Dia desses, dando uma olhada no Paper.li do Cadu Simões, acabei chegando a esta entrevista, publicada no blog do Bruno Galo que, por sua vez, é um trecho de uma matéria publicada na ISTO É Dinheiro, no longínquo dia 06 de Agosto de 2010.
Na matéria em questão, o pesquisador da IBM, Jean Paul Jacob, disse uma frase que acabou sendo utilizada como título do post do Bruno.
“O livro de papel nada mais é do que tinta sobre árvore morta. Chamar isso de tecnologia é um insulto para mim”.
Embora eu não tenha ficado insultado com a frase de Jacob - na verdade, concordo com o discurso dele, em gênero, número e grau - e também não pretenda iniciar um libelo em defesa do livro impresso por aqui (já abracei a leitura digital há certo tempo), confesso que a veemência dele me incomodou um pouco.
E a raiz disso tudo é a percepção errônea por parte de muita gente, que costuma associar tecnologia à eletrônica e algumas outras poucas áreas do conhecimento humano moderno.
Acredito que Jacob conheça muito bem essa diferença, e presumo que sua intenção foi apenas fazer uma provocação bem-humorada.
E concordo que, de tempos, alguns significados se sobreponham a outros e, numa inversão de papéis, acabem engalfinhando para si a palavra que, entre outras coisas, lhes descrevia.
Mas tecnologia não se resume apenas a isso.
Para ficarmos em um exemplo, a primeira acepção da palavra, na versão eletrônica do dicionário Houaiss, é a que segue:
1 teoria geral e/ou estudo sistemático sobre técnicas, processos, métodos, meios e instrumentos de um ou mais ofícios ou domínios da atividade humana (p.ex., indústria, ciência etc.)
E, este mesmo dicionário nos diz que a etimologia da palavra é:
gr. tekhnología,as 'tratado ou dissertação sobre uma arte, exposição das regras de uma arte', formado a partir do rad. gr.tekhno- (de tékhné 'arte, artesanato, indústria, ciência') e do rad. gr. -logía (de lógos,ou 'linguagem, proposição'); ver tecn(o)-e -logia; f.hist. 1783 technologia, 1858 technología
Antigamente, não havia diferença entre técnica e arte, cuja raiz grega, aliás, é - hehehe - tekhné.
Tinta sobre árvore morta é tecnologia sim.
E mesmo a ideia de combinar fonemas e/ou signos - dentro de determinadas regras - para conferir-lhes significado, pode ser considerada tecnologia.
(estou ficando velho)
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
BLOGSOME SUBINDO NO TELHADO
Num passado não muito remoto, mantive dois blogs no Blogsome.
Era um serviço baseado no Wordpress, que me pareceu legal durante um certo período, mas algumas instabilidades, somadas a outras coisas estranhas (a dashboard de um dos blogs se atualizava, a outra não), me fizeram desistir das empreitadas. Isso para não falar do esforço em ficar mantendo vários blogs diferentes.
Embora o último post no OROBORO seja de 17/01/2007, e no TXT, de 03/12/2008, decidi que deixaria os blogs no ar, até pela dificuldade de importar o conteúdo dos mesmos no blogger.
Bom, passei por lá ontem, pámode moderá uns spams e, por curiosidade, resolvi clicar no link que me levaria aos fóruns. E me deparo com o primeiro tópico.
Eu já desconfiava que isso fosse acontecer, mais cedo ou mais tarde. Quando um serviço de internet pára de receber atualizações, na melhor das hipóteses, vai quebrar e ser vendido para outra empresa maior. Na pior, vai só quebrar mesmo. Mas, como eu disse acima, até então não havia possibilidade de importar o conteúdo no blogger, a não ser, claro, pela boa e velha técnica do Ctrl+C/Ctrl+V, que daria um trabalho da porra.
Mas agora, próximo ao fim, o pessoal do Blogsome foi legal e liberou uma opção para exportar o conteúdo do blog no formato utilizado pelo Wordpress.
Se você usa um blog do Wordpress, tirar seu conteúdo do Blogsome vai ser moleza.
Se você usa o blogger, como eu, vai ter um pouco mais de trabalho*, mas será possível trazer seu material pra cá também. Eu já coloquei tudo aqui no Urobouro, mais ou menos organizado nas tags oroboro.blogsome.com e txt.blogsome.com.
Então, se ainda há alguma coisa no Blogsome que você queira tirar de lá, a hora é AGORA!
==========================
* tá bom, vamos lá:
1) Seguindo as instruções do link lá de cima, exporte seu blog do Blogsome, no formato WXR (que na verdade é um .xml).
2) Se seu blog tiver imagens, você também terá que exportá-lo novamente, dessa vez selecionando a opção que inclui as mesmas.
3) Depois, importe o arquivo WXR/.xml nesse serviço aqui: http://wordpress2blogger.appspot.com. Ele vai te devolver seu arquivo .xml, preparado para ser importado no Blogger.
4) Logue-se no Blogger (eu estou usando o "Blogger em Rascunho"). Vá em Configurações/Outro > Importar blog. Vai surgir uma caixa de diálogo pedindo para você escolher o arquivo que quer importar. A não ser que você seja muito intrépido e auto-confiante, lembre-se de DESMARCAR a checkbox "Publique automaticamente todas as postagens importadas".
5) Se tudo der certo, na seção "Postagens", os posts importados vão aparecer como, bem, "Importados".
6) Vá lá nos posts importados. Abra um deles. Depois, mesmo que você não altere nada no post (e esse é o pulo do gato), clique em Salvar. Depois, em visualizar. Confira se está tudo ok. Em caso positivo, publique. Se você não desmarcar a checkbox citada no item 3, ou simplesmente publicar seus posts sem dar uma olhada neles antes, é bem provável que a formatação fique completamente zoada. Ao clicar em Salvar, o blogger deve purgar o post de tags estranhas e substituí-las por suas tags nativas. Ou algo do tipo.
7) Dependendo de como as imagens estavam indexadas no Blogsome, pode ser que você tenha que inserí-las manualmente no Blogger (daí o item 2).
Era um serviço baseado no Wordpress, que me pareceu legal durante um certo período, mas algumas instabilidades, somadas a outras coisas estranhas (a dashboard de um dos blogs se atualizava, a outra não), me fizeram desistir das empreitadas. Isso para não falar do esforço em ficar mantendo vários blogs diferentes.
Embora o último post no OROBORO seja de 17/01/2007, e no TXT, de 03/12/2008, decidi que deixaria os blogs no ar, até pela dificuldade de importar o conteúdo dos mesmos no blogger.
Bom, passei por lá ontem, pámode moderá uns spams e, por curiosidade, resolvi clicar no link que me levaria aos fóruns. E me deparo com o primeiro tópico.
Eu já desconfiava que isso fosse acontecer, mais cedo ou mais tarde. Quando um serviço de internet pára de receber atualizações, na melhor das hipóteses, vai quebrar e ser vendido para outra empresa maior. Na pior, vai só quebrar mesmo. Mas, como eu disse acima, até então não havia possibilidade de importar o conteúdo no blogger, a não ser, claro, pela boa e velha técnica do Ctrl+C/Ctrl+V, que daria um trabalho da porra.
Mas agora, próximo ao fim, o pessoal do Blogsome foi legal e liberou uma opção para exportar o conteúdo do blog no formato utilizado pelo Wordpress.
Se você usa um blog do Wordpress, tirar seu conteúdo do Blogsome vai ser moleza.
Se você usa o blogger, como eu, vai ter um pouco mais de trabalho*, mas será possível trazer seu material pra cá também. Eu já coloquei tudo aqui no Urobouro, mais ou menos organizado nas tags oroboro.blogsome.com e txt.blogsome.com.
Então, se ainda há alguma coisa no Blogsome que você queira tirar de lá, a hora é AGORA!
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* tá bom, vamos lá:
1) Seguindo as instruções do link lá de cima, exporte seu blog do Blogsome, no formato WXR (que na verdade é um .xml).
2) Se seu blog tiver imagens, você também terá que exportá-lo novamente, dessa vez selecionando a opção que inclui as mesmas.
3) Depois, importe o arquivo WXR/.xml nesse serviço aqui: http://wordpress2blogger.appspot.com. Ele vai te devolver seu arquivo .xml, preparado para ser importado no Blogger.
4) Logue-se no Blogger (eu estou usando o "Blogger em Rascunho"). Vá em Configurações/Outro > Importar blog. Vai surgir uma caixa de diálogo pedindo para você escolher o arquivo que quer importar. A não ser que você seja muito intrépido e auto-confiante, lembre-se de DESMARCAR a checkbox "Publique automaticamente todas as postagens importadas".
5) Se tudo der certo, na seção "Postagens", os posts importados vão aparecer como, bem, "Importados".
6) Vá lá nos posts importados. Abra um deles. Depois, mesmo que você não altere nada no post (e esse é o pulo do gato), clique em Salvar. Depois, em visualizar. Confira se está tudo ok. Em caso positivo, publique. Se você não desmarcar a checkbox citada no item 3, ou simplesmente publicar seus posts sem dar uma olhada neles antes, é bem provável que a formatação fique completamente zoada. Ao clicar em Salvar, o blogger deve purgar o post de tags estranhas e substituí-las por suas tags nativas. Ou algo do tipo.
7) Dependendo de como as imagens estavam indexadas no Blogsome, pode ser que você tenha que inserí-las manualmente no Blogger (daí o item 2).
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
THE TYPEWRITER AND THE PENCIL
"The Typewriter and the pencil force the writer to slow down. You can't use the first thought that comes out the top of your head" (ou algo que o valha).
Will Self afirmou algo parecido uns tempos atrás.
Embora eu não me veja martelando novamente as teclas de uma máquina de escrever (já fiz curso de datilografia, caso você queira saber), ainda gosto de escrever à mão, e costumo preferir editores a processadores de texto. Menos é mais, e todo esse jazz.
Will Self afirmou algo parecido uns tempos atrás.
Embora eu não me veja martelando novamente as teclas de uma máquina de escrever (já fiz curso de datilografia, caso você queira saber), ainda gosto de escrever à mão, e costumo preferir editores a processadores de texto. Menos é mais, e todo esse jazz.
CARNEIRO LOBO
Em Curitiba há uma rua chamada Carneiro Lobo.
Homenagem a alguma personalidade, provavelmente. A essas horas da noite, meu Google-Fu não é mais aquele, então não encontrei referências precisas. De qualquer maneira, sempre achei esse nome engraçado. Dialético, até. Presa e predador. Ou melhor, lobo em pele de carneiro (que, um dia, foi cordeiro).
Além disso, sempre que passo por lá, me lembro de SHAUN, O CARNEIRO. E eu gostava dessa parada.
Homenagem a alguma personalidade, provavelmente. A essas horas da noite, meu Google-Fu não é mais aquele, então não encontrei referências precisas. De qualquer maneira, sempre achei esse nome engraçado. Dialético, até. Presa e predador. Ou melhor, lobo em pele de carneiro (que, um dia, foi cordeiro).
Além disso, sempre que passo por lá, me lembro de SHAUN, O CARNEIRO. E eu gostava dessa parada.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
MEDEIA - ANTICHRISTMAS
Já que hoje é dia 11-11-11, tome aí mais um vídeo do Medeia.
(e antes que você me pergunte: sim, postarei todos os clipes deles que encontrar pela frente)
(e antes que você me pergunte: sim, postarei todos os clipes deles que encontrar pela frente)
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
JOHN AUGUST'S WORKSPACES
O roteirista/diretor John August, que tem em seu currículo coisas como Peixe Grande, As Panteras 2, Noiva Cadáver e mais um monte de coisas pelas quais acabou não assinando (Hollywood, Hollywood...), é também o dono de um dos blogs mais legais sobre o assunto.
Há pouco tempo ele estreou uma seção chamada Workspaces, onde "abre o microfone" para que outros roteiristas falem em detalhe sobre seus hábitos profissionais. É uma espécie de The Setup (como ele mesmo afirma) de nicho.
Para quem se interessa sobre o assunto (como eu), recomendo a leitura.
Há pouco tempo ele estreou uma seção chamada Workspaces, onde "abre o microfone" para que outros roteiristas falem em detalhe sobre seus hábitos profissionais. É uma espécie de The Setup (como ele mesmo afirma) de nicho.
Para quem se interessa sobre o assunto (como eu), recomendo a leitura.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
MEDEIA - ABANDON ALL
Céus! Como pude me esquecer de mencionar ESTE videoclipe em meu último post sobre os Mamonas Assassinas (copyleft: Kim) da Finlândia!
Essa injustiça tem que ser corrigida!
Essa injustiça tem que ser corrigida!
terça-feira, 8 de novembro de 2011
GLOBAL VILLAGE CONSTRUCTION SET
Acabei esbarrando neste projeto, que achei assaz interessante:
The Global Village Construction Set (GVCS) is an open technological platform that allows for the easy fabrication of the 50 different Industrial Machines that it takes to build a small civilization with modern comforts.
Key Features of the GVCS:
Open Source - Low-Cost - Modular - User-Serviceable - DIY - Closed-Loop Manufacturing - High Performance - Heirloom Design - Flexible Fabrication
A modern, comfortable lifestyle relies on a variety of efficient Industrial Machines. If you eat bread, you rely on an Agricultural Combine. If you live in a wood house, you rely on a Sawmill. Each of these machines relies on other machines in order for it to exist. If you distill this complex web of interdependent machines into a reproduceable, simple, closed-loop system, you get these:
E há uma lista de máquinas, entre elas veículos, máquinas CNC, impressoras 3D e até mesmo um robô industrial.
O vídeo abaixo dá uma idéia do que eles querem fazer. Até agora, dos 50 equipamentos propostos, existem 8 protótipos.
O projeto é mantido através de doações.
The Global Village Construction Set (GVCS) is an open technological platform that allows for the easy fabrication of the 50 different Industrial Machines that it takes to build a small civilization with modern comforts.
Key Features of the GVCS:
Open Source - Low-Cost - Modular - User-Serviceable - DIY - Closed-Loop Manufacturing - High Performance - Heirloom Design - Flexible Fabrication
A modern, comfortable lifestyle relies on a variety of efficient Industrial Machines. If you eat bread, you rely on an Agricultural Combine. If you live in a wood house, you rely on a Sawmill. Each of these machines relies on other machines in order for it to exist. If you distill this complex web of interdependent machines into a reproduceable, simple, closed-loop system, you get these:
E há uma lista de máquinas, entre elas veículos, máquinas CNC, impressoras 3D e até mesmo um robô industrial.
O vídeo abaixo dá uma idéia do que eles querem fazer. Até agora, dos 50 equipamentos propostos, existem 8 protótipos.
O projeto é mantido através de doações.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
ESCAPING THE ORDINARY
Tomei conhecimento destas coletâneas através do Facebook do dredg. Coletâneas musicias de bandas indies americanas distribuídas gratuítamente através da Rede Mundial de Computadores.
Costumo preferir um roquenrrou com mais sustância do que o que se costuma associar ao rótulo indie. Além disso, coletâneas, independente da organização ("curadoria" é frescura demais para o meu gosto), costumam ser heterogêneas demais para decepcionar mais do que agradar (evidentemente, isso vai depender do seu gosto por aventura).
Entretanto, apesar de conhecer apenas duas entre todas as bandas - o dredg e o Fair do Midland, tenho grande consideração por ambas, então isso já foi estímulo suficiente.
VOLUME 1
Além do Fair do Midland (que eu já conhecia e curtia), a banda que me chamou atenção logo de cara foi a The House Harkonnen, com sua canção A Blade to the World. Os mais atentos vão perceber que o nome da banda é uma referência direta a uma das grandes sagas de ficção científica do século XX. E mais não digo.
Também gostei do som do Exeter.
VOLUME 2
O Fair to Midland aparece novamente. E o dredg também dá as caras. Assim, de cabeça, das bandas desconhecidas, gostei bastante do som do Arctic Sleep e do Dead Letter Circus.
EM TEMPO: The Spectacle também é foda.
De qualquer maneira, preciso ouvir esses discos com mais atenção, então vá ao site dos caras, baixe as coletâneas, ouça e tire suas próprias conclusões.
Embora a idéia de coletâneas como repositório de coisa nova não faça muito sentido em tempos de internet, acho um conceito legal, romântico até.
Aguardarei pacientemente pelo volume 3.
Costumo preferir um roquenrrou com mais sustância do que o que se costuma associar ao rótulo indie. Além disso, coletâneas, independente da organização ("curadoria" é frescura demais para o meu gosto), costumam ser heterogêneas demais para decepcionar mais do que agradar (evidentemente, isso vai depender do seu gosto por aventura).
Entretanto, apesar de conhecer apenas duas entre todas as bandas - o dredg e o Fair do Midland, tenho grande consideração por ambas, então isso já foi estímulo suficiente.
VOLUME 1
Além do Fair do Midland (que eu já conhecia e curtia), a banda que me chamou atenção logo de cara foi a The House Harkonnen, com sua canção A Blade to the World. Os mais atentos vão perceber que o nome da banda é uma referência direta a uma das grandes sagas de ficção científica do século XX. E mais não digo.
Também gostei do som do Exeter.
VOLUME 2
O Fair to Midland aparece novamente. E o dredg também dá as caras. Assim, de cabeça, das bandas desconhecidas, gostei bastante do som do Arctic Sleep e do Dead Letter Circus.
EM TEMPO: The Spectacle também é foda.
De qualquer maneira, preciso ouvir esses discos com mais atenção, então vá ao site dos caras, baixe as coletâneas, ouça e tire suas próprias conclusões.
Embora a idéia de coletâneas como repositório de coisa nova não faça muito sentido em tempos de internet, acho um conceito legal, romântico até.
Aguardarei pacientemente pelo volume 3.
sábado, 5 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
MEDEIA = DEATH METAL FINLANDÊS + HERMES & RENATO
Embora Death Metal bem-humorado seja um contra-senso, de vez em quando é bom encontrar bandas nesse filão que não se levam nem um pouco a sério.
Dia desses esbarrei no Medeia.
Se liga nisso:
E nisso:
E agora, a cereja do bolo:
Dia desses esbarrei no Medeia.
Se liga nisso:
E nisso:
E agora, a cereja do bolo:
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
THE HUMAN CENTIPEDE 2
[Ainda] Não vi o primeiro. Nem sabia que tinha saído o segundo.
De qualquer maneira, esse teaser me agradou. Guardadas as devidas proporções, é sutil e faz um suspensezinho bacana.
Também gostei do plot desta sequência. Gore com pitadas de metalinguagem não faz mal a ninguém.
Veja aí:
De qualquer maneira, se você é chegado(a) numa violência gráfica, veja aí o trailer.
De qualquer maneira, esse teaser me agradou. Guardadas as devidas proporções, é sutil e faz um suspensezinho bacana.
Também gostei do plot desta sequência. Gore com pitadas de metalinguagem não faz mal a ninguém.
Veja aí:
De qualquer maneira, se você é chegado(a) numa violência gráfica, veja aí o trailer.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
FREIRAS KARATEKAS
Roubei até o nome do post do Jason Aaron mas, cara, como ele mesmo disse, isso é apenas PERFEITO.
OBS.: reparem que o vídeo está legendado em nosso bom e velho português.
OBS.: reparem que o vídeo está legendado em nosso bom e velho português.
domingo, 2 de outubro de 2011
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