quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

TECNOLOGIA

Dia desses, dando uma olhada no Paper.li do Cadu Simões, acabei chegando a esta entrevista, publicada no blog do Bruno Galo que, por sua vez, é um trecho de uma matéria publicada na ISTO É Dinheiro, no longínquo dia 06 de Agosto de 2010.

Na matéria em questão, o pesquisador da IBM, Jean Paul Jacob, disse uma frase que acabou sendo utilizada como título do post do Bruno.

“O livro de papel nada mais é do que tinta sobre árvore morta. Chamar isso de tecnologia é um insulto para mim”.

Embora eu não tenha ficado insultado com a frase de Jacob - na verdade, concordo com o discurso dele, em gênero, número e grau - e também não pretenda iniciar um libelo em defesa do livro impresso por aqui (já abracei a leitura digital há certo tempo), confesso que a veemência dele me incomodou um pouco.

E a raiz disso tudo é a percepção errônea por parte de muita gente, que costuma associar tecnologia à eletrônica e algumas outras poucas áreas do conhecimento humano moderno.

Acredito que Jacob conheça muito bem essa diferença, e presumo que sua intenção foi apenas fazer uma provocação bem-humorada.

E concordo que, de tempos, alguns significados se sobreponham a outros e, numa inversão de papéis,  acabem engalfinhando para si a palavra que, entre outras coisas, lhes descrevia.

Mas tecnologia não se resume apenas a isso.

Para ficarmos em um exemplo, a primeira acepção da palavra, na versão eletrônica do dicionário Houaiss, é a que segue:

1    teoria geral e/ou estudo sistemático sobre técnicas, processos, métodos, meios e instrumentos de um ou mais ofícios ou domínios da atividade humana (p.ex., indústria, ciência etc.)

E, este mesmo dicionário nos diz que a etimologia da palavra é:

gr. tekhnología,as 'tratado ou dissertação sobre uma arte, exposição das regras de uma arte', formado a partir do rad. gr.tekhno- (de tékhné 'arte, artesanato, indústria, ciência') e do rad. gr. -logía (de lógos,ou 'linguagem, proposição'); ver tecn(o)--logia; f.hist. 1783 technologia, 1858 technología

Antigamente, não havia diferença entre técnica e arte, cuja raiz grega, aliás, é - hehehe - tekhné.

Tinta sobre árvore morta é tecnologia sim.

E mesmo a ideia de combinar fonemas e/ou signos - dentro de determinadas regras - para conferir-lhes significado, pode ser considerada tecnologia.

(estou ficando velho)

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

BLOGSOME SUBINDO NO TELHADO

Num passado não muito remoto, mantive dois blogs no Blogsome.

Era um serviço baseado no Wordpress, que me pareceu legal durante um certo período, mas algumas instabilidades, somadas a outras coisas estranhas (a dashboard de um dos blogs se atualizava, a outra não), me fizeram desistir das empreitadas. Isso para não falar do esforço em ficar mantendo vários blogs diferentes.

Embora o último post no OROBORO seja de 17/01/2007, e no TXT, de 03/12/2008, decidi que deixaria os blogs no ar, até pela dificuldade de importar o conteúdo dos mesmos no blogger.

Bom, passei por lá ontem, pámode moderá uns spams e, por curiosidade, resolvi clicar no link que me levaria aos fóruns. E me deparo com o primeiro tópico.

Eu já desconfiava que isso fosse acontecer, mais cedo ou mais tarde. Quando um serviço de internet pára de receber atualizações, na melhor das hipóteses, vai quebrar e ser vendido para outra empresa maior. Na pior, vai só quebrar mesmo. Mas, como eu disse acima, até então não havia possibilidade de importar o conteúdo no blogger, a não ser, claro, pela boa e velha técnica do Ctrl+C/Ctrl+V, que daria um trabalho da porra.

Mas agora, próximo ao fim, o pessoal do Blogsome foi legal e liberou uma opção para exportar o conteúdo do blog no formato utilizado pelo Wordpress.

Se você usa um blog do Wordpress, tirar seu conteúdo do Blogsome vai ser moleza.

Se você usa o blogger, como eu, vai ter um pouco mais de trabalho*, mas será possível trazer seu material pra cá também. Eu já coloquei tudo aqui no Urobouro, mais ou menos organizado nas tags oroboro.blogsome.com e txt.blogsome.com.

Então, se ainda há alguma coisa no Blogsome que você queira tirar de lá, a hora é AGORA!

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* tá bom, vamos lá:

1) Seguindo as instruções do link lá de cima, exporte seu blog do Blogsome, no formato WXR (que na verdade é um .xml).

2) Se seu blog tiver imagens, você também terá que exportá-lo novamente, dessa vez selecionando a opção que inclui as mesmas.

3) Depois, importe o arquivo WXR/.xml nesse serviço aqui: http://wordpress2blogger.appspot.com. Ele vai te devolver seu arquivo .xml, preparado para ser importado no Blogger.

4) Logue-se no Blogger (eu estou usando o "Blogger em Rascunho"). Vá em Configurações/Outro > Importar blog. Vai surgir uma caixa de diálogo pedindo para você escolher o arquivo que quer importar. A não ser que você seja muito intrépido e auto-confiante, lembre-se de DESMARCAR a checkbox "Publique automaticamente todas as postagens importadas".

5) Se tudo der certo, na seção "Postagens", os posts importados vão aparecer como, bem, "Importados".

6) Vá lá nos posts importados. Abra um deles. Depois, mesmo que você não altere nada no post (e esse é o pulo do gato), clique em Salvar. Depois, em visualizar. Confira se está tudo ok. Em caso positivo, publique. Se você não desmarcar a checkbox citada no item 3, ou simplesmente publicar seus posts sem dar uma olhada neles antes, é bem provável que a formatação fique completamente zoada. Ao clicar em Salvar, o blogger deve purgar o post de tags estranhas e substituí-las por suas tags nativas. Ou algo do tipo.

7) Dependendo de como as imagens estavam indexadas no Blogsome, pode ser que você tenha que inserí-las manualmente no Blogger (daí o item 2).

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

THE TYPEWRITER AND THE PENCIL

"The Typewriter and the pencil force the writer to slow down. You can't use the first thought that comes out the top of your head" (ou algo que o valha). 

Will Self afirmou algo parecido uns tempos atrás. 

Embora eu não me veja martelando novamente as teclas de uma máquina de escrever (já fiz curso de datilografia, caso você queira saber), ainda gosto de escrever à mão, e costumo preferir editores a processadores de texto. Menos é mais, e todo esse jazz.

CARNEIRO LOBO

Em Curitiba há uma rua chamada Carneiro Lobo.

Homenagem a alguma personalidade, provavelmente. A essas horas da noite, meu Google-Fu não é mais aquele, então não encontrei referências precisas. De qualquer maneira, sempre achei esse nome engraçado. Dialético, até. Presa e predador. Ou melhor,  lobo em pele de carneiro (que, um dia, foi cordeiro).

Além disso, sempre que passo por lá, me lembro de SHAUN, O CARNEIRO. E eu gostava dessa parada.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

AZO SHOWREEL 2011

Não me canso de assistir os vídeos desse maluco:

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

MEDEIA - ANTICHRISTMAS

Já que hoje é dia 11-11-11, tome aí mais um vídeo do Medeia.

(e antes que você me pergunte: sim, postarei todos os clipes deles que encontrar pela frente)


11-11-11

Apenas um placeholder.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

NOKIA GEM

Vira e mexe a Nokia libera esses videozinhos conceituais. Gostei.

JOHN AUGUST'S WORKSPACES

O roteirista/diretor John August, que tem em seu currículo coisas como Peixe Grande, As Panteras 2, Noiva Cadáver e mais um monte de coisas pelas quais acabou não assinando (Hollywood, Hollywood...), é também o dono de um dos blogs mais legais sobre o assunto.

Há pouco tempo ele estreou uma seção chamada Workspaces, onde "abre o microfone" para que outros roteiristas falem em detalhe sobre seus hábitos profissionais. É uma espécie de The Setup (como ele mesmo afirma) de nicho.

Para quem se interessa sobre o assunto (como eu), recomendo a leitura.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

MEDEIA - ABANDON ALL

Céus! Como pude me esquecer de mencionar ESTE videoclipe em meu último post sobre os Mamonas Assassinas (copyleft: Kim) da Finlândia!

Essa injustiça tem que ser corrigida!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

GLOBAL VILLAGE CONSTRUCTION SET

Acabei esbarrando neste projeto, que achei assaz interessante:

The Global Village Construction Set (GVCS) is an open technological platform that allows for the easy fabrication of the 50 different Industrial Machines that it takes to build a small civilization with modern comforts.


Key Features of the GVCS:
Open Source - Low-Cost - Modular - User-Serviceable - DIY - Closed-Loop Manufacturing - High Performance - Heirloom Design - Flexible Fabrication


A modern, comfortable lifestyle relies on a variety of efficient Industrial Machines. If you eat bread, you rely on an Agricultural Combine. If you live in a wood house, you rely on a Sawmill. Each of these machines relies on other machines in order for it to exist. If you distill this complex web of interdependent machines into a reproduceable, simple, closed-loop system, you get these:


E há uma lista de máquinas, entre elas veículos, máquinas CNC, impressoras 3D e até mesmo um robô industrial.


O vídeo abaixo dá uma idéia do que eles querem fazer. Até agora, dos 50 equipamentos propostos, existem 8 protótipos.



O projeto é mantido através de doações.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

ESCAPING THE ORDINARY

Tomei conhecimento destas coletâneas através do Facebook do dredg. Coletâneas musicias de bandas indies americanas distribuídas gratuítamente através da Rede Mundial de Computadores.

Costumo preferir um roquenrrou com mais sustância do que o que se costuma associar ao rótulo indie. Além disso, coletâneas, independente da organização ("curadoria" é frescura demais para o meu gosto), costumam ser heterogêneas demais para decepcionar mais do que agradar (evidentemente, isso vai depender do seu gosto por aventura).

Entretanto, apesar de conhecer apenas duas entre todas as bandas - o dredg e o Fair do Midland, tenho grande consideração por ambas, então isso já foi estímulo suficiente.

VOLUME 1

Além do Fair do Midland (que eu já conhecia e curtia), a banda que me chamou atenção logo de cara foi a The House Harkonnen, com sua canção A Blade to the World. Os mais atentos vão perceber que o nome da banda é uma referência direta a uma das grandes sagas de ficção científica do século XX. E mais não digo.

Também gostei do som do Exeter.

VOLUME 2

O Fair to Midland aparece novamente. E o dredg também dá as caras. Assim, de cabeça, das bandas desconhecidas, gostei bastante do som do Arctic Sleep e do Dead Letter Circus.

EM TEMPO: The Spectacle também é foda.

De qualquer maneira, preciso ouvir esses discos com mais atenção, então vá ao site dos caras, baixe as coletâneas, ouça e tire suas próprias conclusões.

Embora a idéia de coletâneas como repositório de coisa nova não faça muito sentido em tempos de internet, acho um conceito legal, romântico até.

Aguardarei pacientemente pelo volume 3.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

MEDEIA = DEATH METAL FINLANDÊS + HERMES & RENATO

Embora Death Metal bem-humorado seja um contra-senso, de vez em quando é bom encontrar bandas nesse filão que não se levam nem um pouco a sério.

Dia desses esbarrei no Medeia.

Se liga nisso:



E nisso:



E agora, a cereja do bolo:

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

PAN!

(tentei achar aquele barulhinho de falha crítica do Windows XP, mas não consegui)

sábado, 15 de outubro de 2011

THE HUMAN CENTIPEDE 2

[Ainda] Não vi o primeiro. Nem sabia que tinha saído o segundo.

De qualquer maneira, esse teaser me agradou. Guardadas as devidas proporções, é sutil e faz um suspensezinho bacana.

Também gostei do plot desta sequência. Gore com pitadas de metalinguagem não faz mal a ninguém.

Veja aí:



De qualquer maneira, se você é chegado(a) numa violência gráfica, veja aí o trailer.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

FAECEBOOK

Ah, os banheiros públicos e suas pérolas...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

FREIRAS KARATEKAS

Roubei até o nome do post do Jason Aaron mas, cara, como ele mesmo disse, isso é apenas PERFEITO.

OBS.: reparem que o vídeo está legendado em nosso bom e velho português.

domingo, 2 de outubro de 2011

DJERV - MADMAN


Insônia é uma merda.

Mas o som é legal: OUÇA!




Mais informações aqui: http://www.djervmusic.com

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

DEATH I AM - SUBATOMIC SHOWER

Death metal pseudo-científico é o que há.

Alguns meses atrás esbarrei no disco Nebula, do Death I Am procurando pela BANDA Nebula.

Esqueça as caras e bocas do vocalista porpetinha e se ligue nos japas (sim, isso foi uma ordem):


domingo, 25 de setembro de 2011

HEADS UP AGAIN

“What does the future of mobile device designs look like?”

I think what the n9 shows is how natural we can make technology feel with this very direct swipe interaction. I think you’ll be seeing MORE of that. My goal and the goal of the design team is to design products that give people their head up again. What I mean by this is that most touch screens are immersive, they require you to look at them all the time with your head down and I think we can design interfaces and products that can be easily used; you don’t have to pay full attention to them. So giving people their head up means giving more interaction off the glass as we’ve done with the speakers –you just touch something in the environment to make it work.

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Marko Ahtisaari, sobre o design do Nokia N9 e o futuro dos aparelhos touchscreen.

Roubei aqui.

sábado, 24 de setembro de 2011

MASTODON - CURL OF THE BURL

Clipes das bandas que eu gosto: me constrangendo desde 1990!


K.I.S.S.


K.I.S.S. = Keep It Simple, Stupid!

Quem frequenta as minhas plagas (0_0) digitais (você não esperou eu molhar o bico...) já deve saber do meu fetiche por ferramentas para escrita, especialmente softwares.

Basta eu tomar conhecimento de alguma novidade para começar mais uma epopéia envolvendo instalações, conversões, testes e elucubrações que normalmente não dão em nada. Mas ok, tudo em nome da ciência.

Isso também costuma ter outro nome: procrastinação. Se eu usasse o tempo que gasto correndo atrás da ferramenta ideal para produzir algo, produzindo algo (os vícios de linguagem são por conta da casa), é possível que meu output fosse maior, e com a prática vem a perfeição, vocês sabem.

Recentemente, me (re)enamorei com o yWriter. Eu já tinha usado o software uns anos atrás, mas naquela época eu não havia grokkado qual era a dele. Quando voltei a burilar uma história que vai exigir uma certa organização, voltei a utilizar o software. O yWriter é cumpre o que promete, mas eu vinha enfrentando um problema: o sistema operacional que eu uso é o Ubuntu. Apesar do yWriter ter sido escrito em .NET e, portanto, com alguns tweaks, ser possível executá-lo no Linux (através do MONO), há um bug envolvendo caracteres acentuados que destrói qualquer coisa escrita em nossa língua materna. A saída era rodar o programa dentro de um Windows virtualizado. Mas, cara, o simples ato de iniciar uma máquina virtual para usar um software que deveria funcionar nativamente em meu sistema operacional já me deixa meio brocha.

Sou da opinião que o melhor software para escrita é aquele que te mantém escrevendo. Aquele que não fica no caminho. Aquele que não aparece. E o yWriter tava aparecendo muito.

Então exportei o projeto - nada muito consistente, por enquanto -  para um arquivo .rtf, que depois converti em um arquivo .odt, e estou trabalhando à moda antiga, no LibreOffice Writer.

Os motivos de ter escolhido o LibO Writer são muitos: conheço bem o programa, ele é multiplataforma, posso instalar em quantos computadores eu quiser e, se for o caso, algumas de suas versões podem ser executadas a partir de um pendrive.

Também estou voltando às raízes no que diz respeito ao método. Agora há somente dois arquivos.

Um contém a história e as notas referentes ao texto, que são inseridas através do recurso Anotação. Quando o capítulo ou trecho não tem mais anotações, considero-o pronto e sigo em frente.

O outro tem as observações, perfis de personagens, descrições de objetos e todas as outras referências que vou utilizar (ou não) na história.

Normalmente prefiro trabalhar com arquivos .txt mas, nesse caso, o formato .odt tem alguns recursos que mais úteis, como as Anotações que mencionei aí em cima.

O Writer pode não ter todas as ferramentas de indexação e cruzamento de dados de um Scrivener ou de um yWriter, mas se pararmos para pensar que tanta gente já escreveu livros sem ao menos um Ctrl+F ou um Ctlr+Z, as facilidades de um processador de textos anabolizado são mais do que suficientes.

Agora só falta saber se vai dar certo.

domingo, 11 de setembro de 2011

KT SPIDER

E já que estamos falando em computadores "dockáveis"...



Vi lá no EuAndroid.

SAMSUNG GALAXY NOTE


A indústria de dispositivos móveis está se especializando em criar cada vez mais necessidades - para vender soluções, evidentemente - e mesmo quem acompanha de perto o que acontece pode ficar perdido com tanta informação. A Samsung, por exemplo, dá a entender que pretende criar aparelhos em todos os tamanhos possíveis entre 3 e 10.1 polegadas.

Eu tenho um Galaxy Tab (o primeirão, de 7 polegadas). Comprei no início do ano e não me arrependo.  Na época eu tinha uma boa idéia dos prós e contras do aparelho. E, por diversos motivos, me pareceu mais atraente do que um iPad. Ele cumpre muito bem o papel que imaginei para ele: ser um ereader anabolizado.

Ao longo desses meses, um efeito colateral interessante foi eu usar o dispositivo no trabalho. Minha profissão exige que eu passe boa parte do dia consultando manuais e documentos e, dentro de uma fábrica, é bem mais cômodo fazer isso em um tablet do que em um notebook (embora eu ainda não possa dispensar esse último).

Entretanto, por mais paradoxal que isso possa parecer, descobri uma coisa: tablets não são para mim.

Se eu fosse fazer essa compra hoje, seria mais provável que eu voltasse para casa com um desses smartphones anabolizados em vez do Galaxy Tab. O motivo? O tamanho. Por mais compacto que o GTab seja, ainda acho ele um pouco grande e bandeiroso, e sinto que um dispositivo com todos os seus features e uma tela um pouco menor talvez fosse mais adequado. Nem precisa ser um smartphone, na verdade. Ainda prefiro delegar a parte de telefonia a meu bom e velho E63, mas gostaria de um segundo dispositivo, compacto o suficiente para caber em um bolso normal, que pudesse fazer tudo o que o GTab faz, em especial acessar a internet e ser capaz de abrir documentos (em .pdf e nos formatos do - brrr - Office).

Já faz tempo que existem alguns gadgets dessa nova safra que se encaixam nesse perfil (o iPod Touch e alguns "Android players" que não deram a cara aqui no Brasil). Mas aí veio o Galaxy Note:



Sim, já existem dispositivos com esses recursos, mas não me lembro de um com todos esses recursos *juntos*. E eu gostei dessa mistura. Não pretendo me desfazer do GTab agora - sou do tipo que usa até acabar - mas acredito que seu sucessor, seja lá quando for o momento, será um pouco mais compacto.

P.S.:

Num ato de extremo desapego subconsciente nerdy, acabei esquecendo o GTab e o meu modem 3G em casa, e a conexão oferecida pelo hotel é, tipo assim, calamitosa. Mesmo assim, acabei esbarrando nesse post do San Picciarelli, onde ele expõe algumas idéias que compartilhamos, principalmente aquela de um futuro composto por computadores modularizados e "dockáveis".

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

O .TXT CONTINUA SENDO MEU PASTOR


Já há algum tempo, escrevo os rascunhos dos posts desse blog direto no editor do Blogger - que recentemente sofreu um revamp para ser baseado no editor do Google Docs - e até pouco tempo atrás não tinha me decepcionado.

Até pouco tempo atrás.

O fato é que perdi umas quinhentas palavras porque esse editor maldito me avisava que tinha salvado o texto. Aí precisei fechar o navegador e reabrí-lo novamente. E, meu texto não estava lá. Nada que fosse mudar nossas vidas. Nem sei se ia publicar. E verdade seja dita, estou usando o Draft Blogger (ou Blogger em rascunho, na tradução pitoresca do próprio Google), então a probabilidade disso acontecer era maior.

De qualquer maneira, fiquei chateado.

Isto posto, voltaremos à nossa programação normal: escrever os posts offline nos meus bons e velhos arquivos .txt.

Obrigado pela atenção.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

É INKSHOT, PORRA!


Se segura que vai rolar o link dropping:

Acabo de receber a notícia de que a INKSHOT, coletânea de hqs brasileiras organizada e editada pelo Hector, pelo Pablo, pelo Felipe e pelo George (os caras são brasileiros e não desistem nunca!), será lançada em Janeiro pela IDW Publishing e já está em pré-venda na Amazon!

Entre as hqs está A BREVE HISTÓRIA DE FARADAY SILVA, história de 5 páginas escrita por mim e desenhada pelo Caio Majado, sobre a qual já falei por aqui, em outros carnavais.

Mais detalhes no blog do Hector.

P.S.: deu até vontade de voltar a escrever roteiro de hq...

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

TERROR - YOU'RE CAUGHT

Mais um clipezinho politicamente incorreto para embalar sua manhã (ou noite, sei lá).


P.S.: parece que o embedded link aí em cima não quer funcionar. Então clica nessa aí de baixo:

http://youtu.be/_0KaZyIW7Dw

domingo, 4 de setembro de 2011

O ELO PERDIDO DA COMPUTAÇÃO PESSOAL

Já faz tempo que o termo "computação pessoal" está deixando de se aplicar apenas a desktops e notebooks para servir também a smartphones, tablets e a outros dispositivos pós-PC.

E há um detalhe que eu acho interessante nessa época de transição: a quantidade de pessoas que tem grande habilidade para operar seus gadgets, mas não os consideram computadores. Aliás, muitas dessas pessoas não têm a mesma desenvoltura quando o assunto é operar um PC "normal".

Fico curioso para saber qual será a percepção das pessoas em relação a isso daqui a alguns anos, e nas implicações dessa mudança (ou não) de paradigma {juro que tentei encontrar uma palavra melhor}.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

REPASSANDO...

Caso você *ainda* não tenha visto, assista até o final:

sábado, 30 de julho de 2011

HOW HIGH?

"You have to think of these blokes [Aborígenes australianos, no caso] as like Babylonian or Chaldean magicians who've been cultivating their hocus-pocus for longer than all the Near Eastern civilisations put together. If one of 'em tells me to jump, I ask, 'How high?'"

O restante você pode ler aqui.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

THE SMURFS AND THE DEATH-RAY APOCALYPSE

"Animators who worked on The Smurfs told us it took 5,000 eight-core Intel processors to render the film and that, on average, it took one animator a week to render three to four seconds of footage.

Considering that the Manhattan Project rode on the computing power of six dudes with slide rules and blunt pencils, we figure these machines can either animate a bunch of small blue people that live in mushrooms, or they can plot the destruction of humankind.

Anybody else in the world would be using these computers to design nuclear weapons, stealth fighters, UAVs or Lara Croft-crocodile hybrids, but not us. America uses its supercomputers to render monomaniacal blue Belgian gnomes."

O texto (em inglês, se é que você ainda não percebeu), pode ser lido aqui. Achei engraçado.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

SHADOWRUN!

SHADOWRUN foi um dos meus RPGs preferidos (foi, porque eu não jogo qualquer coisa do tipo já há mais de uma década).

Fiquei estarrecido ao descobrir esse vídeo promocional feito pela FASA (editora do título, na época). De tão ruim, chega a ser hilário:



P.S.: Roubei isso num thread no fórum do Ellis (onde mais?). E esse foi apenas o *primeiro* post.

sábado, 23 de julho de 2011

KICK OUT BIEBER

Meu filho odeia o Justin Bieber. Juro que eu e o roquenrou não temos nada a ver com isso. Sério mesmo. Entretanto, presumo saber o motivo: as menininhas da idade dele já tem seus coraçõezinhos derretidos pelo JB. Na escola, deve ser um tal de Bieber pra lá, Bieber pra cá, que nem o moleque aguenta. Um ciumínho básico. Talvez o primeiro antagonista na seara sentimental.

E mesmo se ele, por um ocaso do destino, viesse a manifestar interesse na música do Bieber, eu não me meteria. Afinal de contas, quem sou eu para julgar ESSA GRANDECÍSSIMA MERDA QUE A INDÚSTRIA FONOGRÁFICA ESTADUNIDENSE, OS ILUMINATTI, OS GREY E A MÃO INVISÍVEL ENFIAM GOELA ABAIXO DOS NOSSOS JOVENS LATINO-AMERICANOS E SEM DINHEIRO NO BOLSO. FORRO DE PAPEL ALUMÍNIO NA CABEÇA, GENTE! ABAIXO O KKKAPITAL! CONTRA BURGUÊS, VOTE 616! VIVA CUTHULLU! VIVA SATAN GOSS! VIVA OS CAVALEIROS QUE DIZEM NI. VIVA TCHÊ! VIVA BÁ! VIVA TRI! VIVA...

[Onde estávamos mesmo? Ah, sim...]

Bom, o fato é que achei deveras engraçado quando ele, todo empolgadão, me chama para mostrar sua mais nova descoberta na vastidão flashica do PAPA JOGOS. Isso aqui:

http://www.papajogos.com.br/jogo/kick-out-bieber-manual.html

Agora é com vocês.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

NOKIA N9


Sem querer parecer “do contra”, mas o que me levou a achar o Nokia N9 *fantástico* foi justamente o que estão apontando como seu maior defeito: a pobreza de seu ecossistema.

Em tempos de App Store e Android Market, a (ainda conhecida como) OVI Store pode não chamar tanta atenção. Some a isso o fato do N9 vir rodando o Meego 1.2 (Harmattan) e pronto, já tem gente decretando sua morte prematura.

Sei que as possibilidades oferecidas por um ecossistema bem desenvolvido são tentadoras. Em contrapartida, dos zilhões de programas que você tem instalados em seu Android/iPhone/Blackberry/whatever, quantos são os que você realmente usa? Será que uns poucos aplicativos fazendo muito bem seu trabalho em um hardware foderoso não são melhores do que uma batelada de “apps”, onde a fartura, em vez de ajudar, acaba atrapalhando?

Os blogs especializados bateram muito na tecla de que o marketing da Nokia, pelo menos nos primeiros momentos, sequer citou o nome MeeGo.

Se isso, por um lado, é lamentável, por outro teve um efeito curioso, pelo menos para mim: o N9 dá a impressão de ser uma coisa só. Não enxergo a dissociação hardware/software. É meio que uma antítese dos dispositivos com Android, ou até mesmo do iPhone. Tudo bem que, para a maioria dos mortais, isso não faz mesmo diferença. Mas estou no grupo que costuma prestar atenção nesses detalhes.

A interface minimalista e baseada em poucos gestos (swipe) e telas - para que o telefone possa ser sempre operado com uma das mãos - também contribuiu para a minha boa impressão. E nem menciono a tela levemente convexa, pra dar uma força na hora de "swipar".

Como o aparelho ainda não foi lançado nem na Europa - fico no reino das conjecturas. Mesmo assim, gostei do que andei vendo internets afora. E mesmo que o produto tenha uma vida curta, o conceito vai ficar.

Infelizmente, tendo como base o N900 e o E7, podemos esperar esse bicho chegando no Brasil lá por 2025.

Fique aí com esse vídeo, no qual o telefone aparece pouco, mas que eu acho bacaninha:


segunda-feira, 4 de julho de 2011

VAGINA DENTATA


Se você chegou até aqui atrás de putaria, lamento lhe informar que está no lugar errado. Mas acho que o site das Brasileirinhas é logo ali na frente, virando à esquerda.

Tempos atrás, um link perdido em um twitt me levou a um artigo no COMICS ALLIANCE que versa sobre um assunto sempre me deixa feliz: lista de quadrinhos ruins. A parte sobre SUPERMAN - GROUNDED é especialmente divertida.

Entretanto, já no topo da primeira página, me deparo com a imagem a seguir:




Basicamente, é uma vilã que incinera um molestador de crianças com sua vagina.

Não ria.

Agora voltamos à Mandrágora, um dos vários "projetos" hibernantes da casa (como sou da área técnica, acho engraçado chamar de projetos coisas que não são calcadas em cálculos).

Uns anos atrás cheguei a escrever algumas páginas e, justamente na primeira história, Mandrágora, cujos poderes incluem a capacidade de moldar seu corpo dentro de determinados limites - está sendo estuprada.

Além de manter uma arma encostada na cabeça dela durante todo o tempo, o estuprador, ainda por cima filma tudo. Então há uma onomatopéia de algo sendo cortado, o estuprador começa a gritar e, sem mais violência gráfica, ficamos sabendo que ela transformou sua vagina em um instrumento cortante. Acho que você já deve ter entendido o que aconteceu com nosso "amigo". Embora o festival de grotesquices não pare por aí, vou poupá-los de mais detalhes.

Além das óbvias e ululantes conotações lextaliônicas, não saberia dizer qual foi exatamente minha intenção quando escrevi essa páginas., e vaginas dentatas não são exatamente uma novidade na ficção. Rubem Fonseca já mencionou o assunto em A GRANDE ARTE. Neal Stephenson, com certas liberdades, em NEVASCA. Até fizeram um filme sobre isso, uns anos atrás.

Enfim, estou contando tudo porque, ao mesmo tempo que fiquei com o bom e velho ranço de não ter levado a idéia adiante (sempre achei que essa cena teria seu impacto), de certa forma, achei engraçado ter levado mais uma rasteira da Noosfera.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

META PYTHON - MAGIA NEGRA NA PRÁTICA

Fiquei realmente curioso para saber como vão relacionar uma coisa à outra nessa palestra. Tenho cá minha suspeitas. Mas só o título já vale a pena.

TEM QUE TUITAR

PALAVRA DO DIA

Aulete Digital – Palavra do dia: A palavra é sua!

Essa semana homenageamos o dia do bombeiro brasileiro: 02/07.

Tema da semana: Bombeiros.

TUITAR

Se alguém dissesse que uma das principais funções dos bombeiros é tuitar, certamente causaria sensação de espanto em muitas pessoas. Quando ocorre algum acidente, seja causado pelo homem ou natural, chama-se o bombeiro para resgatar e ajudar as vítimas. Nesse sentido, o bombeiro tem sim a função de tuitar essas pessoas. Certamente a função do bombeiro não é fazer postagens na rede social twitter. Do latim tuitos, o verbo tuitar é sinônimo de 'defender', 'proteger'.

>> Definição do iDicionário Aulete: v. tr. || defender; proteger. F. lat. Tuitus.

http://aulete.uol.com.br

Nota: o mais legal nessa história é que a palavra ainda NÃO consta na versão mobile do site do Aulete.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

STORYTOUCH: SOFTWARE BRASILEIRO PARA CRIAÇÃO DE ROTEIROS

Foi com certa surpresa que tomei conhecimento do StoryTouch, um software para dramaturgia criado pelo diretor Paulo Morelli e desenvolvido no Brasil. Fora alguns templates do Word para formatação de roteiros, não me lembro de iniciativa parecida.

O StoryTouch é comercializado em quatro versões: Básico, Analista, Escritor e Top, cujos preços vão do gratuito mediante cadastro (Básico) até 450,00 R$ (Top). Evidentemente, quanto mais cara a versão, de mais recursos ela dispõe. Aqui há uma tabela comparando todas as versões.

Baixei o Básico, instalei em uma máquina virtual (Windows 7 Ultimate, 32 bits, Java 6 Update 25), importei um roteiro meu de aproximadamente 90 páginas e comecei a brincar com o bichinho. Ainda é cedo para dar meu parecer final (como se isso importasse...), entretanto, seguem abaixo minhas primeiras impressões. Notem que elas são baseadas na versão básica do programa, então posso estar perdendo alguma coisa. Notem também que meus testes foram feitos em cima de um roteiro que já está pronto. Ainda não criei nada no software.

Aparentemente, além do formato próprio - o .stx - o software só trabalha com arquivos .txt. Não que isso seja demérito, muito pelo contrário (cê já leu a epígrafe desse blog?). Mas, acho que seria apropriado o opção de se exportar o roteiro no formato .pdf, que - pelo menos por enquanto - é a melhor opção quanto o assunto é a distribuição de documentos com formatação pesada. É possível contornar isso através de programas que "imprimem" os documentos em .pdf, mas acredito que nesse ponto muita gente vá se atrapalhar. Uma solução nativa talvez fosse mais adequada.

Durante a importação do meu roteiro - um arquivo .txt gerado pelo Celtx - houve um pequeno problema: o StoryTouch não reconheceu a codificação UTF-8 do arquivo. Por causa disso, os caracteres acentuados foram substituídos por outros. Para resolver, tive que alterar a codificação do arquivo .txt para ISO-8859-2, que é o padrão do Windows e reimportar o roteiro.

Particularmente, achei a interface padrão meio poluída, e acredito que num primeiro momento os painéis laterais vão mais atrapalhar do que ajudar. Até acho interessante determinados tipos de estatísticas, como a proporção entre diálogo e ação no texto, a quantidade de cenas diurnas e noturnas e a quantidade de diálogos de cada personagem. Mas meu interesse para por aí. De qualquer maneira, pode ser que esse amontoado de informações na tela sejam mais interessantes a um profissional do que a um diletante, como eu.

Um aparte: por mais paradoxal que possa parecer, o esquema me lembrou um outro software que me deixou muitas saudades, o finado Sophocles.

O StoryTouch é mais do que um formatador de roteiros, mas por enquanto, me concentrei no Editor. Gostei do que vi. O editor é fluído, tem o autocompletar de praxe e trabalha bem com o lendário combo TAB + ENTER.

No pouco tempo que utilizei o programa, houve três crashes. O primeiro foi quanto tentei imprimir um .pdf, através do PDFRedirect. Pode ser que o PDFRedirect tenha seu quinhão de culpa nisso, mas ele funciona bem com todos os outros programas que tenho instalados nessa MV.

O segundo foi quando tentei colorir uma palavra aleatória no texto. Nesse caso, fechei o arquivo, reabri, colori o texto e o programa funcionou normalmente. Fiz o teste em outro arquivo e tudo funcionou normalmente.

E o terceiro foi quando tentei inserir uma cena logo no início do arquivo. Até apareceu um relatório de erro, mas eu tentei enviá-lo e não consegui.



Bugs existem em qualquer programa, e o software foi lançado essa semana, então acredito que as correções devem vir na sequência do feedback dos usuários.

Do ponto de vista técnico, achei que algumas das escolhas que a equipe de desenvolvimento do StoryTouch fez foram muito felizes.

A primeira é em relação ao formato deles, o .stx. O arquivo nada mais é do que um .xml renomeado. Isso significa que é possível extrair as informações do arquivo mesmo sem o StoryTouch. Sim, daria um certo  trabalho manual, mas é bom saber que essa opção existe.

Além disso, o programa foi escrito em Java. Embora esse não seja o meu runtime favorito, ele é bem disseminado e consolidado nas três principais plataformas desktop (e, guardadas as devidas proporções, em algumas plataformas mobile), e isso vai facilitar o trabalho de portar o programa para outras plataformas, caso surja a necessidade no futuro.

Presumo, pelo site e por alguns elementos da interface, que o software também estará sendo disponibilizado em inglês.

Noves fora, é sempre bom ver que tem gente interessado no aspecto braçal/técnico da escrita, e mesmo que eu não esteja escrevendo muita ficção ultimamente, vou acompanhar de perto o desenvolvimento dessa ferramenta.

Parabéns ao Paulo e sua equipe.



O site, muito bem organizado por sinal, tem mais um porrilhão de vídeo-tutoriais, um manual e dois arquivos de exemplo. Informação é o que não falta.

http://www.storytouch.com.br

terça-feira, 14 de junho de 2011

MINDFUCK DO DIA: LUVAS!

Cara, como eu queria ter filmado a carinha de MEUDEUSDOCÉUOQUESÃOESSASCOISASCOLORIDASQUEELESCOLOCARAMNOLUGARDASMINHASMÃOZINHAS???ME TRANSFORMARAMNUMACIBORGUEAHHHHHHHHHH!!!! que ela fez quando percebeu que estava de luvas.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Wii U

A Nintendo peidou na farofa com essa história da licença de uso do 3DS. Mas, a César o que é de César: o conceito do Wii U, anunciado ontem na E3, é assaz interessante.



Prevejo isso sendo integrado ao (3)DS(i) ou aos seus descendentes.

Só fiquei curioso em relação à ergonomia desse novo controle.

Ano que vem, nas prateleiras.

MOVIMENTOS PRODUZIDOS POR COMPUTADOR

O moleque chega com um brinquedo novo.

Eu (34 anos, mas com corpinho de 19): mas, na propaganda ele não se movimenta sozinho?

Ele (7 anos, sem titubear): movimentos produzidos por computador.

Dou por encerrada a conversa.

terça-feira, 7 de junho de 2011

A MALDADE ESTÁ NOS OLHOS DE QUEM VÊ


No caso, são os meus olhos. Entretanto, a mim, uma Gatling como "símbolo fálico" do Hal Jordan diz muito sobre o atual estado dos comics mainstream.


quinta-feira, 2 de junho de 2011

BUILDING "WINDOWS 8" - VIDEO #1

Interessantes os conceitos por trás dessa nova interface universal do Windows 8.

Aparentemente é só uma "casca", e muita coisa vai continuar como está. Fiquei curioso para saber a reação dos usuários.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

DEATH METAL FRIDAY

Certo, certo, sei que - pelo andar da carruagem -  isso tá perigando virar um repositório paralelo do Youtube, mas eu ri mais com o "bídeo" abaixo do que com essas imitações canhestras da Banda Mais Bonita da Cidade.

terça-feira, 31 de maio de 2011

IS TROPICAL | THE GREEKS

Um Kimarada me enviou isso. A música pode não ser essas coisas mas o clipe - politicamente incorreto até o osso - merece ser visto.

RED FANG

Mano Frey deu a letra. Stoner de primeira. E quem não gosta de rock, bom sujeito não é.

TWO DOGS DINING

Recebi isso por email. Achei engraçado.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

FLASH NA MARVEL

Só agora, MESES DEPOIS, me dei conta da finíssima ironia nas afirmações de que o Chrome App da Marvel era uma porcaria porque precisava do Flash para rodar.
Parabéns a todos os que xingaram muito no Twitter. #rialto agora.

P.S.: antes tarde do que nunca.

SPACE BLOOKS 2011

A Juciara deu a letra nos comentários do post anterior, mas eu resolvi repostar aqui.


E o evento tem curadoria de Octavio Aragão, que é deus em seu próprio universo.


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space blooks 2011
A ficção científica em órbita no Rio

Escritor e roteirista britânico Rob Shearman (Doctor Who) é um dos destaques dos bate-papos que reúnem fãs do sci-fi, de 30/05 a 1/06 na Blooks Livraria

Evento único no Rio de Janeiro que discute ficção científica e suas conexões com a TV, o cinema e outras mídias, o Space Blooks invade, de novo, um dos lugares mais plurais da cidade: a Blooks Livraria.

Com curadoria de Octavio Aragão, doutor em Artes Visuais (UFRJ) e professor da Escola de Comunicação da UFRJ, a segunda edição do encontro traz a cidade, de novo, para o centro do universo de alienígenas, mundos paralelos e fenômenos inexplicáveis que conquista uma crescente legião de fãs.

Este ano, o Space Blooks ganhou mais uma noite e um convidado internacional: Rob Shearman, escritor britânico vencedor do World Fantasy Awards, finalista do prestigiado prêmio Hugo, e um dos roteiristas da série cult britânica Doctor Who.

“A maior parte dos seriados tem seu pé bem plantado em conceitos de Sci-Fi, vide os fenômenos Lost, Heroes, Fringe e The 4400. Mais do que o cinema, a TV é hoje o principal veículo pelo qual a ficção científica chega ao consumidor, formatando gostos e visões de futuro. Ter um roteirista do gênero e escritor premiado falando sobre seu processo de trabalho na TV inglesa será um presente para todos nós”, comemora Octavio Aragão.

A programação, claro, tem prata da casa: Lúcio Manfredi, de Dom Casmurro e Os Discos Voadores (Leya), e Pedro Vieira, de Memórias Desmortas de Brás Cubas (Tara Editorial) - autores de mashups que ousaram lançar mão de obras do “bruxo do Cosme Velho” em romances polêmicos, que mexeram com o panorama literário no final do ano passado.

Além deles, Gérson Lodi-Ribeiro faz a noite de autógrafos do seu A Guardiã da Memória (Draco), no terceiro e último dia do evento. A Draco aproveita e lança, também, Space Opera, antologia com textos de diversos autores brasileiros sobre naves espaciais, alienígenas e armas futuristas.

PROGRAMAÇÃO/SERVIÇO

30/05: “Mashup de Assis” – Lúcio Manfredi, autor de Dom Casmurro e Os Discos Voadores (Leya), e Pedro Vieira, de Memórias Desmortas de Brás Cubas (Tara Editorial).

31/05: “Ficção Científica na TV” – Robert Shearman, escritor britânico vencedor do World Fantasy Awards, finalista do prestigiado prêmio Hugo e um dos roteiristas da série cult britânica Doctor Who.

01/06: Lançamentos - A Guardiã da Memória, romance de Gérson Lodi-Ribeiro, e Space Opera, antologia de autores brasileiros: ambos da Editora Draco.

space blooks 2011
Data: 30 e 31/05 e 01/06, às 19h.
Local: Blooks Livraria – Praia de Botafogo 316, Botafogo (Unibanco Arteplex) - (21) 2559-8776 / Grátis.

blooks.com.br - diariamente, durante todo o mês de maio, posts especiais sobre Sci-Fi. Às sextas-feiras, filmes.

facebook.com/blookslivraria & twitter.com/Blooks - para curtir e acompanhar.

Realização: Blooks Livraria
Curadoria: Octavio Aragão
Assessoria de Imprensa: Jaciara Rodrigues - (21) 8121-2474 :: rjaciara@uol.com.br

domingo, 15 de maio de 2011

A LEGITIMATE POINT OF VIEW

"When developers of digital technologies design a program that requires you to interact with a computer as if it were a person, they ask you to accept in some corner of your brain that you might also be conceived of as a program. When they design an internet service that is edited by a vast anonymous crowd, they are suggesting that a random crowd of humans is an organism with a legitimate point of view."

Jaron Lanier[1], YOU ARE NOT A GADGET[2] (que tem edição nacional[3])

[1] - http://jaronlanier.com/
[2] - http://jaronlanier.com/gadgetwebresources.html
[3] - http://www.editorasaraiva.com.br/obrasDetalhes.aspx?arg=722817

segunda-feira, 9 de maio de 2011

GAIMAN

Sempre tive a impressão de que Gaiman era mais escritor do que um roteirista propriamente dito.

Sei da sua importância para os quadrinhos, e isso não entra na discussão. E curto muito o trabalho do Gaiman escritor. Mesmo.

Contudo, às vezes, me parecia que ele não pensava nos quadrinhos da mesma forma que alguns de seus compatriotas da chamada invasão inglesa.

Me parecia que ele não pensava nos quadrinhos como uma forma distinta, e sim como, sei lá, um subproduto da literatura.

Quando falamos em Sandman, quais nomes lhe vêm à cabeça? Sim, Gaiman. Dependendo do seu gosto, pode ser que Dave MacKean venha no pacote. Mas alguém aí se lembra de Sam Kieth, Mike Dringenberg, Malcolm Jones III, Kelley Jones, Jill Thompson, Marc Hempel, Michael Zulli e Charles Vess (sim, roubei essa lista na Wikipedia) e sei lá mais quantos desenhistas passaram pelas páginas do título? Ok, você não se lembra. E algum amigo seu, se lembra? Tem algum momento memorável pra comentar? Não, né?

Ok, você pode me dizer que Gaiman e MacKean forams as únicas constantes no título. Cê tem razão, em parte.

Mas o ponto onde quero chegar é que, no caso de Sandman (e em outros títulos que serviram de embrião para a Vertigo), a arte servia de "escada" para o texto, que, em muitos trechos, se sustentava sozinho. E numa história em quadrinhos, isso tá muito errado.

Enfim, esse preâmbulo todo é para dizer que, relendo o primeiro roteiro o título Miracleman (sobre o qual falei já aqui), fiquei surpreso com um Gaiman preocupado - às vezes até demais - com a Página, e não apenas com o texto.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

MOBILE

(conteúdo que é bom nada né?)

Há tempos habilitei a visualização mobile em meu blog, entretanto a mesma nunca funcionou. Ou, pelo menos, era o que eu pensava.

Até então, meu único dispositivo para testes era um Nokia E63, com o browser indigente (mas limpinho) da Nokia, o Opera Mini e o Opera Mobile instalados. Em nenhum dos três, este humilde blog era exibido em seu esplendor móvel.

Por algum tempo achei que o problema fosse o meu template, mas agora que tenho outro dispositivo em mãos (um Galaxy Tab rodando  Android 2.2), descobri que não é bem isso.

O browser sem nome do Froyo abriu o blog em modo mobile. O Dolphin Mini também. O Dolphin HD, com o useragent configurado para Android e depois para iPhone, idem. O Skyfire, com o useragent Android, também.

Já os Operas e o Firefox para Android (AKA Fennec) exibiram o blog em modo desktop. No caso do Firefox, pode ser que haja algum tweak para isso. Fucei no about:config e não encontrei nenhuma opção.

O que me surpreende é o fato do Opera Mini não exibir o blog em modo mobile, visto que ele costuma exibir TODO O RESTANTE DA INTERNET dessa maneira. Mas aí acho que o problema é do lado do Blogger, e não do Opera.

Aliás, a quem interessar possa:

http://urobouro.blogspot.com/?m=1

quinta-feira, 28 de abril de 2011

MAXIMUM THE HORMONE

É por essas e por outras que eu gosto do MAXIMUM THE HORMONE (e, por extensão, de outras bisonhices que vem da terra do sol nascente).

terça-feira, 5 de abril de 2011

O PROBLEMA É A PÁGINA 8


Ano passado eu e o Luciano Leal[1] voltamos a falar sobre a possibilidade de produzir alguma hq juntos.

Entre uma idéia e outra, achamos melhor retomar um projeto (bem) antigo [2], SÍNDROME DE CASSANDRA, nada mais do que uma transposição da lenda de Cassandra para os dias de hoje. A história não tinha muitas pretensões, mas na época em que foi concebida, eu queria pirar um pouco em cima, deixar o esquema aristotélico meio de lado e tal.

Até então, existiam algumas páginas escritas e um punhado de notas.

Como os últimos meses não tem sido exatamente um mar de rosas, e como meus músculos ficcionais andam meio atrofiados, estou cozinhando esse roteiro por mais tempo do que deveria.

Entretanto, já que ainda terei algum tempo livre pela frente (devido a uma cirurgia feita no fim do mês passado), decidi que era hora de botar um ponto final nisso, e acabei de redigir a bagaça.

Embora nem sempre faça isso, prefiro fazer a revisão final no papel. Ajuda a manter o foco, o que acaba se traduzindo numa facilidade quase sobrenatural para encontrar erros de digitação e outras impurezas (é claro que não vou admitir, nem sob tortura, que a tela do computador é um portal para a dispersão infinita).

Na encarnação atual, SÍNDROME tem 16 páginas. Originalmente seriam 24. Resolvi cortar 1/3 do roteiro por vários motivos.

Um deles é a 1º lei da exequibilidade quadrinística brasileira: quanto menor o número de páginas do seu roteiro, maior a probabilidade dele ser desenhado completamente.

Isso, aliás, me lembra um ensaio escrito a quatro mãos por A. Moraes[3] e Jean Okada[4] - roteirista e desenhista, respectivamente (se é que você realmente não sabe disso) - onde ambos argumentam que, se os quadrinhos nacionais têm alguma particularidade, está é a conscisão. A propósito, agradeço se alguma boa alma me enviar o link para esse texto. Fiz uma busca rápida e não encontrei. UPDATE: O Fernandes deu a letra aí nos comentários: A.M. repostou o texto em seu blog, recentemente. Dá uma olhada lá[9].

Enfim, a história acabou ficando mais "redonda" do que o previsto, mas ainda havia algo que me incomodava, e hoje acabei identificando o motivo: a bendita página 8. Ela é muito importante, mas do jeito que está, não funciona e quebra o ritmo da narrativa. E, convenhamos, tá mal escrita mesmo. Reescrever necessário será.

P.S.: e já que estamos falando de HQ, parabenizo mais uma vez[5] meus camaradas Diego Aguiar[6] e Antonio Eder[7], finalistas no concurso da Editora Barba Negra[8] com seu projeto A VOLTA DO UMBIGO. Li o material e daria gosto ver essa HQ impressa e publicada.

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[1] avidaimitaodesenho.blogspot.com
[2] urobouro.blogspot.com/2005/04/hoje-estamos-eu-e-o-poodle-satnico-com.html
[3] amoraes.wordpress.com
[4] jean-okada.blogspot.com
[5] twitter.com/massula/status/55056016198483968
[6] passarosartificiais.blogspot.com
[7] antonioeder.blogspot.com
[8] editorabarbanegra.com.br/2011/04/04/finalistas-premio-barba-negra-e-rio-comicon/
[9] http://amoraes.wordpress.com/2011/04/13/idioma-nacional/
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Enviado do meu "cerular"

segunda-feira, 28 de março de 2011

COISA-RUIM E O CIGARRO DE SÍSIFO

Eu não fumo. Nunca fumei. Na verdade, tenho ojeriza de qualquer coisa que produza fumaça, legal ou ilegalmente. Teorizo que isso se deva, em parte, a meu aparelho respiratório, portador de tudo quanto é tipo de moléstia que se possa imaginar. Mas tenho muitos amigos e familiares  que curtem inalar seu quinhão diário de nicotina, e geralmente gosto de ouvir histórias que envolvam cigarros.

Dia desses, um dos meus amigos me contou uma, muito boa. Para proteger sua identidade, vou chamá-lo apenas de “Coisa-ruim”.

Coisa-ruim é fumante. Em uma das vezes em que tentou largar o vício, conseguiu ficar três dias sem colocar um cigarro na boca.

Mas então houve um pesadelo.

No sonho-ruim, ele estava em um local indeterminado, com um isqueiro em uma mão e um cigarro gigante na outra. “É nóis!”, pensou oniricamente. O problema era que ele não conseguia realizar o procedimento comum, que é prender o cigarro na boca, fazer uma concha protetora com uma das mãos e acender o isqueiro e o cigarro com a outra. Dado o tamanho do careta, suas mãos não alcançavam a outra ponta.

Então ele tinha que segurar o cigarro pelo meio, para acendê-lo com a outra mão. Mas, quando ele conseguia colocar o filtro na boca, o cigarro já tinha se apagado, obrigando-o a repetir o procedimento, ad infinitum, tal qual um Sísifo[1] pós-moderno, transformando a euforia inicial em uma angústia incomensurável.

Aliás, pesadelos desse tipo (tarefas impossíveis de se realizar e repetidas infinitamente) são até comuns - quem nunca sonhou correr sem sair do lugar? -  e os psicanalistas devem ter um nome pra isso.

Obviamente, escrever esse caso não tem nem 1% da graça de ouvi-lo na fonte.

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[1] - http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADsifo

domingo, 27 de março de 2011

CROOKED LITTLE VEIN, AGAIN

Na época que Vovô Ellis anunciou o livro[1], fiquei numa puta fissura de ler, mas depois acabei me esquecendo.

Me lembrei dia desses. Terminei ontem.

Meu veredito?

Divertido. Mas eu esperava mais.

Mike McGill é o badass padrão do Ellis: detetive do infortúnio, fumante inveterado, fodido e mal-pago. Trix, sua sidekick - se podemos dizer assim - é uma mulher à frente de seu tempo, tanto técnica quanto, hmmmm, antropologicamente. Ambos são contrapartes óbvias que derivam, sem escalas, da persona internética que Ellis criou para sí próprio e que é tão famosa internet afora.

Eles cruzam os Estados Unidos, atrás da verdadeira constituição, escrita por Benjamin Franklin na pele do alienígena que o "probou"[2] por seis dias em Paris. E isso tá na página vinte e poucos do livro (ebook). Acho que você consegue imaginar por onde a narrativa vai se embrenhar, daí pra frente.

O problema do livro é o mesmo de vários outros trabalhos de Ellis: concepção interessante, execução nem tanto.

A história é uma colcha de retalhos composta por quase tudo que é bizarrice que o Ellis costuma postar em seu blog[3]. E, talvez por isso, tenha me parecido apressada demais, sintética demais, sei lá. Tudo bem, o livro foi feito sob encomenda, segundo palavras do próprio Vovô. Além disso, é uma história de detetive, e uma das características do gênero é justamente a concisão.

*Mesmo* assim, em alguns momentos, ficou me parecendo mais um roteiro de hq do que prosa em si. E quando se trata de texto puro, não há desenhista que salve a pele do escritor.

De qualquer maneira, na média, tá mais pra bom do que pra ruim, e recomendo o livro.

Mas vá com espírito aberto e expectativas baixas.

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[1] - http://urobouro.blogspot.com/2007/03/crooked-little-vein-vov-ellis-resolveu.html

[2] - http://en.wikipedia.org/wiki/Anal_probing

[3] - http://warrenellis.com

domingo, 20 de março de 2011

LIGA O SOM!

É uma manhã de domingo, estou trabalhando, passando frio, e meu irmão arremata o dia me enviando isso. Valeu, hein!

quinta-feira, 17 de março de 2011

TESTE 3: postando por email e com anexo no Posterous que, espero, repostará no blogger. Amém!

Fsm
Vive le Gambiarre!
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TESTE 2: postando por email, agora com anexo

Ainda testando.
Desconsidere.

Teste 1: postando por email sem anexo

Há meses estou intrigado com o fato de não conseguir mais usar o
Mail2Blogger (postagem por email). Só hoje fui descobrir que os
diabinhos do Google resetaram meu email secreto. Aliás, esse é um dos
motivos da existência do http://massula.posterous.com
Efetuarei mais testes.

terça-feira, 15 de março de 2011

TE DOU UM DADO...



Ontem foi aniversário do moleque, e ele ganhou de um dos amiguinhos o tal do PIZZARIA MALUCA (www.grow.com.br/jogo/35/PIZZARIA+MALUCA.aspx?idH=.70.) - jogo do qual não me lembro, mas que deve ser um hit entre a molecada, dadas as reações do meu filho e do restante da galerinha.
Só pudemos abrir o brinquedo hoje, e fiquei estarrecido com algo que você deve estar vendo em péssima definição na imagem acima (ou abaixo, sei lá. Estou postando por email e não faço a mínima idéia de como esse post vai ficar).

Sim, os dados não vem mais inteiros. Você tem que montá-los. Meu lado que ainda crê na humanidade até pensou que isso pudesse ter um cunho lúdico/DIY, mas o técnico dentro de mim presume que isso seja apenas o bom e velho aspecto econômico, afinal de contas, deve ser mais barato imprimir uma cartelinha com adesivos e mandar o jogador colá-los do que pintar os números ou mesmo usiná-los em baixo relevo em um hexaedro de plástico.

Hmpf!

segunda-feira, 7 de março de 2011

MEZEK, A MULA DO AR



Uma mensagem[1] na lista EuroQuadrinhos reavivou minha memória[2] a respeito de uma aeronave que, apesar dos pesares, teve um papel especial na história da aviação militar: o Avia S-199.

A história dele é interessante por sí só. O Avia S-199, também conhecido como Mezek (mula, em bom tcheco-eslovaco ou seja lá qual fosse o idioma falado por ali no final da década de 1940) nasceu a partir de peças deixadas nas fábricas de Messerschmitts construídas pela Alemanha nazista na finada Tchecoslováquia. Além disso, ele foi o primeiro avião de combate da então recém-nascida Força Aérea de Israel.


De qualquer maneira, o que marcou mesmo minhas memórias foi o fato desse avião ter um dos bugs mais tragicômicos da história da aviação militar: devido a uma série de adaptações, o mecanismo de sincronização do giro do motor com os disparos das metralhadoras montadas no nariz do avião não funcionava como deveria, e quando as metralhadoras eram disparadas, elas acabavam acertando as próprias asas hélices do avião. Alguns pilotos israelenses perderam a vida por causa disso.


Esse post do Deadlybirds[3] explica melhor a história toda.


[1] http://br.groups.yahoo.com/group/EuroQuadrinhos/message/8378

[2] http://br.groups.yahoo.com/group/EuroQuadrinhos/message/8393

[3] http://www.deadlybirds.com.br/deadlybirds_blg/2010/03/avia-s-199-mezek-o-messerschmitt-tchecoslovaco

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

SCALPED 49

Faz tempo que não leio o título, mas achei essa capa muito boa.

(clica que fica maior)

domingo, 6 de fevereiro de 2011

GROK PODCAST


De uns tempos pra cá, passei a dar mais atenção aos podcasts.

Talvez pelo fato de eu também ter descoberto que consigo ouvi-los em meu not-so-smartphone (um e63 xexelento do qual gosto bastante). Talvez também pelo fato de eu estar fazendo aproximadamente duas viagens de ônibus por semana no eixo Curitiba-São Bernardo do Campo, o que, para quem não consegue dormir no interior de coisas que se movimentam, significa 13 horas semanais colado a uma cadeira, prestes a morrer de tédio.

Então, antes de viajar, sempre saio à cata de algo para ouvir no trajeto. Uns dias atrás esbarrei com um link que levava ao Grok Podcast. O nome é uma homenagem a um livro que me é muito caro. Simpatizei. Dei uma olhada rápida e encontrei pelo menos dois assuntos que me interessavam: Python e Arduino

Entretanto, em minha modesta opinião, a cereja do bolo foram os episódios 1314 e 15, todos abrangendo o tema "Singularidade e Biologia Sintética", onde foram discutidos BioBricks, o concurso IGEM, vacinas personalizadas, bactérias coloridas feitas sob encomenda e outros conceitos cabulosos que parecem ter sido pescados em alguma hq do Warren Ellis (ou até do Grant Morrison).

Uma palhinha:


Minha única reclamação: o fato do pessoal se referir à palavra *tecnologia* quase sempre no âmbito da TI. Dentro do contexto do podcast e do background dos realizadores, faz sentido, mas como este que vos escreve costuma andar por outras pradarias dessa terra estranha, reclamo.

Mimimi à parte, parabéns ao Carlos e ao Rafael. Que venham mais episódios!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

VERTICALIZAÇÃO




Não sei se gosto disso, mas nunca deixo de me surpreender com prédios brotando do chão.

AVAIANA DE PAU!

Tive que esperar ANOS até que o Murilo estivesse pronto para assistir esse verdadeiro clássico das animações em Flash brasileiras:



E a espera valeu a pena, pois foi ele quem observou que JÁ tínhamos um espécime desses em casa.


Disclaimer: nenhuma criança foi ferida antes, durante ou depois da feitúra deste post.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

OS BEELZEBUZINHOS SÃO FEITOS ASSIM...



Porque nem todo mundo odeia segunda-feira (essa foto foi tirada antes da meia-noite, você sabe).