CORPORATIVO
A palavra psicopata, embora muitos não saibam, não representa necessariamente violência ou outras coisas ruins. Para a psicologia, psicopatia nada mais é que um conjunto distinto de características de personalidade e pode ser comumente encontrada nas pessoas, que apresentam frieza, ausência de medo, são charmosas, persuasivas e narcisistas, e normalmente não são simpáticas.
Por mais que a autora do artigo se esforce para explicar que não devemos confundir alhos com bugalhos, ainda me incomoda muito ler esse tipo de coisa.
E, só para refrescar sua memória: ó.
Por mais que a autora do artigo se esforce para explicar que não devemos confundir alhos com bugalhos, ainda me incomoda muito ler esse tipo de coisa.
E, só para refrescar sua memória: ó.
domingo, 5 de maio de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
SE NÃO QUEBROU, NÃO CONSERTE
Ou ainda:
UMA EMPRESA É GERIDA USANDO UM COMPUTADOR FABRICADO EM 1948!!!!1!!!!1!!! THIS IS SPARTAAAAA!!!!!
Ok.
Cheguei nessa reportagem através de um link que o Ernesto Nakamura postou lá no Facebook. Se o inglês não for problema, leia, porque é muito interessante.
Abaixo, dois trechos:
"These legacy systems are integrated into multibillion dollar systems as control or test systems," Jones says. Replacing these old systems with modern machines, she explains, would cost millions of dollars and could potentially disrupt national security.
The biggest problem with maintaining such ancient computer systems is that the original technicians who knew how to configure and maintain them have long since retired or passed away, so no one is left with the knowledge required to fix them if they break.
Achei legal, já que recentemente perdi uma semana tentando ressuscitar um notebook de 2005, por causa de uma porta serial. Os adaptadores serial-usb que existem por aí estão ficando cada vez melhores. Mas, acreditem, alguns equipamentos industriais mais antigos se recusam a funcionar com este ou qualquer outro tipo de conversor.
O problema é o HD, que está cheio de badblocks. Custei a encontrar um outro compatível (IDE 1, que já não é fabricado há muito tempo). Achei um usado, paguei os olhos da cara. Aí na hora de formatar o bicho, descobri que havia algum defeito no drive de CDs que me impedia de bootar com o CD do Windows XP. Então tive mais um trabalho do inferno para fazer um pendrive bootável. Que não funcionou. Então desisti do Windows e parti para a instalação do Lubuntu, que me permitiria virtualizar um XP com configurações bem modestas, mas funcionais. Então, no meio do processo, o monitor resolver me dar adeus.
Fiquei muito fulo, e acabei desistindo da empreitada. A contragosto tive que devolver o HD, que não ia me servir para mais nada (mas já foi vendido, se você quer mesmo saber).
O problema que tínhamos acabou sendo resolvido de outro jeito, mas isso me fez pensar como setores críticos da sociedade são dependentes de tecnologias que já morreram ou que estão com um pé na cova.
A automação industrial é um bom exemplo disso: boa parte dos sistemas são exclusivamente WindowsXPcêntricos. Em pleno 2013, ainda são fabricados equipamentos que só funcionam ou que só podem ser acessados através de programas que rodam no XP. Nada de Vista, nada de 7 e Windows 8 então, nem pensar!
Aliás, a minha "workstation" é uma máquina virtual do XP.
O problema não é usar tecnologias antigas, porém estáveis. O problema é utilizar tecnologias que pertencem a empresas/grupos que não tem interesse em manter aquilo funcionando por muito tempo. A tal obsolescência programada. Ano que vem a Microsoft mata de vez qualquer tipo de suporte e atualizações de segurança do XP.
Para equipamentos que trabalham isolados, isso não representa um grande problema. Mas com a integração cada vez maior do "chão de fábrica" com níveis mais altos das redes corporativas, e as vezes até com a própria internet, esse abandono por parte da nave mãe pode sim representar um risco à segurança dos equipamentos e, principalmente, das pessoas que trabalham perto deles.
Isso também me fez pensar sobre alguns velhos hábitos que vão ficando com a gente à medida que envelhecemos. Eu só consigo fazer cálculos que vão me tomar mais de dois minutos na minha velha HP 48G, que já está quase nos vinte anos.
Como diz a canção, "panela velha é que faz comida boa"! :)
UMA EMPRESA É GERIDA USANDO UM COMPUTADOR FABRICADO EM 1948!!!!1!!!!1!!! THIS IS SPARTAAAAA!!!!!
Ok.
Cheguei nessa reportagem através de um link que o Ernesto Nakamura postou lá no Facebook. Se o inglês não for problema, leia, porque é muito interessante.
Abaixo, dois trechos:
"These legacy systems are integrated into multibillion dollar systems as control or test systems," Jones says. Replacing these old systems with modern machines, she explains, would cost millions of dollars and could potentially disrupt national security.
The biggest problem with maintaining such ancient computer systems is that the original technicians who knew how to configure and maintain them have long since retired or passed away, so no one is left with the knowledge required to fix them if they break.
Achei legal, já que recentemente perdi uma semana tentando ressuscitar um notebook de 2005, por causa de uma porta serial. Os adaptadores serial-usb que existem por aí estão ficando cada vez melhores. Mas, acreditem, alguns equipamentos industriais mais antigos se recusam a funcionar com este ou qualquer outro tipo de conversor.
O problema é o HD, que está cheio de badblocks. Custei a encontrar um outro compatível (IDE 1, que já não é fabricado há muito tempo). Achei um usado, paguei os olhos da cara. Aí na hora de formatar o bicho, descobri que havia algum defeito no drive de CDs que me impedia de bootar com o CD do Windows XP. Então tive mais um trabalho do inferno para fazer um pendrive bootável. Que não funcionou. Então desisti do Windows e parti para a instalação do Lubuntu, que me permitiria virtualizar um XP com configurações bem modestas, mas funcionais. Então, no meio do processo, o monitor resolver me dar adeus.
Fiquei muito fulo, e acabei desistindo da empreitada. A contragosto tive que devolver o HD, que não ia me servir para mais nada (mas já foi vendido, se você quer mesmo saber).
O problema que tínhamos acabou sendo resolvido de outro jeito, mas isso me fez pensar como setores críticos da sociedade são dependentes de tecnologias que já morreram ou que estão com um pé na cova.
A automação industrial é um bom exemplo disso: boa parte dos sistemas são exclusivamente WindowsXPcêntricos. Em pleno 2013, ainda são fabricados equipamentos que só funcionam ou que só podem ser acessados através de programas que rodam no XP. Nada de Vista, nada de 7 e Windows 8 então, nem pensar!
Aliás, a minha "workstation" é uma máquina virtual do XP.
O problema não é usar tecnologias antigas, porém estáveis. O problema é utilizar tecnologias que pertencem a empresas/grupos que não tem interesse em manter aquilo funcionando por muito tempo. A tal obsolescência programada. Ano que vem a Microsoft mata de vez qualquer tipo de suporte e atualizações de segurança do XP.
Para equipamentos que trabalham isolados, isso não representa um grande problema. Mas com a integração cada vez maior do "chão de fábrica" com níveis mais altos das redes corporativas, e as vezes até com a própria internet, esse abandono por parte da nave mãe pode sim representar um risco à segurança dos equipamentos e, principalmente, das pessoas que trabalham perto deles.
Isso também me fez pensar sobre alguns velhos hábitos que vão ficando com a gente à medida que envelhecemos. Eu só consigo fazer cálculos que vão me tomar mais de dois minutos na minha velha HP 48G, que já está quase nos vinte anos.
Como diz a canção, "panela velha é que faz comida boa"! :)
quarta-feira, 24 de abril de 2013
THE PRIVATE EYE
Já tava sabendo de THE PRIVATE EYE, nova hq do BKV e do Marcos Martín.
O que eu NÃO tava sabendo é que também ia teria versão traduzida para o bom e velho pt-BR, trabalho feito por Érico Assis e Fabiano Denardin, já conhecidos pelos leitores de quadrinhos brasileiros.
O engraçado é que fiquei sabendo desse detalhe pelo Zé Wellington, através do Facebook. E só baixei a versão traduzida pela curiosidade de saber quem tinha traduzido. E pouco depois de baixá-la, fico sabendo da notícia pela falanges do próprio Érico, através de uma mensagem na EuroQuadrinhos.
(Tudo bem, sei que sua vida não vai mudar por causa disso)
A hq é interessante, e o título é bem pertinente. A arte de Marcos também é bacana e instiga a visão. Depois que digerir tudo, talvez eu me arrisque a fazer uma resenha.
Resumo da ópera. Li, gostei, e pagarei.
P.S.: como a hq foi pensada para ser lida em dispositivos eletrônicos, o formato das páginas é horizontal (ou paisagem, se você preferir). E isso faz com que a leitura em tablets de 7 polegadas seja tolerável, o que para mim é um bom sinal.
O que eu NÃO tava sabendo é que também ia teria versão traduzida para o bom e velho pt-BR, trabalho feito por Érico Assis e Fabiano Denardin, já conhecidos pelos leitores de quadrinhos brasileiros.
O engraçado é que fiquei sabendo desse detalhe pelo Zé Wellington, através do Facebook. E só baixei a versão traduzida pela curiosidade de saber quem tinha traduzido. E pouco depois de baixá-la, fico sabendo da notícia pela falanges do próprio Érico, através de uma mensagem na EuroQuadrinhos.
(Tudo bem, sei que sua vida não vai mudar por causa disso)
A hq é interessante, e o título é bem pertinente. A arte de Marcos também é bacana e instiga a visão. Depois que digerir tudo, talvez eu me arrisque a fazer uma resenha.
Resumo da ópera. Li, gostei, e pagarei.
P.S.: como a hq foi pensada para ser lida em dispositivos eletrônicos, o formato das páginas é horizontal (ou paisagem, se você preferir). E isso faz com que a leitura em tablets de 7 polegadas seja tolerável, o que para mim é um bom sinal.
domingo, 21 de abril de 2013
LIFEHACKER: HOW I WORK
Foi só dia desses que me dei conta da nova série do Lifehacker, How I Work. A princípio pode lembrar iniciativas mais antigas, como o usesthis.com, mas se o último se concentra no que as pessoas usam, o foco da série do Lifehacker é o que as pessoas fazem.
De modo geral, isso muito me interessa, e eu posso ficar lendo esse tipo de coisa pelo resto da minha vida.
Até agora as entrevistas que gostei mais foram as do J.G. Quintel, criador de Apenas um Show, Cory Doctorow, e Ryan North, quadrinista que escreve os roteiros da versão quadrinizada de Hora de Aventura em formato .txt, usando um editor de textos, como todo roteirista MUITO MACHO* deveria fazer, aliás.
*Às Patrulhas Politicamente Corretas da Rede Mundial de Computadores: a macheza, no caso, refere-se a um estado de espírito, e não à posse/predileção/ojeriza por pipis e/ou pererecas, certo?
De modo geral, isso muito me interessa, e eu posso ficar lendo esse tipo de coisa pelo resto da minha vida.
Até agora as entrevistas que gostei mais foram as do J.G. Quintel, criador de Apenas um Show, Cory Doctorow, e Ryan North, quadrinista que escreve os roteiros da versão quadrinizada de Hora de Aventura em formato .txt, usando um editor de textos, como todo roteirista MUITO MACHO* deveria fazer, aliás.
*Às Patrulhas Politicamente Corretas da Rede Mundial de Computadores: a macheza, no caso, refere-se a um estado de espírito, e não à posse/predileção/ojeriza por pipis e/ou pererecas, certo?
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