segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Pássaros Artificiais - A Missão

Já falei de Pássaros Artificiais aqui e aqui

Essa HQ vem sendo gestada pelo Diego e pelo Antonio há sabe Deus quanto tempo.

Pois bem, ficou pronta.

De novo.

Porque o Antonio redesenhou a bicha.

Inteira.

Inteirinha!

Recebi esse artefato, ou melhor, essa relíquia, na semana passada.



Pássaros Artificiais é um projeto inovador. Subversivo até.

São 32 páginas de hq. O detalhe ao qual se deve prestar atenção é que essas páginas, apesar de numeradas, estão soltas. A numeração é só pra não deixar o leitor *muito* desorientado, pois a proposta é que a narrativa seja lida na sequência que melhor lhe aprouver. E que o leitor reembaralhe essas páginas e as leia outra seqüência. E em outra. E em outras, tal qual um tarô hipertrofiado.

Se não estou cometendo nenhuma bobagem matemática, calculando as permutações, são 263130836933693530167218012160000000 leituras possíveis. É.

E isso porque estou considerando apenas as páginas de hq propriamente ditas, já que no verso de todas as lâminas existem textos, depoimentos, trechos de roteiros e livros, que complementam a narrativa.

Mas, não é só isso!

Na compra de um dos 100 exemplares existentes, você também leva uma página, *datilografada* e exclusiva de um romance escrito especialmente para ser distribuído junto com a hq.

Pássaros Artificiais me lembra o Mutus Liber, na humilde opinião deste que vos escreve, a primeira história em quadrinhos feita (sem querer).

Mais informações podem ser encontradas no blog do projeto, ou então no Facebook.

Quase

Mas, claro, tinha que ter alguém pra atrapalhar... XD


terça-feira, 13 de setembro de 2016

Slayer - Trilogia Repentless

Acho que eu já disse isso por aqui, mas não custa repetir: bandas de metal tem o péssimo hábito de fazer clipes constrangedoramente ruins. Acho até que isso deve ser algum tipo de pré-requisito.

Mas eis que o bom e velho (mesmo) Slayer nos presenteia com um filme B hiperviolento dividido em três partes, que foram publicadas ao longo deste ano.

No primeiro clipe, Repentless, somos apresentados ao personagem principal, que eu vou chamar de Caolho.



O segundo, You Against You, que na verdade é uma "prequel", mostra como nosso amigo Caolho foi parar no xilindró.



E por fim, temos Pride In Prejudice, lançado semana passada, que fecha a trilogia e explica, na medida do possível, a treta toda.



Enfim, se você gosta de um filme B podrão, de trash metal old school ou, melhor ainda, dos dois, recomendo.

E já ia me esquecendo: os clipes tem participação especial de Danny Trejo. Sim, ele mesmo.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Meu Android - 07/2016

Oi!

De tempos em tempos atualizo esse texto e o publico em algum canto da internet.


Meu Android atual é um SAMSUNG GALAXY Note 4 (SM-910C). Sempre admirei a linha Note e até já expressei isso por . Mas sabe o quê? Deixando de usar o S4 que me acompanhou nos últimos anos, percebi que, para mim, o ponto de inflexão entre conforto e usabilidade são as telas de 5 polegadas. Mais do que isso pode, às vezes, ser incômodo.

Conforme comentei em um dos últimos updates, o meu Android anterior, um Galaxy S4, realmente recebeu o Lollipop, ou seja, foram três atualizações OTA. Nada mal, Samsung. A não ser pelo fato do Lollipop ter ficado totalmente estranho no S4, alterando alguns pequenos detalhes de usabilidade que me deixaram descontente. Além disso, o telefone sugava a bateria em poucas horas, ficou extremamente lento e resetava sozinho. Depois de muito confabular, e até mesmo tentar colocar outras ROMs, o problema acabou sendo resolvido com um factory reset.

Fiquei cabreiro em atualizar o Note, mas a curiosidade falou mais forte, então quando chegou um update OTA para o Android 5.1.1, não resisti e deixei a vida me levar.

Meu arranjo atual é composto por uma única tela inicial, com os aplicativos que eu mais uso no dock, e os outros aninhados em pastas/grupos. Menos telas significam menos toques para chegar onde quero. Também significa menos tempo de tela ligada e, ao longo do dia, acredito que o acúmulo desses décimos de segundos de economia melhorem a performance do aparelho de alguma maneira. Em situações de uso normal, minha bateria costuma chegar ao fim do dia com 40%.




APPS

Segue abaixo uma lista com os aplicativos que uso atualmente, na ordem alfabética exibida no meu telefone. Estou desconsiderando os que já vem instalados, a menos que eu tenha alguma utilidade para eles.

  1. 3G Watchdog - redundância, já que o Android já tem esse recurso nativo. Acho que nunca estourei o meu plano de dados, mas sou meio paranoico com esse tipo de métrica.
  2. Adobe Reader - alguns pdfs só são visualizados corretamente por essa coisa.
  3. AirDroid - aplicativo para transferência de arquivos entre um computador e o dispositivo. Muito, MAS MUITO prático.
  4. Amazon Appstore - Só instalei pra baixar um app de graça por dia. Até hoje foram uns três ou quatro. Só dois estão no meu celular. E, sinceramente, nem sei se a Amazon ainda dá esse boi. Pode me chamar de muquirana.
  5. Amazon Kindle - curto bastante.
  6. Apresentações (Google)
  7. Aviary
  8. Bandcamp
  9. Bosch Site Measurement Camera - uma espécie de Skitch, só que para técnicos. Permite a inserção de linhas de cota e ângulo em fotografias. Muito bom!
  10. CCleaner - eu gostava do Clean Master, mas ele ficou muito inchado. Foi substituído pelo CCleaner.
  11. Chess Free - Não sou exatamente um enxadrista, mas gosto de tentar vencer o computador, de vez em quando.
  12. Clipper - gerenciador de área de transferência. Embora alguns aplicativos lidem bem com isso, o Clipper é universal. Além disso, há a possibilidade de configurar snippets de texto, como endereços, e isso é uma mão na roda.
  13. ConvertPad
  14. Documentos (Google) - Está melhorando. Ainda prefiro o Quip no que diz respeito a processamento de textos, mas, ó.
  15. Dropbox
  16. Duolingo - cismei de voltar a estudar alemão. Donaudampfschifffahrtselektrizitätenhauptbetriebswerkbauunterbeamtengesellschaft!
  17. ElectroDroid - muito útil pra saber pinagem de cabos.
  18. ES File Explorer - Eu gostava do Astro. Aí mudaram a interface e ficou impossível de usar. Depois fui pro File Expert. Aí ficou mais bugado que o Windows Vista. Acabei esbarrando no ES. Gostei. Também tem algumas funções interessantes, como o backup de aplicativos (tenho um monte de apks guardados em algum lugar...).
  19. Evernote - Não curto muito o Evernote (preferia o finado Springpad, e agora, o Quip). Só instalei pro Skitch parar de me pentelhar. Mas o Skitch foi pra fita, então...
  20. Excel (Microsoft) - Começou tímido, mas estão adicionando novas funções a cada dia. Entretanto, acho lento, pesado e ainda prefiro o Planilhas. Assim como seus irmãozinhos Powerpoint e Word, mantenho no telefone por questões de compatibilidade mas, quem sabe?
  21. Firefox - Houve uma época na qual o Firefox tinha um lugar reservado no lado esquerdo do meu peito. Aí começaram os problema com o já famoso memory leak, e saiu o Google Chrome. Como sou promíscuo, larguei mão da raposa e fui atrás da carne nova. Mas, passados os anos, o agora mastodôntico Google Chrome está ficando tão (ou mais) lento que o antigo Firefox, e no meu notebook venho passando cada vez mais tempo na raposa. Além disso há(via?) o Firefox OS, assunto que muito me interessa. Então, embora não use a versão mobile do Firefox tanto assim, decidi deixá-o por perto, para saber das últimas traquinagens da Mozilla.
  22. Flickr
  23. Flipboard
  24. Go Free - juro que não teve nada a ver com a derrota de Lee Sedol
  25. Goodreads
  26. Google Chrome. Meu browser principal. Por enquanto.
  27. Google Drive - Eu usava o Google Drive mais para criar documentos no formato do Google. Para estocar arquivos comuns, prefiro o Dropbox. De uns tempos pra cá, esse aspecto do Drive ganhou aplicativos próprios (Apresentações, Documentos e Planilhas), e ainda mantenho o mesmo só para baixar eventuais arquivos compartilhados.
  28. Gmail - Gmail é vida.
  29. Google Inbox (by Gmail) - Estou experimentando, com um email do Google Apps que tenho. Mas, sei lá, ainda estou preferindo o Gmail.
  30. Google Keep - uso o Keep para notas rápidas e com data de validade, como listas de mercado, senhas da wireless, números de telefone e endereços que provavelmente só serão utilizados uma vez.
  31. Google+ - Já cheguei a achar que seria a salvação das redes sociais como as conhecemos. Depois das últimas notícias, cada vez mais me pergunto o que ainda faço por ali.
  32. Google Translate - ficou bem mais interessante depois que eles absorveram aquela tecnologia do World Lens.
  33. Hangouts - não fede, nem cheira. A única coisa que me emputece nesse aplicativo é a obrigatoriedade de se ficar online/visível. Ou seja, tenho que ficar fazendo logoff toda vez que termino de usar, se não sou surpreendido com mensagens de conhecidos que acham que estou de bobeira em frente ao notebook, nos piores momentos possíveis.
  34. HP All-in-One Printer Remote.
  35. HP ePrint - temos uma impressora wireless da HP no trabalho. Ótimo para impressionar colegas que confundem tecnologias suficientemente avançadas com magia (terceira lei de Clarke).
  36. IP Calculator
  37. Lanterna (sistema)
  38. Leitor Ótico (Samsung) - OCRzinho básico. Pra mim, quebrou o galho.
  39. LinkedIn - você já conseguiu trabalho DE VERDADE no LinkedIn? Só pra saber...
  40. Microsoft Outlook - durante muito tempo usei um clone aparentemente sancionado pela própria Microsoft (mas que tinha a interface do Windows Phone). Essa versão é o aplicativo da Acompli, renomeado após a empresa ser adquirida pela Microsoft. Funciona bem.
  41. Medium - Já tentei escrever no Medium, mas não deu muito certo. Mesmo assim, gosto de ficar garimpando uns textos ali.
  42. Michaelis - imprescindível.
  43. Música (sistema) - Acho que é o app de sistema que mais uso. Não vejo necessidade de um player dedicado. Mas aceito sugestões ;)
  44. Netflix - fiquei bastante tempo sem saber das benesses desse maravilhoso serviço. Ainda assisto pouco, mas pretendo corrigir isso.
  45. Office Lens - uma das coisas mais legais que a Microsoft lançou nos últimos tempos. Embora existam outros aplicativos que tenham funções semelhantes, o OL é que funciona mais redondo. Além disso, tem um puta OCR. Fiquei impressionado com a conversão de algumas fotos para documentos do Word.
  46. OneDrive (Microsoft) - paia, ainda mais com essa fuleiragem da Microsoft de ficar alterando o tamanho do armazenamento gratuito. Mas precisa estar no telefone pra fazer o meio de campo com outros aplicativos da Microsoft.
  47. OneNote (Microsoft) - eu até gosto, mas quase não uso.
  48. Opera
  49. Opera Mini - já te falei que gosto do Opera, né?
  50. Peel Smart Remote (antigo WatchON) - O simples fato desse app transformar o S4, e agora o Note 4, num controle remoto universal já resolveu um dilema doméstico que tínhamos por aqui. Dou DEZ estrelas!
  51. Pixlr Express
  52. Planilhas (Google) - Eu sou freela e costumo cobrar por hora trabalhada. Já tentei diversos métodos para controlar meus horários (e, principalmente, honorários) a partir de um dispositivo móvel. Ultimamente, eu vinha apelando para o princípio kiss, anotando horários e outras informações em uma nota do Google Keep (extremamente rápido, funcionamento offline sem nenhuma firula e sincronização gloriosa). Por um tempo, utilizei o Timesheet, que até recebeu algum destaque em uma das últimas encarnações desta lista. Entretanto, as duas abordagens geravam um retrabalho muito grande na hora de fazer meus relatórios. O Spreadsheets tem funcionado cada vez melhor no modo offline. Além disso a sincronização também está ficando mais confiável, e é a melhor alternativa na hora de dar um Ctrl+C/Ctrl+V em meus relatórios. Fora o fator customização (das planilhas, não do aplicativo), que é imbatível.
  53. Plants Vs Zombies
  54. Pocket
  55. PowerPoint - mesmo caso do Excel.
  56. PrinterShare
  57. ProtonMail - por enquanto, só testando.
  58. Quick PDF Scanner - passei anos sem entender direito qual era a desses pdf scanners, até o dia em que enviei um email cheio de imagens anexadas e meu interlocutor se atrapalhou todo. Em alguns casos, é melhor enviar um pdf com tudo organizado e comentado mesmo. Mas ultimamente tenho dado mais atenção ao Office Lens.
  59. Quip - O Quip, uma mistura de processador de textos, editor de planilhas e mensageiro instantâneo, deixou de ser apenas uma curiosidade produzida por uma startup com pedigree para se tornar um dos apps que mais uso durante o dia. Sério mesmo. Depois que eles adicionaram opções de exportação para vários formatos, mergulhei de cabeça.
  60. S Health (Samsung) - não sou do tipo que pratica esportes, mas fiquei viciado nesse contador de passos (que também estima a distância caminhada). Tempos atrás, por exemplo, descobri que caminhava mais de 1 km entre o estacionamento da fábrica e o local onde estava trabalhando.
  61. S Note (Samsung) - não estou usando a S Pen tanto quanto imaginei. Mas não se passa um dia sem que eu use o S Note. É muito melhor para fazer pequenas edições em fotos ou até mesmo layouts simples.
  62. S Planner (Samsung) - Acho melhor que o Google Calendar.
  63. Script (Celtx) - Já fui tiete do Celtx. Há muito tempo não uso a versão desktop e, sinceramente, não sei porque instalei esse app. Saudosismo, acho.
  64. Signal - mesmo caso do ProtonMail.
  65. Simplenote - adoro o Simplenote, mas ainda não consegui encaixá-lo na minha rotina. Anotações mais elaboradas vão para o Quip. Anotações efêmeras, para o Google Keep. Mas o Simplenote trabalha só com textos. E trabalha MUITO BEM só com textos. E, vocês sabem, o .txt é meu pastor...
  66. Skype - uso pouco, mas tem gente que só se comunica com isso.
  67. SoundCloud
  68. Spaces (Google) - a proposta do Spaces é bacana (compartilhamento de conteúdo entre pequenos grupos), e a implementação é muito bem feita. Entretanto, ainda não usei para valer.
  69. Spotify
  70. Tapatalk
  71. TeamViewer - “como é que faço para entrar na internet mesmo?”
  72. Telegram - uso muito.
  73. Twitter - não sei se é porque minha timeline no Twitter é muito doida (e isso não foi um elogio!), mas não se passa uma semana sem que minha opinião sobre o serviço vá de um extremo ao outro.
  74. TypeApp - uso com algumas contas de email alternativas que ainda tenho que manter. Sim, tenho vários emails. Mas estou considerando a possibilidade de migrar essas contas para o Outlook.
  75. Waze - já faz algum tempo que fui pego por essa mistura de Rede social + jogo + navegador. A utilidade do Waze é relativa, visto que depende da comunidade local de usuários, mas pelo menos em Curitiba, os resultados sempre foram muito bons. Consegui escapar de vários congestionamentos. Provavelmente será absorvido pelo Maps.
  76. Word - ver Excel e Powerpoint.
  77. World of Tanks - já te falei que sou viciado nesse jogo? É uma espécie de FPS, mas slow motion.
  78. WPS Office - A digievoulção do Kingsoft Office. Embora perca para outros aplicativos em vários quesitos, é o único app que manipula bem algumas planilhas do Excel que carrego comigo. As fórmulas são até simples, mas tem app que não entende, tem app que não deixa editar, tem app que muda o formato das datas, enfim...
  79. Yahoo Mail - Tenho um endereço paleolítico do Yahoo que nunca usei pra nada, mas fiquei curioso com essa nova versão tunada do Y! Mail. Instalei só pra ver se tem condições de competir com o Gmail.
  80. Youtube - TV o quê mesmo?
  81. Zoner AntiVirus - Acho ele bem rapidinho.

ACESSÓRIOS

  • Adaptador USB OTG - embora o Google desestimule a utilização de armazenamento externo, na minha área de trabalho é uma verdadeira bênção poder espetar um pendrive no celular e fazer a transferência de arquivos.
  • Capa (sem película)

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Além do Note, também uso um telefone secundário, que por enquanto é o S4, mas dentro em breve será substituído por um Galaxy J5. Esse aparelho tem um número corporativo, e há um grupo bem menor de aplicativos instalados. O único que não tem contraparte no Note é o WhatsApp. Ou seja, tento usar o WhatsApp exclusivamente para trabalho. É difícil, mas sou brasileiro e não desisto nunca.

Demorei para aderir ao movimento, e ainda continuo achando que o WhatsApp leva um banho do Telegram em todos os aspectos, mas não tem jeito. Quase todo mundo usa e, quer queira, quer não, depois que eles adicionaram algumas novas funcionalidades, como o envio de documentos e as respostas diretas, se tornou muito útil para o gerenciamento de pequenas equipes.

Enfim, é isso, p-p-pessoal.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Troquei o Google Chrome pelo Vivaldi


Uso um sistema operacional “antigo” (mas ainda suportado), em um computador mais antigo ainda. O Linux Mint 13 (que é baseado no Ubuntu 12.04), tem suporte até Abril de 2017. Porém o Google decidiu puxar os fios um ano antes, e o Chrome não é mais atualizado nessas distribuições.

Com a minha idade e com meu tempo disponível, não sinto mais a mesma emoção em perder algumas horas formatando e azeitando um computador para deixar tudo funcionando como antes. Uso “até acabar”. Então optei pelo caminho mais rápido, que seria trocar de browser, em vez de sistema operacional.

Estou ciente de que terei que formatar o computador ano que vem. Mas ainda há muito tempo pela frente. E nesse interim, provavelmente haverá um computador novo.

Então, há algumas semanas, troquei o Chrome pelo Vivaldi.

O Vivaldi, como as versões mais recentes do Opera, divide o DNA com o Google Chrome, pois todos são baseados no Chromium. Ou seja, no frigir dos ovos, é o Chrome, sem maquiagem. Entretanto, enquanto o browser da Google se transformou em um verdadeiro Cavalo de Troia, espalhando coisas por todo o computador, o Vivaldi continua sendo “apenas” um browser, que é o que eu sempre quis.

Mas, e o Firefox?

Existem alguns serviços do Google que funcionam melhor no Vivaldi do que na raposa de fogo. Além disso, o Firefox também tem seus momentos rebeldes na minha máquina, como, por exemplo, não conseguir capturar conteúdo da área de transferência dentro de alguns serviços do Google, ou fechar inesperadamente na minha cara.

Eu gosto muito do Firefox e do que ele representa, e continuo usando em algumas situações específicas, mas minha navegação casual é toda feita através do Vivaldi.

A mudança, entretanto, não veio sem um custo. O Chrome traz o Flash embutido, na forma do PepperFlash. O Vivaldi, não. E a própria instalação do Flash em sistemas Linux sempre foi meio chata. Ou seja, no Vivaldi, boa parte da internet parou de funcionar. Não posso mais ouvir músicas no SoundCloud e ver gifs animados no Facebook. Até existem maneiras de se colocar o Flash no Vivaldi, mas eu nem tentei. Nos piores casos, onde não há escapatória, eu tenho o Flash instalado no Mint, e ele funciona relativamente bem através do Firefox.

Além disso, o Vivaldi é reconhecido como um browser não suportado por diversos serviços, então não posso, por exemplo, postar no Medium.

Os efeitos colaterais - e benignos - disso são que eu passo menos tempo no Facebook, e na internet, de modo geral.

Outra coisa que está me fazendo mudar de hábitos é o motor de busca padrão do Vivaldi, que é o Bing. Não mudei as configurações. Então, normalmente minhas buscas começam no Bing, e somente em caso de resultados insatisfatórios, vou para o Google.

Ainda sinto falta de diversos recursos do Chrome, como a possibilidade de se configurar perfis diferentes para acessar diversas contas do Google, ou outras facilidades que eles implementaram ao longo dos anos.

Mas, é como eu disse lá em cima: não me sinto mais inclinado a ficar perdendo tempo para me adaptar a novas tecnologias que não sejam realmente necessárias.

E, em tempo: ainda há a questão do Chrome barbarizar a bateria dos notebooks.

EM TEMPO: a preguiça falou mais alto, e ontem, 27/06/2016, acabei habilitando essa caralha desse Flash player no Vivaldi. Vejamos quanto tempo vai funcionar...

segunda-feira, 9 de maio de 2016

WARREN ELLIS, SOBRE A ESCRITA DE QUADRINHOS. DE NOVO.

Embora meu relacionamento recente com a feitura de histórias em quadrinhos esteja sendo, no mínimo, supérfluo, eu ainda costumo prestar atenção nesse assunto.

Na última edição da sua newsletter, Orbital Operations, Warren Ellis decidiu, mais uma vez, falar um pouco sobre seu processo para escrever quadrinhos.

Ele menciona dois pontos, en passant, mas acho que são dois conselhos, se posso dizer assim, muito úteis a quem pretende se aventurar no meio.

O primeiro assunto são pitchs, as propostas que os autores fazem às editoras.
But. There are simple rules to consider. Like this one -- the entire first page is not the useful part of your pitch. 90% of your pitch happens in the first three or four lines. You need to understand that most pitches are shit. The one that has an arresting, crackling opening paragraph is the one that gets read all the way through.

Above the title TREES in the pitch for that book is

What if aliens landed on Earth and just didn’t notice the human race?

That, then the title, then my name and Jason's, then into sketching out the idea.

Once upon a time

there were five crazy people

and they poisoned

the 21st Century.


That's the top of the INJECTION pitch document.
Em seguida, ele fala sobre construir roteiros a partir de anotações brutas, ou melhor, sobre jogar as ideias no papel o quanto antes, e deixar a formatação para depois.
Here's a bit of the rough from INJECTION 8:
FLASHBACK -

INT. A SCHOOLROOM - desks and chairs. VERY YOUNG VIVEK, a teenager, sitting on a chair next to the teacher's desk up front by the blackboard. Snow at the windows on the right of the panel, late winter afternoon. The TEACHER is female, 30s, attractive, dressed in black, somewhat severe, black hair.

Your method of reason is interesting, but flawed.

How? I've been turning the entire structure of the method around in my mind for six months. I see no flaw.

This is because you are unconsciously tainted by scientism, fiction and the arrogance of youth.

I mean, it's a fascinating revamp of inductive detection. But I can show you the flaw if you give me... thirty minutes of your time.

She passes him a large KEY.

Go and lock the door.


I know who's talking. I have an idea of how many panels that will break into. But it's in its raw form, just the information - I can fly through a job like that and then go back and break it down and rewrite it into script. Sometimes it's the best way to get it down, while it's all fresh and happening, without pausing for formatting and pacing and all that. Getting it down is the main thing. The fixing can happen later.
Para se ter uma ideia, o trecho descrito acima, roteirizado e desenhado, ficou assim:


É uma cena onde predominam os diálogos, então a versão formatada não deve ter mudado tanto em relação às notas.

Mesmo assim, é possível observar que todas as informações que importam para essa página estão lá.

Aliás, recomendo fortemente INJECTION. Ellis, Shalvey e Bellaire, todo mês me deixando curioso sobre o que acontecerá na próxima edição.

terça-feira, 5 de abril de 2016

SWISS ARMY MAN

Já tinha ouvido falar do filme com o Harry Potter peidorreiro, mas só agora consegui ver o trailer.

Acredito que gostarei.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

MILKFED CRIMINAL MASTERMINDS, INC.

Por um instante, achei que tinha ficado famoso.

Recentemente, descobri que Matt Fraction e Kelly Sue DeConnick, casal de roteiristas de hq americanos, estavam publicando uma newsletter, a MILKFED CRIMINAL MASTERMINDS, INC, que pode ser assinada nesse endereço.

Milkfed Criminal Masterminds, Inc.

Assinei na hora. Além de me amarrar em newsletters em geral, eu tinha um carinho especial por uma outra publicada por Fraction uns anos atrás, chamada E.M.P.I.R.E O.F W.A.S.T.E, na época em que ele estava publicando Casanova junto com os gêmeos Bá e Moon, pela primeira vez.

Ok.

Quando recebi a primeira edição, um pequeno detalhe me deixou extremamente curioso. Meu sobrenome estava escrito, num contexto completamente maluco, no cabeçalho da dita cuja.

Fiquei tão intrigado que imediatamente enviei um email querendo saber mais.

Não obtive resposta.

Fiquei imaginando que tipo de brincadeira seria aquela.

Passadas algumas horas, acabei me esquecendo do assunto.

Aí ontem recebo a edição mais nova. Dessa vez, apareceu meu primeiro nome, e tudo ficou claro.

Eles estão usando a boa e velha malas direta (mail merge).

Imagino que o sistema que dispara a newsletter deles tem alguns campos que são preenchidos automática e aleatoriamente com os dados que o destinatário preencheu quando fez o cadastro.

Se fosse algo do tipo "Hi, Márcio!", eu já teria me ligado mas, não...

E aí bocós desatentos ficam achando que estão famosos,  hahaha!!!

Well done, Kelly Sue and Matt. Well done. XD

segunda-feira, 28 de março de 2016

WARREN ELLIS, ESSE MAROTO

Na última edição de sua newsletter semanal, vovô Ellis republicou um texto no qual falava sobre The Wake, livro de Paul Kingsnorth. Grifos meus.
The whole thing is written in a constructed language, what Kingsnorth calls a “shadow tongue.”  It’s Old English, but the sentences are configured in the manner of Modern English.  It takes some work to get into, but once you find the rhythm, the contexts become clear, and I only had to google a few words to obtain complete clarity.  It is, in that sense, a modern book – one that needs a network connection to fully decode.  I don’t recommend reading it on your Kindle on a plane, because you might end up muttering “what the fuck is a fugol” too loudly and making the flight attendants look at you funny. 

sexta-feira, 18 de março de 2016

E O PROBLEMA DO MEU COMPUTADOR ERA O...

Já faz algumas semanas que meu computador vinha apresentando um problema estranho.

Basicamente, quando eu o conectava à internet, a atividade do HD aumentava muito, tornando era simplesmente impossível usar o bichinho.

E se o computador já fosse inicializado conectado na internet? Cheguei a cronometrar uma espera de cerca de dez minutos até que ele ficasse minimamente utilizável.

Meu setup não é dos mais comuns: uso um sistema operacional "velho", mas ainda suportado, em um computador mais velho ainda, mas que, até então, dava um banho de desempenho em muito novinho por aí.

Já tinha tentando monitorar o processo que estava causando esse travamento, sem sucesso. Mas ontem tive a presença de espírito para fazer mais alguns testes e acabei descobrindo o vilão da história.

E o Oscar foi para o... Dropbox!


Desabilitei a inicialização automática, fiz mais alguns testes, e era ele mesmo.

Agora tô pimpão!

Mais tarde, quando houver tempo e disposição, tentarei investigar as causas.

Embora o Dropbox seja considerado por muitos - eu incluso - como o melhor serviço de sincronização de arquivos, o fato é que meu uso atual é mais no smartphone do que no laptop, então não acho que o serviço vá me fazer tanta falta assim, pelo menos por enquanto.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

O DIA EM QUE O GOOGLE DOCS QUEBROU NA MINHA CARA

Uso o Google Docs desde quando o serviço ainda não pertencia ao Google e se chamava Writely.

De lá pra cá, muita coisa mudou, mas a ideia principal continua a mesma: um processador de textos que pode ser acessado de quase qualquer lugar e, nos dias de hoje, quase qualquer dispositivo móvel.

Estava trabalhando em um documento gigante, composto, basicamente, por texto. Com exceção de alguns hiperlinks, um sumário e cabeçalhos com formatação específica para indexação no sumário, não há nenhum elemento muito estranho. Não há imagens, tabelas, nem nada demais.

As estatísticas são essas:


Segundo o Help do Google Docs, um documento pode ter até 1,02 milhões de caracteres. O meu tem pouco mais de um terço desse valor.

Pois bem. A medida em que o documento ia sendo preenchido - boa parte do conteúdo veio da internet, mas tomei o cuidado de colar sem formatação - a aba específica daquele documento foi ficando cada vez mais lenta, até chegar no ponto onde demorava minutos para que um caractere digitado aparecesse na tela.

Depois começaram a aparecer mensagens como essa:



Ou essa:



Eu já tinha lido por aí sobre usuários que começavam a sentir limitações no Google Docs quando os documentos ultrapassavam a quantidade de 50000 palavras.

Mas como sou brasileiro e não desisto nunca, fiz outras experiências.

Tentei acessar de outras contas. De outros browsers. De outros sistemas operacionais. Com extensões. Sem extensões. E tentei diversas combinações diferentes envolvendo os elementos citados anteriormente.

O Firefox ainda me deu a dica:


Mas não entendi exatamente o que se passava nesse script. Aliás, JavaScript não é a minha praia.

A única configuração onde consegui trabalhar RELATIVAMENTE bem foi - quem diria - o Microsoft Edge, em modo InPrivate, no Windows 10.

Em contrapartida, consegui fazer o donwload do documento convertido para *.odt (LibreOffice), *.docx (Microsoft Word) e *.txt (qualquer editor de textos mequetrefe).

O arquivo exportado não passa de 270 KB, e funciona perfeitamente bem em todas as ferramentas offline que usei.

Importei o arquivo *.docx no Word Online e no Zoho Docs. O Word se saiu bem. O Zoho também fica travando.

O interessante é que tenho outros documentos monstruosos no Google Docs, esses sim com imagens, tabelas, e outras coisa que foram copiadas de sites e coladas com a mesma formatação, e nesses casos tudo funciona normalmente.  Esse por exemplo:

Páginas284
Palavras75588
Caracteres435915
Caracteres excluindo espaços366092

É bem maior do que o documento no qual estou trabalhando. A única diferença é que, no caso do documento acima, eu tenho apenas direitos de visualização. Não posso editá-lo.

Por fim, informei o erro ao Google. Vejamos.

UPDATE: agora eu consigo pelo menos editar o documento. Mesmo assim, ainda está muito lento.

Hub Keyboard, a Microsoft Garage Project

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

SPAM DA SEMANA

Deve ter muito aspirante a roteirista desempregado em algum cafundó do mundo...

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Dear Associate,

How are you doing my friend, great I guess! Now I know this mail will definitely come to you as a huge surprise, but please kindly take your time to go through it carefully as the decision you make will probably go a long way to determine my future and continued existence. First, let me introduce myself. I am Capt. David Michael, assigned to 2nd Battalion, 3rd Marine Regiment, 3rd Marine Division, 3rd Marine Expeditionary Force in Syria. I am desperately in need of assistance and I have summoned up courage to contact you. I am presently in Syria and I found your contact particulars in an address journal. I am seeking your assistance to evacuate the sum of $10,570,000 (Ten million Five Hundred and Seventy Thousand USD) to the States or any safe country; as far as I can be assured that it will be safe in your care until I complete my service here. This is no stolen money and there are no dangers involved.

SOURCE OF MONEY: Some money in various currencies was discovered and concealed in barrels with piles of weapons and ammunition at a location near one of President Assad’s old Presidential Palaces during a rescue operation and it was agreed by all party present that the money be shared amongst us. This might appear as an illegal thing to do but I tell you what? No compensation can make up for the risks we have taken with our lives in this hellhole. The above figure was given to me as my share and to conceal this kind of money became a problem for me, so with the help of a German contact working with the UN here (his office enjoys some immunity) I was able to get the package out to a safe location entirely out of trouble spot. He does not know the real contents of the package as he believes that it belongs to an American who died in an air raid, before giving up trusted me to hand over the package to his close relative. I have now found a secured way of getting the package out!
of Syria for you to pick up.

I do not know for how long I will remain here, as I have been lucky to survive two suicide bomb attacks by Pure Divine intervention. This and other reasons put into consideration have prompted me to reach out for help. If it might be of interest to you then Endeavor to contact me and we would work out the necessary formalities but I pray that you are discreet about this mutually benefiting relationship.

For more details please contact me via my private box: capt.davidmichael02@y7mail.com

Respectfully,
Capt.David Michael
United States Marine Corps. SYRIA

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

GALAXY S4 + LOLLIPOP

Tenho um S4 que, após a atualização OTA para o Android 5.0.1, ficou simplesmente inutilizável. Bateria se esgotando muito rápido, telefone desligando do nada, desempenho ruim, travamentos e sei lá mais o quê.

Achei estranho, pois essa é a terceira atualização liberada pela Samsung, e com as duas anteriores não tive nenhum problema.

Além disso, um camarada tem o mesmo aparelho (desbloqueado), que ficou tinindo de bom após a atualização.

Cheguei a iniciar os preparativos para trocar a ROM. Só que, após fazer o root, cometi um erro e não carreguei o recovery corretamente.

Como já estava no bootloader, resolvi fazer um factory reset.

E não é que funcionou?

Agora o aparelho está do jeito que eu esperava.

Depois acabei encontrando a explicação nesse link:

http://androidforums.com/threads/s4-lollipop-update-problems-dummies-guide.836936/#post-6494437

Não sabia que o Dalvik tinha sido substituído.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

DE GRAÇA, ATÉ CADEIRADA NAS COSTAS

OU AINDA: O MELHOR DA INTERNET É O BRASILEIRO.

Já faz tempo que o LinkedIn - que muita gente faz questão de lembrar que não é o Facebook - sofre com um trend bem curioso.

Alguém coloca um screenshot e dá uma breve descrição de uma planilha espacial, invariavelmente feita no Excel, que pode resolver todos os problemas da humanidade. Caso outrem se interesse, basta deixar o email nos comentários.

Consigo imaginar poucas razões para alguém querer colecionar milhares de endereços de email:
  1. Spam.
  2. Spam.
  3. Spam.
  4. Spam.
  5. Uma ingenuidade enorme em achar que uma lista de contatos anabolizada constitui algum tipo válido de networking. E essa ingenuidade, mais cedo ou mais tarde, vai se acabar se convertendo em algum tipo de spam. Normalmente aqueles da pior qualidade, no qual o empreendedor, na gana de vender algum produto ou serviço, vai mandar mensagem para dezenas, às vezes centenas de pessoas, sem nem se dar ao trabalho de colocar os destinatários em cópia oculta.
Se a pessoa quer mesmo compartilhar a tal planilha, não seria melhor disponibilizar a mesma em algum desses serviços de armazenamento, como o Dropbox ou o Google Drive? Enfim.

Essa semana me deparei com o post abaixo, porque dois dos meus contatos colocaram seus emails lá, pedindo a tal planilha:



Destaquei em negrito os trechos que dispararam os alarmes na minha cabeça:

"Bom dia pesssoal. Preparei uma planilha no bloco de notas para gerenciamento de projetos. Quem tiver interesse, é só deixar o e-mail abaixo. Ela está em conformidade com a normas NBR 8371, além de emitir um relatório em *.BMP. As macros também estão liberadas (linguagem Portugol), podendo inclusive ser exportada para PDAs, como o OS PALM. O arquivo não está protegido e poderá ser alterado. Também é compatível com qualquer padrão ATL. É possível controlar remotamente a temperatura do chuveiro e impede o derretimento do sorvete na geladeira."

Pensei comigo: ok, é zuêra.

Mas aí vi o número de comentários, e também o tempo que o post tá rolando por lá (mais de dois meses).

Aí, pensei comigo: não é possível.

Dos quase nove mil comentários que haviam da primeira vez que me deparei com essa pérola, a esmagadora maioria era de pessoas que simplesmente colocaram seus emails, esperando receber a tal planilha. O que me deixou mais estupefato ainda foi a grande quantidade de profissionais de TI que também caíram na brincadeira. Uma pessoa que não tem trato com computadores pode até não perceber alguns dos features absurdos que o Leonardo colocou na descrição (embora eu duvide que alguém, em pleno domínio das faculdades mentais vá mesmo acreditar que o Excel consiga controlar remotamente a temperatura da geladeira ou manter o sorvete congelado).

O que imagino que chamou a atenção da maioria das pessoas que colocou o email lá viu:

"Bom dia pesssoal. Preparei uma planilha no bloco de notas para gerenciamento de projetos. Quem tiver interesse, é só deixar o e-mail abaixo. Ela está em conformidade com a normas NBR 8371, além de emitir um relatório em *.BMP. As macros também estão liberadas (linguagem Portugol), podendo inclusive ser exportada para PDAs, como o OS PALM. O arquivo não está protegido e poderá ser alterado. Também é compatível com qualquer padrão ATL. É possível controlar remotamente a temperatura do chuveiro e impede o derretimento do sorvete na geladeira."

Aliás, caso você queira ver com seus próprios olhos, o post original está aqui (necessário login no LinkedIn. Mas não vá botar seu email lá, hein, abestada/o!).

Essa história daria um puta case sobre engenharia social. E se tratando do LinkedIn, uma rede supostamente "profissional" e "séria", ficou pior ainda. As pessoas não leem nem o post, nem os comentários. A interface do LinkedIn talvez contribua, só um pouco, pois não exibe os posts completos e só mostra os últimos comentários, mas né?

Como disse uma das pessoas que comentou lá: toda vez que receber um currículo, vou dar uma olhada naquele post.

Uma canção para isso tudo? Só consigo pensar nessa aqui.



P.S.:  Acabei de olhar o post. Já são 9104 comentários. A maioria, evidentemente, pedindo a tal planilha.



domingo, 21 de junho de 2015

O PULSE NÃO PULSA MAIS

Após a morte do Google Reader, o Pulse se tornou meu leitor de feeds favorito.

Mas a internet mudou, e muitas pessoas, incluindo este que vos escreve, deixaram de consumir feeds e passaram a consumir timelines.

Daí eu não ter percebido que o Pulse se tornou um apêndice do Linkedin.

Ou pode ter sido apenas distração da minha parte.

Eu gostava da interface do serviço, e uma de suas limitações iniciais era, para mim, sua principal vantagem. Mas agora que o bicho funciona mais como um filtro do Linkedin do que como um agregador de notícias, é hora de deixar o barco.

Apesar do visual, nunca grokei o Flipboard. Continuo com o Feedly por perto.

Adeus, Pulse.

terça-feira, 12 de maio de 2015

LA BOCA DEL LEÓN, OU AINDA: FAZENDO FILMES COM CELULARES

Um aviso: escrevi esse post há quase um ano atrás. Tava perdido nos meus rascunhos do blogger.

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Hoje esbarrei nessa pequena pérola.


LA BOCA DEL LEÓN from Geofilms Entertainment on Vimeo.

O curta é bem bacana, mas um dos "selling points" é que foi filmado em um iPhone 4S.

Tempos atrás, uma informação discreta no final desse vídeo aqui me chamou a atenção:



Se você não tá a fim de ver, te adianto: o vídeo foi feito com um Nokia Lumia 1020.

Contar histórias com as câmeras de celulares não é exatamente uma novidade. Mesmo antes do advento dos smartphones, como os conhecemos hoje, já tinha gente fazendo gracinha com esses brinquedos.

Mas vira e mexe me pergunto quando a totalidade da produção cinematográfica (por enquanto, deixemos a pós produção de fora...) vai migrar para dispositivos móveis. Já é possível - com um bom punhado de boa vontade - se escrever um roteiro, fazer alguns retoques no vídeo, enfim,

segunda-feira, 11 de maio de 2015

FRANNY E ZOOEY


Essa imagem veio em uma edição da Very Short List que foi publicada umas duas semanas atrás, mas só vi hoje.

Aparentemente, é uma capa feita para o livro Franny e Zooey, do J.D. Salinger.

Ainda não descobri quem é o autor, mas achei muito foda.