segunda-feira, 23 de outubro de 2006

GRANDES SÍMIOS

Fica um barato depois que a história engata. Imagine se Kafka se entupisse de alcalóides e escrevesse O PLANETA DOS MACACOS. É por aí.

NAVEGAR É PRECISO

Hoje foi dia de instalar as novas versões do Firefox (2.0) e do Internet Explorer (7.0), para ver o que é que as bahianas têm.
Testando, ainda. Ainda continuo utilizando o IE como navegador “muleta”. Quer queira, quer não, muitas páginas infelizmente só rodam direito nessa bagaça. Mas se liga que agora, durante a instalação, ele verifica a validação do Windows, então cê pode correr o risco de ficar com aquela estrelinha pentelha te enchendo o saco, caso tenha uma versão corsária em sua máquina. Além disso, mesmo num micro – modéstia à parte – rapidinho, demorou uma carinha. Se eu fosse mais paranóico, poderia jurar que deram uma scaneada no meu hd. Mas, como eu não sou...
A princípio, as mudanças no IE foram mais cosméticas, nada que o Firefox já não tivesse. Mas, vejam, estou falando baseado apenas nas minhas fuçadas por aqui. Depois vou examinar com mais calma. Finalmente colocaram abas (já existia um plugin da Yahoo, mas eu nunca usei), só que achei que a interface ficou um pouco poluída, com aquele monte de ícones da Yahoo. A barra de ferramentas da Yahoo agora é default. Mas dá pra desinstalar.

CARA NOVA

Botando ordem na casa aos poucos. Ainda estão faltando alguns links aí do lado, mas eles virão.
Realmente o Blogger Beta ficou ainda mais intuitivo. Gostei especialmente da parte de customização dos templates. E, já não era sem tempo, agora se pode colocar tags nos posts.
Fuçarei mais.

Teste

Testando postagem via e-mail, solamente.

MUDEI

ESSA É BOA

Acabei de migrar para o Beta Blogger e a única coisa que consegui foi perder os links para quatro anos de posts nesta bagaça.

Hora de mudar o template, talvez?

DOMINGÃO

Tenho duas idéias que me assombram há uns dois anos, e que, presumo, bem alimentadas se transformariam em novelas. Quando não estou fazendo nada, costumo perder uns minutos digitando linhas, fazendo gráficos e praticando outras modalidades de procrastinação que estejam ligadas ao seu crescimento.
(mas, ecrever mesmo que é bom, nada, né?)
É.
[só agora vi que já estamos na segunda]

sexta-feira, 20 de outubro de 2006

QUADRINHÓPOLE


Hoje rola o lançamento oficial, mas ontem já tinha posto minhas mãos na primeira edição da revista revista independente QUADRINHÓPOLE.

A primeira edição traz 4 hqs, UNDEADMAN, INVISÍVEIS, SEQUESTRO RELÂMPAGO e CAMPO DE FEIJÃOTRAÇÃO, sendo que a primeira é o único título fixo na revista.

UNDEADMAN – 6 páginas

Roteiro de Leonardo Melo. Arte de André Caliman.

A verdade é que nunca fui chegado em aventuras do tipo capa-espada (existem as exceções, obviamente), contudo, como o Leonardo promete no editorial da revista, as histórias de Jason de Ely, o cavaleiro imortal que dá nome ao título, não se resumirão a um período histórico somente, o que já torna a coisa mais interessante aos meus olhos. Essa hq é só uma introdução ao personagem e seu universo. Aguardemos mais. O destaque da hq fica para a arte de André Caliman, a melhor da edição, IMHO.

INVISÍVEIS – 8 páginas

Roteiro de Pablo Casado. Arte de Thiago Oliveira. Tons de cinza por Renato Moraes.

O título já reverbera as influências Morrisonianas de Pablo, que vão história adentro, numa mistureba legal de conceitos (são quadrinhos, ora!) que me são muito caros. Para mim, foi a melhor hq desta edição. A Sci-Magic é legal e eu queria ver isso de novo.

SEQUESTRO RELÂMPAGO – 8 páginas

Roteiro de Leonardo Melo. Arte de Joelson Souza. Arte final de André Caliman.

Embora o roteiro precise de algumas revisões (o termo “minha cabeça” aparece três vezes seguidas onde poderia ter sido facilmente substituído) e o twist do final me tenha soado um pouco forçado, depois de Invisíveis, foi a hq que mais me agradou, pela escolha de se contar a história sob o ponto de vista da vítima do tal sequestro, literalmente. Os autores souberam explorar isso e criaram um efeito bem interessante.

CAMPO DE FEIJÃOTRAÇÃO – 4 páginas

Roteiro de Leonardo Melo. Arte de Anderson Xavier.

Não sei porque, mas ainda continuo achando que humor puro e simples não casa bem com histórias de outros gêneros, e justamente por isso tenho a impressão que esta hq ficou deslocada na edição, e foi a que menos gostei.

Além disso, na terceira capa, há duas tiras de Chico Félix, que funcionam, mas também me dão a impressão de estarem deslocadas na revista.

Quanto à parte gráfica, o pessoal da QUADRINHÓPOLE está de parabéns. 32 páginas em papel couchê, preço bom (3 mangos), e capa fodida de José Aguiar. Que venham mais.

Lançamento (corre que ainda dá tempo):

20 de Outubro (HOJE!!!!)

A partir das 19:00h, no Memorial do Largo da Ordem, em Curitiba - PR

terça-feira, 17 de outubro de 2006

COISAS DA VIDA

De ontem para hoje, fiquei sabendo que uma oportunidade que teria para publicar quadrinhos ao lado do Luciano miou.
Além disso, um concurso de contos fantásticos para o qual submeti um texto foi cancelado, segundo os organizadores, entre outros motivos, pela fraquíssima qualidade do material. Pena.
E, para completar, pela janela tenho a visão dantesca de um pedreiro que está trabalhando no teto do vizinho da frente, e que insiste em exibir o cofrão maior que o Fort Knox. Alguém tem um Real aí?

NOVA REVISTA SOBRE QUADRINHOS – E, MAIS IMPORTANTE – COM QUADRINHOS.

HQM 1

Vetusto que deu a letra.

O pessoal da HQManiacs não tá pra brincadeira. Depois de alguns títulos lançados, agora eles vão publicar uma revista que fala SOBRE quadrinhos e que, thcarã!, trará hqs nacionais no miolo.

Oba!

Mais detalhes, aqui.

sábado, 14 de outubro de 2006

NEXTWAVE 1 NA FAIXA

Vovô Ellis manda avisar que a Marvel liberou (em seu próprio site) a primeira edição de NEXTWAVE, para leitura online.

(e também reclama que utilizaram o telefoninho que fizeram para o piloto de GLOBAL FREQUENCY em um episódio de Smallville).

Em tempo: tem que se registrar no site da Marvel. Não sabia. Putões.

NEXTWAVE 1 NA FAIXA

[originalmente no OROBORO, mas o episódio do controle é bom demais pra passar batido]
Vovô Ellis manda avisar que a Marvel liberou (em seu próprio site) a primeira edição de NEXTWAVE, para leitua online.
(e também reclama que utilizaram o telefoninho que fizeram para o piloto de GLOBAL FREQUENCY em um episódio de Smallville).
Em tempo: tem que se registra no site da Marvel. Não sabia. Putões.

CONCRETO

Sou um bunda-de-jaca mesmo. A banda brasileira de rock mais FODIDA de todas lançou um cd HÁ DOIS ANOS, e eu só fico sabendo hoje.
Antes tarde do que nunca, não é assim que dizem por aí?

sexta-feira, 13 de outubro de 2006

LAST FM

Criei um perfil lá. Me parece interessante para garimpar uns sons. Além do Myspace, claro.

NANOWRIMO

Já tá para começar a edição deste ano do Nanowrimo, espécie de competição maluca onde o participante tem que escrever um livro (só vale prosa) com no mínimo 50.000 palavras num prazo de no máximo 31 dias.

Pode ser uma boa oportunidade se você estiver com muita coceira nos dedos.
(aqui, o fórum em português).

A JORNADA DO ARTISTA (ou ainda, caiu na rede é peixe).

Na Comic Con deste ano, os gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá fizeram este vídeo, e, lógico, apareceu alguém e parodiou.
Engraçadinho.

quinta-feira, 12 de outubro de 2006

ABBEYARD, DE SCOTLAND YARD

Sempre pensei que, depois de FROM HELL, qualquer hq que tentasse desconstruir o mito de Jack, o Estripador, estaria fadada a entrar pelo cano.

ABBEYARD DE SCOTLAND YARD, com roteiros de Viviana Centol e desenhos de Carlos Vogt, publicada originalmente na Itália em treze capítulos e agora lançada na Argentina num único catatau de 168 páginas, felizmente conseguiu me provar que estava errado. E o ingrediente que, além de responsável por essa minha mudança de opinião, ainda consegue manter a hq a quilômetros da obra do Makonheiro Mágicko de Northampton é um velho conhecido nosso: o humor. Negro.

Sente o drama (trecho extraído da introdução escrita por Carlos Vogt, pitorescamente traduzido por mim):

“Muito tempo depois, numa mostra de quadrinhos em Buenos Aires, ao passar entre um grupinho e outro, cumprimentando roteiristas e desenhistas, me encontrei com aquela amiga de minha prima Anelli. ‘Eu te conheço’, lhe disse, sem me recordar de seu nome, obviamente. Nos sentamos com um pessoal para tomar um café. Da conversa surgiu o assunto de que ela estava burilando uma história policial que se passava em Londres, no final do séc. 19. ‘Vai ser uma hq com muito sangue, putas e fantasmas. Os ingleses adoram fantasmas!’, assegurou, empolgada. ‘Eu não’, respondi, sério. ‘Me dão medo.’Viviana Centol olhou para mim, incrédula. ‘Mas...vai ser uma comédia’, achou melhor esclarecer. Acendi um cigarro, com a mão tremendo, e suspirei: ‘Ah. Menos mal.’”

Archibald Abbeyard – que tem sempre o sobrenome confundido com Abellard – é um arquivista da Scotland Yard, sem muitas perpectivas profissionais, que acaba se envolvendo com o caso de Jack, o Estripador, quando Belle, uma prostituta com quem mantinha uma... hã... bela amizade, acaba sendo morta pelo assassino de Whitechapel.

A diferença é que Belle, ao invés de ser extripada como as demais, é arremessada pela janela, o faz com que a polícia acabe descartando qualquer relação deste crime com os demais, preferindo acreditar na hipótese de suicídio. E a história terminaria assim, se o fantasma de Belle não voltasse para azucrinar Abbeyard até que ele concordasse em tentar descobrir a identidade de Jack (e seus motivos), para que ela pudesse descansar em paz.

O humor, pastelão, mas não excessivo, é bem dosado e Viviana constrói uma história bacana, com direito a identidade do assassino revelada (mas só no final). Final este, inclusive, que foge às convenções e também constitui um caso à parte.

Já o traço de Vogt - bem caretão (ou clássico), mas muito bonito - cai como uma luva nessa história vitoriana. Ele capricha nas expressões faciais e não poupa Abbeyard de ser retratado como o paspalho de bom coração que realmente é.

ABELLARD foi publicado pela Thalos Editorial e está saindo por 19,90$ (pesos argentinos).

HOJE

Dos 67 “amigos” que tenho no myspace, são poucos os que eu adicionei, e menos ainda os que conheço pessoal ou digitalmente. Mas, nada contra. Quem tá na chuva é pra se molhar, e participar desses lances de social networking é assim mesmo. Além do mais, podem surgir amizades interessantes desses contatos, mas o fato é que a gringaiada usa a parada mesmo é pra divulgar trabalhos. E dia desses, vejam só, bateu à minha porta um que achei muito interessante. Se trata de Perfume, uma música (sim, no myspace se encontra perfil de tudo que se possa imaginar, músicas, filmes, livros, quadrinhos, bandas e por aí vai) composta por Karin Fanous – de quem nunca ouvi falar - baseada num dos meu livros preferidos. A música é bacana. O livro é SOBERBO. E tá vindo o filme por aí, a propósito.
Gostei de LUNAR PARK. Deu até vontade de reler um ou dois trechos. Fica pra depois.
GRANDES SÍMIOS só engata depois da transformação de Simon Dykes, mas daí em diante fica bem legal. Quando terminar, comento. Ou não.
Meu presente de Dia das Crianças foi a primeira página (só o lápis) de LÍNGUAS MORTAS, o primeiro capítulo de LIBRA, pelas mãos mais que competentes do senhor Luciano Leal. Aguardem notícias nossas. Enquanto isso, vou aqui, a passo de tartaruga, concluindo o segundo capítulo, FIEL.
Ontem, voltando pra casa, vi Paulo Coelho. Na verdade, ele veio sentado na poltrona à minha frente. Só não digo que tenho certeza porque não bati na careca dele pra perguntar.
E, enquanto escrevo esse post, vejo, pela janela, mais uma das ceninhas relativamente frequentes que ocorrem aqui na rua. Drama familiar com cenas hollywoodianas. O protagonista é um babaca, e os coadjuvantes não mereciam isso. Pena.

sexta-feira, 6 de outubro de 2006

CELTX 0.98

Já está disponível para download a versao mais nova do CELTX. Por enquanto, só em inglês.

Aqui há uma resenha bem detalhada dos novos "features".