segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
Bird Inbox
Se eu olhar para a minha caixa de emails na segunda de manhã, eu morro.
sábado, 13 de outubro de 2018
Bienal dos Quadrinhos de Curitiba - 2018
Motivos de força maior me impediram de participar da Bienal de Quadrinhos de Curitiba 2018, da maneira que eu gostaria.
Então
só pude aparecer lá no domingo, dia 09, por volta das 16:00h. Quase
no final do evento.
Não
falei com todo mundo que gostaria, mas tive oportunidade de
reencontrar o grande Antonio
Eder,
e trocar dois dedos de prosa com ele e com o Leonardo
Melo.
Mesmo
assim, essas poucas horas de Bienal me fizeram voltar pra casa com
algumas sacolas cheias. O que me acalenta a alma é que levei minha
esposa e meus filhos, então note que foram 5 pessoas escolhendo
quadrinhos.
Entre
mimos e compras (que me custaram quase um rim), o saldo foi:
O
Gralha: O herói, o pinhão, o louco e a morte
-
Vários artistas
Undeadman
Volume 1
-
Leonardo Melo e vários artistas
Cangaço
Overdrive
-
Zé Wellington e Walter Geovani
Se
meu cão falasse, tudo seria poesia
-
Antonio Eder, Carol Sakura e Walkir Fernandes
Hacking
Wave
-
Larissa Palmieri, Pedro Okuyama e Zaheer
Bichos
-
Daniel Esteves, Alex Rodrigues e Al Stefano
Zémurai
-
Ricardo Sousa e Bando
Thorvand
-
Maria Leal e Crisrobert Caires
Astronauta:
Magnetar
-
Danilo Beyruth
As
Flores Falam
-
Val Armanelli
Razão
vs Emoção
-
Guilherme Bandeira
Turma
da Mônica: Lições
-
Victor e Lu Caffagi
Gibi
Quântico 2
-
Vários
DestiNatioN
#1
-
Alessio Esteves e Lob Loss
O
Despertar de Cthulhu em quadrinhos
-
Vários
De
tudo isso aí em cima, por enquanto, li Bichos, Zémurai e Hacking
Wave (mais sobre essas hqs depois).
Mas
uma das melhores surpresas foi descobrir que Airton Marinho, meu
velho companheiro de Midraxe, está escrevendo e publicando hqs como
se não houvesse amanhã.
Aproveite e dê uma olhada no Tumblr dele.
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eventos,
quadrinhos
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Priest - New Flesh
Ultimamente, meu método número um para descobrir músicas novas é ficar flanando no Youtube, na esperança de que o sistema de recomendação deles acerte e me mostre alguma coisa que vá cair no meu gosto.
Por enquanto, a proporção de vitórias é maior do que a de derrotas.
E foi por essa via que acabei esbarrando no som do Priest.
Apesar da indumentária, o som da banda é um synth-electro-sei-lá-o-quê maroto, que não dá pra deixar de comparar com um cruzamento entre o Depeche Mode e o Sisters of Mercy.
Depois de ter sido fisgado pelos ouvidos, li que alguns dos membros do Priest vieram do Ghost, e ficou clara a questão das roupas (mas eu ainda prefiro as do Gengivas Negras).
O mais engraçado dessa história toda é ler as resenhas ao disco nos sites de metal. Todo mundo falando bem da banda, mas sem exagerar, porque aqui é metal!!!\m/, féladaputa!
Sinceramente, acredito que gostar desse som tenha menos a ver com o aspecto lúgubre e mais com ter alguma memória afetiva pelos anos 80.
Enfim.
O álbum completo pode ser ouvido e comprado na página do Bandcamp.
P.S.: Como tenho que manter minha fama de metaleiro trevoso, não gostaria que você ficasse comentando isso por aí, ok?
Por enquanto, a proporção de vitórias é maior do que a de derrotas.
E foi por essa via que acabei esbarrando no som do Priest.
Apesar da indumentária, o som da banda é um synth-electro-sei-lá-o-quê maroto, que não dá pra deixar de comparar com um cruzamento entre o Depeche Mode e o Sisters of Mercy.
Depois de ter sido fisgado pelos ouvidos, li que alguns dos membros do Priest vieram do Ghost, e ficou clara a questão das roupas (mas eu ainda prefiro as do Gengivas Negras).
O mais engraçado dessa história toda é ler as resenhas ao disco nos sites de metal. Todo mundo falando bem da banda, mas sem exagerar, porque aqui é metal!!!\m/, féladaputa!
Sinceramente, acredito que gostar desse som tenha menos a ver com o aspecto lúgubre e mais com ter alguma memória afetiva pelos anos 80.
Enfim.
O álbum completo pode ser ouvido e comprado na página do Bandcamp.
P.S.: Como tenho que manter minha fama de metaleiro trevoso, não gostaria que você ficasse comentando isso por aí, ok?
Um emoji na minha URL
Estou eu surfando na rede mundial de computadores, quando me deparo com com o link para uma página com um título curioso, Why I Ripped The Same CD 300 Times.
Não sou audiófilo, mas me interesso por essas nerdices hardcore. Decidi ler o artigo, muito interessante, por sinal.
Mas havia algo na minha visão periférica, algo que estava me incomodando. Só lá pelas tantas, percebi o que era.
A URL.
Ou melhor, o EMOJI na URL.
Minha reação também foi essa: 🤔
Sinceramente, eu não deveria me impressionar com isso, visto que um emoji é uma sequência de caracteres normais, interpretada pelo software para ser exibido como uma carinha. É o bom e velho princípio do HTML e de todas as outras linguagens de marcação existentes por aí.
Mas eu não sabia que as barras de endereços dos browsers já estavam renderizando emojis também.
Acho que fiquei muito tempo longe da internet 😂😂
Não sou audiófilo, mas me interesso por essas nerdices hardcore. Decidi ler o artigo, muito interessante, por sinal.
Mas havia algo na minha visão periférica, algo que estava me incomodando. Só lá pelas tantas, percebi o que era.
A URL.
Ou melhor, o EMOJI na URL.
Minha reação também foi essa: 🤔
Sinceramente, eu não deveria me impressionar com isso, visto que um emoji é uma sequência de caracteres normais, interpretada pelo software para ser exibido como uma carinha. É o bom e velho princípio do HTML e de todas as outras linguagens de marcação existentes por aí.
Mas eu não sabia que as barras de endereços dos browsers já estavam renderizando emojis também.
Acho que fiquei muito tempo longe da internet 😂😂
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internet
terça-feira, 19 de dezembro de 2017
C:\>CHKDSK /F by MASTER BOOT RECORD
Como eu gosto de esbarrar nessas coisas...
Mais informações em
EnCt22c62d8d00a89d36908e9015ae37997d3c7ad246a2c62d8d00a89d36908e9015a1oP6qx4YRwLsBuHI41cIJP4+e/69xyBAGJIxfloS/Oq7/cpvKOb9PVojA0iOlrIyWcdBRSqAnVpV2EnF75tADlbmgkOkgkJHPOgxwMmSVmjwXqutPdIFF5DXcsB8X/URs0qgEuxgK3N5pUuJorJED/O4Yg1xz1E=IwEmS
Mais informações em
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quinta-feira, 24 de agosto de 2017
Kona Linux e a estranha natureza do Google Drive
Uma das coisas que acho interessantes no funcionamento do Google Drive é que um documento público criado por outro usuário e aberto por você fica "magnetizado" em seu Drive, à sua revelia.
Mesmo que você não o salve o arquivo, coloque estrelinha ou faça qualquer outro tipo de marcação, esse documento - e seu conteúdo - ficam indexados e disponíveis na ferramenta de pesquisa do Google Drive.
E foi assim que descobri, uns meses atrás, o Kona Linux.
Pesquisando um termo relacionado no meu Drive, encontrei uma pasta pública cheia de tralhas, e lá dentro havia uma outra pasta chamada "konalinux".
Nessa pasta, há vários arquivos, entre documentos, wallpapers, arquivos ISO e sei lá mais o quê.
Tudo em japonês - idioma que desconheço completamente.
Isso me deixou pra lá de intrigado.
Fui percurá, mas não encontrei menção ao Kona Linux na internet ocidental. Nem no Distrowatch!
(Por outro lado, há um game chamado Kona que também roda no Linux, o que "facilitou" bastante a pesquisa)
Cheguei a um artigo - aparentemente desatualizado - na Wikipedia japonesa, onde a pulga que já estava atrás da minha orelha resolveu fazer a combinação com o percevejo: o link do "site oficial" da distro aponta exatamente para aquela pasta do Drive que eu havia encontrado um pouco antes.
Então é isso. Com exceção das ISOs mais recentes, armazenadas em um outro site (básico até o osso), toda a informação oficial relativa ao Kona Linux está espalhada em GDocs escritos em japonês, que por sua vez, estão armazenados na tal pasta.
Mas, e a distro?
Nada de novo no front, mas achei bem simpática.
O Kona Linux é baseado no Debian, e sua interface padrão é o LXDE. Entretanto, há variantes com tudo quanto é desktop disponível na galáxia.
Há uma outra versão, o KUE (Kona Ubuntu Edition) que, como o nome já denuncia, e baseada no Ubuntu. Sabiamente, as versões do KUE são desenvolvidas em cima das versões LTS do Ubuntu. Então o KUE 1.0 equivale ao Ubuntu 14.04, o KUE 2.0 ao 16.04 e assim por diante.
Kona é o nome de um café havaiano (e também da ilha homônima), então o tema *café* toda a interface do SO.
Por enquanto, testei as versões "standard" (4.0) e KUE (2.0).
Gostei do visual e da seleção de softwares.
Mas o que me atraiu mesmo foi o aspecto roots, quase mambembe, do Kona. Parece ser trabalho de poucas pessoas, se não for de uma só.
Me senti em 1997.
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sábado, 27 de maio de 2017
If You Tolerate This Your Children Will Be Next
E hoje reencontro essa canção, da qual tinha me esquecido, mas que muitas memórias me trouxe.
E não dá pra falar de MSP sem tocar no estranho desaparecimento do guitarrista Richey Edwards.
(e algum desaparecimento é normal, por um acaso?)
Aliás, não sabia da história por trás da música. Nem desse poster sinistro.
Enfim, feelings.
E não dá pra falar de MSP sem tocar no estranho desaparecimento do guitarrista Richey Edwards.
(e algum desaparecimento é normal, por um acaso?)
Aliás, não sabia da história por trás da música. Nem desse poster sinistro.
Enfim, feelings.
quarta-feira, 26 de abril de 2017
Por onde anda SchoppingHauer FENIX?
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internet
Já é agora que devemos começar a correr para as montanhas?
An artificial womb successfully grew baby sheep — and humans could be next
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bichos,
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tecnologia
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Até nunca mais, Privacidade. Foi bom enquanto durou.
Estamos quase em 2017 e não é segredo para mais ninguém que, pelos mais variados motivos, empresas e governos monitoram ostensivamente a população.
De qualquer maneira, não consigo deixar de me surpreender quando essa nova realidade bate na minha cara, tal qual um tijolo.
Costumo fazer minhas incursões pela internet utilizando vários combos de sistema operacional + browser, sendo que nos navegadores sempre tento, na medida do possível, usar ferramentas como o Ghostery ou o Privacy Badger.
Depois do computador novo, comecei a utilizar uma dobradinha que até pouco tempo me era desconhecida: Windows 10 + Edge.
Hoje, tava de bobeira na web, pesquisando sobre Chromebooks*.
Acabei esbarrando no site das Casas Bahia. Dei uma olhadinha rápida e fui fazer qualquer outra coisa.
Aí, poucos MINUTOS mais tarde, recebo o seguinte email...
Um representante das Casas Bahia me ofertando, entre outras coisas, um Chromebook.
Atentem para o fato de que apenas três modelos são oficialmente vendidos no Brasil, sendo que apenas um ainda é fabricado. Esse aí de cima, o Samsung Chromebook 3.
Se já é creep demais anúncios sobre temas pesquisados recentemente aparecendo dentro do Facebook (apesar de toda a plausibilidade técnica), levar uma propagandazona dessas no inbox me deixou cabreirão.
Porra, internet!
*: Que sob determinada ótica, podem ser considerados, uma afronta direta aos princípios mais básicos de privacidade. Mas eu tenho um Chromebook, curto muito para determinadas atividades, e acho o conceito de thin clients descartáveis acessando esse computadorzão de Deus chamado internet bem interessante.
O único problema é o Google. :P
De qualquer maneira, não consigo deixar de me surpreender quando essa nova realidade bate na minha cara, tal qual um tijolo.
Costumo fazer minhas incursões pela internet utilizando vários combos de sistema operacional + browser, sendo que nos navegadores sempre tento, na medida do possível, usar ferramentas como o Ghostery ou o Privacy Badger.
Depois do computador novo, comecei a utilizar uma dobradinha que até pouco tempo me era desconhecida: Windows 10 + Edge.
Hoje, tava de bobeira na web, pesquisando sobre Chromebooks*.
Acabei esbarrando no site das Casas Bahia. Dei uma olhadinha rápida e fui fazer qualquer outra coisa.
Aí, poucos MINUTOS mais tarde, recebo o seguinte email...
Um representante das Casas Bahia me ofertando, entre outras coisas, um Chromebook.
Atentem para o fato de que apenas três modelos são oficialmente vendidos no Brasil, sendo que apenas um ainda é fabricado. Esse aí de cima, o Samsung Chromebook 3.
Se já é creep demais anúncios sobre temas pesquisados recentemente aparecendo dentro do Facebook (apesar de toda a plausibilidade técnica), levar uma propagandazona dessas no inbox me deixou cabreirão.
Porra, internet!
*: Que sob determinada ótica, podem ser considerados, uma afronta direta aos princípios mais básicos de privacidade. Mas eu tenho um Chromebook, curto muito para determinadas atividades, e acho o conceito de thin clients descartáveis acessando esse computadorzão de Deus chamado internet bem interessante.
O único problema é o Google. :P
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terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Problemas na atualização do Ubuntu 16.04 para 16.10 (em máquinas virtuais)
Até alguns meses atrás, usei um computador bem surrado, rodando Mint Linux 13.
Ele ainda está vivo e passa bem.
Agora minha máquina atual está com dual boot entre o Windows 10 (que veio com ela) e o Ubuntu 16.04.
Estive muito tempo afastado do Ubuntu, mas o tempo está fazendo eu me acostumar ao Unity, então voltei a investigar o que se passa na distro GNU/Linux mais famosa do pedaço e que, verdade seja dita, me trouxe de volta ao mundo do Linux, já há alguns anos.
No geral, uso as versões LTS até que o suporte expire. Daí troco para a LTS mais nova, e assim por diante.
Mas como não sou de ferro, gosto de saber das novidades. Então mantenho algumas máquinas virtuais por perto, com as versões mais atuais do sistema.
O Ubuntu é uma das poucas distros que tem uma ferramenta de atualização automática (deixo de fora distros que são atualizadas no esquema rolling release).
Tentei atualizar algumas dessas máquinas virtuais, utilizando a ferramenta padrão do Ubuntu, e tive diversos problemas.
Tentei atualizar máquinas criadas usando tanto o VirtualBox como o VMware Player, mas acabei me concentrando no primeiro, visto que a minha ferramenta preferida.
Relato abaixo os passos que tive que dar para que essa máquina voltasse a funcionar. Talvez ajude alguém.
Todas as máquinas virtuais foram criadas com a ISO do Ubuntu 16.04.
Ele ainda está vivo e passa bem.
Agora minha máquina atual está com dual boot entre o Windows 10 (que veio com ela) e o Ubuntu 16.04.
Estive muito tempo afastado do Ubuntu, mas o tempo está fazendo eu me acostumar ao Unity, então voltei a investigar o que se passa na distro GNU/Linux mais famosa do pedaço e que, verdade seja dita, me trouxe de volta ao mundo do Linux, já há alguns anos.
No geral, uso as versões LTS até que o suporte expire. Daí troco para a LTS mais nova, e assim por diante.
Mas como não sou de ferro, gosto de saber das novidades. Então mantenho algumas máquinas virtuais por perto, com as versões mais atuais do sistema.
O Ubuntu é uma das poucas distros que tem uma ferramenta de atualização automática (deixo de fora distros que são atualizadas no esquema rolling release).
Tentei atualizar algumas dessas máquinas virtuais, utilizando a ferramenta padrão do Ubuntu, e tive diversos problemas.
Tentei atualizar máquinas criadas usando tanto o VirtualBox como o VMware Player, mas acabei me concentrando no primeiro, visto que a minha ferramenta preferida.
Relato abaixo os passos que tive que dar para que essa máquina voltasse a funcionar. Talvez ajude alguém.
Todas as máquinas virtuais foram criadas com a ISO do Ubuntu 16.04.
- Iniciei a atualização da máquina através da ferramenta padrão do Ubuntu.
- O processo corre normalmente, até que a tela congela, durante a instalação dos pacotes.
- Forcei um reboot.
- Unity parou de funcionar.
- Descartei a máquina
- Fiz um novo clone da original, e reiniciei o processo, mas dessa vez não usei a interface gráfica. em vez disso, fiz a atualização pelo terminal.
- sudo apt-get update && upgrade
- sudo apt-get dist-upgrade
- sudo do-release-upgrade
- As coisas correram bem, mas lá nos finalmentes, o processo travou de novo, na descompactação do pacote libpoppler61:amd64 (0.44.0-3ubuntu2).
- Cancelei o processo com um Ctrl+C.
- Reiniciei.
- Embora meu papel de parede não estivesse aparecendo ao fundo. Até a tela de login, tudo ok. Mas após o login, o Unity se recusava a funcionar, e eu fiquei com uma tela que se limitava a piscar alguma coisa, de vez em quando.
- Reiniciei o Ubuntu, e antes de me logar, abri um console (Ctrl+Alt+1).
- Fiz o login, e através do comando lsb_release -a, pude confirmar que o Ubuntu já tinha sido atualizado para a versão 16.10, mas havia alguma coisa havia quebrado a interface gráfica.
- Forcei as atualizações novamente, através dos comandos listados no item 5 (com a exceção óbvia do do-release-upgrade).
- O sistema me informou que havia alguns pacotes quebrados, e que as dependências não poderiam ser baixadas. Forcei o update com o parâmetro -f.
- Os pacotes remanescentes foram baixados.
- Em certa parte dessa segunda atualização, a tela ficou toda preta. Um Ctrl+C me levou a tela de configuração da nova instalação do GRUB. Não entendi o motivo. Dei ok na opção padrão e a instalação prosseguiu de acordo com o esperado.
- Reiniciei o Ubuntu, e dessa vez meu papel de parede apareceu na tela de login. Bom sinal.
- Fiz o login. Fui recebido por uma tela negra, por alguns intermináveis segundos. Depois surgiu o desktop, normalmente.
- Usei a ferramenta padrão para verificar por alguma atualização remanescente. Fui informado de que ainda havia algumas atualizações quebradas.
- Pedi que o sistema instalasse esses pacotes remanescentes.
- Reiniciei, e por enquanto, está tudo bem.
Mesmo que o Ubuntu ofereça essa possibilidade de atualização automática, o consenso geral é que uma instalação limpa seja a escolha mais segura.
Eu tive problemas para atualizar uma máquina vitual que uso basicamente para testes, mas imagino as histórias de terror de usuários que passaram pela mesma situação em máquinas reais.
A título de observação, também tive problemas para atualizar outras versões do Ubuntu (Ubuntu Mate e Lubuntu), no mesmo esquema 16.04 => 16.10.
Então, o único conselho que posso lhe dar é: evite atualizar o sistema automaticamente. E poupe seu tempo atualizando entre versões LTS. Esse esquema de atualizações semestrais é intrépido demais para o meu gosto.
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Escrevendo roteiros de quadrinhos em smartphones
![]() |
Ray Spass, se preparando para continuar escrevendo seu roteiro (cinematográfico) em seu celular. Annihilator 4, Grant Morrison e Frazer Irving. |
Um livro, ou no nosso caso, um roteiro, pode ser escrito em um caderno, uma caderneta, um computador, um notebook, um tablet ou mesmo num smartphone.
(Tem gente que escreve em guardanapos também, mas não é o escopo desse post :P )
Ultimamente, existem apenas dois objetos que ficam nos meus bolsos praticamente o dia inteiro: minha carteira e meu smartphone, sendo que algumas vezes é apenas o smartphone.
Minhas leituras também estão concentradas em alguns poucos aplicativos que estão... no meu smartphone.
Na grande maioria das vezes, meu acesso à internet é feito através do meu smartphone.
Enfim, passo muito tempo com esses aparelhinho por perto.
Por outro lado, tenho uma vida um pouco atribulada: crianças pequenas e um trabalho com horários estranhos e que me faz viajar bastante. Fica difícil programar a minha "hora de escrever".
Roteiros de hq, pelo menos do jeito que escrevo, com divisão de páginas e painéis, são documentos segmentados. Podem ir sendo construídos aos poucos. Um painel aqui, um diálogo ali. O importante é não perder o ritmo.
E já que estamos condicionados a passar bastante tempo teclando em smartphones, por que não tentar unir o útil ao agradável?
Se não me engano, foi o roteirista brasileiro David França Mendes quem disse que o melhor programa de escrita é aquele que te mantém escrevendo.
Qualquer aplicativo pode ser utilizado: Google Docs, Simplenote, iA Writer, Microsoft Word, Evernote ou mesmo o bloco de notas do seu celular.
Mas penso que duas características devem ser levadas em conta:
- Algum tipo de sincronização com a "nuvem", porque smartphones são equipamentos com alta probabilidade de quebra/desaparecimento.
- Funcionar offline.
É meio estranho tentar explicar como ele funciona, mas poderíamos dizer que é uma mistura de Office com WhatsApp.
Gosto do Quip porque:
- É muiltiplataforma (Android, iOS, macOS, Web e Windows).
- Funciona bem em um smartphone.
- Funciona bem em desktops/notebooks, tanto via browser quando via clientes nativos.
- Tem sincronização com a "nuvem", mas...
- Funciona bem offline (com algumas poucas limitações).
- Permite a inserção de elementos como links, imagens, tabelas, checklists e listas.
- Permite que o roteiro seja rapidamente exportado para .docx ou .pdf, no próprio smartphone.
- Permite que documentos sejam linkados entre si.
- Caso o desenhista também use o Quip, ele pode ter acesso a um "diff" do documento, vendo o que foi alterado.
- Ainda dentro da possibilidade do desenhista usar o Quip, também existe uma ferramenta de bate-papo/mensagem que cria uma conversa que fica amarrada àquele documento específico.
- Interface bonita e simples.
Voltando ao roteiro, tudo começa a partir de um modelo, criado no próprio Quip, que é duplicado, renomeado, e ajustado conforme necessidade.
Links, imagens, notas e a própria escaleta são colocados dentro do roteiro, e vão sendo reorganizados/absorvidos à medida em que o ele é construído.
Embora no Quip seja fácil criar links entre documentos, evito ficar criando arquivos diferentes para armazenar anotações, visto que a multitarefa não é exatamente uma prioridade no design de sistemas operacionais móveis.
Embora eu já tenha tentado usar tecladinhos bluetooth e outros apetrechos, hoje em dia não fico esquentando a cabeça com isso. A partir do momento em que se faz necessário levar outros acessórios, o lance de escrever com um negócio que cabe no seu bolso perde o sentido.
A escrita no celular é a fase do output. É onde a ideia tem que ser expelida o quanto antes da cabeça, para que não desapareça.
Depois, obviamente, é necessário revisar o texto no aconchego de um teclado e monitor normais.
Sinceramente, não sei qual seriam os limites desse método.
Estou escrevendo uma hq de vinte páginas assim, e acho pouco provável que um roteiro mais extenso pudesse ser composto dessa maneira, a despeito de alguns casos como o do escritor Taiyo Fujii, que afirma ter escrito boa parte de seu primeiro romance em seu iPhone.
Mas como levo a sério a 1º LEI DA EXEQUIBILIDADE QUADRINÍSTICA BRASILEIRA, acredito que ainda vou escrever muitos roteiros no meu smartphone. :D
RESUMINDO:
- Um aplicativo que te mantenha escrevendo.
- Um modelo (template) para agilizar um pouco as coisas.
- Uma escaleta (outline) para servir de mapa.
- Um jeito fácil e rápido para sincronizar com um "computador de verdade", para não sair do fluxo.
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Maquiando o LibreOffice Writer
Uso o Writer desde a época em que era OpenOffice (tecnicamente, ainda é também, mas...).
De lá pra cá, muita coisa mudou, e migrei para o LibreOffice assim que o projeto foi lançado.
Mas uma coisa que vem me incomodando nas últimas encarnações do LibO é a aparência dos programas, em especial do Writer, que uso mais.
Então eu faço algumas mudanças, para torna-lo mais palatável a esses velhos olhos.
Os screenshots desse post foram tirados com o LibreOffice 5.1, rodando no Ubuntu Mate. Mas essas dicas servem para qualquer versão do programa.
Clique nos screenshots para ampliá-los.
Após uma instalação, o LibreOffice Writer costuma vir assim:
Depois, eu altero a cor de fundo do aplicativo (normalmente para Cinza 7), para que fique um contraste entre a "folha de papel" virtual e o fundo do programa.
O próximo passo é remover os limites do texto e a régua superior, liberando um pouco mais de espaço na tela.
Depois, eu jogo a barra de ferramentas lateral da direita para a esquerda.
Por fim, eu "invoco" o Navegador, um dos recursos mais antigos e úteis do WhateverOffice, e encaixo ele do lado direito. Essa janela pode ser exibida/oculta com a tecla F5.
O navegador também está disponível na barra lateral, mas eu prefiro que ele fique separado das outras funções.
Em algumas situações especiais, quando tô a fim de focar no conteúdo, habilito o modo tela cheia. Ctrl + Shift + J no Windows ou no Linux. Alguma variação disso nos Macs.
E quando preciso escrever alguns documentos técnicos, onde uso o já mencionado Navegador e também o editor de Estilos, pressionando apensa duas teclas de função, chego à essa configuração.
De lá pra cá, muita coisa mudou, e migrei para o LibreOffice assim que o projeto foi lançado.
Mas uma coisa que vem me incomodando nas últimas encarnações do LibO é a aparência dos programas, em especial do Writer, que uso mais.
Então eu faço algumas mudanças, para torna-lo mais palatável a esses velhos olhos.
Os screenshots desse post foram tirados com o LibreOffice 5.1, rodando no Ubuntu Mate. Mas essas dicas servem para qualquer versão do programa.
Clique nos screenshots para ampliá-los.
Após uma instalação, o LibreOffice Writer costuma vir assim:
A primeira coisa eu faço é alterar os ícones, de Human para Galaxy, e o tamanho dos ícones, de grande para pequeno. Entendo que os íconezões são uma tentativa de deixar o programa mais amistoso a telas touch, mas eu prefiro eles menores e ocupando menos espaço na tela.
Depois, eu altero a cor de fundo do aplicativo (normalmente para Cinza 7), para que fique um contraste entre a "folha de papel" virtual e o fundo do programa.
Então, ficamos assim.
O próximo passo é remover os limites do texto e a régua superior, liberando um pouco mais de espaço na tela.
Depois, eu jogo a barra de ferramentas lateral da direita para a esquerda.
Por fim, eu "invoco" o Navegador, um dos recursos mais antigos e úteis do WhateverOffice, e encaixo ele do lado direito. Essa janela pode ser exibida/oculta com a tecla F5.
O navegador também está disponível na barra lateral, mas eu prefiro que ele fique separado das outras funções.
Então, em uma situação normal de uso, meu LibreOffice Writer fica assim.
Em algumas situações especiais, quando tô a fim de focar no conteúdo, habilito o modo tela cheia. Ctrl + Shift + J no Windows ou no Linux. Alguma variação disso nos Macs.
E quando preciso escrever alguns documentos técnicos, onde uso o já mencionado Navegador e também o editor de Estilos, pressionando apensa duas teclas de função, chego à essa configuração.
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
Big Man Japan
Ontem o Diego me enviou esse clip bizarro pra caralho.
Nos próprios comentários, descobri que não é um "vídeo encontrado", verdadeiro ou fake, mas sim uma cena do filme Big Man Japan.
Pelo trailer abaixo, deve ser o tipo de coisa que eu adoro. Procurarei.
Nos próprios comentários, descobri que não é um "vídeo encontrado", verdadeiro ou fake, mas sim uma cena do filme Big Man Japan.
Pelo trailer abaixo, deve ser o tipo de coisa que eu adoro. Procurarei.
sábado, 26 de novembro de 2016
Blogger 2016
Por essa eu não esperava (mais): deram um overhaul no Blogger.
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PC de bolso
Acabo de tropeçar no anúncio de um PC de bolso que custa 89,90 R$.
Das duas, uma: ou era algo do tipo Arduíno, ou C.H.I.P., ou era um Live-USB.
Era um live-usb, rodando uma distro Linux que não faço ideia de qual seja.
O engraçado são os textos permeando o site. Algo do tipo:
"Compre agora, antes que as grandes empresas de informática o tirem do mercado!"
Não vou postar o link aqui, mas se não me engano, já vi esse mesmo produto, com outro nome e site em inglês.
Nada contra uma empresa facilitar a vida dos outros.
O problema é omitir o fato de que o produto que eles vendem pode, com os devidos conhecimentos, ser feito em casa, em meia hora, de maneira totalmente legal e gratuita.
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computadores,
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quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Newsletters - Nov/2016
Eu adoro newsletters.
Ao contrário das migalhas espalhadas pelas redes sociais (e das pérolas escondidas pelo algoritmo do Facebook), seus textos costumam ter mais “sustância”. Ou podem ser também um amontoado de anotações de cunho pessoal, o que, dependendo do caso, não é menos interessante.
Curadoria, como dizem por aí.
Além disso, não precisam de feedback imediato. Estão lá, na caixa postal. A gente lê quando quer e quando pode.
Conversando com um camarada sobre isso (levanta a mão aí, Morevi!), acabei me lembrando de um antigo desejo de catalogar as newsletters que assino.
Tão na listinha aí embaixo.
Estou me referindo à newsletters escritas por PESSOAS, não empresas ou equipes. Se fosse contar essas, a lista seria bem maior.
Existe a possibilidade de eu ter me esquecido de alguém. Se for o caso, desculpe de antemão.
A ordem da lista não segue nenhum critério específico. Fui anotando à medida em que encontrava as danadas na minha caixa postal.
Certamente essa lista vai mudar. Será editada e repostada, se for o caso.
Ao contrário das migalhas espalhadas pelas redes sociais (e das pérolas escondidas pelo algoritmo do Facebook), seus textos costumam ter mais “sustância”. Ou podem ser também um amontoado de anotações de cunho pessoal, o que, dependendo do caso, não é menos interessante.
Curadoria, como dizem por aí.
Além disso, não precisam de feedback imediato. Estão lá, na caixa postal. A gente lê quando quer e quando pode.
Conversando com um camarada sobre isso (levanta a mão aí, Morevi!), acabei me lembrando de um antigo desejo de catalogar as newsletters que assino.
Tão na listinha aí embaixo.
Estou me referindo à newsletters escritas por PESSOAS, não empresas ou equipes. Se fosse contar essas, a lista seria bem maior.
Existe a possibilidade de eu ter me esquecido de alguém. Se for o caso, desculpe de antemão.
A ordem da lista não segue nenhum critério específico. Fui anotando à medida em que encontrava as danadas na minha caixa postal.
Certamente essa lista vai mudar. Será editada e repostada, se for o caso.
- Alliaverso - da escritora Alliah. Sem periodicidade.
- Orbital Operations - do escritor Warren Ellis. Semanal
- Milkfed - do casal de roteiristas Kelly Sue DeConnick e Matt Fraction. Semanal, acho.
- Sou meio vagabunda, mas sou boa pessoa - da Taizze Odelli. Sem peridiocidade.
- Restricted Frequency - do ilustrador/escritor Ganzeer. Semanal, acho.
- The Journal - do empresário Kevin Rose. Mensal. (não tenho o link pra assinar, hahaha!!!)
- Infodump - do escritor Julian Simpson. Sem periodicidade.
- Viver de Escrita - do escritor Rodrigo Van Kampen. Quinzenal.
- Newsletter do Douglas Rushkoff - do escritor/pensador/modelo e atriz Douglas Rushkoff. Mensal, imagino.
- Superfuzz - do roteirista Raphael Fernandes. Semanal
- Newsletter do Kieron Gillen - do roteirista Kieron Gillen. Semanal.
- Hypervoid - do escritor Alex Mandarino. Sem periodicidade, por enquanto.
- Metafoundry - da cientista Deb Chacra.
- Lista do Zé - do roteirista Zé Wellington. Mensal?
- Brain Pickings - da Maria Popova. Semanal.
domingo, 2 de outubro de 2016
Kalevala (Калевала) - Лучшую Спою Вам Песню (Luchshuyu Spoyu Vam Pesnyu)
Não costumo gostar muito do sub-gênero metaleiro que se costuma denominar de folk metal, mas existem as óbvias exceções, e dia desses esbarrei em mais uma delas.
Videoclipe com produção precária do início ao fim? Confere!
Pessoas que parecem genuinamente felizes (mais pela zoeira do que pela música)? Opa!
Musiquinha grudenta que dá vontade de sair sacolejando o esqueleto? Afirmativo!
Letras impronunciáveis e ininteligíveis em russo? Por certo!
Luchshuyu Spoyu Vam Pesnyu é minha música preferida da semana.
Se você gostou, o resto do disco pode ser ouvido aqui:
Videoclipe com produção precária do início ao fim? Confere!
Pessoas que parecem genuinamente felizes (mais pela zoeira do que pela música)? Opa!
Musiquinha grudenta que dá vontade de sair sacolejando o esqueleto? Afirmativo!
Letras impronunciáveis e ininteligíveis em russo? Por certo!
Luchshuyu Spoyu Vam Pesnyu é minha música preferida da semana.
Se você gostou, o resto do disco pode ser ouvido aqui:
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
B. Recluse Occurrence
Você, paraquedista do Google que chegou aqui procurando por ninjas can't catch you if you're on fire, o que está fazendo que ainda não ouviu os miasmas sonoros do B. Recluse Occurrence, novo projeto do Carlos Morevi e da Татьяна Лемос?
http://brecluseoccurrence.bandcamp.com/releases
http://brecluseoccurrence.bandcamp.com/releases
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