segunda-feira, 13 de setembro de 2010

OCTOMAG_MICROROBÔS_UBUNTU!

A tecnologia é pra lá de interessante: robôs cirurgiões micrométricos comandados magneticamente por um dispositivo que parece algo *bastante* AMEAÇADOR.

Agora, como todo bom devoto do pinguim, não pude deixar de reparar que a interface para essas traquitanas roda em uma versão outdated do bom e velho Ubuntu (dá pra ver lá pelos 00:57).



Sim, sim, não é nenhuma novidade o fato de utilizarem sistemas baseados em Linux em aplicações desse tipo, mas, bom, você sabe, né?

(via BotJunkie)

terça-feira, 7 de setembro de 2010

AMNESIA: THE DARK DESCENT

Os gráficos não impressionaram, mas a ambientação deu um medo, hein?



Agora, o site.

BECAUSE NOBODY REALLY WRITES ABOUT THE FUTURE.

Wired.com: Is that why your last three novels, unlike Neuromancer and the rest of the Sprawl trilogy, have delivered us not into some sci-fi future but rather our own speculative present?


Gibson: It certainly has been a post-9/11 concept for me. Before I started writing science fiction, my theory was that every fictive, imagined future can only be understood historically within the moment it was written. Because nobody really writes about the future. All we really have when we pretend to write about the future is the moment in which we are writing [grifo meu]. That’s why every imagined future obsoletes like an ice cream melting on the way back from the corner store. It’s going to almost immediately acquire a patina of quaintness; that’s just part of what imagining the future in fiction is about.


Sei que o véinho Giba já vem batendo nessa tecla há certo tempo, mas nunca deixa se ser legal ler isso mais uma vez.


Tirei daqui.(via Delfin)

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

domingo, 22 de agosto de 2010

GUIAS DE VÍDEO

Se você é balzaco como eu, deve se lembrar dos guias de vídeo. Calhamaços impressos em papel ruim, repletos de sinopses pouco inspiradas de tudo quanto era tipo de filme possível (e, na maioria dos casos, impossível) de se encontrar numa locadora, lá nos loucos anos 90.

Hoje, em tempos de Wikipedia e IMDB, isso pode não fazer muito sentido, mas tenho certeza que muita gente se deliciou naquelas páginas altamente amareláveis.

Essa crise de saudosismo foi desencadeada por esse livro, que vi por aí dia desses. Embora as propostas diferentes, o caráter catalogador me evocou meus antigos guias.

Muita gente tem mania de abrir dicionários aleatoriamente, na esperança de encontrar uma palavra nova e interessante. Já fiz isso também (me deparando raríssimas vezes com alguma que ostentasse as duas características).

E também fazia isso com os guias. Abria e deixava a visão escolher minha vítima. Como era de se esperar, muito filme bom foi soterrado sob uma sinopse ruim. Muito filme ruim transformado em épico. E, pra aumentar a quizumba, havia as estrelas!

Mas fazia parte do jogo. Duro era encontrar os filmes nas locadoras de bairro que frequentava na quela altura de minha vida, onde o ato de sorver um filme no aconchego do meu lar me interessava muito mais do que hoje em dia.

Ainda tenho um aqui. GUIA DE VÍDEO E DVD 2001, da Nova Cultural. 944 páginas, mais de 6000 filmes, muita diversão.

sábado, 14 de agosto de 2010

BATMAN'S UTILITY BELT

Já tinha visto essa imagem antes, se não me engano, numa "revistinha" da Abril.

Mas hoje, quem me reavivou a memória foi um post do Jeff Atwood.

Menção especial para o "Batrang fits into compartment behind belt" e para as "plastic explosive granades".

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

SORVETE DO PESADELO


Ia postar isso no Robotistas, meu blog teoricamente sério mas, bem, vejam por si próprios...


Atenção para a trilha sonora, ponto fulcral na composição do pesadelo que se avizinha.

domingo, 1 de agosto de 2010

MINUTES TO LEARN. A LIFETIME TO MASTER.

And these instruments ought to be accessible to children as well. Look at the piano for example. An uninstructed child will discover on their own that the keyboard's x-axis relates to pitch, force relates to volume, and if their little legs are long enough they can experiment with sustain. Minutes to learn (albeit badly). A lifetime to master. [grifo meu]

Gostei da analogia e da sonoridade da frase. Li aqui.

CELTX NO IPHONE

Caro(a) roteirista: se você está do lado do Adversário e também usa produtos que rodem o iOS, regozijai-vos!
Agora há uma versão do Celtx para seu iPhone/iPod Touch/iPad.

MAS, au contraire de seus irmãos do desktop, essa versão é paga. Entretanto, mesmo não tendo nenhum desses dispositivos, acho que 9,9 US$ é um preço justo por uma aplicação desse tipo.


UPDATE: o que esqueci de observar é que, se saiu uma app para iOS, com certeza há uma para Android a caminho.

domingo, 25 de julho de 2010

SLY AND DA GANG

Na última semana, Sylvester Stallone andou fazendo algumas declarações sobre o Brasil durante uma palestra a Comic Con.
E sabe o que eu continuo sem entender até agora?

Essa mania do brasileiro se levar a sério demais. Sério.

Basta alguma celebridade ou programa estrangeiro fazer troça com o país e pronto. Todo mundo sobe nas tamancas exigindo respeito, coisa e tal. E isso de um povo que é, supostamente, conhecido pelo bom humor. Às vezes, até a Embratur entra no meio.

Já disse mais de uma vez e repito: se a energia que a galëre desperdiça "xingando muito no Twitter" fosse usada pra tentar melhorar os tais problemas que os estrangeiros tanto (tanto?) citam, talvez não houvesse espaço pra críticas desse tipo.

O cara fez uma piada. De mal gosto, pode ser. Mas, ainda uma piada. E ela não vai ser capaz de queimar o filme do Brasil mais do que nós mesmos.

sábado, 24 de julho de 2010

EU QUE FIZ!

Quer dizer, quem fez MESMO foi a Mamãe, mas eu ajudei no projeto.

(quer dizer, pelo menos foi isso o que me disseram...)

Primeiro banhinho

CAVEAT, LECTOR!

Prepare-se para uma enxurrada de posts desse teor nos próximos dias.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

FOMOS INVADIDOS!

A segunda onda dos invasores Barrigáceos está entre nós!

Diz aê: é ou não é o joelhinho mais bonito do UNIVERSO?

quinta-feira, 15 de julho de 2010

CASANOVA INTERNET TIME

Sabe o que eu achei mais curioso nessa entrevista gigante e bacanuda do Matt Fraction? 

A impressão passada de que CASANOVA1 foi feito há, sei lá, 20 anos atrás. 

Não foi. 

A revista vai ser relançada agora num esquemão bacana pela Marvel.

Mas a primeira edição saiu em meados de 2006, pela Image Comics. Quatro anos atrás. Cheguei a comprar os primeiros números.

Sei que muita gente já fez essa observação, mas parece que a pior definição do internet time está vazando para o mundo (na falta de um termo melhor) "físico".

E isso não é bom.

1 - um título autoral escrito por Fraction e desenhado (alternadamente) pelos gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá, lançado pela IMAGE COMICS em 2006.

THE 9 MOST SECRETLY BADASS ANIMALS

E o primeiro lugar vai para:

DOLPHINS

Cute and cuddly, they may be. But dolphins are some of the most debaucherous and deadly creatures on the planet. Not only are they the only animals besides primates that engage in sexual activity for pleasure, but they take it one step further and engage in giant dolphin orgies. Beyond that, dolphins’ extremely high intelligence has allowed them to be trained by the Soviets to become ocean-super-soldiers. This is real, people. Flipper be damned, the dolphin rules.

Roubei aqui.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

WE3 - ALPHA RELEASE

Ou ainda, MONKEY WARFARE BUSINESS.

A parte que mais gostei:


According to the report, American military experts call them “monkey terrorists.”

O'RLY?

(via @eduf)

quinta-feira, 8 de julho de 2010

TO BUILD, OR NOT TO BUILD

Um assunto que te me interessado bastante nos últimos tempos é o que os americanos (sempre eles) chama de worldbuilding: a construção de mundos.

Mundos ficcionais, veja bem.

Por enquanto, não me refiro a nada de magnitude Tolkeniana. Falo de ramificações, derivações e conexões. Falo de personagens secundários que viram protagonistas e de protagonistas que viram notas de rodapé. Essas coisas.

Engraçado que essa minha curiosidade vai em direção ao material que um camarada tem me enviado. Material que estou lendo à guisa de beta reader, aliás. Me surpreende a maneira como ele interconecta personagens e plots antigos, dos quais tomei conhecimento em outros carnavais. Tudo parece fazer sentido. E ficou bonito, viu?

E isso nos leva a uma resenha sobre IMPERIAL BEDROOMS, livro mais recente de Bret Easton Ellis, onde há uma observação que me chamou a atenção: o autor recicla personagens e canibaliza outros trabalhos. 


As conotações do primeiro verbo são boas (ainda mais em tempos de sustentabilidade). As do segundo, ruins. No frigir dos ovos, ambos tem o mesmo sentido.

Conheço outros caras que usam desse artifício e, convenhamos, isso não é nenhuma novidade na ficção. Personagens e cenários recorrentes são quase uma tradição à parte na literatura. Ou nos quadrinhos. Ou no cinema. Ou nos games. Até na música aparece uma ou outra experiência interessante.

Mas até pouco tempo atrás eu - na qualidade de autointitulado ficcionista de fim de semana - não tinha, pelo menos conscientemente, me dado conta da graça toda de se ficar ligando pontos aparentemente distantes.

domingo, 4 de julho de 2010

I AM NOT A SERIAL KILLER

Tomei conhecimento desse livro através de uma newsletter do Goodreads. 




Abaixo, a sinopse, que não me atrevo a tentar traduzir essa hora da noite:


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John Wayne Cleaver is dangerous, and he knows it.


He’s spent his life doing his best not to live up to his potential.


He’s obsessed with serial killers, but really doesn’t want to become one. So for his own sake, and the safety of those around him, he lives by rigid rules he’s written for himself, practicing normal life as if it were a private religion that could save him from damnation.


Dead bodies are normal to John. He likes them, actually. They don’t demand or expect the empathy he’s unable to offer. Perhaps that’s what gives him the objectivity to recognize that there’s something different about the body the police have just found behind the Wash-n-Dry Laundromat---and to appreciate what that difference means.


Now, for the first time, John has to confront a danger outside himself, a threat he can’t control, a menace to everything and everyone he would love, if only he could.


Dan Wells’s debut novel is the first volume of a trilogy that will keep you awake and then haunt your dreams.


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Tempos atrás, lendo uns feeds com a data de validade vencida, acabei esbarrando num post no blog do John Scalzi onde o autor, Dan Wells, fala um pouco sobre as idéias por trás da história.


P.S.: aliás, o que me levou a acompanhar o blog do Scalzi foi justamente a seção onde o post está contido, THE BIG IDEA, onde ele convida autores a falarem sobre as sementes de seus romances.

THE SETUP

Eu já tinha lido a do RMS, mas só fui me ligar que isso era uma *série* de entrevistas quando Mark Pilgrim anunciou a sua.

A epígrafe já diz tudo: a bunch of nerdy interviews.

E a epígrafe da epígrafe dá mais alguns detalhes: what do people use to get the job done?

Nas entrevistas, as pessoas respondem cinco perguntas simples: quem são, o que fazem, qual hardware usam, qual software software usam e que qual seria sua configuração (setup) dos sonhos.

As respostas variam em teor e extensão e, embora a maioria dos entrevistados seja composta por webdesigners e outros luminares da internet americana (o que significa, invariavelmente, Macbooks rodando Snow Leopard), algumas entrevistas são especialmente interessantes, como a do Game Designer Jason Rohrer, que aparente ter uma certa tara em trabalhar com sucata, a do próprio Mark Pilgrim, a do já citado RMS (dessa vez, atipicamente lacônico), a do Steve Jackson (sim, ele mesmo, o pai do GURPS) e a desse indivíduo, que tem considerações especialmente interessantes sobre o que seria seu dream setup./Há menos tempo ainda, me liguei que há vários clones internacionais (e um interestadual) do site original: alemães, eslovacos, romenos, vietnamitas, húngaros, franco-canadenses e até como-se-chama-quem-nasce-no-Wisconsin?


E hoje acabei vendo que Cory Doctorow publicou na Locus um artigo de teor semelhante.

Enfim, não é para todos os gostos, mas esse tipo de coisa é para mim como a pornografia deve ser para muitos de vocês :P

(UM ADENDO: como disse no post seguinte, estava cansado demais na hora em que publiquei isso, mas hoje de manhã o hemisfério peonesco do meu cérebro fez conexões que me levaram a perceber que a frase anterior foi, no mínimo, infeliz. Desconsidere quaisquer conotações que envolvam trabalho braçal. Obrigado.)


Talvez um dia, num belo exercício de auto-afirmação, eu também exponha meu setup por aqui.