O bichinho chegou hoje. Um amigo que voltou dos istazunís trouxe pra mim.
No caso, um Samsung Chromebook Series 03 (nome científico: XE303C12). É, aquele com processador ARM, for everyone. Se liga:
https://www.google.com/intl/en/chrome/devices/chromebooks.html#ss-cb
Ainda estou conhecendo a parada, então, por enquanto, não há muito a dizer. Abaixo, algumas observações esparsas:
- O bluetooth funcionou com um teclado Nokia SU-8W, mas se recusa a encontrar meu mouse.
- Nada de malandragem com o 3G. O meu é um modelo Wi-Fi, então, apesar de haver um slot para um cartão SIM, ele está selado com uma borracha que aparenta ter sido colada lá dentro. Também testei um modem 3G (um ZTE MF-100 da VIVO), e ele também não foi reconhecido pelo sistema. Pelo sim, pelo não, testei o comando modem_set_carrier através do crosh. Obviamente, não deu certo. Pesquisarei mais. Afinal, sou brasileiro e não desisto nunca!
- Aliás, falando em Brasil, é impressão minha ou, fora poucas resenhas sobre alguns Cr-48 emprestados pelo Google que pipocaram anos atrás, comentários/relatos em pt-BR sobre esses equipamentos são praticamente inexistentes? Entendo que Chromebooks não são oficialmente vendidos por aqui, mas esse tipo de coisa nunca foi impedimento na hora de trazer o último iPhone ou qualquer outra traquitana da vez. Acho que essa tecnologia não fez muito a cabeça do consumidor brasileiro. Daí a demora do Google em aparecer com esses aparelhos por aqui.
- Reconheceu diversos tipos de unidades de armazenamento USB, inclusive com adaptadores.
- Um aparelho que tem um comercial (antigo, eu sei) com Slayer na trilha sonora merece todo o meu respeito.
Por enquanto é só.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
HABEMUS CHROMEBOOK
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domingo, 12 de maio de 2013
ADEUS, GOOGLE READER. FOI BOM ENQUANTO DUROU...
Eu fui um dos que demorou um pouco a "acreditar" no Google Reader. Só deixei minha conta no Bloglines porque o serviço ficou muito bugado. Na época a interface do GR era terrível. Mas quando me acostumei, não larguei mais.
E por isso me considero uma das viúvas da "nuance social" do GR, que foi descontinuada em favor do Google+.
Não me lembro se compartilhei por aí esse post do Buzzfeed que tava perdido no meu Pocket* . Na época achei o texto conveniente.
Quando recebi a notícia de que o serviço seria totalmente descontinuado em Julho próximo, também senti uma pontadinha de tristeza. Mas eu meio que esperava.
Em relação a outros produtos do Google, o Reader estava cada vez mais segregado. Não recebia atualizações. Tempos atrás também notei que habilitaram uma opção "importar do Google Reader" (ou algo que o valha) o leitor de feeds que fica dentro da dashboard do Blogger (Lista de leitura).
Enfim, vai acabar, então vou ter que conseguir outra maneira de juntar as atualizações dos sites/blogs que gosto de ler.
Uma coisa que só notei depois da notícia foi que eu acessava o Reader cada vez mais pelo celular e cada vez menos pela interface Web. O Android app do Reader é extremamente leve e funcional.
Então, quando optei por um sucessor, um dos principais critérios foi que o app/serviço/programa/whatever tivesse uma versão mobile.
Por enquanto, estou dividindo meus esforços entre o Feedly e o Pulse. No primeiro, importei meus feeds do Reader como estão (depois de última limpa, 163 feeds). Está servindo como um backup.
No segundo, eu estou tentando fazer uma experiência. Como em quase todo leitor de feeds que se preze, no Pulse é possível dividir sua coleção de feeds em pastas/guias/grupos/whatever. Mas uma limitação faz com que seja possível aninhar no máximo 12 feeds em cada uma dessas divisões. A princípio, também importei meus feeds do GReader, mas fui, aos poucos, deletando quase tudo até que sobrassem apenas 12, ou seja, apenas uma guia.
Então, por enquanto, o Pulse é minha primeira parada (e, dependendo do meu humor no dia, a única ) quando estou à procura de coisas novas. Se eu não me sacio, vou pro Feedly.
Adeus, Google Reader. Foi bom enquanto durou.
P.S.: A próxima vítima? Em minha humilde opinião, Blogger.
*pun intended
E por isso me considero uma das viúvas da "nuance social" do GR, que foi descontinuada em favor do Google+.
Não me lembro se compartilhei por aí esse post do Buzzfeed que tava perdido no meu Pocket* . Na época achei o texto conveniente.
Quando recebi a notícia de que o serviço seria totalmente descontinuado em Julho próximo, também senti uma pontadinha de tristeza. Mas eu meio que esperava.
Em relação a outros produtos do Google, o Reader estava cada vez mais segregado. Não recebia atualizações. Tempos atrás também notei que habilitaram uma opção "importar do Google Reader" (ou algo que o valha) o leitor de feeds que fica dentro da dashboard do Blogger (Lista de leitura).
Enfim, vai acabar, então vou ter que conseguir outra maneira de juntar as atualizações dos sites/blogs que gosto de ler.
Uma coisa que só notei depois da notícia foi que eu acessava o Reader cada vez mais pelo celular e cada vez menos pela interface Web. O Android app do Reader é extremamente leve e funcional.
Então, quando optei por um sucessor, um dos principais critérios foi que o app/serviço/programa/whatever tivesse uma versão mobile.
Por enquanto, estou dividindo meus esforços entre o Feedly e o Pulse. No primeiro, importei meus feeds do Reader como estão (depois de última limpa, 163 feeds). Está servindo como um backup.
No segundo, eu estou tentando fazer uma experiência. Como em quase todo leitor de feeds que se preze, no Pulse é possível dividir sua coleção de feeds em pastas/guias/grupos/whatever. Mas uma limitação faz com que seja possível aninhar no máximo 12 feeds em cada uma dessas divisões. A princípio, também importei meus feeds do GReader, mas fui, aos poucos, deletando quase tudo até que sobrassem apenas 12, ou seja, apenas uma guia.
Então, por enquanto, o Pulse é minha primeira parada (e, dependendo do meu humor no dia, a única ) quando estou à procura de coisas novas. Se eu não me sacio, vou pro Feedly.
Adeus, Google Reader. Foi bom enquanto durou.
P.S.: A próxima vítima? Em minha humilde opinião, Blogger.
*pun intended
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CARACTERÍSTICAS DO PSICOPATA CORPORATIVO
A palavra psicopata, embora muitos não saibam, não representa necessariamente violência ou outras coisas ruins. Para a psicologia, psicopatia nada mais é que um conjunto distinto de características de personalidade e pode ser comumente encontrada nas pessoas, que apresentam frieza, ausência de medo, são charmosas, persuasivas e narcisistas, e normalmente não são simpáticas.
Por mais que a autora do artigo se esforce para explicar que não devemos confundir alhos com bugalhos, ainda me incomoda muito ler esse tipo de coisa.
E, só para refrescar sua memória: ó.
Por mais que a autora do artigo se esforce para explicar que não devemos confundir alhos com bugalhos, ainda me incomoda muito ler esse tipo de coisa.
E, só para refrescar sua memória: ó.
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domingo, 5 de maio de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
SE NÃO QUEBROU, NÃO CONSERTE
Ou ainda:
UMA EMPRESA É GERIDA USANDO UM COMPUTADOR FABRICADO EM 1948!!!!1!!!!1!!! THIS IS SPARTAAAAA!!!!!
Ok.
Cheguei nessa reportagem através de um link que o Ernesto Nakamura postou lá no Facebook. Se o inglês não for problema, leia, porque é muito interessante.
Abaixo, dois trechos:
"These legacy systems are integrated into multibillion dollar systems as control or test systems," Jones says. Replacing these old systems with modern machines, she explains, would cost millions of dollars and could potentially disrupt national security.
The biggest problem with maintaining such ancient computer systems is that the original technicians who knew how to configure and maintain them have long since retired or passed away, so no one is left with the knowledge required to fix them if they break.
Achei legal, já que recentemente perdi uma semana tentando ressuscitar um notebook de 2005, por causa de uma porta serial. Os adaptadores serial-usb que existem por aí estão ficando cada vez melhores. Mas, acreditem, alguns equipamentos industriais mais antigos se recusam a funcionar com este ou qualquer outro tipo de conversor.
O problema é o HD, que está cheio de badblocks. Custei a encontrar um outro compatível (IDE 1, que já não é fabricado há muito tempo). Achei um usado, paguei os olhos da cara. Aí na hora de formatar o bicho, descobri que havia algum defeito no drive de CDs que me impedia de bootar com o CD do Windows XP. Então tive mais um trabalho do inferno para fazer um pendrive bootável. Que não funcionou. Então desisti do Windows e parti para a instalação do Lubuntu, que me permitiria virtualizar um XP com configurações bem modestas, mas funcionais. Então, no meio do processo, o monitor resolver me dar adeus.
Fiquei muito fulo, e acabei desistindo da empreitada. A contragosto tive que devolver o HD, que não ia me servir para mais nada (mas já foi vendido, se você quer mesmo saber).
O problema que tínhamos acabou sendo resolvido de outro jeito, mas isso me fez pensar como setores críticos da sociedade são dependentes de tecnologias que já morreram ou que estão com um pé na cova.
A automação industrial é um bom exemplo disso: boa parte dos sistemas são exclusivamente WindowsXPcêntricos. Em pleno 2013, ainda são fabricados equipamentos que só funcionam ou que só podem ser acessados através de programas que rodam no XP. Nada de Vista, nada de 7 e Windows 8 então, nem pensar!
Aliás, a minha "workstation" é uma máquina virtual do XP.
O problema não é usar tecnologias antigas, porém estáveis. O problema é utilizar tecnologias que pertencem a empresas/grupos que não tem interesse em manter aquilo funcionando por muito tempo. A tal obsolescência programada. Ano que vem a Microsoft mata de vez qualquer tipo de suporte e atualizações de segurança do XP.
Para equipamentos que trabalham isolados, isso não representa um grande problema. Mas com a integração cada vez maior do "chão de fábrica" com níveis mais altos das redes corporativas, e as vezes até com a própria internet, esse abandono por parte da nave mãe pode sim representar um risco à segurança dos equipamentos e, principalmente, das pessoas que trabalham perto deles.
Isso também me fez pensar sobre alguns velhos hábitos que vão ficando com a gente à medida que envelhecemos. Eu só consigo fazer cálculos que vão me tomar mais de dois minutos na minha velha HP 48G, que já está quase nos vinte anos.
Como diz a canção, "panela velha é que faz comida boa"! :)
UMA EMPRESA É GERIDA USANDO UM COMPUTADOR FABRICADO EM 1948!!!!1!!!!1!!! THIS IS SPARTAAAAA!!!!!
Ok.
Cheguei nessa reportagem através de um link que o Ernesto Nakamura postou lá no Facebook. Se o inglês não for problema, leia, porque é muito interessante.
Abaixo, dois trechos:
"These legacy systems are integrated into multibillion dollar systems as control or test systems," Jones says. Replacing these old systems with modern machines, she explains, would cost millions of dollars and could potentially disrupt national security.
The biggest problem with maintaining such ancient computer systems is that the original technicians who knew how to configure and maintain them have long since retired or passed away, so no one is left with the knowledge required to fix them if they break.
Achei legal, já que recentemente perdi uma semana tentando ressuscitar um notebook de 2005, por causa de uma porta serial. Os adaptadores serial-usb que existem por aí estão ficando cada vez melhores. Mas, acreditem, alguns equipamentos industriais mais antigos se recusam a funcionar com este ou qualquer outro tipo de conversor.
O problema é o HD, que está cheio de badblocks. Custei a encontrar um outro compatível (IDE 1, que já não é fabricado há muito tempo). Achei um usado, paguei os olhos da cara. Aí na hora de formatar o bicho, descobri que havia algum defeito no drive de CDs que me impedia de bootar com o CD do Windows XP. Então tive mais um trabalho do inferno para fazer um pendrive bootável. Que não funcionou. Então desisti do Windows e parti para a instalação do Lubuntu, que me permitiria virtualizar um XP com configurações bem modestas, mas funcionais. Então, no meio do processo, o monitor resolver me dar adeus.
Fiquei muito fulo, e acabei desistindo da empreitada. A contragosto tive que devolver o HD, que não ia me servir para mais nada (mas já foi vendido, se você quer mesmo saber).
O problema que tínhamos acabou sendo resolvido de outro jeito, mas isso me fez pensar como setores críticos da sociedade são dependentes de tecnologias que já morreram ou que estão com um pé na cova.
A automação industrial é um bom exemplo disso: boa parte dos sistemas são exclusivamente WindowsXPcêntricos. Em pleno 2013, ainda são fabricados equipamentos que só funcionam ou que só podem ser acessados através de programas que rodam no XP. Nada de Vista, nada de 7 e Windows 8 então, nem pensar!
Aliás, a minha "workstation" é uma máquina virtual do XP.
O problema não é usar tecnologias antigas, porém estáveis. O problema é utilizar tecnologias que pertencem a empresas/grupos que não tem interesse em manter aquilo funcionando por muito tempo. A tal obsolescência programada. Ano que vem a Microsoft mata de vez qualquer tipo de suporte e atualizações de segurança do XP.
Para equipamentos que trabalham isolados, isso não representa um grande problema. Mas com a integração cada vez maior do "chão de fábrica" com níveis mais altos das redes corporativas, e as vezes até com a própria internet, esse abandono por parte da nave mãe pode sim representar um risco à segurança dos equipamentos e, principalmente, das pessoas que trabalham perto deles.
Isso também me fez pensar sobre alguns velhos hábitos que vão ficando com a gente à medida que envelhecemos. Eu só consigo fazer cálculos que vão me tomar mais de dois minutos na minha velha HP 48G, que já está quase nos vinte anos.
Como diz a canção, "panela velha é que faz comida boa"! :)
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quarta-feira, 24 de abril de 2013
THE PRIVATE EYE
Já tava sabendo de THE PRIVATE EYE, nova hq do BKV e do Marcos Martín.
O que eu NÃO tava sabendo é que também ia teria versão traduzida para o bom e velho pt-BR, trabalho feito por Érico Assis e Fabiano Denardin, já conhecidos pelos leitores de quadrinhos brasileiros.
O engraçado é que fiquei sabendo desse detalhe pelo Zé Wellington, através do Facebook. E só baixei a versão traduzida pela curiosidade de saber quem tinha traduzido. E pouco depois de baixá-la, fico sabendo da notícia pela falanges do próprio Érico, através de uma mensagem na EuroQuadrinhos.
(Tudo bem, sei que sua vida não vai mudar por causa disso)
A hq é interessante, e o título é bem pertinente. A arte de Marcos também é bacana e instiga a visão. Depois que digerir tudo, talvez eu me arrisque a fazer uma resenha.
Resumo da ópera. Li, gostei, e pagarei.
P.S.: como a hq foi pensada para ser lida em dispositivos eletrônicos, o formato das páginas é horizontal (ou paisagem, se você preferir). E isso faz com que a leitura em tablets de 7 polegadas seja tolerável, o que para mim é um bom sinal.
O que eu NÃO tava sabendo é que também ia teria versão traduzida para o bom e velho pt-BR, trabalho feito por Érico Assis e Fabiano Denardin, já conhecidos pelos leitores de quadrinhos brasileiros.
O engraçado é que fiquei sabendo desse detalhe pelo Zé Wellington, através do Facebook. E só baixei a versão traduzida pela curiosidade de saber quem tinha traduzido. E pouco depois de baixá-la, fico sabendo da notícia pela falanges do próprio Érico, através de uma mensagem na EuroQuadrinhos.
(Tudo bem, sei que sua vida não vai mudar por causa disso)
A hq é interessante, e o título é bem pertinente. A arte de Marcos também é bacana e instiga a visão. Depois que digerir tudo, talvez eu me arrisque a fazer uma resenha.
Resumo da ópera. Li, gostei, e pagarei.
P.S.: como a hq foi pensada para ser lida em dispositivos eletrônicos, o formato das páginas é horizontal (ou paisagem, se você preferir). E isso faz com que a leitura em tablets de 7 polegadas seja tolerável, o que para mim é um bom sinal.
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domingo, 21 de abril de 2013
LIFEHACKER: HOW I WORK
Foi só dia desses que me dei conta da nova série do Lifehacker, How I Work. A princípio pode lembrar iniciativas mais antigas, como o usesthis.com, mas se o último se concentra no que as pessoas usam, o foco da série do Lifehacker é o que as pessoas fazem.
De modo geral, isso muito me interessa, e eu posso ficar lendo esse tipo de coisa pelo resto da minha vida.
Até agora as entrevistas que gostei mais foram as do J.G. Quintel, criador de Apenas um Show, Cory Doctorow, e Ryan North, quadrinista que escreve os roteiros da versão quadrinizada de Hora de Aventura em formato .txt, usando um editor de textos, como todo roteirista MUITO MACHO* deveria fazer, aliás.
*Às Patrulhas Politicamente Corretas da Rede Mundial de Computadores: a macheza, no caso, refere-se a um estado de espírito, e não à posse/predileção/ojeriza por pipis e/ou pererecas, certo?
De modo geral, isso muito me interessa, e eu posso ficar lendo esse tipo de coisa pelo resto da minha vida.
Até agora as entrevistas que gostei mais foram as do J.G. Quintel, criador de Apenas um Show, Cory Doctorow, e Ryan North, quadrinista que escreve os roteiros da versão quadrinizada de Hora de Aventura em formato .txt, usando um editor de textos, como todo roteirista MUITO MACHO* deveria fazer, aliás.
*Às Patrulhas Politicamente Corretas da Rede Mundial de Computadores: a macheza, no caso, refere-se a um estado de espírito, e não à posse/predileção/ojeriza por pipis e/ou pererecas, certo?
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domingo, 14 de abril de 2013
WILL SMITH + ALPHA STASIS = ?
Apesar do visual muy interessante, este filme provavelmente será uma bomba.
Não que isso vá me impedir de assistí-lo.
Mas, gozado mesmo é que faz meses que eu não consigo desvincular esse trailer do space rock supimpa feito pelo ALPHA STASIS.
Já assistiu o trailer aí em cima? Agora ouça a canção abaixo.
E aí? Tem a ver?
Em tempo: se você ainda não se ligou, esta é a página do ALPHA STASIS no Bandcamp. Tem um monte de coisa bacana pra se ouvir por lá.
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