Fiquei realmente curioso para saber como vão relacionar uma coisa à outra nessa palestra. Tenho cá minha suspeitas. Mas só o título já vale a pena.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
TEM QUE TUITAR
PALAVRA DO DIA
Aulete Digital – Palavra do dia: A palavra é sua!
Essa semana homenageamos o dia do bombeiro brasileiro: 02/07.
Tema da semana: Bombeiros.
TUITAR
Se alguém dissesse que uma das principais funções dos bombeiros é tuitar, certamente causaria sensação de espanto em muitas pessoas. Quando ocorre algum acidente, seja causado pelo homem ou natural, chama-se o bombeiro para resgatar e ajudar as vítimas. Nesse sentido, o bombeiro tem sim a função de tuitar essas pessoas. Certamente a função do bombeiro não é fazer postagens na rede social twitter. Do latim tuitos, o verbo tuitar é sinônimo de 'defender', 'proteger'.
>> Definição do iDicionário Aulete: v. tr. || defender; proteger. F. lat. Tuitus.
http://aulete.uol.com.br
Nota: o mais legal nessa história é que a palavra ainda NÃO consta na versão mobile do site do Aulete.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
STORYTOUCH: SOFTWARE BRASILEIRO PARA CRIAÇÃO DE ROTEIROS
O StoryTouch é comercializado em quatro versões: Básico, Analista, Escritor e Top, cujos preços vão do gratuito mediante cadastro (Básico) até 450,00 R$ (Top). Evidentemente, quanto mais cara a versão, de mais recursos ela dispõe. Aqui há uma tabela comparando todas as versões.
Baixei o Básico, instalei em uma máquina virtual (Windows 7 Ultimate, 32 bits, Java 6 Update 25), importei um roteiro meu de aproximadamente 90 páginas e comecei a brincar com o bichinho. Ainda é cedo para dar meu parecer final (como se isso importasse...), entretanto, seguem abaixo minhas primeiras impressões. Notem que elas são baseadas na versão básica do programa, então posso estar perdendo alguma coisa. Notem também que meus testes foram feitos em cima de um roteiro que já está pronto. Ainda não criei nada no software.
Aparentemente, além do formato próprio - o .stx - o software só trabalha com arquivos .txt. Não que isso seja demérito, muito pelo contrário (cê já leu a epígrafe desse blog?). Mas, acho que seria apropriado o opção de se exportar o roteiro no formato .pdf, que - pelo menos por enquanto - é a melhor opção quanto o assunto é a distribuição de documentos com formatação pesada. É possível contornar isso através de programas que "imprimem" os documentos em .pdf, mas acredito que nesse ponto muita gente vá se atrapalhar. Uma solução nativa talvez fosse mais adequada.
Durante a importação do meu roteiro - um arquivo .txt gerado pelo Celtx - houve um pequeno problema: o StoryTouch não reconheceu a codificação UTF-8 do arquivo. Por causa disso, os caracteres acentuados foram substituídos por outros. Para resolver, tive que alterar a codificação do arquivo .txt para ISO-8859-2, que é o padrão do Windows e reimportar o roteiro.
Particularmente, achei a interface padrão meio poluída, e acredito que num primeiro momento os painéis laterais vão mais atrapalhar do que ajudar. Até acho interessante determinados tipos de estatísticas, como a proporção entre diálogo e ação no texto, a quantidade de cenas diurnas e noturnas e a quantidade de diálogos de cada personagem. Mas meu interesse para por aí. De qualquer maneira, pode ser que esse amontoado de informações na tela sejam mais interessantes a um profissional do que a um diletante, como eu.
Um aparte: por mais paradoxal que possa parecer, o esquema me lembrou um outro software que me deixou muitas saudades, o finado Sophocles.
O StoryTouch é mais do que um formatador de roteiros, mas por enquanto, me concentrei no Editor. Gostei do que vi. O editor é fluído, tem o autocompletar de praxe e trabalha bem com o lendário combo TAB + ENTER.
No pouco tempo que utilizei o programa, houve três crashes. O primeiro foi quanto tentei imprimir um .pdf, através do PDFRedirect. Pode ser que o PDFRedirect tenha seu quinhão de culpa nisso, mas ele funciona bem com todos os outros programas que tenho instalados nessa MV.
O segundo foi quando tentei colorir uma palavra aleatória no texto. Nesse caso, fechei o arquivo, reabri, colori o texto e o programa funcionou normalmente. Fiz o teste em outro arquivo e tudo funcionou normalmente.
E o terceiro foi quando tentei inserir uma cena logo no início do arquivo. Até apareceu um relatório de erro, mas eu tentei enviá-lo e não consegui.
Bugs existem em qualquer programa, e o software foi lançado essa semana, então acredito que as correções devem vir na sequência do feedback dos usuários.
Do ponto de vista técnico, achei que algumas das escolhas que a equipe de desenvolvimento do StoryTouch fez foram muito felizes.
A primeira é em relação ao formato deles, o .stx. O arquivo nada mais é do que um .xml renomeado. Isso significa que é possível extrair as informações do arquivo mesmo sem o StoryTouch. Sim, daria um certo trabalho manual, mas é bom saber que essa opção existe.
Além disso, o programa foi escrito em Java. Embora esse não seja o meu runtime favorito, ele é bem disseminado e consolidado nas três principais plataformas desktop (e, guardadas as devidas proporções, em algumas plataformas mobile), e isso vai facilitar o trabalho de portar o programa para outras plataformas, caso surja a necessidade no futuro.
Presumo, pelo site e por alguns elementos da interface, que o software também estará sendo disponibilizado em inglês.
Noves fora, é sempre bom ver que tem gente interessado no aspecto braçal/técnico da escrita, e mesmo que eu não esteja escrevendo muita ficção ultimamente, vou acompanhar de perto o desenvolvimento dessa ferramenta.
Parabéns ao Paulo e sua equipe.
O site, muito bem organizado por sinal, tem mais um porrilhão de vídeo-tutoriais, um manual e dois arquivos de exemplo. Informação é o que não falta.
http://www.storytouch.com.br
terça-feira, 14 de junho de 2011
MINDFUCK DO DIA: LUVAS!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Wii U
Prevejo isso sendo integrado ao (3)DS(i) ou aos seus descendentes.
Só fiquei curioso em relação à ergonomia desse novo controle.
Ano que vem, nas prateleiras.
MOVIMENTOS PRODUZIDOS POR COMPUTADOR
Eu (34 anos, mas com corpinho de 19): mas, na propaganda ele não se movimenta sozinho?
Ele (7 anos, sem titubear): movimentos produzidos por computador.
Dou por encerrada a conversa.
terça-feira, 7 de junho de 2011
A MALDADE ESTÁ NOS OLHOS DE QUEM VÊ
No caso, são os meus olhos. Entretanto, a mim, uma Gatling como "símbolo fálico" do Hal Jordan diz muito sobre o atual estado dos comics mainstream.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
BUILDING "WINDOWS 8" - VIDEO #1
Aparentemente é só uma "casca", e muita coisa vai continuar como está. Fiquei curioso para saber a reação dos usuários.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
DEATH METAL FRIDAY
terça-feira, 31 de maio de 2011
IS TROPICAL | THE GREEKS
quinta-feira, 19 de maio de 2011
FLASH NA MARVEL
Parabéns a todos os que xingaram muito no Twitter. #rialto agora.
P.S.: antes tarde do que nunca.
SPACE BLOOKS 2011
E o evento tem curadoria de Octavio Aragão, que é deus em seu próprio universo.
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space blooks 2011
A ficção científica em órbita no Rio
Escritor e roteirista britânico Rob Shearman (Doctor Who) é um dos destaques dos bate-papos que reúnem fãs do sci-fi, de 30/05 a 1/06 na Blooks Livraria
Evento único no Rio de Janeiro que discute ficção científica e suas conexões com a TV, o cinema e outras mídias, o Space Blooks invade, de novo, um dos lugares mais plurais da cidade: a Blooks Livraria.
Com curadoria de Octavio Aragão, doutor em Artes Visuais (UFRJ) e professor da Escola de Comunicação da UFRJ, a segunda edição do encontro traz a cidade, de novo, para o centro do universo de alienígenas, mundos paralelos e fenômenos inexplicáveis que conquista uma crescente legião de fãs.
Este ano, o Space Blooks ganhou mais uma noite e um convidado internacional: Rob Shearman, escritor britânico vencedor do World Fantasy Awards, finalista do prestigiado prêmio Hugo, e um dos roteiristas da série cult britânica Doctor Who.
“A maior parte dos seriados tem seu pé bem plantado em conceitos de Sci-Fi, vide os fenômenos Lost, Heroes, Fringe e The 4400. Mais do que o cinema, a TV é hoje o principal veículo pelo qual a ficção científica chega ao consumidor, formatando gostos e visões de futuro. Ter um roteirista do gênero e escritor premiado falando sobre seu processo de trabalho na TV inglesa será um presente para todos nós”, comemora Octavio Aragão.
A programação, claro, tem prata da casa: Lúcio Manfredi, de Dom Casmurro e Os Discos Voadores (Leya), e Pedro Vieira, de Memórias Desmortas de Brás Cubas (Tara Editorial) - autores de mashups que ousaram lançar mão de obras do “bruxo do Cosme Velho” em romances polêmicos, que mexeram com o panorama literário no final do ano passado.
Além deles, Gérson Lodi-Ribeiro faz a noite de autógrafos do seu A Guardiã da Memória (Draco), no terceiro e último dia do evento. A Draco aproveita e lança, também, Space Opera, antologia com textos de diversos autores brasileiros sobre naves espaciais, alienígenas e armas futuristas.
PROGRAMAÇÃO/SERVIÇO
30/05: “Mashup de Assis” – Lúcio Manfredi, autor de Dom Casmurro e Os Discos Voadores (Leya), e Pedro Vieira, de Memórias Desmortas de Brás Cubas (Tara Editorial).
31/05: “Ficção Científica na TV” – Robert Shearman, escritor britânico vencedor do World Fantasy Awards, finalista do prestigiado prêmio Hugo e um dos roteiristas da série cult britânica Doctor Who.
01/06: Lançamentos - A Guardiã da Memória, romance de Gérson Lodi-Ribeiro, e Space Opera, antologia de autores brasileiros: ambos da Editora Draco.
space blooks 2011
Data: 30 e 31/05 e 01/06, às 19h.
Local: Blooks Livraria – Praia de Botafogo 316, Botafogo (Unibanco Arteplex) - (21) 2559-8776 / Grátis.
blooks.com.br - diariamente, durante todo o mês de maio, posts especiais sobre Sci-Fi. Às sextas-feiras, filmes.
facebook.com/blookslivraria & twitter.com/Blooks - para curtir e acompanhar.
Realização: Blooks Livraria
Curadoria: Octavio Aragão
Assessoria de Imprensa: Jaciara Rodrigues - (21) 8121-2474 :: rjaciara@uol.com.br
domingo, 15 de maio de 2011
A LEGITIMATE POINT OF VIEW
Jaron Lanier[1], YOU ARE NOT A GADGET[2] (que tem edição nacional[3])
[1] - http://jaronlanier.com/
[2] - http://jaronlanier.com/gadgetwebresources.html
[3] - http://www.editorasaraiva.com.br/obrasDetalhes.aspx?arg=722817
segunda-feira, 9 de maio de 2011
GAIMAN
Sei da sua importância para os quadrinhos, e isso não entra na discussão. E curto muito o trabalho do Gaiman escritor. Mesmo.
Contudo, às vezes, me parecia que ele não pensava nos quadrinhos da mesma forma que alguns de seus compatriotas da chamada invasão inglesa.
Me parecia que ele não pensava nos quadrinhos como uma forma distinta, e sim como, sei lá, um subproduto da literatura.
Quando falamos em Sandman, quais nomes lhe vêm à cabeça? Sim, Gaiman. Dependendo do seu gosto, pode ser que Dave MacKean venha no pacote. Mas alguém aí se lembra de Sam Kieth, Mike Dringenberg, Malcolm Jones III, Kelley Jones, Jill Thompson, Marc Hempel, Michael Zulli e Charles Vess (sim, roubei essa lista na Wikipedia) e sei lá mais quantos desenhistas passaram pelas páginas do título? Ok, você não se lembra. E algum amigo seu, se lembra? Tem algum momento memorável pra comentar? Não, né?
Ok, você pode me dizer que Gaiman e MacKean forams as únicas constantes no título. Cê tem razão, em parte.
Mas o ponto onde quero chegar é que, no caso de Sandman (e em outros títulos que serviram de embrião para a Vertigo), a arte servia de "escada" para o texto, que, em muitos trechos, se sustentava sozinho. E numa história em quadrinhos, isso tá muito errado.
Enfim, esse preâmbulo todo é para dizer que, relendo o primeiro roteiro o título Miracleman (sobre o qual falei já aqui), fiquei surpreso com um Gaiman preocupado - às vezes até demais - com a Página, e não apenas com o texto.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
MOBILE
Há tempos habilitei a visualização mobile em meu blog, entretanto a mesma nunca funcionou. Ou, pelo menos, era o que eu pensava.
Até então, meu único dispositivo para testes era um Nokia E63, com o browser indigente (mas limpinho) da Nokia, o Opera Mini e o Opera Mobile instalados. Em nenhum dos três, este humilde blog era exibido em seu esplendor móvel.
Por algum tempo achei que o problema fosse o meu template, mas agora que tenho outro dispositivo em mãos (um Galaxy Tab rodando Android 2.2), descobri que não é bem isso.
O browser sem nome do Froyo abriu o blog em modo mobile. O Dolphin Mini também. O Dolphin HD, com o useragent configurado para Android e depois para iPhone, idem. O Skyfire, com o useragent Android, também.
Já os Operas e o Firefox para Android (AKA Fennec) exibiram o blog em modo desktop. No caso do Firefox, pode ser que haja algum tweak para isso. Fucei no about:config e não encontrei nenhuma opção.
O que me surpreende é o fato do Opera Mini não exibir o blog em modo mobile, visto que ele costuma exibir TODO O RESTANTE DA INTERNET dessa maneira. Mas aí acho que o problema é do lado do Blogger, e não do Opera.
Aliás, a quem interessar possa:
http://urobouro.blogspot.com/?m=1
quinta-feira, 28 de abril de 2011
MAXIMUM THE HORMONE
quarta-feira, 6 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
O PROBLEMA É A PÁGINA 8
Ano passado eu e o Luciano Leal[1] voltamos a falar sobre a possibilidade de produzir alguma hq juntos.
Entre uma idéia e outra, achamos melhor retomar um projeto (bem) antigo [2], SÍNDROME DE CASSANDRA, nada mais do que uma transposição da lenda de Cassandra para os dias de hoje. A história não tinha muitas pretensões, mas na época em que foi concebida, eu queria pirar um pouco em cima, deixar o esquema aristotélico meio de lado e tal.
Até então, existiam algumas páginas escritas e um punhado de notas.
Como os últimos meses não tem sido exatamente um mar de rosas, e como meus músculos ficcionais andam meio atrofiados, estou cozinhando esse roteiro por mais tempo do que deveria.
Entretanto, já que ainda terei algum tempo livre pela frente (devido a uma cirurgia feita no fim do mês passado), decidi que era hora de botar um ponto final nisso, e acabei de redigir a bagaça.
Embora nem sempre faça isso, prefiro fazer a revisão final no papel. Ajuda a manter o foco, o que acaba se traduzindo numa facilidade quase sobrenatural para encontrar erros de digitação e outras impurezas (é claro que não vou admitir, nem sob tortura, que a tela do computador é um portal para a dispersão infinita).
Na encarnação atual, SÍNDROME tem 16 páginas. Originalmente seriam 24. Resolvi cortar 1/3 do roteiro por vários motivos.
Um deles é a 1º lei da exequibilidade quadrinística brasileira: quanto menor o número de páginas do seu roteiro, maior a probabilidade dele ser desenhado completamente.
Isso, aliás, me lembra um ensaio escrito a quatro mãos por A. Moraes[3] e Jean Okada[4] - roteirista e desenhista, respectivamente (se é que você realmente não sabe disso) - onde ambos argumentam que, se os quadrinhos nacionais têm alguma particularidade, está é a conscisão.
Enfim, a história acabou ficando mais "redonda" do que o previsto, mas ainda havia algo que me incomodava, e hoje acabei identificando o motivo: a bendita página 8. Ela é muito importante, mas do jeito que está, não funciona e quebra o ritmo da narrativa. E, convenhamos, tá mal escrita mesmo. Reescrever necessário será.
P.S.: e já que estamos falando de HQ, parabenizo mais uma vez[5] meus camaradas Diego Aguiar[6] e Antonio Eder[7], finalistas no concurso da Editora Barba Negra[8] com seu projeto A VOLTA DO UMBIGO. Li o material e daria gosto ver essa HQ impressa e publicada.
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[1] avidaimitaodesenho.blogspot.com
[2] urobouro.blogspot.com/2005/04/hoje-estamos-eu-e-o-poodle-satnico-com.html
[3] amoraes.wordpress.com
[4] jean-okada.blogspot.com
[5] twitter.com/massula/status/55056016198483968
[6] passarosartificiais.blogspot.com
[7] antonioeder.blogspot.com
[8] editorabarbanegra.com.br/2011/04/04/finalistas-premio-barba-negra-e-rio-comicon/
[9] http://amoraes.wordpress.com/2011/04/13/idioma-nacional/
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Enviado do meu "cerular"


