quarta-feira, 4 de setembro de 2019

TEKSTO

Agora há pouco, me lembrei do Story Touch e resolvi ver a quantas anda o projeto.

Aparentemente, acabou.

Mas a boa notícia é que a mesma equipe está desenvolvendo um sucessor online e mais sofisticado, chamado TEKSTO.

Já existe um canal com alguns vídeos no Youtube.



Embora eu não me veja usando um software/serviço desses num futuro próximo, fiquei curioso e me inscrevi para ser beta tester.

terça-feira, 25 de junho de 2019

sábado, 20 de abril de 2019

Fake News, ou ainda: distribuindo quadrinhos pelo WhatsApp

Eu não gosto do WhatsApp. Nunca gostei.

Mas uso. E uso bastante. Assim como boa parte da população brasileira.

E dia desses, pensando sobre uma das coisas que mais gosto (histórias em quadrinhos), me ocorreu a possibilidade de serializar quadrinhos no WhatsApp.

Como?

Não sei. Mas tenho algumas ideias.

A principal inspiração?  Os memes.

Cada "página" seria basicamente, uma imagem vertical, com uma ou duas caixas de texto.

Tipo isso



(que não é bem vertical, mas acho que você entendeu)

Ou isso



Poderiam ser até usados balões de fala*.

A ideia é que não fosse necessário que o leitor desse zoom nem precisasse virar a tela do celular**.

Além da ilustração e do texto, cada painel traria outras informações relevantes.

No topo do painel, uma faixa com o título da hq. Na parte inferior, outra faixa contendo os nomes (ou sobrenomes) dos autores, e algum tipo de indicação sequencial, como 1 de 60, por exemplo. Afinal essas hqs seriam divididas somente em painéis, não em páginas.

O canal de distribuição oficial provavelmente seria um grupo no WhatsApp. Mas como os grupos de WhatsApp tem uma limitação de permitir no máximo 256 membros, o sucesso (ou não) dessas hqs se daria basicamente através dos compartilhamentos que as pessoas fossem fazendo.

Ainda dentro da plataforma WhatsApp, existem outras maneiras de se distribuir essas hqs, seja através de listas de transmissão, seja através dos status (aliás, hqs efêmeras distribuídas via status do WhatsApp. Hmmm...).

Mas, de novo, esses outros meios também tem limitações, então, mais uma vez, a história teria que de, alguma maneira, viralizar.

Imagino ainda as páginas vazando para outras redes/apps associados, como o Facebook  (que, aliás, nos deu o Doutrinador), o Instagram ou mesmo o Telegram.

Quadrinhos distribuídos à conta-gotas não são exatamente novidades. Estão aí desde as tiras de jornal do início do século XX. Eu também poderia citar diversos exemplos disponíveis na internet.

Mas o ethos do WhatsApp (e de outros instant messengers) é diferente do ethos do Facebook, ou da internet, de modo geral, e acho que atomizar as histórias em quadrinhos e distribuí-las através desses canais poderia criar possibilidades interessantes.

No caso de hqs seriadas, por exemplo, boa parte do público provavelmente iria receber os painéis fora de ordem (alguém aí falou Pássaros Artificiais?). Ou nem receberia todos. Ou alguns autores sacanas poderiam simplesmente publicar fora de ordem. Pular números. Ou ignorar a numeração.

Enfim, possibilidades.

Comecei a escrever um pequeno roteiro, tendo isso em mente. Se chama Fake News (contexto, lembrem-se). É estranho escrever um roteiro sem considerar um dos pilares da estrutura das hqs, a página. Sei lá quando vai ficar pronto, e muito menos se conseguirei um herói/heroína para abraçar a causa e ilustrar a história. Mas é um passo de cada vez.

E, claro, gostaria de ver outras pessoas tentando experiências parecidas.

Quem sabe?

---

* Infelizmente não encontrei nenhuma imagem de um tubarão "pisando em uma peça de Lego", com balões de fala.

** Embora ache isso meio difícil, devido às variações dos tamanhos e das resoluções das telas dos dispositivos recentes.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Bird Inbox

Se eu olhar para a minha caixa de emails na segunda de manhã, eu morro.

sábado, 13 de outubro de 2018

Bienal dos Quadrinhos de Curitiba - 2018

Motivos de força maior me impediram de participar da Bienal de Quadrinhos de Curitiba 2018, da maneira que eu gostaria.

Então só pude aparecer lá no domingo, dia 09, por volta das 16:00h. Quase no final do evento.

Não falei com todo mundo que gostaria, mas tive oportunidade de reencontrar o grande Antonio Eder, e trocar dois dedos de prosa com ele e com o Leonardo Melo.

Mesmo assim, essas poucas horas de Bienal me fizeram voltar pra casa com algumas sacolas cheias. O que me acalenta a alma é que levei minha esposa e meus filhos, então note que foram 5 pessoas escolhendo quadrinhos.

Entre mimos e compras (que me custaram quase um rim), o saldo foi:


Undeadman Volume 1 - Leonardo Melo e vários artistas

Cangaço Overdrive - Zé Wellington e Walter Geovani

Se meu cão falasse, tudo seria poesia - Antonio Eder, Carol Sakura e Walkir Fernandes

Hacking Wave - Larissa Palmieri, Pedro Okuyama e Zaheer

Bichos - Daniel Esteves, Alex Rodrigues e Al Stefano

Zémurai - Ricardo Sousa e Bando

Thorvand - Maria Leal e Crisrobert Caires

Astronauta: Magnetar - Danilo Beyruth

As Flores Falam - Val Armanelli

Razão vs Emoção - Guilherme Bandeira

Turma da Mônica: Lições - Victor e Lu Caffagi

Gibi Quântico 2 - Vários

DestiNatioN #1 - Alessio Esteves e Lob Loss


De tudo isso aí em cima, por enquanto, li Bichos, Zémurai e Hacking Wave (mais sobre essas hqs depois).

Mas uma das melhores surpresas foi descobrir que Airton Marinho, meu velho companheiro de Midraxe, está escrevendo e publicando hqs como se não houvesse amanhã.

Aproveite e dê uma olhada no Tumblr dele.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Priest - New Flesh

Ultimamente, meu método número um para descobrir músicas novas é ficar flanando no Youtube, na esperança de que o sistema de recomendação deles acerte e me mostre alguma coisa que vá cair no meu gosto.

Por enquanto, a proporção de vitórias é maior do que a de derrotas.

E foi por essa via que acabei esbarrando no som do Priest.



Apesar da indumentária, o som da banda é um synth-electro-sei-lá-o-quê  maroto, que não dá pra deixar de comparar com um cruzamento entre o Depeche Mode e o Sisters of Mercy.

Depois de ter sido fisgado pelos ouvidos, li que alguns dos membros do Priest vieram do Ghost, e ficou clara a questão das roupas (mas eu ainda prefiro as do Gengivas Negras).

O mais engraçado dessa história toda é ler as resenhas ao disco nos sites de metal. Todo mundo falando bem da banda, mas sem exagerar, porque aqui é metal!!!\m/, féladaputa!

Sinceramente, acredito que gostar desse som tenha menos a ver com o aspecto lúgubre e mais com ter alguma memória afetiva pelos anos 80.

Enfim.

O álbum completo pode ser ouvido e comprado na página do Bandcamp.


P.S.: Como tenho que manter minha fama de metaleiro trevoso, não gostaria que você ficasse comentando isso por aí, ok?

Um emoji na minha URL

Estou eu surfando na rede mundial de computadores, quando me deparo com com o link para uma página com um título curioso, Why I Ripped The Same CD 300 Times.

Não sou audiófilo, mas me interesso por essas nerdices hardcore. Decidi ler o artigo, muito interessante, por sinal.

Mas havia algo na minha visão periférica, algo que estava me incomodando. Só lá pelas tantas, percebi o que era.

A URL.

Ou melhor, o EMOJI na URL.



Minha reação também foi essa: 🤔

Sinceramente, eu não deveria me impressionar com isso, visto que um emoji é uma sequência de caracteres normais, interpretada pelo software para ser exibido como uma carinha. É o bom e velho princípio do HTML e de todas as outras linguagens de marcação existentes por aí.

Mas eu não sabia que as barras de endereços dos browsers já estavam renderizando emojis também.

Acho que fiquei muito tempo longe da internet 😂😂

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

C​:​\​>CHKDSK /F by MASTER BOOT RECORD

Como eu gosto de esbarrar nessas coisas...



Mais informações em

EnCt22c62d8d00a89d36908e9015ae37997d3c7ad246a2c62d8d00a89d36908e9015a1oP6qx4YRwLsBuHI41cIJP4+e/69xyBAGJIxfloS/Oq7/cpvKOb9PVojA0iOlrIyWcdBRSqAnVpV2EnF75tADlbmgkOkgkJHPOgxwMmSVmjwXqutPdIFF5DXcsB8X/URs0qgEuxgK3N5pUuJorJED/O4Yg1xz1E=IwEmS