sábado, 13 de outubro de 2018

Bienal dos Quadrinhos de Curitiba - 2018

Motivos de força maior me impediram de participar da Bienal de Quadrinhos de Curitiba 2018, da maneira que eu gostaria.

Então só pude aparecer lá no domingo, dia 09, por volta das 16:00h. Quase no final do evento.

Não falei com todo mundo que gostaria, mas tive oportunidade de reencontrar o grande Antonio Eder, e trocar dois dedos de prosa com ele e com o Leonardo Melo.

Mesmo assim, essas poucas horas de Bienal me fizeram voltar pra casa com algumas sacolas cheias. O que me acalenta a alma é que levei minha esposa e meus filhos, então note que foram 5 pessoas escolhendo quadrinhos.

Entre mimos e compras (que me custaram quase um rim), o saldo foi:


Undeadman Volume 1 - Leonardo Melo e vários artistas

Cangaço Overdrive - Zé Wellington e Walter Geovani

Se meu cão falasse, tudo seria poesia - Antonio Eder, Carol Sakura e Walkir Fernandes

Hacking Wave - Larissa Palmieri, Pedro Okuyama e Zaheer

Bichos - Daniel Esteves, Alex Rodrigues e Al Stefano

Zémurai - Ricardo Sousa e Bando

Thorvand - Maria Leal e Crisrobert Caires

Astronauta: Magnetar - Danilo Beyruth

As Flores Falam - Val Armanelli

Razão vs Emoção - Guilherme Bandeira

Turma da Mônica: Lições - Victor e Lu Caffagi

Gibi Quântico 2 - Vários

DestiNatioN #1 - Alessio Esteves e Lob Loss


De tudo isso aí em cima, por enquanto, li Bichos, Zémurai e Hacking Wave (mais sobre essas hqs depois).

Mas uma das melhores surpresas foi descobrir que Airton Marinho, meu velho companheiro de Midraxe, está escrevendo e publicando hqs como se não houvesse amanhã.

Aproveite e dê uma olhada no Tumblr dele.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Priest - New Flesh

Ultimamente, meu método número um para descobrir músicas novas é ficar flanando no Youtube, na esperança de que o sistema de recomendação deles acerte e me mostre alguma coisa que vá cair no meu gosto.

Por enquanto, a proporção de vitórias é maior do que a de derrotas.

E foi por essa via que acabei esbarrando no som do Priest.



Apesar da indumentária, o som da banda é um synth-electro-sei-lá-o-quê  maroto, que não dá pra deixar de comparar com um cruzamento entre o Depeche Mode e o Sisters of Mercy.

Depois de ter sido fisgado pelos ouvidos, li que alguns dos membros do Priest vieram do Ghost, e ficou clara a questão das roupas (mas eu ainda prefiro as do Gengivas Negras).

O mais engraçado dessa história toda é ler as resenhas ao disco nos sites de metal. Todo mundo falando bem da banda, mas sem exagerar, porque aqui é metal!!!\m/, féladaputa!

Sinceramente, acredito que gostar desse som tenha menos a ver com o aspecto lúgubre e mais com ter alguma memória afetiva pelos anos 80.

Enfim.

O álbum completo pode ser ouvido e comprado na página do Bandcamp.


P.S.: Como tenho que manter minha fama de metaleiro trevoso, não gostaria que você ficasse comentando isso por aí, ok?

Um emoji na minha URL

Estou eu surfando na rede mundial de computadores, quando me deparo com com o link para uma página com um título curioso, Why I Ripped The Same CD 300 Times.

Não sou audiófilo, mas me interesso por essas nerdices hardcore. Decidi ler o artigo, muito interessante, por sinal.

Mas havia algo na minha visão periférica, algo que estava me incomodando. Só lá pelas tantas, percebi o que era.

A URL.

Ou melhor, o EMOJI na URL.



Minha reação também foi essa: 🤔

Sinceramente, eu não deveria me impressionar com isso, visto que um emoji é uma sequência de caracteres normais, interpretada pelo software para ser exibido como uma carinha. É o bom e velho princípio do HTML e de todas as outras linguagens de marcação existentes por aí.

Mas eu não sabia que as barras de endereços dos browsers já estavam renderizando emojis também.

Acho que fiquei muito tempo longe da internet 😂😂

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

C​:​\​>CHKDSK /F by MASTER BOOT RECORD

Como eu gosto de esbarrar nessas coisas...



Mais informações em

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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Kona Linux e a estranha natureza do Google Drive


Uma das coisas que acho interessantes no funcionamento do Google Drive é que um documento público criado por outro usuário e aberto por você fica "magnetizado" em seu Drive, à sua revelia.

Mesmo que você não o salve o arquivo, coloque estrelinha ou faça qualquer outro tipo de marcação, esse documento - e seu conteúdo - ficam indexados e disponíveis na ferramenta de pesquisa do Google Drive.

E foi assim que descobri, uns meses atrás, o Kona Linux.

Pesquisando um termo relacionado no meu Drive, encontrei uma pasta pública cheia de tralhas, e lá dentro havia uma outra pasta chamada "konalinux".

Nessa pasta, há vários arquivos, entre documentos, wallpapers, arquivos ISO e sei lá mais o quê.

Tudo em japonês - idioma que desconheço completamente.

Isso me deixou pra lá de intrigado.

Fui percurá, mas não encontrei menção ao Kona Linux na internet ocidental. Nem no Distrowatch!

(Por outro lado, há um game chamado Kona que também roda no Linux, o que "facilitou" bastante a pesquisa)

Cheguei a um artigo - aparentemente desatualizado - na Wikipedia japonesa, onde a pulga que já estava atrás da minha orelha resolveu fazer a combinação com o percevejo: o link do "site oficial" da distro aponta exatamente para aquela pasta do Drive que eu havia encontrado um pouco antes.

Então é isso. Com exceção das ISOs mais recentes, armazenadas em um outro site (básico até o osso), toda a informação oficial relativa ao Kona Linux está espalhada em GDocs escritos em japonês, que por sua vez, estão armazenados na tal pasta.

Mas, e a distro?

Nada de novo no front, mas achei bem simpática.

O Kona Linux é baseado no Debian, e sua interface padrão é o LXDE. Entretanto, há variantes com tudo quanto é desktop disponível na galáxia.

Há uma outra versão, o KUE (Kona Ubuntu Edition) que, como o nome já denuncia, e baseada no Ubuntu. Sabiamente, as versões do KUE são desenvolvidas em cima das versões LTS do Ubuntu. Então o KUE 1.0 equivale ao Ubuntu 14.04, o KUE 2.0 ao 16.04 e assim por diante.

Kona é o nome de um café havaiano (e também da ilha homônima), então o tema *café* toda a  interface do SO.

Por enquanto, testei as versões "standard" (4.0) e KUE (2.0).

Gostei do visual e da seleção de softwares.

Mas o que me atraiu mesmo foi o aspecto roots, quase mambembe, do Kona. Parece ser trabalho de poucas pessoas, se não for de uma só.

Me senti em 1997.

sábado, 27 de maio de 2017

If You Tolerate This Your Children Will Be Next

E hoje reencontro essa canção, da qual tinha me esquecido, mas que muitas memórias me trouxe.

E não dá pra falar de MSP sem tocar no estranho desaparecimento do guitarrista Richey Edwards.

(e algum desaparecimento é normal, por um acaso?)

Aliás, não sabia da história por trás da música. Nem desse poster sinistro.

Enfim, feelings.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016