sexta-feira, 29 de abril de 2005

MUNDO PERDIDO ATUALIZADO!

Essa semana atualizamos o site. No index está indicado o dia 03 de Abril, que foi a data onde essa nova leva de material, teoricamente, foi ao ar.

Contudo, tivemos alguns problemas técnicos e só a página principal tinha sido realmente carregada. Tudo devidamente resolvido por Sir Lobão.

Agora vão lá, seus malucos!

segunda-feira, 18 de abril de 2005

MANTICORE 3

Como eu estava dizendo no post anterior, já saiu a nova edição da revista MANTICORE, terceira de uma linhagem antiquíssima (as duas primeiras foram lançadas no século passado). A MANTICORE 3 é uma antologia de hqs de terror e ficção com capa colorida, miolo p&b, 40 páginas e formato americano da qual falarei assim que tiver mais detalhes sobre pontos de venda e quejandos. Lá pelo meio da semana dou mais notícias por aqui.

Ah, já ia me esquecendo. Saíram duas histórias escritas por mim lá. E, pessoal, dá uma puta de uma sensação boa ver um trabalho seu publicado.

domingo, 17 de abril de 2005

ZOMBINGO/(IN)VERSION

Já saiu lá nos States o primeiro single do selo Night Office, capitaneado pelo maluco Hector Lima.

A edição conta com duas hqs, ZOMBINGO, com roteiro assinado pelo prórprio Hector e com a arte feita por Irapuan Luiz, e (IN)VERSION, com roteiro cirurgicamente preciso (ou precisamente cirúrgico) do vetusto Abs Moraes e arte do fabuloso Jean Okada.

Aqui saiu uma matéria interessante sobre a revista.

Só pra constar, as duas já foram publicadas por aqui. (IN)VERSION saiu como (IN)VERSÃO na edição 2 do zine ORBITAL. E ZOMBINGO foi publicada na terceira edição da revista MANTICORE.

Mas como assim o que é MANTICORE?

terça-feira, 12 de abril de 2005

HOJE ESTAMOS (Eu e o Poodle Satânico):

- Com muitas saudades da Matriarca e do Primogênito, em férias nas alterosas.

- Seriamente dispostos à assitir a terceira e última prestação de CÃES DE ALUGUEL. Puta filmão. Quem te viu, quem te vê, hein, Tarantino? (só pro caso de você perguntar, o duplo sentido foi proposital)

- Seriamente dispostos à iniciarmos a redação do roteiro de SÍNDROME DE CASSANDRA. Mas como manda o figurino, aguardaremos mais um pouco até que as notas atinjam massa crítica.

- Felizes, por termos amarrado tudo em YANKEE, GO HOME! Claro, existe a possibilidade do editor recusar tudo e voltarmos ao ponto de partida (não é à toa reverenciamos a cobra que come o próprio rabo), mas reescrever é bem menos doloroso, acho.

- Sem um puto no bolso.

- Bem servidos, gastronômicamente falando. No cardápio dessa noite consta, se não me falha a memória, bolinhas de queijo Sadia.

sábado, 9 de abril de 2005

quarta-feira, 6 de abril de 2005

SEVERINO DA PORRA!

Se a gente vivesse na Holanda seria até engraçado.

Um se preocupa com dedadas nos retos alheios (depois de ter experimentado "in loco").

O outro com isso.

segunda-feira, 4 de abril de 2005

DOCUMENTO-HQ

Sempre tive uma impressão estranha em relação ao fumetto Martin Mystère. Por mais que eu ache a premissa interessante e por mais que eu admire Alfredo Castelli pelo trabalho hercúleo de pesquisa, o fato é que essa hq nunca me desceu pela goela. E dia desses, lendo uma história do personagem, descobri por quê.

São as explicações. Os preâmbulos.

Como todo bom personagem bonelliano, Mystère é bem construído, tem um background sólido e tal, mas suas histórias sempre começam com pequenos documentários pra situar o leitor, que são simplesmente de foder. O pior é que Castelli não faz isso gratuita ou inadvertidamente. Outra marca registrada dos roteiristas italianos (ao contrário da grande maioria dos seus colegas americanos) é a integração habilidosa de recursos narrativos normalmente pífios à história, agregando tudo de maneira quase imperceptível ao leitor. Castelli sempre arruma um jeito de justificar aquelas longas introduções. A que mais gostei foi uma onde a tal introdução era realmente um documentário (já que uma das muitas atribuições do Detetive do Impossível é a apresentação de um programa de TV, se não me falha a memória), mas Castelli peca pelo excesso, e acaba atirando no próprio pé ao tentar levar nossa “suspensão voluntária de descrença” ao limite.

De qualquer maneira, ler uma de vez em quando não vai fazer mal algum.

RESUMÃO

EU:

Ainda estou por aqui.


O PAPA:

Morreu. A tentação de fazer um trocadilho de péssimo gosto agora é bem grande, mas, independente de eu não ser um dos maiores fãs das religiões organizadas (e das desorganizadas também), é fato que eu me comovia vendo aquele velhinho se esforçando pra fazer as coisas mais simples, tipo, sei lá, levantar um braço.

QUADRINHOS:

Notícias interessantes sobre dois dos meus quadrinhos prediletos. Esse e esse.

LIVROS:

Minha esposa deu a dica e eu fui correndo ver qual era. Uma cadeia de livrarias aqui do sul anunciou que em uma das lojas de Curitiba estariam vendendo livros com pequenos defeitos a preços bem convidativos. Eu, tolinho, acreditei. Pensei que fosse algum tipo de ponta de estoque editorial, mas acabei entrando num bom e velho sebo. Não me apeteceu muito, mas também não saí de mãos vazias. Achei um exemplar do PLANETA DUPLO, de Jack Vance, que tem minha idade (embora esteja bem mais conservado do que eu). Vou ver se agora consigo terminar de ler a parada. Destaque para as orelhas do livro, que não são, tecnicamente, orelhas. Vieram como se fossem dois marcadores de páginas. O detalhe é que o texto começa em um e continua no outro. Se o cara perder, já era. Não que vá fazer muita falta mesmo. Veio também A ESPINHA DORSAL DA MEMÓRIA, do Bráulio Tavares, do qual estava na captura há muito tempo. De lambuja, a edição contém MUNDO FANTASMO (é fantasmO mesmo, zé-ruela!). Seria irrepreensível, não fosse a ridícula edição split, com um livro começando de um lado e o outro, do outro (óbvio!) e de cabeça pra baixo (isso me lembra os formatinhos da Abril. Nos seus piores momentos). E pra terminar, PRAÇA VERMELHA, de Martin Cruz Smith (como assim “o que é Parque Gorki?).


MÚSICA:

Descobri esses caras há pouco tempo (podem me chamar de lerdo) e gostei pra caramba (podem me chamar de fresco).

Outra coisa que não me sai da cabeça até hoje é o som dessa banda. Talvez por eu ter sido fã precoce do Soundgarden, e tardio do Rage Against The Machine.