sábado, 30 de setembro de 2006

CHANTAGEM

Acabei de receber a chantagem mais gostosa da minha vida.

Nada demais, seus pervertidos. Só um vídeo com meu filho dizendo que ia por fogo na minha coleçao de gibis se eu demorasse muito para voltar. Muito engraçado ver um moleque de 2 anos e meio falando isso.

(estao faltando acentos. é o teclado, camaradas).

De volta à bastilha...

domingo, 24 de setembro de 2006

GRANDES SÍMIOS

Se liga macacada, que tem novo do Will Self nas prateleiras. Preparem os bolsos, aliás.

sexta-feira, 22 de setembro de 2006

A JUSTIÇA É CEGA?

Primeiro esboço de Matilda, uma das personagens centrais de LIBRA, série com textos meus e arte do grande Luciano Leal. O figurino deve mudar um pouco, mas o rosto é esse aí.

Não se meta com essa mulher, porque a casa pode cair pro seu lado, certo?


ROTEIROS DE BRIAN BENDIS

Há quem ache o cara o deus das hqs, há quem não ache (eu! eu!), mas, independente disso, ele tá disponibilizando alguns roteiros dos seus quadrinhos em seu blog no myspace.

Interessante ver que ele utiliza a mesma formatação de um roteiro cinematográfico. Deve fazer no Final Draft, o malandrão.

quinta-feira, 21 de setembro de 2006

NBC HEROES

Vi lá no site do Hector e achei o maior barato. Heroes é uma nova série de TV que tem tudo para se tornar a nova coqueluche pós-Lost.

JUNTANDO PALAVRAS

Depois de testar e experimentar duzentos mil softwares gratuitos (ou semi-gratuitos) para formatação de roteiros, vamos às considerações sobre os dois que resistiram à prova dos nove.
O primeiro foi o SCRIPTBUDDY, do qual já falei uns posts atrás. Mas como eu sei que você não vai se dar ao trabalho de acionar a barra de rolagem, recapitulemos: o Scriptbuddy é um software web-based, ou seja, não é necessário que você instale nada em seu computador, em contrapartida, a máquina na qual cê vai trabalhar tem que estar conectada à internet.
Fuçando melhor, descobri que a festa não é tão divertida e existem duas versões, a Free e a Pro, que faz com que ele caia na categoria dos semi-gratuitos.
Os recursos do pacote Pro, que é pago, com planos trimestrais, semestrais ou anuais (o plano anual sai por 49,50 US$), são a opção para exportar o roteiro para um arquivo.pdf, o corretor gramatical (não confirmei, mas presumo que seja só para o inglês), a tela livre de anúncios, e também a inclusão automática de novos recursos que vierem a ser disponibilizados no futuro.
Mas, então dá pra fazer alguma coisa no Free?
Dá. Só não espere muito.
Como a única opção de exportação é para PDF, que só está disponível na versão Pro, a única maneira de você ter seu roteiro em mãos é imprimindo direto do site, mas aí existe o problema – levantado pelo próprio site - de que podem haver diferenças de visualização entre um navegador e outro, então há a possibilidade de que o roteiro saia ligeiramente diferente do que aparece na tela, a despeito deles afirmarem a toda hora que o software é WYSIWYG, What You See Is What You Get, algo como, “o que você vê é o que você vai ter”, referindo-se justamente ao fato de que não haverão diferenças entre o que se visualiza na tela e o que se imprime. Achou estranho? Eu também.
Não, malandrinhos, nem pensem no bom e velho ctrl+c, ctrl+v. Por quê?
Porque você vai copiar um texto gerado em html, com zilhões de botões ocultos. E se você copiar prum editor de texto mais parrudo (como o Word, o OpenOffice Writer o ou Abiword), que aguenta html, virão de brinde células e mais células, só para aumentar sua dor de cabeça. E, óbvio, sua formatação vai pras trevas.
Quanto ao software em si, bem, a interface é meio pela-saco no começo, mas você acaba se acostumando. Tem tudo o que é necessário para a escrita do roteiro, e a formatação é toda automática. Se você, por exemplo, escreve um cabeçalho com letra minúscula, quando surgir na tela, será em letra maiúscula. Contudo, você tem que criar o personagem num campo específico antes de escrever algum diálogo com ele.
Também tem o lance de não haver como mudar os itens do cabeçalho, então, cê vai sempre ter que escrever DAY ao invés de DIA, por exemplo.
Além disso, há a janelinha de anúncios, que, sei lá por que, nunca veiculou nenhum enquanto eu estava utilizando o software.
Mas, o grande problema, a meu ver, é que a interface (ou workstation, como eles chamam) é baseada em caixas de diálogo que demoooooooram para abrir e fechar caso sua conexão esteja lenta. E estou falando de conexão banda-larga. Nem imagino a velocidade disso numa conexão discada.
Pra não dizerem que tô só marretando a parada, existe a vantagem evidente de se poder acessar o trampo de qualquer lugar do mundo. Mas não sei se existe a opção de compartilhamento de arquivo. Acho que não.
A conclusão é que, a menos que você queira pagar os quase 50 dólares de assinatura, não passa de uma curiosidade interessante.
(mesmo pagando, acho que não passa disso).


No outro canto do ringue, temos o CELTX, esse sim filha-da-puta de bom.
Pra começar, é totalmente free. E opensource. E é disponibilizado também em português.
O Celtx funciona da maneira clássica: você baixa o programa e instala na sua máquina.
A interface é bem intuitiva, e, como disse um membro de uma comunidade no orkut, “quando você acha que é aquilo, é aquilo mesmo”.
O programa conta com dois editores de texto: um principal, específico para roteiros, com todas as opções de formatação, e outro, para textos planos. O editor de textos planos já é bem interessante, porque possui alguns recursos que lhe tirariam da categoria básico.
Além disso, existem ferramentas para a descrição de personagens, cenas, figurino, objeto de cena, locações, etc.
Uma vez que a interface é baseada em guias, fica muito fácil administrar toda essa informação, sendo que é possível ter vários documentos abertos ao mesmo tempo, na mesma janela.
Na janela principal também existe um pequeno navegador, onde, além de se poder manipular todos os arquivos gerados dentro do programa, também é possível criar hiperlinks para sites ou arquivos dentro do computador.
O programa foi criado como um software para pré-produção, então conta com outros recursos, como a elaboração de cronogramas.
Existem opções de importação e exportação. Para importar, por enquanto, só arquivos em .txt. A opção de exportação já é um pouco mais generosa, e o roteiro pode ser convertido para .txt, .html ou .pdf.
Uma curiosidade – e o grande defeito do Celtx, a meu ver – é que a exportação para .pdf é do tipo server-side. O arquivo é enviado ao servidor do Celtx, é convertido lá e então devolvido. Isso gerou uma certa polêmica no fórum oficial, por conta da nóia de algumas pessoas com supostas brechas no procedimento que comprometeriam a privacidade da operação.
Eu também acho que é uma bunda-molice, mas por outro motivo: nem sempre existe uma conexão disponível. De qualquer maneira, deve haver motivos técnicos, e se você é paranóico o bastante para achar que seu roteiro vai ser roubado, existem opções para driblar isso. Exporta-se para .txt ou .html e converte-se para pdf com o auxílio de outro software qualquer, offline. Na verdade, você vai ter que dar uma corrigida aqui e ali. Mas nada que vá consumir muito tempo.
E é possível exportar somente documentos criados no editor de roteiros. Mas, no caso de algum documento gerado no editor de textos planos, um copiar/colar funciona muito bem.
Também há um modo de colaboração online. Mas tem que fazer o upload do projeto pro servidor dos caras.
Concluindo: como disse antes, o único defeito, a meu ver, é a conversão para pdf. De resto, tá de muitíssimo bom tamanho.

quarta-feira, 20 de setembro de 2006

UNIVERSO HQ CRIA ESPAÇO PARA DIVULGAR TRABALHOS ACADÊMICOS

Aqui.

=

1) Já está nas lojas a nova edição de O HOMEM DO CASTELO ALTO, petardo do andróide-paranóide PKD.
2) Mais um praga no orkut: "Meu Fotolog é Giga!! E o teu??"
3) SAMURAI CHAMPLOO, com seus samurais-capoeiristas, montagem nervosinha e trilha sonora regada a hip-hop é um desenho bem do legal. Isso, claro, se você estiver animado a ficar em frente à tv até a uma da manhã.
4) Voltando ao orkut, estou pensando em criar uma comunidade "Eu Adoro Flame Wars". E eu adoro mesmo (desde que eu não esteja envolvido, evidentemente). Estou acompanhando uma que está sendo especialmente divertida, contando com todos os elementos característicos de um bom certame verbal (sob os meus critérios, note): total DESconhecimento de causa em alguns momentos, participantes entrando de sola e descendo o sarrafo em quem não tinha nada a ver com a história ("ei, mas não fui eu quem disse isso!"), esgrima retórica, etc. e etc.
5) Fiquei sabendo que você não tá acompanhando BIZANGO e nem MARRETA? É verdade? Ah, muleque...

SE7EN 1: GLUTTONY

Não faço a mínima idéia se é uma adaptação, uma releitura, ou um spin-off do filme.

Mas esta primeira capa é do grande caralho.

Clique aqui para ver em tamanho maior as duas versões da capa (tem uma que é um pouquinho pior).

segunda-feira, 18 de setembro de 2006

BIZANGO – CAPÍTULO 7: JOGANDO CONVERSA FORA

Márcio Massula Jr.

Waleska estava lhe parecendo diferente. Seus fartos seios – o único detalhe, na opinião de Francisco, digno de nota - pareciam ainda maiores, mais vistosos. Ele não pôde evitar o olhar faminto que deu para o generoso decote da recepcionista, que deve ter percebido o interesse do colega, já que estava vermelha como um tomate ao cumprimentá-lo. Francisco acabou se debruçando sobre a mesa dela. Ela, ainda mais sem jeito, tratou logo de entabular conversa.

- Nossa, Francisco, você está....

- Já sei, já sei. Com uma cara...

- Também. Mas tá...cinza?

Francisco engoliu em seco e tratou logo de pensar numa resposta convincente, de preferência que o convencesse também.

- É. Eu acho que foi alguma coisa que eu comi ontem.

- E a reunião, como foi?

- Nem me fala. Acho que minha carreira aqui acabou hoje.

- Nossa!

- Pois é. Acho que estou passando pelo meu inferno astral.

- Credo, Francisco! Não fala assim! Isso é coisa séria. Atrai maus fluídos.

- Taí! Ei, Waleska, você vai nuns centros espíritas ou algo assim, né?

- Não é bem centro espírita...

- Mas é algo assim, né?

- Mais ou menos.

- Dá pra me levar lá?

- Por quê?

- Não sei. Acho que quero tentar entender o que tá acontecendo comigo.

- Você está falando sério, Francisco?

- Tô, ué!

- Está bem. Eu te levo. Mas promete que não vai contar pra ninguém? É que é uma coisa muito 
particular.

Francisco ergueu a mão esquerda, mostrando a palma para Waleska e forçou o melhor sorriso que conseguiu.

- Palavra de escoteiro!

- Promete que não vai rir nem ficar me gozando?

- Pô Wal, por que essa preocupação toda?

- É que pode parecer meio esquisito assim, da primeira vez.

- Mais do que minha vida anda ultimamente? Pode ter certeza que não.

- Se você quebrar sua palavra eu nunca mais falo com você.

- Pode deixar.

- E suas chances de me comer vão por água abaixo.

- Hã! Que cê falou?

- Eu??? Nada.

- Achei que tivesse ouvido alguma coisa.

- Eu devo ter pensado alto.

- Ah, tá.

sexta-feira, 15 de setembro de 2006

WASTELAND 1 NA FAIXA

A Onipress disponibilizou online (e em quatro formatos) a primeira edição de Wasteland, hq pós-apocalíptica que tá fazendo certo barulho lá nos states. Ainda não li, mas gostei do traço.

Dica do Pablo

P.S.: a propósito: TENHO QUE BOTAR MINHAS MÃOS EM PHONOGRAM!

quinta-feira, 14 de setembro de 2006

CASANOVA

Li os dois primeiros números de CASANOVA, título criado por Matt Fraction (roteiros) e pelo brasileiro Gabriel Bá (desenhos). Achei um barato!

As aventuras do super-espião Casanova Quinn, agente da E.M.P.I.R.E., uma super-polícia mundial levam o conceito de espionagem à enésima potência e é possível encontrar referências a tudo quanto é tipo de aventura do gênero que se possa imaginar (James Bond, o Nick Fury de Steranko, etc.).

CASANOVA vai na mesma direção de outro título publicado pela Image, FELL, ou seja, a proposta é apresentar singles, histórias fechadas em 16 páginas de quadrinhos (mais quatro com material extra), com um preço ligeiramente menor, se comparado aos demais comics americanos. Proposta muito feliz na minha opinião, se querem saber.

Na primeira edição, somos apresentados ao mundo de Casanova, com direito a todos os seus elementos bizarros (e legais!): uma super-agência de espionagem, um super-grupo terrorista, consciências enclausuradas em corpos robóticos, um gângster telepata de três cabeças chamado Fabula Berserko, um helicassino, viagens dimensionais e por aí vai.

Essa edição tem mais páginas de quadrinho (28) e uma pequena apresentação de Matt Fraction na terceira capa.

Casanova 2

Já na segunda edição, a missão do agente Quinn é resgatar um agente infiltrado na nação sul-americana de Água Pesada. Isso mesmo. Água Pesada, em português. Um lugar onde um gerador de orgone, que está ligado há quatro anos mantém o país em estado de carnaval perpétuo.

Um detalhe interessante é que o agente infiltrado Winston Heath (aquele que deve ser salvo por Casanova), em seus anos de missão, começou a escrever um gibi chamado Minhas Confissões (sim, em português também), uma brincadeira óbvia com “Confessions of a Dangerous Mind”, autobiografia de Chuck Barris que gerou o bacanérrimo filme de George Clooney.

O que eu curti mesmo nesse gibi é que ele não se leva a sério, no sentido dos autores se entregarem ao absurdo de braços abertos. Não é somente uma revista de agentes secretos fodidos pra caralho detonando qualquer um que lhes cruze o caminho. Claro, esses elementos estão lá, mas os personagens não se fazem de rogados quando têm que dar suas piscadelas ao leitor, sacam? Esse é um recurso que normalmente fica chato se utilizado muitas vezes, mas aqui coube como uma luva.

Não acho improvável que este título seja publicado no Brasil, visto que outras coisas que os gêmeos publicaram nos states por editoras menores e menos conhecidas já deram as caras por aqui, mas preferi não esperar. E não me arrependi.

Matt Fraction mantém uma newletter que publica esporadicamente e que pode ser assinada pelo email casanovaquinn(arroba)gmail.com. Da última vez, a frase que tinha que estar no assunto da mensagem era “I WAITED FOUR MONTHS FOR *THIS??!”. De vez em quando ele manda umas coisas legais.

COMIC CREATOR SERVICES.

Se você quer tentar a sorte lá nos “istázunidos” fazendo hq, aconselho a dar uma passada nesse blog antes.

A proposta é simples, mas interessante: listar todas as editoras (e quais suas condições) que aceitam propostas, venham elas de roteiristas ou desenhistas.

quarta-feira, 13 de setembro de 2006

THE LAST EVE

Mais uma dessas coisas com as quais acabei esbarrando por aí, mas não dei a devida atenção no momento.
LAST EVE é o filme mais recente do diretor coreano Young Man Kang (não se assuste. O site do homem realmente tem mais publicidade do que conteúdo).
Saca só: ele reconta a história de Adão e Eva em versão Muay-Thai. Nem preciso falar mais nada.
Mas eu vou falar assim mesmo. Ó a sinopse aí em baixo:
“If an unclassifiable genre-bending, time-travelling, religious epic with kick-ass Muay Thai fighting, sexy evil seductresses, severed genitals, planetary death by comet, kung-fu demons, and the baby Jesus shows up at our doorstep.

Journeying backwards through history while telling, re-telling and re-imagining the story of Adam, Eve and that pesky snake (with a distinctively Buddhist spin on the proceedings - and New Testament quotations appear in a series of intertitles). The Last Eve consists of three contrasting tales (Eve's Secret, Cain & Abel, Snake's Temptation) which reveal the dark tragedies at the heart of all romance, the temptations of the flesh and the spirit, the loss of innocence - and amazingly choreographed old-school martial arts mayhem. Filmed in Death Valley and South Korea, Kang's film is (as you may imagine) quite a weird ride, and will surely find a cult following as it is seen more widely.”
Se eu não fosse preguiçoso demais, já estaria nos p2ps da vida atrás disso.
Vai lá no myspace do homem que tem o trailer do filme.

domingo, 10 de setembro de 2006

FREEMIND

Prometo que não toco mais no assunto software.
(essa semana)
Confesso que a primeira vez em que ouvi falar em mapas mentais achei uma frescura do cacete. E logo eu, que sou programador (alguém aí disse diagrama de blocos?). Talvez mesmo pelo fato de que esse lance de ordenar graficamente as idéias não me seja tão estranho.
De qualquer maneira, dando minhas bandeadas pela rede, esbarrei com o Freemind, software desenvolvido para a elaboração de mapas mentais. Achei o maior barato, porque é bastante intuitivo e, no meu caso, utilizarei para organizar um monte de notas desconexas sobre uma história mais parruda na qual venho pensando há tempos. Tava tentando fazer isso numa planilha, mas estava ficando uma coisa de manejo difícil. Vamos ver se ajuda.
Conselho: se você, como eu, é preguiçoso e prefere utilizar seus aplicativos na língua materna, quando for baixar, selecione o mirror de curitiba (não faz a mínima idéia do que tô falando? Esquenta não. Siga os links e você vai entender), pois cê vai baixar uma versão mezzo-traduzida do bicho.
E, se ficou curioso, a arquitetura deste site-manual emula um mapa-mental feito no Freemind.

WRITELY

Acho que estou ficando repetitivo, mas passei esse fim de semana fuçando na rede à cata de novas ferramentas que pudesse utilizar no meu passatempo predileto. E encontrei mais uma.
O WRITELY é um editor de texto bem bacaninha, também web-based. Recapitulando: não necessita instalar no seu micro, mas necessita que o micro onde você está trabalhando esteja conectado à internet.
O WRITELY só trabalha com arquivos HTML, mas tem diversas opções de importação/exportação (.rtf, .pdf *, .doc., .txt e .odf).
Por enquanto está na versão beta, e até pouco tempo atrás exigia convite, mas agora a associação é livre. Num futuro próximo algumas funções (como a exportação para PDF) só estarão disponíveis a usuários que migrarem para o modo pago, mas as funções principais continuam habilitadas para quem tem contas gratuitas.
O que me chamou a atenção foi o modo de co-edição online, onde duas ou mais pessoas podem editar o documento ao mesmo tempo. Isso me deu algumas idéias. Alguém aí tá lendo MARRETA?
P.S.: através das minhas andanças pela internet atrás dessas traquitanas virtuais, acabei esbarrando neste blog, que versa sobre o tema e é muito bacana.

SCRIPTBUDDY

Continuando nos softwares para formatação de roteiros, outra opção (menos) interessante é o ScriptBuddy.
A ferramenta é web-based, ou seja, dispensa instalação. Tudo que você faz fica no servidor dos caras.
Ainda não sei o que pensar a respeito. Costumo simpatizar com esse tipo de software, mas há o inconveniente óbvio de que, caso você não tenha conexão, ficará impossibilitado de trabalhar. Em contrapartida, pode acessar e trabalhar em seu roteiro de qualquer computador.
Para ter acesso, basta criar uma conta (tudo na faixa) e sair utilizando. A interface não é complicada, mas é um pouco chatinha. Mesmo assim é divertido.

sábado, 9 de setembro de 2006

CELTX

Instalei hoje e não conheço muita coisa ainda, mas tô achando o maior barato.
Baixei por ter lido que se tratava de um formatador de roteiros para cinema, mas descobri que na verdade o software tem ferramentas que se aplicam a todas as fases da criação de um filme. Através dele pode se trabalhar a parte de figurinos, cenários, agregar informações relacionadas ao roteiro (links, textos, sons, imagens), além de possuir modos de trabalho cooperativo.
O software, na verdade, é apenas a ponta de lança de uma comunidade virtual onde é possível expor e discutir os roteiros trabalhados no software (embora a criação de uma conta seja necessária somente para acessar alguns recursos. Você não precisa se cadastrar para utilizar as principais funções do software).
E é freeware.
E opensource.

quarta-feira, 6 de setembro de 2006

THE MAJOR

THE MAJOR

Hector Lima e Irapuan Luiz aprontam mais uma das suas e já estão com a hq de ação-pancadaria THE MAJOR em ponto de bala!

Mais detalhes aqui.

sábado, 2 de setembro de 2006

BLACKSAD - 1

A revista data de julho, mas só consegui colocar minhas mãos numa edição agora.

BLACKSAD é sui generis. Se, por um lado, o roteirista Juan Díaz Canales preferiu seguir a cartilha do noir, sem tirar nem por, por outro, é a arte de Juanjo Guarnido que arrebata.

Traço esperto, cores belíssimas, e, claro, uma habilidade ímpar para lidar com a escolha de se utilizar animais antropomorfizados (ou humanos animalizados, como queira), que, se não é novidade, também não é corriqueira.

Uma das poucas revistas que me fisgaram muito mais pela arte do que pelo texto.

E não se espante com os 13,90 da capa. São um bom investimento. Ainda mais se tratando de uma revista bimestral.

Acompanharei.

Se você quiser arriscar, tá aqui o site oficial, em francês.

EM TEMPO:

Já tinha visto isso antes, mas dando uma passada lá no flog do Brandino vi o link novamente, que tinha me fugido à cabeça. É o hotsite do terceiro álbum. Também em francês. Bonito.