Homem mata e come sem-teto na Áustria
Man loses top of his head in brain operation
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
LIVRO SOBRE ROTEIROS DE HQ - A CONVOCAÇÃO
Sem rodeios e vamos lá!
A IDÉIA
Publicar um livro em formato eletrônico (.pdf, provavelmente), de distribuição GRATUITA, seguindo a permissão CREATIVE COMMONS (http://www.creativecommons.org.br), que reúna trechos de roteiros de hq, com comentários dos respectivos autores. Algo nos moldes dos livros Writers on Comic Scriptwriting ou Panel One/Two.
Obviamente, não haverá qualquer tipo de pagamento pelo material.
QUEM PODE PARTICIPAR?
Qualquer um que já tenha escrito um roteiro de hq, tenha sido ele desenhado ou não.
SOBRE O ENVIO DO MATERIAL
O material enviado pelos autores deve ser composto por:
- 1 página de roteiro. Não importa a extensão do texto, qual página é, etc e tal. Caso a história já tenha sido publicada, também devem vir os dados/links respectivos.
- Um texto de no máximo 1000 palavras (fonte Times New Roman, corpo 12, espaço simples) falando sobre o processo criativo e/ou sobre a composição da página em questão.
- Uma biografia de no máximo quinhentas palavras, onde podem (e devem) constar informações de contato do autor.
- Todo o material deve ser enviado em um único arquivo, extensão .doc, .odt, .rtf ou .txt. Aquele que me enviar um .docx terá convocadas sobre si as cinquenta mil legiões viróticas de Fotamecus.
- Ao enviar o material, o autor concorda que está cedendo os direitos para publicação nesse livro, sem qualquer ônus para o organizador, no caso, eu.
AS CONDIÇÕES:
- Não custa nada repetir: NÃO haverá qualquer tipo de remuneração. A publicação se dará na internet, de maneira GRATUITA, num e-book no formato PDF, no esquema CREATIVE COMMONS. Obviamente, o material pertence a seus respectivos autores.
- Como me autoproclamei "editor/organizador", me dou o direito de sugerir modificações e não publicar o material caso estas mesmas modificações não tenha sido executadas.
- Mais uma vez lanço mão de minha onipotência despótica e digo: "material enviado" não quer dizer "material publicado".
- Dependendo da quantidade e da qualidade do material, pode ser que role uma segunda edição.
- O prazo final para entrega do material é dia 30 de Setembro de 2007. Após esse período ainda haverá a fase de edição e adequação do material, que, presumo, vai durar mais uns dois meses.
- Inicialmente, publicarei em meu fórum desabitado no Ning (http://contagio.ning.com). No futuro, outros canais serão estudados.
Mais detalhes à medida em que os trabalhos forem sendo feitos.
Bom, é isso pessoal.
Vocês sabem onde me encontrar.
Falou!
sábado, 25 de agosto de 2007
terça-feira, 21 de agosto de 2007
A CONSPIRAÇÃO DOS ANTEPASSADOS - A CAPA
domingo, 19 de agosto de 2007
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
terça-feira, 14 de agosto de 2007
A CONSPIRAÇÃO DOS ANTEPASSADOS
domingo, 12 de agosto de 2007
CONVITES PARA O POWNCE
Embora eu não tenha descoberto nenhuma utilidade prática para o sistema (pelo menos uma que já não exista), criei um perfil lá e tenho 6 convites sobrando.
Se quiser um, me dá um toque.
Se quiser um, me dá um toque.
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
PENCIL REMOVED FROM WOMAN'S HEAD AFTER 55 YEARS
Já tava indo dormir, mas isso apareceu nos feeds do Gmail. Credo.
terça-feira, 7 de agosto de 2007
DOKTOR SLEEPLESS N°1
(Já aviso que daqui em diante os spoilers vão comer soltos, então, se você pretende ler a revista num futuro próximo, é melhor parar já)
Uma moça descobre que seu amigo estava morto porque ele ficou offline no instant messenger que ela acessa através de uma lente de contato. Sim, você leu isso mesmo. Essa é só uma das idéias maluquinhas (pero no mucho) que tempera DOKTOR SLEEPLESS, a mais nova empreitada autoral de Warren Ellis.
O mote por trás da série é: onde está o futuro?Aquele com carros voadores, teletransporte (fótons não valem)ou alienígenas bonzinhos?
E foi isso o que me chamou a atenção. Porque há a pergunta, mas em contrapartida, há uma - presumo - resposta: o futuro é agora!
Se não temos os itens relacionados acima, temos smartphones, nanotecnologia, internet e sei lá mais quais avanços técnicos que são tão ubíquos que mal os percebemos.
É óbvio que tenho em mente que os avanços sociais, os que realmente importam, não acompanham nem de longe os tecnológicos. Mas as mudanças têm que começar por algum lugar, não é?
Essa revista é um filhote ideológico de TRANSMETROPOLITAN, mas sem a pegada cyberpunk-histriônica de Spider Jerusalém e trupe. Aparentemente, é mais, como direi?, contida.
DOKTOR SLEEPLESS, assim como DESOLATION JONES ou FELL (edição 1 inteira no 0800, aqui), é um repositório para todas as bizarrices que Ellis encontra internet afora, mas parece que há uma sintonia maior aqui. Diferente de muito autor consagrado que tem por aí, ele nunca escondeu suas referências. Muito pelo contrário: ele é o rei do ctrl+c, ctrl+v. Só para dar um exemplo, na história SOL POENTE, uma hq de 11 páginas publicada na Pixel Magazine 3, as várias referências ao filme MEN BEHIND THE SUN (ou Hak taai yeung 731, no original. Só para estômagos fortes, pessoal) já começam no título. E isso porque eu nem falei de PLANETARY. Série da qual sou fã, só para nos situarmos.
Warren Ellis é um escritor irregular, mas não se pode negar que ele sempre está um passo à frente da maioria dos seus colegas no que diz respeito à novas propostas e insights sobre o meio.
O ponto mais interessante em DOKTOR é a idéia por trás do título. A edição conta com uma seção chamada DATASHOW, 3 páginas de extras onde Ellis explica melhor alguns conceitos que criou/remixou para a série. Esse mesmo conteúdo vai aparecer no site da revista, que é um wiki, um site que pode ser editado pelos usuários - nesse caso, dentro de certos limites. E, segundo o próprio autor, alguns "verbetes" vão aparecer primeiro no site, outros, na versão impressa, não havendo ordem ou hierarquia muito definida..
Embora esse tipo de obra interativa não seja exatamente novidade (me lembro das notas de rodapé do livro do Rushkoff, mas acho que já ouvi falar de outros casos parecidos), ainda sim dá margem a muitas possibilidades legais.
Agora, pra não dizer que tudo são flores, se Ellis é muito bom na hora de tratar de idéias, já não posso dizer o mesmo quando falo dos seus personagens. John Reindhart, o Doktor Sleepless, opera no mesmo mood cínico e niilista de praticamente todos os protagonistas das séries do Ellis que eu consigo me lembrar, quase como um extensão da rabugenta persona literária que ele criou para si (tenho cá minhas dúvidas de que no mundo real ele seja maleta daquele jeito).
Outra coisa que também me incomodou foram os desenhos, que não são um detalhe tão pequeno se levarmos em conta que histórias em quadrinhos são, eminentemente, um meio visual. Sei lá porque, cismei que a arte seria de Raulo Caceres, que fez a capa "wraparound" (dupla, para os hereges). Não que o traço de Ivan Rodriguez seja ruim, mas, sei lá, achei que não acompanha muito o contexto. Meio caretão mesmo, sacam? A arte mais nervosinha e esquisita de Caceres cairia melhor aqui. Mas isso é opinião de nerd. E vocês sabem como são os nerds, né?
Contudo, DOKTOR SLEEPLESS é um gibi que, por enquanto, vale a pena acompanhar. Nem tanto pelo que é, mas sim pelo que propõe.
segunda-feira, 30 de julho de 2007
domingo, 29 de julho de 2007
PESQUISA SOBRE QUADRINHOS VIRTUAIS
quinta-feira, 26 de julho de 2007
O BROFFICE E O USUÁRIO FINAL
Antes de começar, duas observações:
leve em consideração que estou falando como um usuário do Windows e,
Para facilitar as coisas, vou me referir ao programa, tanto em sua versão nacional (BrOffice), como em sua versão internacional (OpenOffice), apenas como BrOffice, certo?
Dia desses, entrei no Orkut em busca de uma informação sobre o BrOffice e, como não a encontrei nas duas comunidades sobre o assunto das quais participo, fiz uma busca e fiquei impressionado com a quantidade de comunidades do tipo “Odeio o BrOffice” que encontrei. Quantidade maior, inclusive, do que a de comunidades favoráveis ao software.
Eu, que aos poucos estou migrando do Microsoft Office para o BrOffice, fiquei curioso com o motivo de tanta ojeriza e resolvi pesquisar.
Algumas coisas que notei foram: embora o número de comunidades seja maior, o número de membros nessas comunidades é bem menor. A maioria delas está abandonada, e algumas chegam ao ponto de não ter nenhum post relativo ao assunto. Mesmo naquelas onde há atividade, a maioria dos posts é de dois anos atrás, quando o BrOffice ainda estava nas versões 1.alguma_coisa, e era realmente instável e pentelho.
Mas a interseção mais interessante de todos os depoimentos e posts que li talvez seja a seguinte: a grande maioria foi OBRIGADA a migrar de um pacote para o outro, tenha sido na empresa ou na escola.
E aí é que tá. As empresas dão o treinamento (quando dão), e migram o mais rápido possível. E a questão, que deveria ser também cultural, fica só no plano funcional, ou seja, economizar.
Ao que parece, não há uma preocupação em conscientizar o usuário final sobre a utilização de software livre e o “porquê” da mudança acaba se restringindo apenas à economia em si, o que inclusive pode até dar mais carga ao preconceito de que o BrOffice é pior do que o MS Office. Sim, porque na cabeça da maioria das pessoas impera o paradigma “o que é mais barato, é pior” (ainda mais quando o dinheiro não vai sair do bolso delas). Então, o que dizer de um produto que é gratuito?
Obviamente, uma empresa é uma instituição que visa o lucro, que vem também da redução de gastos. Mas de quê adianta economizar com licenças se você vai perder em produtividade porque não apresentou devidamente a nova ferramenta a quem vai realmente utilizá-la?
Mudanças nos padrões de trabalho não irritam apenas usuários de pacotes de escritório. É um fenômeno que acredito ser universal e eu, que sempre trabalhei na indústria, sei muito bem disso. E para cada pessoa que gosta de descobrir novos métodos, há dez que sentem calafrios quando ficam sabendo que terão de executar de maneira diferente a mesma tarefa com a qual já estavam acostumados há anos. E, claro, sempre há a chefia, que em boa parte das vezes não entende o processos de mudança e as pequenas quedas no desempenho que os acompanham.
Ainda por cima, no caso específico do BrOffice, há toda uma legião de usuários fundamentalistas que não pensam duas vezes em esculachar quem ousa falar bem do MS Office ou questionar o BrOffice. E, podem ter certeza, isso espanta muita gente, que acaba deixando de experimentar o produto por pirraça, pura e simples.
Como eu disse antes, é também uma questão cultural.
Um produto não é pior do que o outro. Eles são diferentes.
E o BrOffice não é concorrente do MS Office, pelo menos não no sentido comercial do termo, uma vez que ele é GRATUITO. Cá pra nós, acho que a Microsoft vai focar seus esforços cada vez mais nos clientes corporativos, que são os que realmente pagam.
Eu não tenho a birra que a maioria dos usuários de SL têm da Microsoft, e acho que dizer que o MS Office é ruim é um despropósito sem tamanho. Ele não é ruim. Ele é muito bom. Mas é caro. Muio caro. Ponto.
Assim como o Office da Microsoft tem dezenas de recursos que não têm paralelo no BrOffice, a recíproca é verdadeira e este também possui alguns recursos que o primeiro não tem, além de ser constantemente atualizado. A questão é o usuário conhecer suas necessidades e a partir daí descobrir qual software se adequa a seu perfil.
E quando me refiro a usuários, incluo aqueles que só sentam na frente do computador ocasionalmente, para digitar um currículo ou fazer uma planilha com o orçamento doméstico. Para esse tipo de usuário em especial, não vejo necessidade nenhuma de se pagar uma nota por um pacote de escritório, e muito menos ficar utilizando software pirata.
“Ah, mas eu sempre uso Macros no meu trabalho?”
Bom, quando se trata de trabalho, o buraco é mais embaixo, mas também não é o fim do mundo. A versão Enterprise do StarOffice 8 (o irmão comercial do BrOffice), por exemplo, vem com um tradutor de macros, que converte do VBA para o StarBasic(/OOoBasic), e também com o Analyzis Wizard, que verifica qual é a compatibilidade que um documento gerado no MS Office tem com o StarOffice. Por outro lado, a Novell, em conjunto com a Sun, está desenvolvendo um compilador de macros escritas em VBA para a sua versão do BrOffice. E eu acredito que é questão de tempo até que esses recursos sejam incorporado no BrOffice.
A Sun também está desenvolvendo plugins para que o MS Office abra e edite os arquivos ODF. Por enquanto está disponível um que só traduz arquivos de texto (para baixá-lo do site da Sun é necessário cadastro, mas já vi ele disponível em outros sites de download).
Outro ponto importante a salientar é que, apesar da compatibilidade – recurso muitas vezes apontado como o maior trunfo do programa pelos próprios usuários - , o BrOffice não foi desenvolvido para gerar arquivos nos formatos do MS Office. A compatibilidade é apenas uma das vantagens do programa oferece, mas não é sua finalidade principal. O BrOffice, que após a versão 2.0 passou a gerar arquivos no padrão ODF, vai oferecer muito mais ao usuário trabalhando em seu formato nativo.
Além disso, outra coisa que também passa batido na maioria dos processos de migração é que a adoção do BrOffice não significa o divórcio com o MS Office. Os dois podem trabalhar na mesmas máquinas perfeitamente, ao mesmo tempo, sem que haja qualquer tipo de conflito.
Numa empresa grande seria realmente complicado gerenciar esse tipo convivência no início do processo de migração. Mas depois, à medida em que os usuários fossem se habituando ao novo programa, ao mesmo tempo que o setor de TI fosse descomissionando o antigo aos poucos, as engrenagens voltariam a girar.
Vou citar o meu caso.
Eu sou autônomo e uso o meu computador para trabalhar.
Tenho o BrOffice instalado nos meus micros desde as primeiras versões, mas sempre o considerei mais uma extravagância do que uma ferramenta funcional. Vez ou outra eu escrevia alguma bobagem no Writer, mais por causa da minha tara por editores de texto do que por outra razão que envolvesse as possibilidades do programa (e dos outros aplicativos), e acabava esquecendo-o de novo. Por mais simpático que eu fosse (e seja!) à filosofia do Open Source, eu não via motivo para deixar de lado o MS Office com o qual já trabalhava havia tanto tempo. Só comecei a utilizar o programa, efetivamente, a partir da versão 2.0, onde as mudanças foram consideráveis e o produto começou a se mostrar bem mais atraente. Hoje em dia eu utilizo os dois, dependendo das circunstancias. Ainda tenho o Office 2003 instalado no meu micro e não pretendo me desfazer dele, assim como não tenho intenção de migrar para o 2007.
Com os meus documentos, eu procedo assim:
TRABALHO: faço tudo no MS Office. A ressalva fica quando, por exemplo, eu não preciso enviar o original ao cliente (como no caso de uns pequenos manuais que andei fazendo recentemente). Aí faço no BrOffice, exporto para PDF e depois envio para o cliente. Mas isso, por enquanto, é pouco frequente.
EU: meus documentos particulares, sejam posts, cartas, contratinhos, listas, contos ou o que mais rolar, faço no BrOffice.
O MS Office ainda ganha, mas única e exclusivamente por causa do meu trabalho. A minha preferência pessoal está cada vez mais inclinada ao BrOffice, sem perspectivas de que isso mude.
Então fica a dica: instale o BrOffice em seu micro, brinque com ele de vez em quando, e quem sabe você também não resolve torná-lo seu pacote de escritório default, hein?
quarta-feira, 25 de julho de 2007
SHELFARI
Já não bastasse o Library Thing, agora arrumei mais um sistema de catalogação virtual de livros para desperdiçar o meu já escasso tempo na internet.
Criei um perfil no Shelfari, do qua tomei conhecimento dia desses, no blog da Simone Campos. Em certos aspectos perde para o LT, mas em outros é mais simpático, como, por exemplo, a interface (quando funciona).
Listei alguns livros lá, mas o único banco de dados deles parece ser a Amazon, então edições nacionais só aparecem lá quando estão disponíveis para venda na livraria virtual mais famosa do mundo. No Library Thing pelo menos existe a opção de cadastrar os livros manualmente (o que, por outro lado, me manteve afastado do sistema durante muito tempo). Agora eu desencanei. Se não acho a edição que tenho, coloco a mais próxima que encontro. As filigranas da catalogação deixo para depois.
ANGUS, O DESQUADRINHO
Ultimamente, por razões que vão da falta de grana ao simples gosto pessoal, quase não tenho consumido um dos meus produtos prediletos: quadrinhos. Mas sempre passo em bancas e livrarias para ver o que está rolando, e dia desses, ao entrar numa "revistaria" (nunca vou me acostumar com esse nome) aqui em Taubatexas vi nas prateleiras as duas edições de ANGUS, da ON-LINE Editora.
Me lembro que há um certo tempo, antes dos livros, algumas hqs do Angus foram lançadas dentro de uma outra revista chamada SPIRIT OF AMAZON (alguém lembra dessa?), que inclusive não chegou ao seu final por aqui - além de ter figurado uma pequena polêmica nérdica, quando alguém decidiu afirmar no merchandising americano que a revista só vendeu menos que Spawn quando saiu no Brasil.
As hqs do Angus eram em p&b, com, poucas páginas e desenho só a lápis, se não me falha a memória (e não estou nem um pouco a fim de vasculhar a imensidão do meu império para comprovar essas informações). Mas, acima de tudo, me lembro de que eu gostava das histórias e sempre fiquei curioso para saber onde aquilo iria dar. Embora esse sentimento não tivesse sido o suficiente para me fazer comprar os livros, os quadrinhos deixaram uma boa lembrança.
E foi com essa lembrança que eu levei minhas mãos aos dois exemplares que encontrei nas estantes.
Bem, nem preciso dizer que fiquei, digamos assim, DECEPCIONADO, né?
Sim, porque mesmo que essa revista tenha sido lançada há meses atrás e anunciada nos principais sites de hq, não me lembrava de ter lido algo a respeito (ou meu cérebro não fez muita questão de registrar). ANGUS, que, vejam só, saiu sob o selo Brazilian Comics (fica tudo mais irônico agora, não?), não é um quadrinho, mas uma revista com textos ilustrados. E nem sei se são textos inéditos ou apenas excertos dos livros já publicados.
Digam o que quiserem do cara, mas a gana do Orlando Paes, criador do ANGUS e da SPIRIT, tem que ser reconhecida, e por que não?, servir de exemplo. Só que essa foi uma pisadona na bola, e de agora em diante sempre vou ficar desconfiado quando cruzar com um "quadrinho" do Angus.
quarta-feira, 18 de julho de 2007
OS VÍDEO GAMES ARRUINARAM MINHA VIDA. AINDA BEM QUE TENHO MAIS DUAS...
Adaptação bem livre do texto da camiseta abaixo.

Ainda estou rindo feito bobo aqui no trabalho.
E a culpa é do Mandarino.
Ainda estou rindo feito bobo aqui no trabalho.
E a culpa é do Mandarino.
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