Ei, já falei pra vocês do Library Thing? Não? Mas, como assim?
Certo.
O Biblioteca-Coisa é um site onde você pode cadastrar sua biblioteca. Até aí, nenhuma novidade, existem ferramentas com propostas semelhantes, mas o pulo do gato - o mesmo utilizado pelo Multiply na época em que os dispositivos de social networking começaram a pipocar - é: você pode importar seus dados de sistemas semelhantes, ou até mesmo de planilhas em formato .csv (desde que elas tenham sido feitas sob determinados critérios).
Outro lance bacana é o porrilhão de referências cruzadas que o sistema permite. É simplesmente viciante ficar navegando pelas bibliotecas alheias, lendo comentários, vendo classificações e outras frescuras do tipo. Já encontrei bibliotecas com mais de 7 mil exemplares.
Mas, como tava bom demais pra ser verdade, há um porém: o sistema é pago. Nada que vá lhe obrigar a vender um rim, é verdade. A assinatura perpétua sai por 25 dólares (e se eu tivesse essa mixaria à disposição agora, pagaria), e, caso a sua conta seja gratuita como a minha, o limite para exemplares postados é de 200. Se você for assinante, pode postar quantos livros quiser/puder.
Tô aqui.
sexta-feira, 30 de junho de 2006
sexta-feira, 9 de junho de 2006
JOHNNY REPEAT
Já soltaram um preview (em pdf) de JOHNNY REPEAT, hq sobre viagens temporais com roteiro aparentemente bem do normalzinho, mas com um time de ilustradores de primeira.
Mas...
Pelas 3 páginas que vi, com a desbundante arte em p&b do cubano Paul Azaceta, parece que não é tão normalzinho assim. Fiquei curioso.
Mas...
Pelas 3 páginas que vi, com a desbundante arte em p&b do cubano Paul Azaceta, parece que não é tão normalzinho assim. Fiquei curioso.
segunda-feira, 5 de junho de 2006
quarta-feira, 31 de maio de 2006
WISHLISTS
E, para fechar a fatura, WISHLISTS são coisa do capeta.
(ou uma maneira elegante de mendicância, você escolhe).
Aguardem a minha.
Ou não.
O BLOCO DE NOTAS DO WINDOWS COMO INSTRUMENTO DE LIBERTAÇÃO
Uma das coisas mais interessantes da internet é que você é livre para dizer qualquer tipo de bobagem, saindo, na grande maioria das vezes, ileso.
Então, exercitemos nosso direito.
Sou só eu que prefere o Bloco de Notas ao Word?
(frescura, todos sabemos).
TAQUIGRAFANDO 2
Hoje. 04:30 da manhã.
Eu, no saguão d'O Albergue, já sem sono, aguardando os companheiros de labuta.
Enquanto isso, o recepcionista e outro hóspede (que já estava lá quando desci e eu não sei dizer se JÁ estava acordado ou se AINDA não tinha ido dormir) discutiam a cosmogonia dos Cavaleiros do Zodíaco.
Nhé!
domingo, 28 de maio de 2006
TAQUIGRAFANDO
No exílio novamente.
Já com saudades da prole e da matriarca.
No mesmo dia, em menos de vinte minutos, leio, em dois locais (ou deveria dizer objetos?) totalmente distintos, sobre Qorpo Santo, que eu desconhecia totalmente até então. Há de ser um sinal (ou sincronicidade, se você for tão afetado quanto eu).
Fim da transmissão.
sábado, 27 de maio de 2006
COMPLICAÇÃO ANIMAL
Hoje à tarde, exercendo a paternidade, tava com o moleque assistindo um episódio de POWER RANGERS ? FORÇA ANIMAL, e, porra, quem é que reclamava mesmo da cronologia dos X-Men?
Em menos de trinta minutos apareceram uns vinte megazords (na verdade, 18, dos 24. É, eu dei uma olhada no Google), que se combinavam, descombinavam, recombinavam, tudo numa pirotecnia só. Nem preciso dizer que já fiquei perdido quando o número de animais robóticos ultrapassou meia-dúzia. Ai, que saudade do robô paioso dos Changeman...
quarta-feira, 24 de maio de 2006
A COPA DO MUNDO É NOSSA!
Juro que é a última vez que toco no assunto, mas agora a notícia é quente:
As duas versões de CABALA FUTEBOL CLUBE estão devidamente impressas.
A versão gringa foi editada na revista beneficiente JUST 1 PAGE, edição 4, lançada na convenção inglesa de Bristol, que rolou em meados de Maio. Ainda não faço a mínima idéia dos trâmites pra se conseguir um exemplar, mas tenho cá minhas suspeitas que algum dos outros colaboradores brasileiros vai colocar alguns à venda por aqui mesmo. Aguardemos.
De qualquer maneira, seguem a capa oficial (o Hector tinha postado há uma cara, mas eu esqueci de repassar) e a foto do estande, na convenção, com a edição empunhada pelo editor Ade Brown
Já do lado de cá do Equador, a hq saiu na PRISMARTE ESPECIAL COPA 2006, que também já está à venda. O serviço completo (participantes, vendas, etc) tá aqui.
Agora, vai que é sua!
As duas versões de CABALA FUTEBOL CLUBE estão devidamente impressas.
A versão gringa foi editada na revista beneficiente JUST 1 PAGE, edição 4, lançada na convenção inglesa de Bristol, que rolou em meados de Maio. Ainda não faço a mínima idéia dos trâmites pra se conseguir um exemplar, mas tenho cá minhas suspeitas que algum dos outros colaboradores brasileiros vai colocar alguns à venda por aqui mesmo. Aguardemos.
De qualquer maneira, seguem a capa oficial (o Hector tinha postado há uma cara, mas eu esqueci de repassar) e a foto do estande, na convenção, com a edição empunhada pelo editor Ade Brown
Já do lado de cá do Equador, a hq saiu na PRISMARTE ESPECIAL COPA 2006, que também já está à venda. O serviço completo (participantes, vendas, etc) tá aqui.
Agora, vai que é sua!
COPA!
A COPA DO MUNDO É NOSSA!
Juro que é a última vez que toco no assunto, mas agora a notícia é quente:
As duas versões de CABALA FUTEBOL CLUBE estão devidamente impressas.
A versão gringa foi editada na revista beneficiente JUST 1 PAGE, edição 4, lançada na convenção inglesa de Bristol, que rolou
em meados de Maio. Ainda não faço a mínima idéia dos trâmites pra se conseguir um exemplar, mas tenho cá minhas suspeitas que
algum dos outros colaboradores brasileiros vai colocar alguns à venda por aqui mesmo. Aguardemos. De qualquer maneira, seguem
abaixo a capa oficial (o Hector tinha postado há uma cara, mas eu esqueci de repassar), e a foto do estande, na convenção, com a edição empunhada pelo editor Ade Brown
Já do lado de cá do Equador, a hq saiu na PRISMARTE ESPECIAL COPA 2006, que também já está à venda. O serviço completo (participantes, vendas, etc) tá
aqui.
Agora, vai que é sua!
sexta-feira, 19 de maio de 2006
Filhos de Anansi
Cê né fraco não, hein, Gaiman?
O que, definitivamente, não muda minha opinião sobre você.
quinta-feira, 18 de maio de 2006
MOTIM
A junkie-food que vem me servindo de janta há uns três meses iniciou um motim em meu estômago, e, segundo as projeções mais sinistras, é provável que o movimento se espalhe pelo resto do sistema digestivo. Então, vamos aos fatos:
Se você se deu ao trabalho de ler o post anterior, deve ter notado a pontuação esquisita, não?
Pois é. Ultimamente, tenho postado via e-mail, mas esse triângulo das Bermudas que é o blogger às vezes dá uma editada nas minhas mensagens e fica essa maçaroca aí.
Mas o “Cuenta” foi por minha conta. É Cuenca, gente, Cuenca.
Btw, tá corrigido.
Fui.
Se você se deu ao trabalho de ler o post anterior, deve ter notado a pontuação esquisita, não?
Pois é. Ultimamente, tenho postado via e-mail, mas esse triângulo das Bermudas que é o blogger às vezes dá uma editada nas minhas mensagens e fica essa maçaroca aí.
Mas o “Cuenta” foi por minha conta. É Cuenca, gente, Cuenca.
Btw, tá corrigido.
Fui.
sexta-feira, 5 de maio de 2006
P(L)OST
Desenterrar post perdido e não-publicado é o fino do brega.
Mas a gente fazemos o que a gente podemos.
Era pra ter ido ao ar nos primórdios de fevereiro. Mas não foi. Mistérios...
===============================================
A julgar pelo jeito que começou, acho que o ano vai ser promissor.
Em termos de leitura, digo.
Não sei exatamente o motivo, mas já fazia tempo que eu não devorava livros com o tesão de agora. E antes que alguém pense na resposta mais óbvia “seria por que os livros que leu até então eram ruins?”, respondo que não foi isso não. Li bons livros ano passado, mas faltou aquela fisgada durante a maioria deles, entende?
BANGCOC 8 – John Burdett
Em conversa entabulada com o Vetusto recentemente, o mesmo disse que Sonchai Jitpleecheep, o detetive-budista narrador dessa história, era o herói do século 21. Tá certo o velhinho.
Eu namorava esse livro desde que foi lançado, mas só consegui colocar as mãos num exemplar meses atrás, e, pior ainda, só terminar a leitura agora.
Mas, que leitura!
O Sonchai aí de cima é um “araht”, um policial honesto num país cuja força policial faz a nossa parecer uma ong. Além disso, ele é uma espécie de homem santo. Tem o hábito de ver as encarnações pregressas dos seus interlocutores, e segue uma versão muito particular do Caminho ditado pelo Buda. E as engrenagens começam a girar quando o parceiro e irmão espiritual de Sonchai é morto numa cena de crime pra lá de bizarra. O que não poderia faltar num livro desse tipo, evidentemente.
John Burdett foi pra lista dos que devem ficar no meu campo de visão, e esse livro já tem um cantinho aqui no lado esquerdo do peito.
Agora, responda rápido e sem pensar, farang: é um thriller que parece outra coisa, ou outra coisa que parece um thriller?
NÃO HÁ NADA LÁ – Joca Reiners Terron
Como dizem por aí, “vou te falar uma coisa pra você”: do Joca Reiners Terron, eu só conhecia o blog e alguns textos esparsos em revistas de arte e literatura. Mas a fama do cavalheiro já tinha chamado minha atenção, e eu também já ciscava em volta deste pequeno achado, verdadeiro quitute (ou acepipe, se você tiver um estômago delicado).
NÃO HÁ NADA LÁ é uma piração só, mas, embora a gente chege a ficar tonto com tantos Tesseractos girando, o livro é de uma gostosura ímpar, daqueles que a gente não consegue, literalmente, soltar.
O fim do mundo nunca foi tão...devastador.
Joca não faz questão de ser amistoso com eventuais folheadores: e tome numeração de páginas invertida, trechos de textos evanescendo, frases soltas no meio do livro – e no próprio texto, referências obscuras, nomes de personagens famosos (e reais!) adaptados a seu bel-prazer. Mas, se você já está preocupado com os hipotéticos percalços estilísticos e formais, pode baixar a guarda. Tudo faz muito sentido, e tem até um capítulo final pra ajudar a pôr ordem no galinheiro. Chique no úrtimo!
Faça um favor a você mesmo e encomende o seu agora.
O TESSERACTO – Alex Garland
(Ó ele aqui de novo!)
Você conhece esse cara. Ele escreveu o livro que deu origem ao filme A PRAIA (que começa lá em Bangcoc, por falar nisso), e virou parceiro de Danny Boyle depois disso (falando nisso, alguém sabe qual foi o destino de John Hodge? Pó dexá. Já sei). Fez os roteiros de EXTERMÍNIO, e de CAIU DO CÉU.
São três pequenos dramas que se cruzam nas ruas de Manila (estendendo-se pelo interior do país), e Garland foi feliz ao escolher sua locação. As Filipinas são *exóticas* o suficiente para sustentar o interesse pela leitura, e no fundo, acho que foi bem isso o que aconteceu comigo. A questão não era ler sobre piratas modernos. Era ler sobre piratas modernos filipinos. Não era ler sobre amores adolescentes proibidos ou meninos de rua que vendem seus sonhos a psicólogos. Era ler sobre amores, meninos e psicólogos filipinos.
Ah!, virou filme, cujo cartaz não inspirou muita curiosidade, diga-se.
Outra coisa: a capa é tão ridiculamente simples que me apaixonei pela bendita.
CORPO PRESENTE – João Paulo Cuenta
Na época do lançamento, houve certo oba-oba em cima desse livro. Ao que parece, J.P. Cuenca já era figurinha tarimbada na blogosfera, e, como não poderia deixar de ser, o hype foi líquido e certo. Mas na época, confesso, meu túnel de realidade apontava em outra direção e não dei muita bola.
Mas agora as coisas mudaram e redefini algumas de minhas escolhas literárias. Além disso, um exemplar a 9,90 nas Americanas pode ser convincente o bastante.
O livro é bom, sim senhor. Não arrebatou, mas provocou emoções, e esse é o moto, não é?
Além disso, Cuenca lançou mão de artifícios narrativos que achei de muito bom gosto.
Outra coisa interessante, à guisa de curiosidade se quer saber, é que ele é um dos três autores de PARATI, PARA MIM, uma coletânea surgida de uma idéia que achei bem legal.
A página do livro fica aqui.
A MINIATURA – Elisa Palatnik
Gato por lebre. Comprei achando se tratar de uma coisa e se mostrou outra, embora tenha ficado claro que a confusão foi única e exclusivamente do meu lado.
História (aqui, na Urobourolândia, é proibido falar Estória) despretensiosa sobre um nerd maníaco que no fim se mostra...bom, leia e veja o final você mesmo.
Achei que ia mais longe, só isso.
Mas a gente fazemos o que a gente podemos.
Era pra ter ido ao ar nos primórdios de fevereiro. Mas não foi. Mistérios...
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A julgar pelo jeito que começou, acho que o ano vai ser promissor.
Em termos de leitura, digo.
Não sei exatamente o motivo, mas já fazia tempo que eu não devorava livros com o tesão de agora. E antes que alguém pense na resposta mais óbvia “seria por que os livros que leu até então eram ruins?”, respondo que não foi isso não. Li bons livros ano passado, mas faltou aquela fisgada durante a maioria deles, entende?
BANGCOC 8 – John Burdett
Em conversa entabulada com o Vetusto recentemente, o mesmo disse que Sonchai Jitpleecheep, o detetive-budista narrador dessa história, era o herói do século 21. Tá certo o velhinho.
Eu namorava esse livro desde que foi lançado, mas só consegui colocar as mãos num exemplar meses atrás, e, pior ainda, só terminar a leitura agora.
Mas, que leitura!
O Sonchai aí de cima é um “araht”, um policial honesto num país cuja força policial faz a nossa parecer uma ong. Além disso, ele é uma espécie de homem santo. Tem o hábito de ver as encarnações pregressas dos seus interlocutores, e segue uma versão muito particular do Caminho ditado pelo Buda. E as engrenagens começam a girar quando o parceiro e irmão espiritual de Sonchai é morto numa cena de crime pra lá de bizarra. O que não poderia faltar num livro desse tipo, evidentemente.
John Burdett foi pra lista dos que devem ficar no meu campo de visão, e esse livro já tem um cantinho aqui no lado esquerdo do peito.
Agora, responda rápido e sem pensar, farang: é um thriller que parece outra coisa, ou outra coisa que parece um thriller?
NÃO HÁ NADA LÁ – Joca Reiners Terron
Como dizem por aí, “vou te falar uma coisa pra você”: do Joca Reiners Terron, eu só conhecia o blog e alguns textos esparsos em revistas de arte e literatura. Mas a fama do cavalheiro já tinha chamado minha atenção, e eu também já ciscava em volta deste pequeno achado, verdadeiro quitute (ou acepipe, se você tiver um estômago delicado).
NÃO HÁ NADA LÁ é uma piração só, mas, embora a gente chege a ficar tonto com tantos Tesseractos girando, o livro é de uma gostosura ímpar, daqueles que a gente não consegue, literalmente, soltar.
O fim do mundo nunca foi tão...devastador.
Joca não faz questão de ser amistoso com eventuais folheadores: e tome numeração de páginas invertida, trechos de textos evanescendo, frases soltas no meio do livro – e no próprio texto, referências obscuras, nomes de personagens famosos (e reais!) adaptados a seu bel-prazer. Mas, se você já está preocupado com os hipotéticos percalços estilísticos e formais, pode baixar a guarda. Tudo faz muito sentido, e tem até um capítulo final pra ajudar a pôr ordem no galinheiro. Chique no úrtimo!
Faça um favor a você mesmo e encomende o seu agora.
O TESSERACTO – Alex Garland
(Ó ele aqui de novo!)
Você conhece esse cara. Ele escreveu o livro que deu origem ao filme A PRAIA (que começa lá em Bangcoc, por falar nisso), e virou parceiro de Danny Boyle depois disso (falando nisso, alguém sabe qual foi o destino de John Hodge? Pó dexá. Já sei). Fez os roteiros de EXTERMÍNIO, e de CAIU DO CÉU.
São três pequenos dramas que se cruzam nas ruas de Manila (estendendo-se pelo interior do país), e Garland foi feliz ao escolher sua locação. As Filipinas são *exóticas* o suficiente para sustentar o interesse pela leitura, e no fundo, acho que foi bem isso o que aconteceu comigo. A questão não era ler sobre piratas modernos. Era ler sobre piratas modernos filipinos. Não era ler sobre amores adolescentes proibidos ou meninos de rua que vendem seus sonhos a psicólogos. Era ler sobre amores, meninos e psicólogos filipinos.
Ah!, virou filme, cujo cartaz não inspirou muita curiosidade, diga-se.
Outra coisa: a capa é tão ridiculamente simples que me apaixonei pela bendita.
CORPO PRESENTE – João Paulo Cuenta
Na época do lançamento, houve certo oba-oba em cima desse livro. Ao que parece, J.P. Cuenca já era figurinha tarimbada na blogosfera, e, como não poderia deixar de ser, o hype foi líquido e certo. Mas na época, confesso, meu túnel de realidade apontava em outra direção e não dei muita bola.
Mas agora as coisas mudaram e redefini algumas de minhas escolhas literárias. Além disso, um exemplar a 9,90 nas Americanas pode ser convincente o bastante.
O livro é bom, sim senhor. Não arrebatou, mas provocou emoções, e esse é o moto, não é?
Além disso, Cuenca lançou mão de artifícios narrativos que achei de muito bom gosto.
Outra coisa interessante, à guisa de curiosidade se quer saber, é que ele é um dos três autores de PARATI, PARA MIM, uma coletânea surgida de uma idéia que achei bem legal.
A página do livro fica aqui.
A MINIATURA – Elisa Palatnik
Gato por lebre. Comprei achando se tratar de uma coisa e se mostrou outra, embora tenha ficado claro que a confusão foi única e exclusivamente do meu lado.
História (aqui, na Urobourolândia, é proibido falar Estória) despretensiosa sobre um nerd maníaco que no fim se mostra...bom, leia e veja o final você mesmo.
Achei que ia mais longe, só isso.
quinta-feira, 4 de maio de 2006
quarta-feira, 3 de maio de 2006
ENGRAÇADINHO
Futebol na TV.
Jogam, em Porto Alegre, INTERNACIONAL x NACIONAL.
Pra quem costuma ser tão desatento quanto eu quando o assunto é uma pelota, vale lembrar que o INTER é o time da casa, enquanto o NACIONAL é uruguaio.
Achei engraçadinho o placar. Só isso mesmo.
Jogam, em Porto Alegre, INTERNACIONAL x NACIONAL.
Pra quem costuma ser tão desatento quanto eu quando o assunto é uma pelota, vale lembrar que o INTER é o time da casa, enquanto o NACIONAL é uruguaio.
Achei engraçadinho o placar. Só isso mesmo.
terça-feira, 2 de maio de 2006
NO EXÍLIO
Só pro caso de você querer saber: ainda continuo aqui no exílio, em Gravataí, embora a provação já esteja chegando ao fim e seja possível divisar no horizonte o momento em que estarei de volta ao seio da família.
Enquanto isso, o Rio Grande do Sul mostra sua cara e me dá, de uma vez, frio, chuva e uma gripe dos infernos. Além da obrigação de abandonar os cobertores às cinco da matina. Sifudê, viu....
Entre todos esses dias extremamente bucólicos o acontecimento mais emocionante foi ter encontrado um “bureau” da Ordem do Graal na Terra a poucos metros do Albergue onde fico.
Ouvindo: ASTRONAUTAS + AUTORAMAS
Lendo: MÃOS DE CAVALO + A PIOR BANDA DO MUNDO
Fui.
Enquanto isso, o Rio Grande do Sul mostra sua cara e me dá, de uma vez, frio, chuva e uma gripe dos infernos. Além da obrigação de abandonar os cobertores às cinco da matina. Sifudê, viu....
Entre todos esses dias extremamente bucólicos o acontecimento mais emocionante foi ter encontrado um “bureau” da Ordem do Graal na Terra a poucos metros do Albergue onde fico.
Ouvindo: ASTRONAUTAS + AUTORAMAS
Lendo: MÃOS DE CAVALO + A PIOR BANDA DO MUNDO
Fui.
sábado, 29 de abril de 2006
QUADRINHOS
Estou ficando repetitivo, eu sei, mas...
A Just 1 Page 4 (Copa do Mundo) já começa a fazer barulho por aqui (também, com a quantidade de brasileiros envolvidos...).
Notinhas no Universo HQ e no Bigorna.
Já disse isso, mas em outro lugar. KABBALAH FOOTBALL CLUB vai ter versão nacional, a sair na (também) edição especial COPA DO MUNDO da revista pernanbucana Prismarte.
Aqui estão as duas primeiras páginas de “YANKEE, GO HOME!”, para o já lendário álbum das conspirações brasileiras, no qual também participo.
E aqui, à guisa de curiosidade, uma página de outra hq que também vai dar as caras na publicação (se houver :-P). Roteiro de Gian Danton e arte de Antonio Eder.
E por último, mas não menos importante, vejam só, a MANTICORE 3 entrou no HQ Mix deste ano, na categoria terror, concorrendo com Dylan Dog e Criaturas da Noite. Que fique registrado nos anais dos leitores que eu quero perder pro Dylan Dog. E não se fala mais nisso!
A Just 1 Page 4 (Copa do Mundo) já começa a fazer barulho por aqui (também, com a quantidade de brasileiros envolvidos...).
Notinhas no Universo HQ e no Bigorna.
Já disse isso, mas em outro lugar. KABBALAH FOOTBALL CLUB vai ter versão nacional, a sair na (também) edição especial COPA DO MUNDO da revista pernanbucana Prismarte.
Aqui estão as duas primeiras páginas de “YANKEE, GO HOME!”, para o já lendário álbum das conspirações brasileiras, no qual também participo.
E aqui, à guisa de curiosidade, uma página de outra hq que também vai dar as caras na publicação (se houver :-P). Roteiro de Gian Danton e arte de Antonio Eder.
E por último, mas não menos importante, vejam só, a MANTICORE 3 entrou no HQ Mix deste ano, na categoria terror, concorrendo com Dylan Dog e Criaturas da Noite. Que fique registrado nos anais dos leitores que eu quero perder pro Dylan Dog. E não se fala mais nisso!
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