segunda-feira, 28 de novembro de 2011

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

MEDEIA - ANTICHRISTMAS

Já que hoje é dia 11-11-11, tome aí mais um vídeo do Medeia.

(e antes que você me pergunte: sim, postarei todos os clipes deles que encontrar pela frente)


11-11-11

Apenas um placeholder.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

NOKIA GEM

Vira e mexe a Nokia libera esses videozinhos conceituais. Gostei.

JOHN AUGUST'S WORKSPACES

O roteirista/diretor John August, que tem em seu currículo coisas como Peixe Grande, As Panteras 2, Noiva Cadáver e mais um monte de coisas pelas quais acabou não assinando (Hollywood, Hollywood...), é também o dono de um dos blogs mais legais sobre o assunto.

Há pouco tempo ele estreou uma seção chamada Workspaces, onde "abre o microfone" para que outros roteiristas falem em detalhe sobre seus hábitos profissionais. É uma espécie de The Setup (como ele mesmo afirma) de nicho.

Para quem se interessa sobre o assunto (como eu), recomendo a leitura.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

MEDEIA - ABANDON ALL

Céus! Como pude me esquecer de mencionar ESTE videoclipe em meu último post sobre os Mamonas Assassinas (copyleft: Kim) da Finlândia!

Essa injustiça tem que ser corrigida!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

GLOBAL VILLAGE CONSTRUCTION SET

Acabei esbarrando neste projeto, que achei assaz interessante:

The Global Village Construction Set (GVCS) is an open technological platform that allows for the easy fabrication of the 50 different Industrial Machines that it takes to build a small civilization with modern comforts.


Key Features of the GVCS:
Open Source - Low-Cost - Modular - User-Serviceable - DIY - Closed-Loop Manufacturing - High Performance - Heirloom Design - Flexible Fabrication


A modern, comfortable lifestyle relies on a variety of efficient Industrial Machines. If you eat bread, you rely on an Agricultural Combine. If you live in a wood house, you rely on a Sawmill. Each of these machines relies on other machines in order for it to exist. If you distill this complex web of interdependent machines into a reproduceable, simple, closed-loop system, you get these:


E há uma lista de máquinas, entre elas veículos, máquinas CNC, impressoras 3D e até mesmo um robô industrial.


O vídeo abaixo dá uma idéia do que eles querem fazer. Até agora, dos 50 equipamentos propostos, existem 8 protótipos.



O projeto é mantido através de doações.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

ESCAPING THE ORDINARY

Tomei conhecimento destas coletâneas através do Facebook do dredg. Coletâneas musicias de bandas indies americanas distribuídas gratuítamente através da Rede Mundial de Computadores.

Costumo preferir um roquenrrou com mais sustância do que o que se costuma associar ao rótulo indie. Além disso, coletâneas, independente da organização ("curadoria" é frescura demais para o meu gosto), costumam ser heterogêneas demais para decepcionar mais do que agradar (evidentemente, isso vai depender do seu gosto por aventura).

Entretanto, apesar de conhecer apenas duas entre todas as bandas - o dredg e o Fair do Midland, tenho grande consideração por ambas, então isso já foi estímulo suficiente.

VOLUME 1

Além do Fair do Midland (que eu já conhecia e curtia), a banda que me chamou atenção logo de cara foi a The House Harkonnen, com sua canção A Blade to the World. Os mais atentos vão perceber que o nome da banda é uma referência direta a uma das grandes sagas de ficção científica do século XX. E mais não digo.

Também gostei do som do Exeter.

VOLUME 2

O Fair to Midland aparece novamente. E o dredg também dá as caras. Assim, de cabeça, das bandas desconhecidas, gostei bastante do som do Arctic Sleep e do Dead Letter Circus.

EM TEMPO: The Spectacle também é foda.

De qualquer maneira, preciso ouvir esses discos com mais atenção, então vá ao site dos caras, baixe as coletâneas, ouça e tire suas próprias conclusões.

Embora a idéia de coletâneas como repositório de coisa nova não faça muito sentido em tempos de internet, acho um conceito legal, romântico até.

Aguardarei pacientemente pelo volume 3.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

MEDEIA = DEATH METAL FINLANDÊS + HERMES & RENATO

Embora Death Metal bem-humorado seja um contra-senso, de vez em quando é bom encontrar bandas nesse filão que não se levam nem um pouco a sério.

Dia desses esbarrei no Medeia.

Se liga nisso:



E nisso:



E agora, a cereja do bolo:

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

PAN!

(tentei achar aquele barulhinho de falha crítica do Windows XP, mas não consegui)

sábado, 15 de outubro de 2011

THE HUMAN CENTIPEDE 2

[Ainda] Não vi o primeiro. Nem sabia que tinha saído o segundo.

De qualquer maneira, esse teaser me agradou. Guardadas as devidas proporções, é sutil e faz um suspensezinho bacana.

Também gostei do plot desta sequência. Gore com pitadas de metalinguagem não faz mal a ninguém.

Veja aí:



De qualquer maneira, se você é chegado(a) numa violência gráfica, veja aí o trailer.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

FREIRAS KARATEKAS

Roubei até o nome do post do Jason Aaron mas, cara, como ele mesmo disse, isso é apenas PERFEITO.

OBS.: reparem que o vídeo está legendado em nosso bom e velho português.

domingo, 2 de outubro de 2011

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

DEATH I AM - SUBATOMIC SHOWER

Death metal pseudo-científico é o que há.

Alguns meses atrás esbarrei no disco Nebula, do Death I Am procurando pela BANDA Nebula.

Esqueça as caras e bocas do vocalista porpetinha e se ligue nos japas (sim, isso foi uma ordem):


domingo, 25 de setembro de 2011

HEADS UP AGAIN

“What does the future of mobile device designs look like?”

I think what the n9 shows is how natural we can make technology feel with this very direct swipe interaction. I think you’ll be seeing MORE of that. My goal and the goal of the design team is to design products that give people their head up again. What I mean by this is that most touch screens are immersive, they require you to look at them all the time with your head down and I think we can design interfaces and products that can be easily used; you don’t have to pay full attention to them. So giving people their head up means giving more interaction off the glass as we’ve done with the speakers –you just touch something in the environment to make it work.

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Marko Ahtisaari, sobre o design do Nokia N9 e o futuro dos aparelhos touchscreen.

Roubei aqui.

sábado, 24 de setembro de 2011

MASTODON - CURL OF THE BURL

Clipes das bandas que eu gosto: me constrangendo desde 1990!


K.I.S.S.


K.I.S.S. = Keep It Simple, Stupid!

Quem frequenta as minhas plagas (0_0) digitais (você não esperou eu molhar o bico...) já deve saber do meu fetiche por ferramentas para escrita, especialmente softwares.

Basta eu tomar conhecimento de alguma novidade para começar mais uma epopéia envolvendo instalações, conversões, testes e elucubrações que normalmente não dão em nada. Mas ok, tudo em nome da ciência.

Isso também costuma ter outro nome: procrastinação. Se eu usasse o tempo que gasto correndo atrás da ferramenta ideal para produzir algo, produzindo algo (os vícios de linguagem são por conta da casa), é possível que meu output fosse maior, e com a prática vem a perfeição, vocês sabem.

Recentemente, me (re)enamorei com o yWriter. Eu já tinha usado o software uns anos atrás, mas naquela época eu não havia grokkado qual era a dele. Quando voltei a burilar uma história que vai exigir uma certa organização, voltei a utilizar o software. O yWriter é cumpre o que promete, mas eu vinha enfrentando um problema: o sistema operacional que eu uso é o Ubuntu. Apesar do yWriter ter sido escrito em .NET e, portanto, com alguns tweaks, ser possível executá-lo no Linux (através do MONO), há um bug envolvendo caracteres acentuados que destrói qualquer coisa escrita em nossa língua materna. A saída era rodar o programa dentro de um Windows virtualizado. Mas, cara, o simples ato de iniciar uma máquina virtual para usar um software que deveria funcionar nativamente em meu sistema operacional já me deixa meio brocha.

Sou da opinião que o melhor software para escrita é aquele que te mantém escrevendo. Aquele que não fica no caminho. Aquele que não aparece. E o yWriter tava aparecendo muito.

Então exportei o projeto - nada muito consistente, por enquanto -  para um arquivo .rtf, que depois converti em um arquivo .odt, e estou trabalhando à moda antiga, no LibreOffice Writer.

Os motivos de ter escolhido o LibO Writer são muitos: conheço bem o programa, ele é multiplataforma, posso instalar em quantos computadores eu quiser e, se for o caso, algumas de suas versões podem ser executadas a partir de um pendrive.

Também estou voltando às raízes no que diz respeito ao método. Agora há somente dois arquivos.

Um contém a história e as notas referentes ao texto, que são inseridas através do recurso Anotação. Quando o capítulo ou trecho não tem mais anotações, considero-o pronto e sigo em frente.

O outro tem as observações, perfis de personagens, descrições de objetos e todas as outras referências que vou utilizar (ou não) na história.

Normalmente prefiro trabalhar com arquivos .txt mas, nesse caso, o formato .odt tem alguns recursos que mais úteis, como as Anotações que mencionei aí em cima.

O Writer pode não ter todas as ferramentas de indexação e cruzamento de dados de um Scrivener ou de um yWriter, mas se pararmos para pensar que tanta gente já escreveu livros sem ao menos um Ctrl+F ou um Ctlr+Z, as facilidades de um processador de textos anabolizado são mais do que suficientes.

Agora só falta saber se vai dar certo.

domingo, 11 de setembro de 2011