quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Maquiando o LibreOffice Writer

Uso o Writer desde a época em que era OpenOffice (tecnicamente, ainda é também, mas...).

De lá pra cá, muita coisa mudou, e migrei para o LibreOffice assim que o projeto foi lançado.

Mas uma coisa que vem me incomodando nas últimas encarnações do LibO é a aparência dos programas, em especial do Writer, que uso mais.

Então eu faço algumas mudanças, para torna-lo mais palatável para esses velhos olhos.

Os screenshots desse post foram tirados com o LibreOffice 5.1, rodando no Ubuntu Mate. Mas essas dicas servem para qualquer versão do programa.

Clique nos screenshots para ampliá-los.

Após uma instalação, o LibreOffice Writer costuma vir assim:


A primeira coisa eu faço é alterar os ícones, de Human para Galaxy, o tamanho dos ícones, de grande para pequeno. Entendo que os íconezões são uma tentativa de deixar o programa mais amistoso a telas touch, mas eu prefiro eles menores e ocupando menos espaço na tela.


Depois, eu altero a cor de fundo do aplicativo (normalmente para Cinza 7), para que fique um contraste entre a "folha de papel" virtual e o fundo do programa.


Então, ficamos assim.


O próximo passo é remover os limites do texto e a régua superior, liberando um pouco mais de espaço na tela.


Depois, eu jogo a barra de ferramentas lateral da direita para a esquerda.


Por fim, eu "invoco" o Navegador, um dos recursos mais antigos e úteis do WhateverOffice, e encaixo ele do lado direito. Essa janela pode ser exibida/oculta com a tecla F5.

O navegador também está disponível na barra lateral, mas eu prefiro que ele fique separado das outras funções.


Então, em uma situação normal de uso, meu LibreOffice Writer fica assim.


Em algumas situações especiais, quando tô a fim de focar no conteúdo, habilito o modo tela cheia. Ctrl + Shift + J no Windows ou no Linux. Alguma variação disso nos Macs.


E quando preciso escrever alguns documentos técnicos, onde uso o já mencionado Navegador e também o editor de Estilos, pressionando apensa duas teclas de função, chego à essa configuração.


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Big Man Japan

Ontem o Diego me enviou esse clip bizarro pra caralho.

Nos próprios comentários, descobri que não é um "vídeo encontrado", verdadeiro ou fake, mas sim uma cena do filme Big Man Japan.

Pelo trailer abaixo, deve ser o tipo de coisa que eu adoro. Procurarei.

sábado, 26 de novembro de 2016

Blogger 2016

Por essa eu não esperava (mais): deram um overhaul no Blogger.

PC de bolso

Acabo de tropeçar no anúncio de um PC de bolso que custa 89,90 R$.

Das duas, uma: ou era algo do tipo Arduíno, ou C.H.I.P., ou era um Live-USB.

Era um live-usb, rodando uma distro Linux que não faço ideia de qual seja.

O engraçado são os textos permeando o site. Algo do tipo:

"Compre agora, antes que as grandes empresas de informática o tirem do mercado!"

Não vou postar o link aqui, mas se não me engano, já vi esse mesmo produto, com outro nome e site em inglês.

Nada contra uma empresa facilitar a vida dos outros.

O problema é omitir o fato de que o produto que eles vendem pode, com os devidos conhecimentos, ser feito em casa, em meia hora, de maneira totalmente legal e gratuita.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Newsletters - Nov/2016

Eu adoro newsletters.

Ao contrário das migalhas espalhadas pelas redes sociais (e das pérolas escondidas pelo algoritmo do Facebook), seus textos costumam ter mais “sustância”. Ou podem ser também um amontoado de anotações de cunho pessoal, o que, dependendo do caso, não é menos interessante.

Curadoria, como dizem por aí.

Além disso, não precisam de feedback imediato. Estão lá, na caixa postal. A gente lê quando quer e quando pode.

Conversando com um camarada sobre isso (levanta a mão aí, Morevi!), acabei me lembrando de um antigo desejo de catalogar as newsletters que assino.

Tão na listinha aí embaixo.

Estou me referindo à newsletters escritas por PESSOAS, não empresas ou equipes. Se fosse contar essas, a lista seria bem maior.

Existe a possibilidade de eu ter me esquecido de alguém. Se for o caso, desculpe de antemão.

A ordem da lista não segue nenhum critério específico. Fui anotando à medida em que encontrava as danadas na minha caixa postal.

Certamente essa lista vai mudar. Será editada e repostada, se for o caso.

  1. Alliaverso - da escritora Alliah. Sem periodicidade.
  2. Orbital Operations - do escritor Warren Ellis. Semanal
  3. Milkfed - do casal de roteiristas Kelly Sue DeConnick e Matt Fraction. Semanal, acho.
  4. Sou meio vagabunda, mas sou boa pessoa - da Taizze Odelli. Sem peridiocidade.
  5. Restricted Frequency - do ilustrador/escritor Ganzeer. Semanal, acho.
  6. The Journal - do empresário Kevin Rose. Mensal. (não tenho o link pra assinar, hahaha!!!)
  7. Infodump - do escritor Julian Simpson. Sem periodicidade.
  8. Viver de Escrita - do escritor Rodrigo Van Kampen. Quinzenal.
  9. Newsletter do Douglas Rushkoff - do escritor/pensador/modelo e atriz Douglas Rushkoff. Mensal, imagino.
  10. Superfuzz - do roteirista Raphael Fernandes. Semanal
  11. Newsletter do Kieron Gillen - do roteirista Kieron Gillen. Semanal.
  12. Hypervoid - do escritor Alex Mandarino. Sem periodicidade, por enquanto.
  13. Metafoundry - da cientista Deb Chacra.
  14. Lista do Zé - do roteirista Zé Wellington. Mensal?
  15. Brain Pickings - da Maria Popova. Semanal.
P.S.: apesar de eu mal dar conta de consumir isso tudo aí em cima, aceito sugestões de outras newsletters bacanas... :P

domingo, 2 de outubro de 2016

Kalevala (Калевала) - Лучшую Спою Вам Песню (Luchshuyu Spoyu Vam Pesnyu)

Não costumo gostar muito do sub-gênero metaleiro que se costuma denominar de folk metal, mas existem as óbvias exceções, e dia desses esbarrei em mais uma delas.

Videoclipe com produção precária do início ao fim? Confere!
Pessoas que parecem genuinamente felizes (mais pela zoeira do que pela música)? Opa!
Musiquinha grudenta que dá vontade de sair sacolejando o esqueleto? Afirmativo!
Letras impronunciáveis e ininteligíveis em russo? Por certo!

Luchshuyu Spoyu Vam Pesnyu é minha música preferida da semana.



Se você gostou, o resto do disco pode ser ouvido aqui:

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

B. Recluse Occurrence

Você, paraquedista do Google que chegou aqui procurando por ninjas can't catch you if you're on fire, o que está fazendo que ainda não ouviu os miasmas sonoros do B. Recluse Occurrence, novo projeto do Carlos Morevi e da Татьяна Лемос?

http://brecluseoccurrence.bandcamp.com/releases

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Pássaros Artificiais - A Missão

Já falei de Pássaros Artificiais aqui e aqui

Essa HQ vem sendo gestada pelo Diego e pelo Antonio há sabe Deus quanto tempo.

Pois bem, ficou pronta.

De novo.

Porque o Antonio redesenhou a bicha.

Inteira.

Inteirinha!

Recebi esse artefato, ou melhor, essa relíquia, na semana passada.



Pássaros Artificiais é um projeto inovador. Subversivo até.

São 32 páginas de hq. O detalhe ao qual se deve prestar atenção é que essas páginas, apesar de numeradas, estão soltas. A numeração é só pra não deixar o leitor *muito* desorientado, pois a proposta é que a narrativa seja lida na sequência que melhor lhe aprouver. E que o leitor reembaralhe essas páginas e as leia outra seqüência. E em outra. E em outras, tal qual um tarô hipertrofiado.

Se não estou cometendo nenhuma bobagem matemática, calculando as permutações, são 263130836933693530167218012160000000 leituras possíveis. É.

E isso porque estou considerando apenas as páginas de hq propriamente ditas, já que no verso de todas as lâminas existem textos, depoimentos, trechos de roteiros e livros, que complementam a narrativa.

Mas, não é só isso!

Na compra de um dos 100 exemplares existentes, você também leva uma página, *datilografada* e exclusiva de um romance escrito especialmente para ser distribuído junto com a hq.

Pássaros Artificiais me lembra o Mutus Liber, na humilde opinião deste que vos escreve, a primeira história em quadrinhos feita (sem querer).

Mais informações podem ser encontradas no blog do projeto, ou então no Facebook.

Quase

Mas, claro, tinha que ter alguém pra atrapalhar... XD